Caiado proíbe que vacinação contra Covid-19 em Goiás seja obrigatória

"É assegurado à pessoa residente no Estado de Goiás o direito de não se submeter de forma compulsória à vacinação adotada pelo Poder Público", diz nova lei

Foto: Divulgação/Governo de Goiás

Jornal GGN – O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), proibiu a obrigatoriedade da vacina contra Covid-19 no estado. Ele promulgou a lei aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás.

O primeiro artigo da lei determina que “é assegurado à pessoa residente no Estado de Goiás o direito de não se submeter de forma compulsória à vacinação adotada pelo Poder Público para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da COVID-19.”

O projeto foi escrito pelo deputado estadual Delegado Humberto Teófilo (PSL), defendendo que se tratava “de um Direito da Personalidade, inferindo-se na necessidade de obtenção da concordância do paciente para qualquer espécie de tratamento”.

A posição é a mesma defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, que desde o ano passado desestimulam a vacinação e afirmam que ela só será aplicada em quem quiser.

O Supremo Tribunal Federal (STF), por sua vez, assegurou que estados e municípios decisam sobre a obrigatoriedade da vacinação, considerando que diversos governados já se manifestavam contrários ao presidente e queriam determinar a campanha como a compulsoriedade.

Em votação no final do ano passado, a Corte deliberou também a favor da vacinação obrigatoria, diferenciando-a da forçosa, permitindo a utilização de meios de restrições.

 

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2 comentários

  1. “Nunca subestime a capacidade dos juízes de ignorarem as evidências que eles acharem inconvenientes. Nunca subestime a boa vontade deles em apaziguar corruptos e corruptores repetindo falsidades e garantindo-lhes impunidade. Não subestime a presteza com que ignoram os interesses nacionais para defenderem interesses alienos. Sergio Globo é um perfeito exemplo”.
(Entreouvido no balcão da barraca do pastel, na Feira, ontem, em Brasilia, 2020)

    A mosca na garrafa

    Foi notícia: Casal de pais veganos solicitou permissão para não vacinar o filho e Barroso negou: «estou decidindo pela precedência do direito à vida e a saúde coletiva e ao direito da criança. Proteger a pessoa humana contra si mesma. O interesse da coletividade deve prevalecer»

    Pergunta: quem protege a pessoa humana da decisão de um juiz?

    O “iluminista” Barroso fez uma afirmação choque e nada iluminante:
    «Toda a ciência médica entende que a vacinação é vital ou altamente relevante para a saúde» _____Falso_____ A vacina nunca foi vital e sempre comportou risco para a saúde, tanto é que EUA instituiram um tribunal da vacina e um Programa Nacional de indenização por dano de vacina (NVICP). Os produtores ficam de fora (gozam de imunidade legal e não podem ser processados por nenhum motivo). O governo assume o onere com o dinheiro público mas dá instruções ao médico de não certificar dano como causa da vacina se não quiser ser “vacinado sem vazelina” e acabar como chapeiro no Brazil. A imunidade legal dos produtores de vacina é um classico exemplo de lei celerada.

    A cifra astronômica abaixo representa apenas 1/3 das petições depositadas.

    VACCINE INJURIES AND DEATH PAYMENTE
    Report from the Department of Justice
    Vincent J. Matanoski, Deputy Director, Torts Branch
    June 4, 2015 Report
    March 5, 2014 Report
    Dicember 4, 2014 Report
    June 5, 2014 Report

    Total Outlays: $ 04 , 060 , 857 , 713 . 42
    —————————————————————

    Barroso diz que os interesses da coletividade devem prevalecer?

    Então por que votou pela privatização das Refinarias? As Refinarias (junto com a Petrobrás) são de grande interesse para a coletividade e muito contribuiram, no tempo, para melhorar as condições higiênico-sanitárias, nutrir a população e dinamizar boa parte do mercado de trabalho. Ao contrário do que se pensa foram essas melhorias — e não as vacinas da propaganda das casas farmacêuticas — as verdadeiras causas da redução drástica no mundo inteiro da poliomielite, da varíola e do tétano bem antes que iniciassem os programas de vacinação em massa (entre os anos ’50-’70). Os gráficos demonstram que as curvas daqueles flagelos eram já próximas do zero quando a indústria farmacêutica tirou proveito da situção.

    Pequena nota — O estadunidense Dr. Frederik Klenner nos anos ’20-’30, curou completamente cerca de 60 crianças com sintomatologia de poliovirus muito agressivo (poliomielite). Sabe como? Com injeção no músculo e na veia de alta dosagem de vitamina C. Frederik Klenner levantou a bola que Linus Pauling chutou pra rede conquistando dois Nobel.

    _____
    O Financial Times publicou em novembro passado na seção myFT, o artigo “UK Plans to use AI to process adverse reactions to COVID vaccines”. O governo inglês sabendo que muita merda vem aí, decidiu jogar antecipado com um programa informático para o controle dos dados da reação à vacina (controlar e proibir notícias).
    Outro artigo publicado em 4 de dezembro na CNN-health informa que os primeiros vacinados vão ser os coroas: «Que ninguém fique surpreso se alguém morrer um ou dois dias depois de ser vacinado. A causa não será da vacina.
    Doctor Moore: «One of things we want to make sure people understand is that they should not be unnecessarily alarmed if there are reports, once we start vaccinating, of someone or multiple people dying within a day or two of their vaccination who are residents of a long-terms care facility. […]» Vão vacinar os idosos primeiro para abatê-los e reduzir as despesa do INSS.
    Ficou combinado o seguinte: se o ancião contraiu o COVID, morreu de COVID; se o ancião toma a vacina e morre logo depois, foi a debilidade da idade e não a vacina.

    Publicado na Rede: «Anvisa reporta efeito adverso em voluntário brasileiro em testes da Janssen, mas sem relação com a vacina».

    Após a notícia da morte do voluntário nos testes da AstraZeneca a agencia de notícias Reuters citando fonte anônima noticiou que a causa foi uma dose de vacina contra a meningite «A source familiar with the matter told Reuters the trial would have been suspended of the volunteer who died had received the COVID 19 vaccine, suggesting the person was part of the control group that was given a meningitis jab».
    O jornal italiano “La Repubblica” cita outra fonte: «foi placebo e não a vacina».
    A agencia de notícias ANSA usa a mesma foto para dar duas notícias no mesmo dia: «o voluntário recebeu a vacina» e «o voluntário não recebeu a vacina».

    BRITISH MEDICAL JOURNAL, janeiro 2021. O Dr. Peter Doshi, autoridade no assunto, duvidou publicamente da eficácia da vacina Pfizer/Moderna. Disseram que era eficaz ao 90-95 por cento mas o Dr. Doshi desmentiu e diz que é entre 19-29 por cento.

    _____
    «Quem não se vacina é burro» E’ o que diz na internet um calhorda diplomado em medicina. Segundo ele, o risco de efeito colateral é mínimo.

    Tennessee, 11 DE DEZEMBRO DE 2020 —— A jovem enfermeira estadunidense, Tiffany Dover, vacinou-se diante da telecamera de uma TV local (News Channel 9 abc). Dez minutos (10 min.) depois de vacinada participa de um encontro com a imprensa, passa mal, cai no chão e é imediatamente carregada por negacionistas (os que negam os riscos de efeitos colaterais). Tudo isso diante das câmeras. A rede abc estadunidense e o New York Times registraram. E’ jovem, de aspecto saudável e nunca sofreu de alergia.

    Tradução do artigo no “La Repubblica”:
    «a pessoa não tinha algum precedente alérgico, mesmo assim desenvolveu uma grave reação alérgica 10 minutos após a subministração. A mulher recebera a dose da vacina Pfizer e Biontech diante das câmeras, no âmbito da campanha governativa para promover a “confiança nas vacinas”. A mulher desenvolveu rush cutâneos, taquicardia e crise respiratória. Subministraram-lhe epinefrina para aplacar os sintomas, que mesmo assim recompareceram obrigando os médicos a usarem esteroides. Ulterior agravamento obrigou internação em terapia intensiva. Fontes médicas declararam que a mulher “se sente bem e continua entusiasta da vacina*”(Sic). Esse caso aumenta a preocupação em mérito às intensidades das reações adversas à vacina, visto que a enfermeira quase perdeu a vida». — (*) Não sabe-se se é viva. Só falta o hospital declarar à imprensa que a reação foi causada pela média com pão sem manteiga do dia anterior na casa de amigos, todos juntos e sem máscaras. A vacina não tem nada a ver com isso.

    Outra enfermeira passou mal e foi para terapia intensiva depois da primeira dose no Barlett Regional Hospital de Juneau, no Alaska, onde ela trabalha. O jornal italiano “La Repubblica” na seção Esteri, também deu a notícia: «USA, segnalata grave reazione allergica al vaccino Pfizer e Biontech»

    Rede CBC Canadá, dia 30 de dezembro: México, Coahuila: Doutora termina em terapia intensiva depois de vacinar-se contra a COVID-19. Grave reação com convulsões e perda dos sentidos. Foi imediatamente hospitalizada. Ficou completamente paralisada.

    PORTUGAL, 30-01-21, uma jovem auxiliar do Instituto Português de Oncologia morre após ser vacinada contra a COVID-19. Foi feita a autopsia mas a causa não foi revelada nem mesmo aos seus familiares. Vão dizer que não foi a vacina.

    ITALIA, Sicilia, Caltagirone, 06-01-21: shock anafilático na enfermeira depois de vacinada.
    ITALIA, Abruzzo, L’Aquila, 07-01-21: reação após vacinado; parálise facial.

    NORUEGA, Norway Today, 01-21, morreram 23 anciãos vacinados numa casa de saúde; apenas 13 tiveram a causa mortis reconhecida pela reação imediata da vacina COVID-19 mas na verdade os outros dez também não resistiram à vacina.

    NÃO SEJA BURRO, TRUST SCIENCE

    Albert Bourla não é burro, pelo contrário, é CEO da Pfizer (vendeu suas ações no dia que anunciou a vacina pronta). United States, CNBC, december 2020:«He (Bourla) said he’s also 59 and in relatively good health, so it’s not entirely appropriate for him to receive the vaccine before other people who need it more. Tradução: “Voces vão na frente que eu vou chegando”
    Conclusão: A opinião pública, se não fizer valer seus direitos, não vai conhecer a verdade dessas e outras mortes.

    Para evitar vergonha maior os “vacinators da Oxford”, anunciaram uma aliança com os russos: AstraZeneca vai comprar a vacina Sputnik-V (que não é genética). Na conferência com jornalistas, o Putin visivelmente satisfeito com a grana que os ingleses de merda vão desembolsar, respondeu a quem perguntou que na Russia a vacina é gratuita e não é obrigatória. A União Européia foi proibida pelo governo USA de comprar a Sputnik dos russos exceto a Hungria que peitou o bando de lacaios de Bruxelas.

    Coisas que o STF talvez não saiba:
    _____
    Dr. Robert KENNEDY JR: « […] Pela primeira vez na história da vacinação, as chamadas vacinas mRNA de última geração interferem diretamente no patrimônio genético do paciente e portanto alteram o material genético individual, isso representa manipulação genética, procedimento proibido, criminoso.
    Fonte: https://principia-scientific.com/robert-f-kennedy-jr-covid19-vaccine-should-be-avoided-at-all-cost/
    _____
    Estas vacinas são completamente novas, diferente das precedentes, em que inoculava-se o virus atenuado, simulando infecção. Essas novas vacinas modificam o nosso DNA e RNA. Ninguém sabe ainda como se comportam no corpo humano e quais efeitos possam gerar no tempo. Com um agravante: o vírus é mutante. Quando a vacina sair do mercado o vírus para a qual foi estudada já desapareceu. Virão outros. Bill Gates sabe disso e vai vender a vacina anticovid 1.0, 2.0, etc.
    Fonte: Richplanet.net/corona

    NOTA: “O agente patógeno não pode ser mutante e deve ser presente somente no homem, caso contrário é impossível erradicá-lo” e o Covid além de mutante é presente abundantemente no reino animal. Isso é contrário ao modelo aceito pela comunidade científica para todos os programas de vacinação. Há mais de 20 anos estudam a vacina mRNA. Os riscos já verificados são muitos. Por isso foi aprovada somente em medicina veterinária (salmão e suíno). Quem afirma é o Prof. Dr. Paul Cullen, presidente de “Médicos para vida”, na Alemanha.
    Fonte: https://www.lifesitenews.com/opinion/german-doctor-covid-19-vaccine-could-prove-to-be-the-biggest-mistake
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    Dr. Robert KENNEDY JR: « […] Com mais de 30 anos de experiência, o que sabemos é que todas as vacinas para os coronavirus têm uma única peculiaridade: contribuem na criação de uma classe de anticorpos que expõem os vacinados a riscos ulteriores se forem novamente expostos ao vírus natural.»
    Fonte: https://insidethevatican.com/magazine/robert-f-kennedy-jr-on-coming-covid-vaccines/?gclid=Cj0KCQiAtqL-BRC0ARIsAF4K3WHLU54Isb751AlSDC5p3M80nAiBgnbw5C5NEbiooAzipMf5QX1FQV0aAuBfEALw_wcB
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    Dr. Mike Yeldon PhD, ex vice presidente da Pfizer e pesquisador chefe para assuntos de doenças alérgicas e respiratórias:
    Dr. YELDON: «Não se pode planificar a vacinação de milhões de pessoas sãs e em perfeita forma com uma vacina que não foi testada de modo estensivo, exauriente».
    Fonte: https://www.lifesitenews.com/news/former-pfizer-vp-no-need-for-vaccines-the-pandemic-is-effectively-over
    _____
    Me oponho à vacinação obrigatória amparado por documentação científica, como demonstrei no meu livro “Vacinas Sim, Vacinas Não”.
    Fonte: http://www.paolobellavite.it/vaccinisiobblighino.html
    _____
    O Dr. Michael YEADON respondendo publicamente um comentário feito nas redes sociais por um colega ingles:
    YEADON: “Todas as vacinas para SARS-COV-2 são por definição novas. Se algumas dessas vacinas fossem aprovadas para uso que não seja CLARAMENTE experimental, creio que os destinatários seriam submetidos a um engano criminoso. Não existe sequer um voluntário humano que possa garantir a segurança da vacina por um período superior aos três meses da primeira subministração”.
    O Dr. Yeadon tem autoridade reconhecida: é laureado em bioquímica e toxicologia, é doutor em farmacologia. Trabalhou 32 anos na pesquisa farmacêutica, em particar no desenvolvimento de novos remédios para patologias pulmonares e dermacológicas; foi vice presidente da Pfizer e CEO de uma empresa de biotecnologia que ele fundou (Ziarco – comprada pela Novartis).
    Dr. Romeo Quijano, professor aposentado de farmacologia:
    […] «O perigo é que essa vacina aumente a patogenicidade do vírus ou aumente sua agressividade, como verificado em precedentes testes com animais, e se isso acontecer nos seres humanos, o resultado pode ser disastroso. Esse efeito colateral pode não ser evidenciado por teste clínico, especialmente se facioso ou minado por conflitos de interesse das casas produtoras. Quando elas encontram algum sério efeito colateral, quase sempre o escondem debaixo do tapete».
    Dr. Quijano cita outro caso de vacina mRNA de Gates, produzida pela Moderna, onde três dos quinze voluntários tiveram sintomas gravissimos do ponto de vista médico. Mesmo assim Moderna concluiu que a vacina era “segura e bem tolerada”, e a midia dominada pelas corporações, diligentemente calou-se.
    Fonte: Artigo “O que ninguém diz da vacina da Pfizer contra o coronavirus”
    por F. William Engdhal, publicado no journal-neo.org
    _____
    O jornal italiano La Repubblica, publicou um artigo no dia 7 de dezembro que pode tirar o sono dos ministros no STF: “L’allarme del governo: Dobbiamo convincere i medici a vaccinarsi”
    _____
    O Primeiro Ministro da Bavaria, Markus Söder, está pensando em punir os médicos que recusarem subministrar essa vacina na populção.
    Fonte: https://www.lifesitenews.com/opinion/german-doctor-covid-19-vaccine-could-prove-to-be-the-biggest-mistake
    _____
    O grupo que declarou essa guerra terrorística contra o mundo não tem — nem quer — um plano “B”: o governo inglês, onde se aninha parte desse grupo, não gostou das críticas à vacina e prendeu o Dr. Heiko Schoning no “speakers corner” de Hyde Park, rompendo uma tradição de mais de 700 anos. O “speakers corner” era até então o único lugar público onde qualquer um podia criticar o governo. O calhorda Boris Johnson declarou recentemente que o país dele é exemplo de democracia para o mundo.

    —- Denúncia do Dr. Robert F. Kennedy Jr (amigo do Dr. Heiko Schoning)

    Dr. KENNEDY JR: « O Dr. Fauci e o NIAID “sabiam pelos testes clínicos que existia um problema de resposta imunitária, mas a subministraram igualmente em centemas de milhares de crianças filipinas. Estima-se que cerca de 600 já tinham morrido quando o governo, alarmado, blocou as vacinações». (Trata-se da vacina para a febre dengue, Dengvaxia, comercializada pela Sanofi-Pasteur e publicizada como “essencial” pela OMS de Tedros. Fauci é proprietáario do brevet).
    Fonte: “O que ninguém diz da vacina da Pfizer contra o coronavirus”
    por F. William Engdhal, journal-neo.org

    Bill Gates declarou para a BBC que ele e Antony Fauci contavam com uma vacina em tempo breve, admitindo porém que o resultado ainda não é seguro mas o será nas próximas pandemias. Conhecendo o modus operandi de Gates, o autor do video faz uma comparação entre o sistema operativo da Microsoft e a sua vacina: o escopo da Microsoft nunca foi a qualidade dos seus produtos mas a quantidade das vendas. Bill Gates quer o direito de propriedade de “vacinas” no mesmo molde da indústria farmacêutica: cronicizar doenças para que ninguém cure-se realmente e pague por remédios durante toda a sua existência.
    Fonte: Richplanet.net/corona

    —- Os ministros do STF não leram o artigo do Mike Whitney “Vacina Covid-19: imunidade ou controle populacional” publicado no site unz.com

    WHITNEY: […] «Uma crise de saúde pública, arquitetada e atuada bem antes de Wuhan, foi utilizada para azerar liberdades civis, reforçar autoridade de políticos, derrubar economias, redesenhar relações sociais de base, impor controle totalitário no trabalho, na escola e na recreação. A política agora é dirigida por tecnocratas não eleitos que operam nos bastidores sob a cobertura das multinacionais e dos oligarcas mais ricos do mundo. Eisenhower antecipara este cenário 70 anos atrás: “Mesmo respeitando a pesquisa e as descobertas científicas, como é justo que seja, temos que estar atentos ao perigo, igual e contrário, que a política pública possa tornar-se ela mesma refém de uma elite cientifico-tecnológica”».

    WHITNEY, excerto de um artigo do Global Research: […] «Segundo LifeSiteNews, uma publicação católica, a Kenya Catholic Doctors Association acusa abertamente a UNICEF/OMS de ter esterelizado milhões de jovens melheres ignaras com a farsa de um programa de vacinação antitetânica. […] as amostras (seis) eram positivas ao HCG utilizado tanto nas vacinas anti-fertlidade como nas vacinas antitetanicas destinadas às moças na idade fértil. O doutor Ngare, portavoz da Associação dos médicos católicos do Kenya, declarou num boletim publicado no dia 4 de novembro passado: “Foram confirmadas nossas piores suspeitas; esta campanha da OMS não diz respeito ao combate do tétano neonatal mas constitue ação bem coordenada e dissimulada de esterilização em massa da população por meio de uma vacina de comprovada eficácia na regulação da fertilidade feminina. Apresentamos provas ao Ministério da Saúde antes do terceiro ciclo de imunização, mas fomos ignorados”.

    NOTA: GREAT GAME INDIA, Journal on Geopolitics & Internacional Relations, 23 de dezembro de 2020: «Freeze sperm before COVID vaccine to protect fertility» Says University of Miami Researchers. Pesquisadores recomendam aos homens de congelar o proprio esperma antes de vacinar-se porque v√ao correr o risco de perder a fértilidade (o virus da COVID permanecem nos testículos por cerca de seis meses. Bill Gates brevetou um virus e financiou vacinas no âmbito do seu programa de redução da população mundial.

    COMUNICADO DOS BISPOS CATOLICOS DO KENYA

    […] “Não estamos convencidos que o nosso governo tenha tomado as necessárias providências para blocar o anti-tossicoide para o tetano (TT) contendo a subunidade Beta da gonadotropina corionica umana (b-HCG). A mesma coisa verificou-se nas Filipinas, na Nicaragua e no Mexico.
    A subunidade beta HCG é um hormônio indispensável à gravidez. Quando injeta-se essa vacina numa mulher não grávida, a subunidade Beta HCG combinada com o tossoide tetanico desenvolve anticorpos contra o tetano e o HCG, de modo que, quando o óvulo será fecundado o seu HCG natural será imediatamente destruido e a mulher DEFINITIVAMENTE ESTERIL. Nesse contexto a vacinação antitetânica está sendo usada como metodo de controle da natalidade”.
    Uma campanha de vacinação apenas para mulheres entre 14 e 49 anos de idade que excluiu crianças, rapazes e homens, todos igualmente suscetíveis de contrair o tétano. (“Mass Sterilization”: Kenyan Doctors Find Anti-fertility Agent in UN Tetanus Vaccine?“, Global Research)
    https://www.globalresearch.ca/mass-sterilization-kenyan-doctors-find-anti-fertility-agent-un-tetanus-vaccine-2/5678295?utm_campaign=magnet&utm_source=article_page&utm_medium=related_articles

    Na conferência TED2010 de Long Beach, California, Bill Gates discursou sobre a possibilidade de reduzir a população mundial de cerca de 1 bilhão de pessoas através de um sistema de vacinação global, assistência sanitária e serviço de “saúde reprodutiva” (Sic). ( https://www.ted.com/talks/bill_gates_innovating_to_zero )

    MALEFÍCIOS DO ILUMINISMO

    Filantrocracia e marketing do sofrimento: as novas fronteiras
    da barbarização. Eugenetica e malthusianismo são a verdadeira paixão
    de uma elite inimiga da humanidade inteira!

    Em 2010 — Gates financia a fase 3 da vacina experimental contra a malária da Glaxo Smith Kline (GSK) e foi acusado pela morte de 151 recém-nascidos africanos e mais outras coisas.
    NOTA: Glaxo Smith Kline, líder mundial de vacinas, vive de escândalos que fariam até o Dr. Frankestein empalidecer amedrontado. De posse de documentos da GSK, o jornal inglês “The Observer” revelou que essa multinacional conduziu quatro diferentes testes em crianças de hispanoamericanas e afroamericanas sob a custódia da Incarnation Children’s Centre de New York (especializada em crianças sieropositivas ao Hiv) para testar a «segurança e a tolerância» de medicamentos para a Aids. Por exemplo, injetou em crianças de quatro anos doses de un cocktail de sete medicamentos diferentes, contemporâneamente; controlou a reação de crianças de seis meses a uma dose dupla de vacina para sarampo; subminstrou em crianças medicamentos para a Herpes apenas para compreender a tolerância, a segurança e a farmacocinetica. Submeteu algumas crianças ao Azt, medicamento extremamente tóxico. Corrompeu médicos libaneses e jordanos para distribuir diretamente aos seus pacientes medicamentos que nada tinham a ver com a cura das patologias que eles sofriam. Testou em recém-nascidos orfãos medicamentos experimentais antibactéricos. Recebeu uma multa de trezentos milhões de euros do governo chines, por ter corrompido médicos e pesquisadores, também em Wuhan, com dinheiro e favores sexuais…e por aí vai.
    Fonte: «Protocollo Contagio», livro autoproduzido pelo jornalista investigativo italiano Franco Fracassi, o primeiro livro investigativo com todas as fontes certificadas pelo WREP.EU – registro europeu dos webreporter e tecnologia segura blockchain. Recusado no Amazon e nas livrarias pode ser comprado contatando o autor no site http://www.indygraf.com

    Em 2014 — Gates financia testes experimentais com vacinas HPV produzidas pela Glaxo Smith Kline e Merck, em 23 mil meninas indianas. Cerca de 1200 sofreram graves efeitos colaterais. Sete faleceram. O caso está na Corte Suprema da India. Os médicos indianos deram a culpa na campanha de vacinação do Bill Gates pela devastadora epidemia de parálise aguda flacida não pulmonar (NPAFP) que deixou paralisadas 490 mil crianças entre os anos 2000 e 2017. Em 2017 o governo indiano suspendeu tudo e pediu a Gates de parar tudo e retirar-se. Bastou isso para as taxas de NPAFP descerem precipitosamente.
    Sondagem da “The Nation” revelou que a Bill & Melinda Gates Foundation tem participação acionária de Merck, GSK, Eli Lilly, Pfizer, Novartis e Sanofi.
    Fontes:
    http://www.newdemocracyworld.org/culture/gates.html * https://childrenshealthdefense.org/news/government-corruption/gates-globalist-vaccine-agenda-a-win-win-for-pharma-and-mandatory-vaccination/ * http://164.100.47.5/newcommittee/reports/EnglishCommittees/Committee on Health and Family Welfare/72.pdf

    Em 2015 — Bill & Melinda Gates Foundation registra o brevet de um coronavirus. Se o fez é porque conta com o business da vacina. Nenhum cientista sério e bem intencionado jamais faria uma coisa dessa.

    Em 2019 — Davos, Fórum Anual. Dia 23 de janeiro. Entrevistado pela CNBC, Bill Gates confessa candidamente que investir em vacina é o negócio mais lucrativo do planeta. Admitiu que pouco mais de 10 bilhões de dólares, em vinte anos, rendeu-lhe vinte vezes mais. Nos EUA os lucros derivados das vacinas são isentos de imposto.

    Em 2020 — No artigo publicado dia 17 de março na MIT Tecnology Review, «We’re not going back to normal» ficou claro que nada será como antes: o distanciamento social não é provisório e vai revolver o nosso modo de vida. O autor da MIT Review cita como fonte o estudo do Imperial College inglês publicado no dia anterior, que prevê entre outras coisas o distanciamento social como norma permanente na sociedade ocidental. São medidas de caráter socio-político que nada teem a ver com a saúde.

    Foi acidental?

    Depois de terem gasto cerca de 16 bilhões de dólares nos últimos trinta anos para debelar a polio, organismos sanitários internacionais reintroduziram “acidentalmente” essa doença no Pakistão, Afghanistão e Iran, todos atingidos por uma cepa virulenta de polio gerado pela vacina.
    Fonte: https://www.sciencemag.org/news/2019/07/surging-cases-have-dashed-all-hope-polio-might-be-eradicated-2019

    “Acidente” semelhante aconteceu na India
    Fonte: https://www.newindianexpress.com/nation/2019/oct/23/oral-polio-vaccine-causing-paralysis-in-kids-study-2051670.html

    O governo da Etiopia deu ordens para destruir 57 mil unidades de vacina oral do tipo 2 (mOPV2) por causa da temida epidemia de polio induzida por essa vacina.
    Fonte: https://www.afro.who.int/pt/node/11337

    NOTA: A vacina antipolio oral é promovida pela Global Polio Eradication Initiative (GPEI), um consórcio financiado e mantido pela Fundação Bill & Melinda Gates.
    Fonte: https://www.gatesfoundation.org/what-we-do/global-development/polio

    A primeira vacina experimental para COVID-19 é testada na população africana através da GAVI Vaccine Alliance, também financiada pela fundação Gates. Na Africa do Sul é em curso uma vasta campanha de experimentação no homem, dirigida pela Universidade do Witwatersrand em Johannesburg, com financiamento da fundação Gates.

    As revelações vindas da Africa deveriam atiçar a desconfiança da midia e dos defensores da saúde sobre a eficácia e segurança da vacina COVID-19
    Fonte: https://21stcenturywire.com/2020/09/04/un-forced-to-admit-gates-funded-vaccine-is-causing-polio-outbreak-in-africa/

    O drama nos hospitais, o número de mortos por Covid no mundo foram e são deliberadamente inflados, manipulados para perpetuar a histeria.
    Fontes:
    —- https://johnbwellsnews.com/a-closer-look-at-u-s-deaths-due-to-covid-19/
    —- unz.com
—- https://www.unz.com/mwhitney/the-covid-19-vaccine-is-the-goal-immunity-or-depopulation/

    —————

    A mosca para escapar da garrafa tem que saber como ela é feita. Somente assim ela pode repassar pelo gargalo e voar livre. Requer antes de tudo a plena consciência de estar dentro e aprisionada numa garrafa e requer também muita imaginação para analisar e conceber a forma da garrafa sobretudo se essa for incolor e transparente, dando a ilusão de estar do lado de fora. E para onde vai a mosca que conseguir sair da garrafa? Não poderia enfiar-se em outra garrafa? O meu senso comum responde que a mosca irá para onde pretender, talvez errando, mas para onde ela pretender, não para onde queiram os outros.
    Essa metáfora vale para cada um de nós.

    Qual é o senso comum que o meu senso comum rejeita?
    Rejeita o senso comum expresso nas ruas, nas praças, que aplaudem Mussolini, Hitler ou Stalin e entra em êxtase por qualquer conducator de qualquer programa televisivo de sucesso. E recusa o senso comum do homem da rua surpreso pelo homem com o megafone, e da linguagem das tabelas, dos gráficos com percentuais e índices de aprovação.
    O meu senso comum é distacado, è um contrapeso automático que intervém quando a balança pende para o lado da insensatez típica de uma sociedade desorganizada também moralmente. No fundo, na maioria das vezes trata-se de retornar em si, nem mais nem menos. E’ alí, naquele “si” onde nos reconhecemos, que o nosso senso comum deve reconduzir-nos. Como se fosse “a voz da consciência”. (Inspirado no escritor Raffaelle La Capria, A Mosca na Garrafa, Elogio do senso comum)

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