Filho de João Goulart propõe a realização de plebiscito

por Roberto Bitencourt da Silva

João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, está envolvido com a pregação a favor de um plesbiscito que permita a realização de novas eleições para a Presidência e a Vice-Presidência da República.

O apelo em torno do plebiscito defende o resgate da soberania política e eleitoral do povo brasileiro, por conta da “usurpação da democracia em nossa país”, e questiona o “entreguismo” do governo Temer, que está comprometendo as “riquezas do país em tão curto tempo”.

A campanha promovida pelo filho do ex-presidente Jango está apoiada no projeto de decreto legislativo no. 16, de 2016, do Senado Federal. O projeto parlamentar é assinado, entre outros, pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede), Roberto Requião (PMDB), Cristóvam Buarque (PPS) e Vanessa Graziottin (PC do B).
Assista ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=cFLfezlgfEM

Link da campanha: https://www.change.org/p/congresso-nacional-plebiscito-j%C3%A1-novas-elei%C3%A7%C3%B5es-bef0b2f9-23fd-43b4-8614-d9420833c742 

 

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

9 comentários

  1. Mas….

    Não apenas para os cargos executivos, pois estes nada farão com esta legislação política de hoje e, ainda, com essa “beleza” de parlamento que temos hoje.

    Eleições de executivo sim, mais junto com assembleia constituinte exclusiva, que faça a reforma política, e que substitua o atual parlamento até 2018, enquanto centenas de atuais congressistas são julgados por corrupção.

  2. Reforma política é complexa, acabar com a reeleição fácil

    Podemos começar com uma campanha pelo fim da reeleição em todos o cargos eletivos, com isto fortaleceríamos os partidos, que seriam as usinas dos candidatos.

    Hoje a política é hereditária e familiar, como os cartórios, uma mamata hereditária que causou e ainda inflinge grandes danos ao Brasil.

    Não a reeleição. Pelo fim dos políticos profissionais, queremos no governo gente comprometida com o bem do Brasil e do seu povo.

    • Reeleição só é ruim com o PT no poder…

      Enquanto se tratava de reeleger Dilma/Lula, todos eram contra a reeleição. Sem os dois na jogada, o assunto morre por completo…

  3. Golpe em dois tempos.

    Como é que pode algum ser racional defender um plebiscito para novas eleições para o Executivo, se a deposição da PR – legitimamente eleita -, foi completamente irregular? O Executivo foi vítima de um golpe do Legislativo (auxiliado pelo Judiciário e pela imprensa de merda que temos no Brasil). Se a PR voltar, será punida pois terá seu mandato podado… Quer dizer, sofrerá dois golpes seguidos. Sinceramente, não consigo entender “essa esquerda” que defende esse tipo de golpe em dois tempos.

    Além disso, se houver um milagre e algum candidato mais à esquerda vença, como vai governar com um congresso golpista desses? O plebiscito tem de ser para convocar eleições para o Legislativo e não para o Executivo.

    Plebiscito já para novas eleições para o Legislativo!

  4. Acho esse papo de plebiscito uma roubada…

    Plebiscito é propor um golpe branco pra substituir o golpe descarado. Se isso passar Dilma vai enfrentar a ignomínia diária até que esse plebiscito saia. E se o resultado for favorável à ela, lhe cassam o mandato de novo, seja via Parlamento ou TSE/Gilmar.

    Melhor para a própria honra que Dilma seja mesmo cassada, plebiscito agora é negociar com o bandido as condições do cometimento do crime…

    E depois, o povo tem que sofrer as consequências de sua ação ou omissão, pra aprender a não ser emprenhado pelos ouvidos por Veja, Bolsonaro, Kim Kataguiri. Que colham o que plantaram, quem sabe assim aprendem a deixar de ser mugentes carregados pelo discurso da Direita.

    • acho esse papo…

      Agora, canalhas? O povo espera ser ouvido desde a redemocratização, mas principalmente desde a chegada dos partidos de centro esquerda ao poder.  Isto nunca aconteceu nem na República da USP, nem na República Sindicalista. O que houve foi a manutenção do cabresto, do voto obrigatório, da manutenção e ampliação da única elite nacional. A elite pública. O que houve foi o total desprezo à opinião nacional, abandonando referendos e plebiscitos, desde que o povo exgiu a total liberdade civil de se defender e portar armas, se assim o interessasse. Agora, descida vertiginosa rumo ao fundo do abismo, imploram pelo braço do povo a lhe agarrar? Pobre país limitado.   

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome