
Por Rogério Maestri
Para inflar o número de participantes das manifestações a Folha de São Paulo inventa um novo conceito de contagem de manifestações, os MANIPASSANTES.
Em qualquer local do mundo ao se contar o número de pessoas que estão numa manifestação qualquer, conta-se no momento em que há mais pessoas a quantidade destas, porém para inflar o número dos manifestantes inventou-se uma nova forma de contar, ou seja, conta-se todos que passaram pela manifestação, ou seja os Manipassantes.
Conforme o site do Notícias Agrícolas no momento em que havia mais manifestantes em São Paulo, a Folha de São Paulo contou 35,8 mil pessoas, porém para verificar na realidade quantos eram inaugurou-se um conceito novo: “O número apurado pelo instituto indica a quantidade de pessoas diferentes que, em algum momento, foram à manifestação o intervalo de tempo estudado.” Ou seja, funcionários da Folha foram colocados na manifestação com questionários nas mãos sabendo se o sujeito tinha ou não ficado na manifestação o tempo inteiro, assim sendo quem passou pela manifestação e foi para casa era contado como um Manipassante (um manifestante de passagem), com isto o número foi inflado para 40,3 mil, somando-se aos manifestantes no ponto máximo da manifestação os passantes (que de repente estavam passando para ir comprar cigarro, ou tomar uma cerveja no bar).
Diz a reportagem do site Notícias Agrícolas que os passantes que iam comprar cigarro ou tomar uma cerveja no bar que eles eram descontados, mas uma coisa é certa, que há uma grande manipulação dos números, pois esta sistemática, pelo que eu saiba, não é utilizada por ninguém.
Mas agora imaginem o cenário, um sujeito foi tomar uma cerveja, passa no meio de uma multidão de manifestantes e um “repórter” da Folha pergunta:
– O senhor está aqui por ser a favor das duzentas pessoas que estão furiosas exigindo o Impeachment da Dilma, ou o senhor é petista?
Bem, dependendo do espírito de sobrevivência do entrevistado ele vai dizer que é coxinha desde pequenininho!
ruyacquaviva
16 de dezembro de 2015 12:54 pmConclusão
No entanto eles não usam o mesmo conceito para contar os participantes das manifestações a favor do governo. E ainda comparam os dois números obtidos com critérios diferentes.
Conclusão: FRAUDE
Sem mais.
rdmaestri
16 de dezembro de 2015 2:38 pmRuy, fraude todos nós sabemos que eles fazem, porém
Fraude, todos nós sabemos que eles fazem, o importante é detecta-las claramente e denunciá-las, pois perde a subjetividade e fica como se diria, preto no branco (isto era no tempo que se escrevia com nanquim!).
Roque
16 de dezembro de 2015 12:54 pmPrefiro os mini-festantes…
Prefiro os mini-festantes…
jasantos
16 de dezembro de 2015 1:05 pmAlguém precisa informar
Alguém precisa informar aos srs da fsp que a região da paulista tem varios shoppings, cinemas e livrarias.
Logo muitos estão lá por motivos variados, não necessariamente a proptestar.É o meu caso.
Agora, se tudo mundo é somado como protestante, ai já é má fé, o que não é nunhuma novidade vindo de quem vem.
Juliano Santos
16 de dezembro de 2015 1:24 pmE em Copacabana? Se a Folha
E em Copacabana? Se a Folha fosse fazer a contabilidade do ato aqui no Rio na praia, poderia ser ainda mais criativa. Tem o pessoal que corre na orla. Seria os maniatletas? Tem os banhistas também. Se o sujeito estiver de sunga amarela, a menina de biquini amarelo? Será que é prova de que estão se manifestando ” a partir da água”, pois o calor tá brabo? Manibanhistas? Manisurfistas?
Ainda, quem sabe, pode-se contar os moradores da avenida Atlantica que foram nas janelas dar uma olhada. Quem deu um sorriso de aprovação pode também ser um manifestante. Só não foi lá porque “não pode pegar sol a essa hora”. Maniolhantes, claro. Conclusão, não foram 300 pessoas, foram no mínimo 3 mil, por aí.
rdmaestri
16 de dezembro de 2015 10:14 pmEsquecestes que no Rio teria uma contagem negativa!
No Rio se a Folha estivesse contando deveria descontar os esqueitistas (skatistas) pois como o meninada estava dando um “rolêzinho” e foram expulsos pela polícia por não serem manifestantes, se a contagem fosse feita durante a passagem dos mesmos deveria ser descontado do total.
Realmente eu me lembro o tempo que eu tentei ser assinante da Folha por mais de um ano, mas como o jornal de domingo só chegava na segunda eu desisti. Ainda bem que não perdi mais dinheiro. mas naquele tempo a Folha “pousava” como um jornal “sério”.
NRA
16 de dezembro de 2015 1:30 pmNão sei de onde o
Não sei de onde o comentarista tirou essa conclusão porque no próprio link indicado está escrito o seguinte:
As entrevistas também foram usadas para identificar e calcular quantidade de presentes sem qualquer relação com a manifestação, como as pessoas que foram à avenida por lazer. Esses não foram computados como manifestantes.
Ou seja, o número não foi inflado nada……a não ser que o comentarista ache que só deve ser contabilizado como participante da manifestação quem chegou rigorosamente no início e saiu também rigorosamente no final…..
rdmaestri
16 de dezembro de 2015 2:34 pmEm QUALQUER LUGAR DO MUNDO, se calcula o número de…
Em QUALQUER LUGAR DO MUNDO, se calcula o número de manifestantes pelo MÁXIMO que a manifestação atingiu. Por exemplo tiram-se fortos aéreas (ou fotos de prédios altos), e se faz uma contagem por amostragem (no passado) ou até pode fazer esta censitária (contando todos através de softwares de tratamento de imagem). Em nenhum lugar se conta o que entrou e saiu.
Antes de criticar leia algo sobre o assunto, eu li.
Alê Nogueira
16 de dezembro de 2015 5:49 pmAnalfuncio
Quem realmente leu encontrou que normalmente “conta-se no momento em que há mais pessoas a quantidade destas”. Mas no novo método verifica-se “a quantidade de pessoas diferentes que, em algum momento, foram à manifestação o intervalo de tempo estudado.”
rdmaestri
16 de dezembro de 2015 10:04 pmAlê, não é nada científico.
Contar dentro de um intervalo de tempo e fazer uma contagem de passantes definindo através de um questionário quem está é um manifestante ou um manipassante tem um grau de subjetividade espantoso e facilmente manipulável.
Quem diz que a manifestação ocorreu das 8h da manhã até as 16h? Quem diz que o sujeito se declara manifestante simplesmente para não ser incomodado pelos membros da manifestação? Qual a pergunta que é feita pelo entrevistador? Qual o grau de confiabilidade dos entrevistadores?
Poderia colocar mais meia dúzia de senões neste tipo de pesquisa, que abre as portas para se dizer qualquer coisa, acho inclusive que a Folha de São Paulo e seu instituto de pesquisa perde credibilidade total com esta “inovação”.
Isto não é um novo método é uma empulhação! Pode perguntar para qualquer estatístico formado que ele dirá o mesmo, algo científico tem que ser reprodutível. Karl Popper, que não pode sob hipótese nenhuma ser chamado de esquerdista (muito ao contrário) define uma observação científica aquela que pode ser reprodutível por qualquer um que tenha acesso aos dados brutos, como este método introduz uma série de incertezas é tudo menos científico, e se não é científico é mais uma FARSA do que qualquer coisa.
Sugiro que daqui por diante quando alguém ouvir alguém da folha falando ou escrevendo sobre quantidade de pessoas em qualquer evento, é importante perguntar, foram contados somente os manifestantes ou também incluíram os manipassantes?
Marco André
16 de dezembro de 2015 1:31 pmComparação
Seria revelador tentar fotografar, hoje, nos mesmos ângulos e locais das imagens de domingo. Depois confrontar os números divulgados.
Antonio C.
16 de dezembro de 2015 1:32 pmPesquisa Folha: método
Apontando com o dedo (com a caneta é mais científico): “Um, dois, três […], três mil e um, três mil e, ah, errei, vou começar de novo. Um, dois, três…”
marcos nunes
16 de dezembro de 2015 1:51 pmMinipassantes, superfarsantes
Tem também os minipassantes, que são as crianças que não tão nem aí mas os pais as carregam junto, talvez como metáfora da própria consciência política deles.
Quanto à Folha, esta é superfarsante.
Cintra Beutler
16 de dezembro de 2015 2:32 pmAtente para o título
Detalhe para o título do portal “Notícias Agrícolas”:
“Com “esquenta”, manifestantes já marcam data de novo grande protesto: 13 de março”
Quer dizer, para amenizar o fisco, chamam esse de “esquenta”.
Detalhe: no caso o portal segue a mesma linha da Folha: anti-governo.
Cintra Beutler
16 de dezembro de 2015 2:33 pmErrata
Onde se lê “fisco”, leia-se “fiasco”.
rdmaestri
16 de dezembro de 2015 2:42 pmCintra, por ser o “Notícias Agrícolas” um portal alinhado a …
Cintra, por ser o “Notícias Agrícolas” um portal alinhado a Folha de São Paulo, a informação fica credível. Por isto que a uso.
Antonio Carlos Silva - Brasil
16 de dezembro de 2015 2:55 pmATENÇÃO !!
Polícia do RJ aciona a interpol para localizr refugiados sírios que utilizam passaportes fraudados pelo mafioso Ali Kamel Issmael :
A Polícia Civil do Rio pode acionar a Interpol para localizar os cidadãos sírios, com passaporte brasileiro, no exterior, que obtiveram o documento de forma irregular. Eles conseguiam o passaporte, a partir de registro de certidão de nascimento falso, forjado por uma quadrilha especializada em adulterar esse tipo de documento.
A quadrilha começou a ser desarticulada na segunda-feira (14), após oito meses de investigações da Delegacia de Defraudações do Rio. O delegado Aloysio Falcão, responsável pela apuração, não descartou a possibilidade de acionar a Organização Internacional de Polícia Criminal, conhecida mundialmente como Interpol, para encontrar os sírios foragidos da justiça, conforme informou a Agência Brasil. Segundo ele, a Polícia Federal, o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério de Relações Exteriores foram oficiados pela delegacia para auxiliar na localização dos sírios beneficiados com o esquema.
“Eles estão sendo investigados no inquérito policial e se encontram foragidos da Justiça. A gente está oficiando esses órgãos para saber o paradeiro deles porque a gente não consegue ter acesso da entrada e saída deles. Não se pode descartar o apoio da Interpol para localizá-los,” disse.
A quadrilha transformou 72 sírios em brasileiros entre 2012 e 2014. A peça-chave no esquema, o sírio Ali Kamel Issmael, de 71 anos, que tem visto permanente de residência no Brasil, era o responsável por encaminhar os sírios interessados em ter uma certidão de nascimento lhes dando a naturalidade brasileira. Um funcionário e um ex-funcionário do cartório da 12ª Circunscrição, na zona oeste da capital fluminense estavam envolvidos.
Com a certidão em mãos, Ali acompanhava os sírios até o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ), onde atuava como tradutor para auxiliar na obtenção da identidade brasileira, relatou a Agência Brasil. Com isso, 51 dos 72 sírios conseguiam o documento. Além da identidade, os sírios tiveram acesso também ao documento eleitoral do país, 52 deles adquiriram título de eleitor. Além disso, 39 tinham Cadastro de Pessoa Física (CPF), o que abre a hipótese de que estejam em território estrangeiro como brasileiros.
A esposa de Ali, Basema Alasmar, foi presa em flagrante na casa onde morava por portar um passaporte brasileiro falso. No entanto, Ali foi poupado porque não estava em situação de flagrante. Ele e os dois envolvidos do cartório estão sendo acusados de associação criminosa e de falsificação de documento público. Já os sírios foram enquadrados por falsificação de documento público.
Em nota, o Ministério de Relações Exteriores informou que não trata de questões relacionadas a cidadãos estrangeiros no país e que “cidadãos sírios chegam ao Brasil com vistos emitidos por repartições consulares do Brasil no exterior com base em resoluções do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça”. Já o Ministério da Justiça disse que está em contato com as autoridades do Rio de Janeiro para obter mais informações e prestar a colaboração necessária às investigações conduzidas no âmbito estadual.
A Corregedoria-Geral de Justiça do Rio informou em nota, que a fraude foi descoberta em 2010 e, na época, comunicou o Ministério Público, Ministério das Relações Exteriores, a Polícia Federal e a Polícia Civil sobre os fatos. O órgão disse ainda que a partir de fevereiro de 2013, um inquérito policial foi instaurado. “O fato não é novo e a Corregedoria do Tribunal de Justiça tomou todas as providências que lhe cabiam para apurar e corrigir os registros que haviam sido supostamente falsificados, já tendo sido cancelado um dos registros cuja falsificação foi positivada. Os demais estão sendo submetidos à perícia desde 2013, impedida a expedição de certidão desses registros.”
Já a Receita Federal do Brasil esclareceu que há um processo minucioso de conferência documental e que está implantando medidas para validação de dados com objetivo de evitar a entrada de informações fraudulentas no CPF. “A posteriori, também é realizado controle rigoroso e, quando é detectada inconsistência nos dados de um determinado número de inscrição no CPF, ou ainda indícios de fraude, a situação cadastral dessa inscrição é alterada de regular para suspensa, ficando seu titular impossibilitado de utilizá-la em qualquer operação”, informou.
Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Federal informou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de Justiça. A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contato com os advogados do casal e com os advogados de Jorge e David.
Leia mais: http://br.sputniknews.com/brasil/20151216/3087778/Interpol-sirios-passaporte-Brasil.html#ixzz3uUlNWNDG
altamiro souza
16 de dezembro de 2015 2:59 pmboa matéria…
todos os
boa matéria…
todos os consumidores que estavam no sshopings e
lojas fazendo compras
de natal entraram nessa conta para totalizar o número ode manifestantes.
pot isso talvez é que os organizadores de curitiba conseguiram
25 mil, quando na verdade havia 300 se manifestando realmente.
o restante passou…
os manipassantes comsuas compras….
Marco St.
16 de dezembro de 2015 4:23 pmNo mesmo dia e horário haviam
No mesmo dia e horário haviam 100 mil pessoas no Festival dos Direitos Humanos no Ibirapuera (3kms da Paulista).
Umas 10 x mais gente do que na Paulista.
Segundo o “Data-Multidão” não havia nenhum jornalista da Folha. Nem mesmo pesquisador do Datafolha no local. Nem de passagem.
Zero.
.
Ugo
16 de dezembro de 2015 5:41 pmnumeros bem torturados falam o que queremos
Varios contadores de manipassantes da folha estavam no metrô debaixo da Paulista, blocos na mão contando os vagões.
altamiro souza
17 de dezembro de 2015 12:50 ama folha é
a folha é ultra.
passante.
jante.