Jornal GGN – “Nunca vimos isso antes, o povo nas ruas apoiando a reforma da Previdência”, comemorou o ministro da Economia, Paulo Guedes, logo após os protestos pró-governo, neste domingo (26). Se a intenção dos manifestantes era atacar, por um lado, o Congresso, por outro, os atos entusiasmaram o governo de Jair Bolsonaro, que agora enxerga o melhor momento para unir forças junto aos parlamentares na aprovação da mudança na aposentadoria dos brasileiros.
É por isso que, em duas vias, o mandatário estimulou e comemorou a presença das pessoas nas ruas e, por outro, tenta agora abafar porque precisa manter o apoio dos congressistas para medidas de seu interesse na Câmara e no Senado. O “Centrão”, um dos blocos atacados nos atos, e o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisarão ser agora convencidos a continuar na base governista. Caso contrário, Bolsonaro não conseguirá passar as propostas no Legislativo.
O silêncio atual, assim, foi previamente calculado pelo governo. Mas nos bastidores, tanto Bolsonaro, quanto Guedes celebraram. A declaração do ministro da Economia de que “nunca vimos isso antes”, de pessoas indo às ruas defender a reforma da Previdência, uma medida que na história das lutas populares em todo o mundo sempre uniu forças contrárias e não a favor, foi dada a um interlocutor, de acordo com o blog de Valdo Cruz.
Por outro lado, a equipe de Bolsonaro esperava mais pessoas nos atos em São Paulo, por exemplo, aonde se estima que houve a metade de manifestantes em comparação ao 15 de maio, quando a luta foi contra o governo Bolsonaro, contra os cortes nas Univerisdades e a favor da Educação. Em outros locais, o número teria sido similar, apesar de ainda inferior aos atos dos estudantes.
Publicamente, contudo, Bolsonaro mostrou satisfação com o dia de ontem: “uma imagem vale mais que mil palavras”, disse a um repórter. Já o Congresso entendeu que o recado das ruas foi outro: o apoio ao governo não é majoritário e que o governo precisará trabalhar ainda, tanto a nível popular, quanto com os parlamentares, se quiser ter suas propostas econômicas efetivadas.
Lúcio Vieira
27 de maio de 2019 2:12 pmPrincipalmente com cartazes, baneres e faixas feitas em gráficas computadorizadas, é difícil crer que foi um apoio popular. O povo branco, de meia idade e acima do peso – muitos vivendo de polpuda aposentadoria não quer reforma. Quer diminuir a população pobre com liberação de armas, milícia e polícia livre para matar. No fundo é esta revolução que estes “cristões” desejam.
Carlos Elisio
27 de maio de 2019 2:45 pmQualquer reporter, de qualquer rede,.que se aproximasse de algum integrante do movimento para indagar sobre as bandeiras levantadas, em grande maiofia recebia em troca berros agressivamente histéricos.
O motivo?
Em sua maioria os presentes não tinham a mínima noção das regras que compunham as bandeiras que carregavam.
Empurrados por milicias digitais e, em alguns casos, temerosos das miicias fisicas, grande parte, como já comentei em outro post aqui no GGN, estava ali como se defendendo seu voto, e os grupos com interesse direto nas atuais negociatas deste governo infeliz. Nao à toa existiam bandeiras de israel e dos eua.
Então cabe ao povo se informar e comparecer, munido de conhecimento, ao próximo movimento CONTRA estas atrocidades que chamam de reformas.
Por outro lado tanto o sr. Guedes e o eleito, deveriam saber que o congresso, com alto percentual de acerto, pode ser acusado de tudo, mas um talento não pode ser negado aos que ali estão: a grande capacidade de dimensionar os movimentos populares. O problema reside em como usam esta expertise.
naldo
27 de maio de 2019 2:54 pmVou te contar……esse aí se não existisse deveria ser inventado……
Como esse senhor é inacreditável……chega a ser cômico………
Tá com pressa de pegar o avião………………..
peregrino
27 de maio de 2019 7:13 pmEssa conclusão é fruto do amor cego por dinheiro
AMORAIZA
27 de maio de 2019 8:05 pm“Nunca vimos isso antes, o povo nas ruas apoiando a reforma da Previdência”, comemorou o ministro da Economia, Paulo Guedes, …….
Dããã!!!!