Mutirão HSBC: o primeiro nome pode ser o de Robson Tuma

Com a colaboração do leitor A.F.F.

Na lista do HSBC aparece o endereço Avenida Cauaxi 189, ap 203, Alphaville, Barueri.

Nas ferramentas disponibilizadas pela ICIJ é possível relacionar o endereço com o nome Barkat Sorathia que, por sua vez, remete a um Barso Global Management and Advisory, Inc. Barso, por sua vez, está relacionada com Portcullis TrustNet (BV). Na página do Portcullis (http://offshoreleaks.icij.org/nodes/54662), por sua vez, estão relacionados inúmeros escritórios.

O leitor foi atrás do endereço mencionado. É o Edifício Everest Tower, em Alphaville. E acabou batendo na declaração de bens pública do deputado Robson Tuma (http://migre.me/oF7UI). Ele tem um imóvel no mesmo edifício, ap. 1203. A lista do HSBC fala em 203.

A próxima etapa de pesquisa será buscar outros brasileiros que podem ter recorrido aos trabalhos do mesmo escritório: http://offshoreleaks.icij.org/nodes/54662

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Leia também:  Aparelhamento no governo Bolsonaro, por Gregório Duvivier

112 comentários

  1. Este é o primeiro, outros nomes virão.

    Robson Tuma, é o primeiro. Outros e tão ou mais famosos nomes, virão na sequência das investigações, isso é, se o Proc. Rodrigo Janot, não “amarelar”.

  2. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!!!

    Essa Direita “honesta” , assim como o JB, cada vez nos surpreende mais.

  3. Diário da Liberdade cita dois brasileiros

    http://www.diarioliberdade.org/artigos-em-destaque/404-laboraleconomia/54231-lista-falciani-quem-do-brasil,-portugal-e-a-galiza-aparece.html

    “Brasil

    O Brasil ocupa a 9ª posiçom na classificaçom de países segundo a quantidade de dinheiro depositado no HSBC, que ascende a 7 mil milhons distribuídos em 6.606 contas bancárias, registradas entre a década de 70 e 2006. A titularidade destas contas pertence a mais de 8.600 clientes, dos quais 50% tenhem passaporte ou nacionalidade brasileira, e os documentos apontam para mais de 302 milhons em apenas um nome. Isto coloca o Brasil no 4º posto em número de clientes associados ao país, só por trás da Suíça, a França e o Reino Unido.

    Entre os nomes mais destacados figura a família Steinbruch, herdeira do Grupo Vicunha, dona do Banco Fibra e proprietária da maior empresa do aço do Brasil (a Companhia Siderúrgica Nacional), que chegou a reunir 464.2 milhons de dólares em diferentes contas do HSBC. Também o empresário e banqueiro brasileiro, Jacob Barata, conhecido como “rei do ónibus”, acumulou mais de 95 milhons.

    Porém, é de especial relevância a presença na ‘Lista Falciani’ do já falecido “colosso das finanças” Edmond J. Safra, quem ajudou a estabelecer o HSBC em Genebra após a venda das suas participaçons do New York Republic Corporation e do Safra Republic Holdings ao banco britânico, com a conseguinte transferência dos seus ricos clientes. Segundo os dados da investigaçom SwissLeaks, Safra tivo até sete contas no HSBC, das quais quatro fórom fechadas. As três restantes, administradas pola sua esposa após a morte dele, contavam com 5,3 milhons de dólares entre 2006 e 2007, apenas umha pequena parte da sua fortuna.”

  4. Tuma pai deve estar rolando
    Tuma pai deve estar rolando no tumalo. Ha, ha, ha… Tuminha acusou Lula e agora ele é novamente acusado. Vai ter que explicar de onde veio a grana. Do livro encalhado dele é que não foi. Ha, ha, ha…. Ele queria salvar algum no exterior e deu um novo tiro no pé. Haja pontaria.

    • Dá onde veio a grana?

      Dos rolos com contrabando que o Tuma Pai e Filhos LTDA participaram e provavelmente participam até hoje no Paraná em Foz do Iguaçu, o impoluto estado falido pelo PSDB e que ameaça fechar universidades estaduais por falta de grana. Segundo o site Plantão Brasil, o PSDB não tem 124 milhões para iniciar o ano letivo.

      http://www.plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=86830

       18/2/2015 18:10

      PSDB RICHA DEVE FECHAR 4 UNIVERSIDADES NO PARANÁ

      JEITO TUCANO DE GOVERNAR. QUEBRAR TUDO, E VENDER COMO SUCATA.

      Blog do Esmael – “Quatro das sete universidades vão fechar as portas”. A previsão sombria é do reitor da Unicentro, Aldo Nelson Bona, que preside a Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), depois de reunir-se na sexta-feira passada com o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, que afirmou “não ter” os R$ 124 milhões previstos no orçamento para iniciar o ano letivo nessas instituições de ensino.

      Além da greve na educação há oito dias, que também paralisa 2,1 mil escolas da rede pública, os funcionários do Detran (Departamento de Trânsito) cruzaram os braços nesta quarta-feira, dia 18. Os servidores do órgão aderiram ao movimento paredista por melhores condições de trabalho, contra o calote nos trabalhadores e o tarifaço de 200% nas taxas da frota de 6,5 milhões de veículos no estado.

      O atual estágio político no governo Beto Richa (PSDB), entregue a Mauro Ricardo, evidencia que a Lei de Murphy anda em alta no Palácio Iguaçu: “Se alguma coisa pode dar errado, ela dará”. A terceirização do governo aprofunda a crise no Paraná.

      Alheio a tudo isso, Richa foi visto neste feriado de Carnaval pedalando tranquilamente em Porto Belo, Litoral de Santa Catarina.

      Amanhã, quinta-feira, dia 19, mais de cem mil educadores e funcionários públicos em greve vão protestar contra o governo do PSDB. E, no sábado, dia 21, os paranaenses vão às ruas pelo impeachment de Beto Richa.

      O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, vai transmitir ao vivo toda a movimentação/inquietação no Paraná. Acompanhe. 

       

    • Quem acusou Lula de ladrão

      Quem acusou Lula de ladrão foi Romeu Tuma Júnior. O Tuma em questão é Robson Tuma, ex-deputado pelo PTB e da base aliada do governo petista.

    • Quem acusou Lula de ladrão

      Quem acusou Lula de ladrão foi Romeu Tuma Júnior. O Tuma em questão é Robson Tuma, ex-deputado pelo PTB e da base aliada do governo petista.

  5. Da forma que o PIG tá

    Da forma que o PIG tá escondendo a notícia da lista dos ricaços brasileiros com bufunfa no HSBC faz a gente pensar cada coisa.

  6. A PF e a força tarefa da CIA

    A PF e a força tarefa da CIA do Paraná não farão uma condução coercitiva do Fernando Rodrigues para acessar a lista do HSBC?

    E não venham com argumento de que seria atropelo à justiça, pois cansaram de fazê-lo, ou risco de cometer injustiças como proclama o dono do bundão sentado sobre a lista.

  7. Quando chegar aos nomes de

    Quando chegar aos nomes de alguns ministrinhos do supremim é capaz do MPF e PF suspenderem as investigações .

    Pergunto :

    Há possibilidade de um funcionário público atuando como ministrinho de um supreminho, possuir um ap no exclusividíssimo condomínio Golden Green (Barra da Tijuca), onde o preço de um pequeno ap com dois quartos não custa menos que 1,5 milhões de dólares ? .

    Acho que só em alguns sultanatos árabes alguns funcionários públicos vivam como milionários .

     

    • Há várias possibilidades. Mas tudo bem que você queira chamar todo mundo que não seja do seu partido de corrupto. É uma defesa.

  8.  
    Suiçalão: aparecem os

     

    Suiçalão: aparecem os primeiros tucanos gordos!

    Por jornalista Miguel do Rosário
    postado em fevereiro 18th, 2015

    (…)

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2015/02/18/suicalao-aparecem-os-primeiros-tucanos-gordos/comment-page-1/#comment-67978

    LÁ VEM O MATUTO!

    … E que ninguém dê crédito ao que vazar da lista a ser anunciada pelo Fernando Rodrigues “do PIG”!

    Essa lista fajuta estará infestada de ‘vedamentos seletivos’!
    Os blogues ‘sujos’ terão que buscar essa lista a partir de fontes fidedignas!
    A lista que vai revelar nomes de Tucanos graúdos e gordos que nem porcos(as)!

  9. É um fim de feira o

    É um fim de feira o jornalismo brasileiro = confiar numa pessoa que diz que não sabia que seu amigo era um dos reis do contrabando do Brasil. O inspetor Clozout, do Peter Sellers, não chegaria a esse ponto (rs). 

  10. Affff

    Uma semana depois ainda estão tratando a lista pública do offshore leaks como se fosse uma lista secreta do swiss leaks.

     

  11. SUIÇALÃO

    O Cafezinho noticiou mais um tucano gordo, descoberto pelo Megacidadania:

    Hoje dono do banco Máxima, Saul Sabbá está no banco de dados do site Off Shore Leaks, de responsabilidade do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ).

    Está uma novela cada vez mais emocionante!

  12. declaração de bens de Robson Tuma

     

    Robson Tuma

    Declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral

    Descrição do bemValor do bemApto 61 Edif Chicago Tower Sito A Av Jurema – Sao Paulo/SpR$ 6.939,80Apto 91 Do Edif Belveder Firenze Sito A Rua Visconde De Nacar 150 Ibirapuera Sao Paulo/SpR$ 717.486,10Casa 20, Ql 1/7 Do Shi/Sul – BrasiliaR$ 714.000,002 Terrenos – Lotes 30 E 31 Da Quadra 3 – Tambore Residencial Ii – Barueri/SpR$ 180.000,00Moto Honda Cbr 600R$ 15.552,42Joias E Objetos De ArtesR$ 4.163,64Ações Diversas De Cias TelefonicasR$ 14,00Saldo Em C/C Banco Do Brasil SaR$ 971,20Saldo Em C/C Banco ItauR$ 10,77Barco Fibra De VidroR$ 20.000,00Onibus 1988/1989 Placa Mrd4116R$ 30.000,00Quotas De Capital Da Empresa Rzt Propaganda E Marketing LtdaR$ 99.000,00Quotas De Capital Da Sociedade Em Conta De Participação Srw – Edif Turin-CaR$ 712.430,78Renda Fixa – Operações Compromissadas ItauR$ 597.098,24Alameda Cauaxi 189 – Barueri SpR$ 140.000,00DisponivelR$ 30.600,00Novilho Nascido Em 01/07/04R$ 15.000,00Tourinho Nascido Em 14/04/05R$ 15.000,0025% Do Touro Po Bar 5 Sa Harrach 801 PR$ 20.000,00Condominio Maison Du Park, Na Av Iv Centenario – São Paulo/SpR$ 2.258.331,36Rua Colonia Da Gloria 453 Bloco A – Sao Paulo/SpR$ 30.000,00ItauR$ 2.033.500,00Bb Cdb Di SwapR$ 88.900,00Ed Everest Tower – Al Cauaxi 189 – Barueri/SpR$ 145.000,00Av Brig Faria Lima 2081 – Sao Paulo/SpR$ 217.429,26Rua Tome Portes – Jd Cordeiro – Sao Paulo/SpR$ 475.772,013 Motocicletas Marca Zhongyu Modelo Forest 150-S 2006R$ 12.000,00Petrobras Petr4R$ 747.492,88Petrobras Petr3R$ 79.395,12Vale Do Rio DoceR$ 126.179,00Banco Do Brasil OurocapR$ 3.771,14Renda Fixa ItauR$ 1.115.000,00Quotas Da Empresa Phg Incorp E Adm De Imoveis LtdaR$ 160.000,00Quotas De Capital Social Da Empresa Edity Editora E Distr De Livros LtdaR$ 49.500,00Ações GuararapesR$ 81.208,00Ações Sadia SaR$ 36.400,00Ações UniparR$ 59.200,00Bb Cdb Di Banco Do BrasilR$ 290.000,00Bb Rf Lp Prem 200Mil Banco Do BrasilR$ 301.888,54Conta Corrente ItauR$ 37.453,42Rdb/Cdb ItauR$ 785.000,00Operações Compromissadas ItauR$ 225.003,78Motociclo Honda ShadowR$ 9.000,00Imovel Sito A Rua Dr Flavio Americo Maurano S/N – Sao Paulo/SpR$ 25.000,00Cooper S Cabrio Aut 2009/2010R$ 132.000,00Planner Fundo De Investimento MultimercadoR$ 920.528,00Linea Turbo T-Jet 2008/2009R$ 40.000,00Valor total dos bens declarados:R$ 13.803.219,46

     

  13. Já dá para ter essa segurança

    Já dá para ter essa segurança toda acerca de ser, inquestionavelmente, esse político?

    Não se trata de simpatia ou defesa do mesmo, mas apenas cautela. Aliás, estou torcendo para que dessa vez algumas vestais sejam desmascaradas. Desconfio ser bem provável aparecer alguns correntistas da espécie RAMPHASTOS TOCO.

  14. HSBC

    Amaury Ribeiro Jr, cadê você para desvendar os ratos tucanos e essa mídia corrupta, que com certeza estão metidos até o talo nas continhas do HSBC.

  15. HSBC

    Amaury Ribeiro Jr, cadê você para desvendar os ratos tucanos e essa mídia corrupta, que com certeza estão metidos até o talo nas continhas do HSBC.

  16. Deem-se os louros a quem

    Deem-se os louros a quem merece : essa associação de jornalistas fica em Washington e é mantida pelo Centro de Politicas Publicas, cujo suporte financeiro é de fundações filantropicas americanas como a Ford Foundation, a Pew Foundation (Pew foi um magnata do petroleo), a John MacArthur Foundation (MacArthur foi dono de comapnhias de seguros) e a Open Society Foundation, criada pelo financista George Soros.

    • Esses?
      Arquivamento. Recurso

      Esses?

      Arquivamento. Recurso 9551 – 35/00 – I – Recorrentes: Máxima Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários Ltda. (atual Banco Máxima S.A.), João Nunes Ferreira Neto, Stock S.A. Corretora de Câmbio e Valores (atual Multistock S/A Corretora de Câmbio e Valores), Antonio Geraldo da Rocha, Máxima Factoring Fomento Comercial Ltda., Ricardo Sabbá Geraldes, Pedro Paulo Nunes Ferreira, Máxima Corretora de Commodities e Consultoria Ltda.(atual Máxima Consultoria e Finanças Corporativas Ltda.) e Mauro Agresta. Recorrida: CVM – II – Recorrente: CVM. Recorridos: André Sá do Espírito Santo, Antonio Geraldo da Rocha, Banco Dimensão S.A. (Atual Flpm Participações S.A.), Coluna Distribuidora de Tibulos e Valores Mobiliários, David Schipper, Francisco Gonzaga de Oliveira, Ivan Augusto Gonçalves, João Nunes Ferreira Neto, Jorge Moreira Cabral, Lucas Joffily, Máxima Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários Ltda. (Atual Banco Máxima S.A.), Paulo César de Barcellos, Paulo Messer, Pedro Batouli, Ricardo Sabbá Geraldes, Roberto Pereira, Roberto Varela da Silva, Ronaldo Hazan de Gomlevisky, Sandcastle Investments Corporation, Sérgio Gutnik, Stock S.A. Corretora de Câmbio e Valores (Atual Multistock S/A Ccv), The First Stock Equity Fund Llc e Worldtrust Bank Limited. Relator: Felisberto Bonfim Pereira; Revisor: Marcos Galileu Lorena Dutra.

      http://www4.bcb.gov.br/crsfn/Recursos/j20080729287.htm

    • O Ministério Público Federal

      O Ministério Público Federal ofereceu denúncia em 15/02/2007, imputando aos acusados João Nunes Ferreira Neto, Pedro Paulo Nunes Ferreira, Antonio Geraldo da Rocha, Ricardo Sabbá Geraldes e Paulo Messer, a prática do crime previsto no art. . da Lei 7.492/86, consubstanciado em gestão fraudulenta.

      Em sede de processo administrativo a CVM, por intermédio do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, concluiu que os denunciados efetuaram manipulação de preços e práticas não equitativas, e os puniu com advertência com fulcro nos arts. I e II, alíneas c e d da Instrução CVM nº 8/79.

      Finda a instrução criminal, o Ministério Público Federal reconheceu que a narrativa dos fatos e as provas carreadas não correspondem a nenhuma das práticas configuradoras do crime de gestão fraudulenta, mas sim ao tipo penal previsto no art. ., inciso VI, da Lei 1.521/51, que regula os crimes contra a economia popular, da competência da Justiça Estadual.

      Tenho que assiste razão ao Ministério Público Federal, afastada a incidência do art. . da Lei 7.492/86 e vislumbrada a hipótese de crime contra a economia popular, a competência para o processamento e julgamento do feito cabe à Justiça Estadual.

       

      http://www.jusbrasil.com.br/diarios/29387125/pg-393-judicial-jfrj-tribunal-regional-federal-da-2-regiao-trf-2-de-02-03-2011

  17. Suspeito

    No mínimo suspeito um coxinha citado na lista do HSBC estar num endereço “tão próximo” ao do Tuminha…

  18. gente da casa grande

    gente da casa grande espalhada pelo país

    costuma comprar coberturas e apês chiques no rio ou em lugares caros

    para manter ou exibir seu status…..

    espero que uma força tarefa ou esse mutirão para descobrir

    os nomes desta lista obtenha sucesso.

    pois sem dúvida a blogosfera saiu na frente neste caso.

    presionando a grande mídia a noticiar tb….

    a band falou disso no jornal da noite.

    porém, com viés de pig, pois o

    boechat disse que o governo ainda não tem nada sobre a tal lista.

    e nem falou no fernando rodrigues….

    • Estou estranhando que, até
      Estou estranhando que, até este momento, não tenha surgido ainda o argumento milenar – desde os Templários, só muda de nome – de “risco sistêmico” que a Banca e seus doutrinados sacam da cartola sempre que uma “instituição” é ameaçada de sanções quando pega em “erros administrativos”. Aspas para as hipocrisias embutidas em todas as narrativas destes entes econômicos – importantes, claro – mas tão sujeitos às leis quanto eu. Se eu ando na linha e arco com as consequências e restrições que acompanham o cumprir as leis, justo é que arquem com consequências os que se afastam – muitos bilhões – delas.

      • A questão,  Anna, é que eles

        A questão,  Anna, é que eles não fazem as leis, mas são “generosos” com os que fazem e com os que julgam. Isso, associado à indecência de bancos centrais independentes, deixa tudo “nos conformes”.  Daí, o “too big to fail” e o “too big to jail”.

        • Muito bem lembrado! Eu diria
          Muito bem lembrado! Eu diria que “Grande demais para quebrar” em relação a este caso (HBO, 2011) e “O dia que durou 21 anos” para tudo o mais deviam ser passados em rede nacional, a desnudar os interesses e interessados em muitas das crises por que passamos aqui e alhures. Eu acrescentaria ainda dois livros muito bons a nos mostrar o componente humano a influenciar ações e resultados, que resta escondido pelas aparências e máscaras dos homens de bem: “Armadilha para Mkamba” e “Rapina”, ambos do Ivan Sant’ana”. Imperdiveis, porque sincronizados com “tudo isto que está aí”!

  19. Só para lembrar que o HSBC é

    Só para lembrar que o HSBC é o mesmo banco que em 2006 fechou as contas dos zapatistas.

    É o banco que expressa melhor a consciência de classe dentre todos, ao que parece.

    “A Comissão Sexta do EZLN convoca a todos/as que promovam o cancelamento das contas bancárias no HSBC e uma campanha de propaganda mundial contra o racismo desse banco e de seus proprietários.” (2006)

    http://brasil.indymedia.org/es/blue/2006/03/347134.shtml

     

    • É que os zapatistas poderiam

      É que os zapatistas poderiam se tornar perigosos para os bancos… Quem dera! 

      Só grandes empresários corruptores, políticos corruptos, terroristas, traficantes, milionários caloteiros e coisas do tipo é que são inofensivos… para os bancos!

       

  20. O Suiçalão que a Globo esconde

    Fonte: http://br29.com.br/suica-surgem-os-primeiros-nomes-ligados-ao-psdb-com-contas-recheadas-de-dolares/

     

    Os internautas acharam um nome genial para popularizar o escândalo de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal das contas de 8 mil brasileiros achadas no HSBC da Suíça.

    Suiçalão!

    Quem sabe se, com esse nome atraente ao público, o UOL não divulga os nomes que estão sendo mantidos em segredo, à diferença do que vem acontecendo no resto do mundo, onde as listas dos beneficiários estão vazando?

    Os brasileiros tinham aproximadamente R$ 20 bilhões em contas no HSBC da Suíça.

    Enquanto a mídia não se interessa, a blogosfera está indo atrás.

    Alguns nomes, de brasileiros com contas no HSBC da Ásia, já vazaram, conforme se pode ver neste link.

    A divulgação dos nomes ajudaria o Brasil a fazer uma campanha contra a sonegação, o maior problema do Brasil, bem maior, em escala, do que a corrupção, apesar da nossa mídia nunca abordar o tema.

    Fernando Rodrigues, do UOL, disse que só iria divulgar os nomes que apresentassem “interesse público”.

    Pois bem, o blog Megacidadania encontrou um nome de correntista do Suiçalão que apresenta “interesse público”.

    Saul Sabbá.

    Hoje dono do banco Máxima, Saul Sabbá está no banco de dados do site Off Shore Leaks, de responsabilidade do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ).

    A sua conta secreta está ligada à offshore Maximizer International Bank S.A.

    Máxima, Maximizer, sacou?

    O banco de dados do Off Shore Leaks mostra o Maximizer, por sua vez, ligado a vários outros nomes.

  21. na verdade ele está com medo

    na verdade ele está com medo que acabem com a GUATANAMO do PARANA por isso pediu ajuda ao JOAQUIM

  22. Os blogs “sujos” assumiram a

    Os blogs “sujos” assumiram a linha de frente da investigação. Espero ansioso pelos desdobramentos do Mutirão HSBC. 

  23. Não me convenceu. O

    Não me convenceu. O apartamento 203 normalmente fica no segundo andar; o 1203, no décimo-segundo.

    Provavelmente quer dizer que se cumprimentam de vez em quando no elevador – além, obviamente, de pertencerem à mesma classe social. Mas é muito pouco para afirmar que temos um nome.

    • Lembra do Law Kin Chong?

      Sabe Law Kin Chong, o maior contrandista do Brasil e um dos maiores do mundo? Lembra da enorme, imensa amizade que unia Robson Tuma e o chinês? Lembra que a casa caiu em 2011? Se vc tivesse auferido muito dinheiro de forma ilícita, sem origem, frio, vc faria: a) guardaria embaixo do colchão; b) depositaria no Banco do Brasil; c) procuraria um doleiro para transformar isso em US$ e remeter para um banco confiável, com expertise em lavagem de dinheiro, daqueles que não pergunta pro cliente a origem do dinheiro, logicamente no exterior? 

      • Bom.
        O Tuma era amigo do Law

        Bom.

        O Tuma era amigo do Law Kin Chong, que é um contrabandista. O Tuma tem um apartamento no mesmo prédio que o Barkat Sorathia, que é dono de uma empresa de fachada num paraíso fiscal.

        Tanto o Sorathia quanto o Law Kin Chong têm, ou tiveram, dinheiro de origem ilícita, que eles colocaram no exterior, na forma de contas bancárias ou de empresas frias. Com certeza o doleiro que eles consultaram para fazer isso – se é que precisaram fazer essa consulta – não era o Tuma.

        Agora, o Tuma tem dinheiro de origem ilícita, que ele precisou esconder no exterior? E, nesse caso, teria consultado o Sorathia para saber o que fazer com a bufunfa? Não duvido, mas o nome dele não aparece na lista a que tivemos acesso (que é, claro, apenas um pequeno pedaço – 48 nomes de um total de quase 9 mil, ou pouco mais de 0,5% do iceberg). Nem, por falar nisso, o nome do Law Kin Chong. O que aparece é o nome do Barkat Sorathia, que tem, ou tinha, quando abriu uma conta no HSBC, um apartamento no mesmo prédio em que o Tuma também é condômino.

        Eu não escreveria que o Tuma pode ser o primeiro nome concreto de político da oposição vinculado a esse escândalo, baseado apenas nisso. Acho que é uma porta aberta a uma interpelação judicial.

        • Concordo…

          …e acho que flerta com o tal assassinato de reputações de que tanto se fala aqui. É preciso levantar e publicar aquilo de concreto.

          • Por outro lado, pela teoria

            Por outro lado, pela teoria do dominio do fato, ela já é culpado. Afinal como isto acontece embaixo das barbas do filho do delegado da PF e ele não sabe?

          • Você quer que a malsinada

            Você quer que a malsinada “teoria do domínio do fato” valha ou não valha?

            Por que, se é para valer para o Tuma, também é para valer para J. Dirceu & Cia.

            Por outro lado, a teoria do “domínio do fato” exige algum tipo de subordinação hierárquica. O que não é o caso da relação entre condôminos.

            Em vez de especular sobre o Tuma, seria mais prático responder duas perguntas bem mais simples:

            1. Há alguma relação de parentesco entre os Lerners da lista e o Lerner político paranaense?

            2. Há alguma relação de parentesco entre os Ferreira Nunes da lista e o Ferreira Nunes que queria ser vice-presidente?

            Ou então embarcar na investigação sobre o que, de fato, faziam as trinta e tantas empresas off-shore citadas ali.

          • Por outro lado, pela teoria

            Por outro lado, pela teoria do dominio do fato, ela já é culpado. Afinal como isto acontece embaixo das barbas do filho do delegado da PF e ele não sabe?

        • Veja o link

          Veja o link https://www.ic.gc.ca/app/scr/cc/CorporationsCanada/fdrlCrpDtls.html?corpId=3881229

          Tudo indica que o endereço em Barueri é do verdadeiro titular da conta, cujo nome não aparece. Ao invés de utilizar o próprio nome toma emprestado aquele do agente (Barkat Sorathia), cuja empresa é canadense e onde o endereço que aparece no llink citado acima é:

          BARKAT SORATHIA 
          86 GERRARD STREET EAST
          SUITE 4D
          TORONTO ON M5B 2J1
          Canada

          Já neste outro link (http://411.ca/business/profile/12841093) o endereço da Barso Global Management Ltd é apresentado como:

          Toronto, ONM3H 6A7

           

          Phone: 416-910-5820   Ou seja, tem cara de trambique evidente quando se ve que o endereço de contato é:Care of: HADI JAVADI
          120 EGLINTON AVE EAST
          SUITE 1000
          TORONTO ON M4P 1E2
          Canada Admitindo a possibilidade de que a hipótese ventilada acima não seja correta, então sugere um crime adicional, ou seja o do uso de nome de Barkat Sorathia e daquele de sua empresa sem seu conhecimento. Francamente não acredito. Um pedido de colaboração com  a polícia canadense pode comprovar ou não a suspeita.

  24. O ideal  explodir a “net” com

    O ideal  explodir a “net” com informação segura!

    Esta pintando um ” auê” monumental, quando a

    globo perceber que não segura a casa cai de vez..

    A coisa não é fraca não…passaportes saindo da gaveta!

  25. Um simples questionamento

    Um simples questionamento…se empresas envolvidas em cartel podem ser proibidas de contratar com o poder público…o que dizer então da situação que envolve instituições bancárias – no caso o HSBC???..estas podem captar bilhões de reais de brasileiros, enviar para a Suíça, sonegando alguns BILHÕES e ainda seguirem atuando na captação de dinheiro junto ao sistema monetário brasileiro???

    Conforme publicado na imprensa nacional e internacional, o Banco HSBC teria intermediado a remessa de mais de 7 bilhões de dólares de brasileiros para bancos na Suiça… em parte destes valores poderiam estar quantias referentes a operações de lavagem de dinheiro e sonegação…

    Consta que a direção do banco, ou ao menos parte de seus dirigentes sabia da irregularidade e ilicitude de muitas destas operações – o que se explica pela dimensão mundial do esquema.

    A se confirmarem tais denúncias estar-se-ia à frente de delitos de gestão fraudulenta…art. 4º, caput, da Lei 7.492/86 (gestão fraudulenta de instituição financeira..

    Acerca desta questão, pode-se obter farta literatura penal e processual penal, apenas se dispondo e ler a parte da Ação Penal AP 470 (Mensalão ou mentirão), no que se refere ao Banco Rural e aos empréstimos ao PT. (em termos bem sintéticos, pode-se, a partir dos dados constantes do Informativo do STF nº 678, obter mais informações – http://www.stf.jus.br/arquivo/informativo/documento/informativo678.htm

    Ainda que a situação do HSBC (empresa sediada na Inglaterra) seja um pouco diferente, no que se refere a bancos com capital nacional…temos os seguintes exemplos

    Banco Rural… pouco tempo depois, em 2013, por determinação do BACEN – foi liquidado…

    O BVA, igualmente.., como pode ser visto em reportagem do G1.. 

    “Em junho, o Banco Central já havia liquidado o BVA, também em decorrência do “comprometimento da sua situação econômico-financeira e do descumprimento de normas que disciplinam a atividade da instituição”.”

    http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2013/08/bc-decreta-liquidacao-do-banco-rural.html

  26. Estou curiosa quanto ao
    Estou curiosa quanto ao batismo da operação que, certamente, a PF vai instituir para desbaratar estas “irregularidades”; afinal o objetivo é o combate à corrupção e o resguardo dos interesses do Brasil! A PF costuma ser criativa. Lava jato, Castelo de Areia, … E agora? Qual será o papo que vai rolar no FB? Fico imaginando os comentários indignados contra esta Malta! Eu aqui pagando meus impostos: em folha e embutidos… Mas confio na dedicação da PF e do Judiciário para que sejam varridos do Brasil estes sonegadores incautos. A ver…

    • Se não tiver jeito de segurar

      Se não tiver jeito de segurar e, ao final, os INTOCÁVEIS da moralidade forem compelidos a agir (contra as suas natureza e vontade), eu sugeriria o seguinte nome para a operação:

       

      “Lava Enxuga e (mas Consola e) Afaga”

  27. Não era mais fácil ir até o

    Não era mais fácil ir até o endereço e perguntar se existe algum Barkat Sorarthia morando lá?

  28. As ironias (lições) da vida:
    As ironias (lições) da vida: o camarada ajuda, diligentemente, a destruir reputações, em nome sabe-se lá do que… De repente, é displecente e impiedosamente chutado! Mesmo assim, continua fazendo os servicinhos de interesse dos antigos patrões. E, se prestando a isto, está agora prestes a perder, de vez, a sua já frágil reputação. E a sabedoria da vida tornará esta derradeira queda ainda mais dolorosa: foi engendrada pelo próprio. Não há a mão de um adversário, ou de um dos atingidos por sua pena; a sua própria incúria e servilismo o colocaram nesta saia justíssima.

  29. Paulo Alfredo Lerner, Ricardo

    Paulo Alfredo Lerner, Ricardo Alfredo Lerner. Algo a ver com Jaime Lerner ex governador do Parana?

    • Sergio Augusto Fernandes

      Sergio Augusto Fernandes Teixeira.. tem algo a ver com Roberto Teixeira, advogado e laranjão do Lula?

  30. O Fernando Rodrigues está

    O Fernando Rodrigues está falando grosso como se a lista estivesse em seu poder e ele fosse o único que pode revelar (ou ocultar) nomes presentes na mesma. Foi eleito curador especial da lista pelo Instituto Millenium? Já deu a entender até que vai ocultar os nomes de muita gente, a seu julgamento pessoal por serem ou não irrelevantes (para ele). A s pergunta são: Porque ele pensa assim? Foi-lhe dado mesmo tal poder?

  31. Denunciar o Fernando Rodrigues

    Deveríamos denunciar o Fernando Rodrigues por não revelar o conteúdo do material que ele recebeu para revelar os brasileiros envolvidos. Se ele faz parte do consórcio que esta divulgando o escândalo, com certeza ele é obrigado a divulgar também.

  32. Postei as informações abaixo

    Postei as informações abaixo num comentário no post da Lista do HSBC. Como talvez este post aqui passe a centralizar as atenções no que se refere ao HSBC, reposto aqui, incluindo algumas linhas que ficaram faltando.

    O importante, no caso, não são as contas bancárias nem os endereços.

    São as empresas offshore.

    Vamos lá.

    Paulo Chiele é ligado à Altamira International Services, Ltd.

    Os Blank, Aline, Sérgio e Stephan, à Ancient Cedars Ltd.

    Guntolf Van Kaick, à Appolinari Industries LLC e Swisser AG.

    Barkat Sorathia (ou Sorarthia) é dono da Barso Global Management & Advisory, Inc.

    Nardi Davidsohn, BBE.SG PTE. LTD.

    Israel Miedzigorski, Beauty Images Inc.

    Alfredo Casarsa Netto, BOA INTERNATIONAL INC. e ELLARD TRADING LIMITED

    Os Lerners, Bernard Paul, Paulo Alfredo e Ricardo Paulo, Bougival Corporation

    Ursula Kossman, Carpe Diem Management Ltd.

    Marcio Duarte Lopes e Sergio Augusto Fernandes Teixeira, DB Precious International Group Ltd.

    Flavio Augusto Cicivizzo, Ensure Limited

    Eyal Brandes e os Gilad, Guy e Chen, Galveston Commercial Ltd.

    Edson Chang, Giant Holding Limited

    Marcelo Dias dos Santos, Global Telecom Services PTE, Ltd.

    Wong Bi Chegn, International Goal Group Limited

    Chiang Fong Nien, INTERNATIONAL IP/EC LAW COMPANY LTD.

    Anna Hantower, Jessnick Limited

    Os Trentini, Hardy, Ovídio e William, Loyalty Marketing International Inc.

    O bicho maior, aparentemente, é o Maximizer International Bank S.A. Cinco pessoas, Chaim Zalcberg, os Ferreira Nunes, Pedro Paulo e João Neto, José Arley Lima Costa e Saul Dutra Sabbá (também proprietário do Banco Máxima), e uma empresa, Zalcberg Advogados Associados, aparecem ligados a essa empresa.

    Valmir Ramos Braun, Precision NDT Ltd.

    Per Reidar Haugen, SATERI INTERNATIONAL CO. LTD

    Ulysses Silva, The Martin Funding Trust

    Os Ribeiro de Mendonça, todos, Augusto, Gisele (de nome artístico Fraga), Karin e Caroline, The Memphis Trust.

    Richard Hantower, Wellington Trust

    Os Shih, Hong Dao, Hong Din, Hong The, e Yen Yu Yuan, são donos da YDDT Holding Company.

    A maior parte dessas companhias tem sede nas Ilhas Virgens Britânicas. As outras tem sede no Panamá (Ancient Cedars, Beauty Images e Galveston Commercial), Moscou (Boa International e Ellard Trading) e Ilhas Cayman (Giant Holding e International IP/EC Law Company)

    Não se trata, portanto, apenas de contas bancárias num paraíso fiscal, a Suíça; mas também de empresas (aparentemente de fachada, que não produzem nem prestam nenhum serviço ou produto real) em outros paraísos fiscais, as Ilhas Virgens Britânicas e Cayman.

    Aguardando o Free Walker contar aqui que a filha da empregada dele também tem uma empresa fictícia nas Ilhas Virgens Britânicas, normal… orkutizaram a evasão de divisas, malditos petralhas.

    • Cadê?

      Tá  tudo  muito bem, ta tudo  muito  bom, mas  cadê  as  ligações  com os tucanos gordos e magros  para que o povo  possa  entender??? no final, como sempre,não vai dar em nada.Sempre a direita  dando um nó na  gente…..

  33. HSBC – Mais do mesmo

    Já deve ter sido publicado por aqui, mas creio que valha relembrar que não é a primeia vez.

    O HSBC já fez acordo com o governo dos EUA para encerrar investigações sobre lavagem de dinheio.

    Na época (final de 2012), foram pagos pelo banco U$1,9 bilhoes para que o processo fosse encerrado.

    http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/12/hsbc-pagara-multa-de-us-19-bilhao-para-encerrar-investigacao-criminal.html

     

     

     

     

  34. HSBC Tradução google

    Os jornalistas do Le Monde reagiu às ataque dos  proprietários pelos vazamentos HSBC

    Anger as críticas sobre os nomes de publicação de ricos clientes do HSBC com contas na Suíça

    PUBLICADO: sexta-feira 13 de fevereiro, 2015, 08:22ATUALIZADO: sexta-feira, 13 fevereiro, 2015, 08:22

    Agence France-Presse em Paris

     Le Monde é criticado por sua decisão de publicar os nomes dos ricos clientes do HSBC que esquivou imposto pela abertura de contas suíças.

    Jornalistas em jornal francês Le Monde reagiu com irritação às críticas de dois dos empresários proprietários do jornal sobre a sua decisão de publicar os nomes dos ricos clientes do HSBC que esquivou imposto pela abertura de contas suíças.

    Pierre Berge, presidente do conselho de supervisão do Le Monde, liderou o ataque sobre o papel, acusando-a de “informar” sobre os empresários, políticos, criminosos e celebridades citadas nos chamados arquivos Swissleaks.

    “É o papel de um jornal para lançar os nomes das pessoas lá fora? … Eu não quero compará-lo aos tempos passados, mas tudo a mesma coisa, informando se informar”, Berge, um co-fundador da Yves Saint Laurent casa de alta costura, disse à rádio RTL.

    “Não foi para isso que eu lhes permitiu adquirir a sua independência”, a 84-year-old, que faz parte de um trio de magnatas que puxaram o papel de volta da beira da falência em 2010, acrescentou.

    Após a primeira descartando a crítica do Sindicato dos Jornalistas Le Monde reagiu às Berge.

    “Nós condenamos energicamente, como em tais ocasiões anteriores, esta intrusão no conteúdo editorial. O papel dos acionistas é definir a estratégia da empresa e não para tentar inclinar-se sobre o sentido notícia”, disse o sindicato em um comunicado.

    Gestão editorial do Le Monde também criticou os “ataques por Pierre Berge contra jornalistas Le Monde”. “Nós assumimos as escolhas editoriais feitas durante a investigação e durante a publicação”, disseram os editores, prometendo “fazer cumprir escrupulosamente” a independência editorial.

    Berge não foi, no entanto, o único dos três principais acionistas do Le Monde de tergiversar com o relatório.

    Banker Matthieu Pigasse, que tem interesses em vários meios de comunicação franceses, também expressou preocupações, embora em termos mais comedida. “É verdade que há um equilíbrio a ser alcançado entre a divulgação de informações que é de interesse público” e “cair em uma forma de macartismo fiscal e informar”, o chefe da Lazard banco de investimento em Paris, disse, sublinhando que estava “orgulhoso “da obra de Le Monde.

    Terceiro co-proprietário do jornal, o magnata das telecomunicações Xavier Niel, não fez nenhum comentário. O trio assinou um acordo com o jornal, em 2010, garantindo a sua independência editorial.

    Le Monde desempenhou um papel de liderança na revelando como Swiss braço de private banking do HSBC ajudou clientes sonegar impostos em contas contendo US $ 119 bilhões. O jornal francês, que obteve arquivos vazados por um informante, compartilhá-las com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos.

    Este artigo foi publicado no jornal South China Morning Post edição impressa como jornalistas do Le Monde revidar ataque atowner

     

  35. Argentina suspende o direito do HSBC Argentina para transferir d

    Argentina suspende o direito do HSBC Argentina para transferir dinheiro por 30 dias

    PUBLICADO: terça-feira, 13 de janeiro, 2015, 10:14ATUALIZADO: terça-feira 13 de janeiro, 2015, 05:40

    Benjamin Robertson e Reuters

     Pedestres andam após um agência do HSBC em Londres, como Argentina agências do banco foi suspenso de transferência de dinheiro por 30 dias a partir do país para o exterior devido a irregularidades. Foto: Bloomberg

    Argentina anunciou a suspensão de direito do HSBC Bank Argentina para transferir dinheiro para o exterior por 30 dias devido a “irregularidades”, dois meses depois acusando-a de ajudar os clientes a sonegar impostos por sifão seus fundos para a Suíça.

    HSBC Bank Argentina não cumpriu a promessa de corrigir as irregularidades nas transferências de crédito, o banco central argentino disse em um comunicado enviado por email.

    “O banco central da Argentina decidiu suspender temporariamente as operações do HSBC Bank Argentina de transferência de dinheiro e ativos no exterior por um período de 30 dias, o que poderia ser reduzido se a entidade adota as medidas correctivas necessárias”, disse.

    HSBC Bank Argentina se recusou a comentar.

    “Estamos trabalhando para resolver este novo pedido do Banco Central, a fim de resolver este problema o mais rápido possível. Isso não está afetando as outras operações do banco. HSBC está trabalhando com e vai continuar a trabalhar com a Justiça e os reguladores na Argentina “, disse o HSBC em um comunicado de seu escritório de Hong Kong para o South China Morning Post.

    Argentina, em novembro passado cobrada HSBC com auxiliando mais de 4.000 clientes para sonegar impostos por stashing seu dinheiro em contas bancárias suíças secretas.

    HSBC Argentina rejeitou essas acusações, dizendo que respeitava a lei argentina.
    O movimento de Argentina veio como parte de uma ofensiva global sobre fundos não declarados mantidos em paraísos fiscais, após a crise tensas orçamentos globais do governo financeiros e fez a necessidade de maximizar as receitas fiscais mais premente.

    Suíça se tornou o maior centro financeiro offshore graças do mundo a rigorosas leis de sigilo bancário no país alpino.

    Além disso, o governo esquerdista da Argentina favorece intervenção forte no sector privado e acusou publicamente uma série de grandes empresas estrangeiras, como grãos globais exportadores Bunge e Cargill de sonegação de impostos ao longo dos últimos anos.

     

  36. NEGOCIAÇÕES FEITAS PARA DIRECIONAR LUCRO OU PREJUÍZO

    Esse é o antro onde se escondem as falcatruas de tucanos emplumados e onde são pagas “autoridades” do judiciário para livrar a cara dos grandes corruptos, que lavam seus roubos em instituições como o HSBC  do “SUIÇALÃO.

  37. Bem que as nossas eliteas

    Bem que as nossas eliteas FHSBCeanas gostariam de uma nova ANISTIA, não!?!

     

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÂO & GOLPES – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO & GOLPES é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

  38. Quem pode ajudar?

    Alguém pode confirmar se Pedro Paulo Nunes Ferreira ou João Nunes Ferreira Neto é parente próximo daquele candidato a vice, que em sua declaração de bens,afirma ter uma fração em uma propriedade rural no valor de R$ 1.00.

  39. CAIXA PRETA

    Com a morte recente do ex- dono do BAMERINDUS, que tempos atrás tinha sido apunhalado pelas costas nessa transação, por seu amigo FHC.

    Será que a família não liberaria essa caixa-preta???

    Não custa tentar!!! 

  40. Monopólio da informação

    É um absurdo esta lista ficar às mãos de uma pessoa.

    Como pode? 

    Será que uma lista, um abaixo assinado, não poderia fazer que esta investigação fosse aberta?

    Eu não me conformo. Estou indignado com este monopólio da informação.

    Um absurdo.

  41. Tribuna do Congresso, já!

    Será que não há nesta república, um deputado sequer com peito de subir à tribuna do congreso para cobrar da justiça uma investigação limpa sobre este caso e exigir, sim exigir a retirada desta lista das mãos deste jornalista mal intencionado?

  42. REPUTAÇÃO DO POLICIAL POLÍTICO.

    Esse cara escreveu um livreto para desqualificar o PT, LULA e DILMA,

    será que alguem lembra qual era o nome do livrinho?

     

    Mas se alguem quiser realmente conhecer quem eram os TUMA,

    é só dar um pulinho ali na rua 25 de Março, Rua Pagé, e Mercadão e

    perguntar O QUE QUE OS TUMA FAZIAM POR ALI NOS SEUS BONS

    TEMPOS DE POLICIAIS COM “ÓTIMA “REPUTAÇÃO”” E MUITO  “”HONESTOS””.

      (?????????????????????????????????????????????????????????????)

    • Contrabando

      O filho não sei mas o Senador Romeu Tuma, quando ainda nem sonhava com esse cargo, era conhecido como o “cara” que liberava muanba apreendida.

  43. Ah! se fosse nos States, com

    Ah! se fosse nos States, com  sua receita federal implacavel que botou até mafioso na cadeia.  Mas a nossa parece um queijo suisso.  E pior, guardava até ratazana em seu interior, se é que não guarda mais.

  44. Investigações sobre Robson Tuma

    O Ministério Público Federal pediu nesta sexta à Receita Federal a abertura de auditoria fiscal para investigar o “crescimento patrimonial sem justificativa aparente” do deputado Robson Tuma (PFL-SP), um dos parlamentares mais atuantes da CPI do Narcotráfico e filho do senador Romeu Tuma (PFL-SP), ex-diretor da Polícia Federal. O principal motivo da auditoria é o fato de o deputado ter comprado imóveis de luxo em Sao Paulo e Brasília, avaliados em R$ 1,5 milhao.

    Se for constatada sonegaçao nas declaraçoes de renda do deputado, ele poderá ser alvo de pedido de cassaçao de mandato por parte de seus adversários políticos, como o deputado Augusto Farias (PPB-AL), irmao do empresário Paulo César Farias, ex-tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor.

    As suspeitas contra o deputado envolvem a aquisiçao por R$ 700 mil de uma casa de 1.062 metros quadrados no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Segundo os procuradores, há suspeitas de tentativa de sonegaçao nessa transaçao, concretizada em junho passado. Isso porque o imóvel foi vendido um dia após ter sido relacionado pela própria Receita como garantia de uma dívida tributária de R$ 16 milhoes.

    A dívida é atribuída ao ex-proprietário do imóvel, o empresário Ricardo Amaro Gonçalves. Ele é ainda acusado de vender certidoes negativas de débito tributário para empresas inadimplentes interessadas em participar de licitaçoes públicas.

    O deputado também é proprietário de um tríplex, com quatro suítes, cinco vagas de garagem, piscina e terraço no Parque Real, no bairro do Morumbi, considerado uma das áreas imobiliárias mais caras de Sao Paulo.

    Tuminha, como é conhecido, nao foi localizado nesta sexta. Quando foram publicadas as reportagens sobre os imóveis, ele disse que tudo estava em suas declaraçoes ao Imposto de Renda. As notícias foram divulgadas após a revelaçao de fitas em que o juiz foragido Nicolau dos Santos Neto, acusado de desviar R$ 169,5 milhoes, afirmou que recebeu de Tuminha e seu pai pedidos para nomear amigos e parentes no Tribunal Regional do Trabalho. ( Diário do Grande ABC – 04/08/2000)

    – Abaixo uma reportagem da Época de 30/07/2006 volta a falar de Robson Tuma e outros mais próximos vinculados à CPI do Banestado. Estas aproximações entre Banestado-Exterior-remessas irregulares-HSBC podem começar a fazer nexo.

    Devassa na lavanderia dos figurões

    Em depoimento sigiloso, delegado do caso Banestado apresenta a deputados lista de políticos que enviaram dinheiro ao Exterior

    ANDREI MEIRELES E GERSON CAMAROTTI

     

    O Palácio do Planalto trabalhou dois meses para evitar que o Congresso Nacional investigasse as remessas de divisas para o Exterior, estimadas em pelo menos US$ 30 bilhões, que entre 1996 e 1998 transitaram pela agência do Banestado em Nova York. Na segunda-feira, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, chamou os coordenadores da bancada do PT ao Palácio do Planalto e comunicou que o governo havia desistido de combater a CPI do Banestado. Dirceu impôs como condição, no entanto, que os senadores também participassem da comissão. Tanto receio tem uma explicação: a CPI do Banestado é nitroglicerina pura e pode jogar pelos ares a votação das reformas. Na semana passada, o delegado federal José Castilho Neto, que comanda a investigação, acendeu o pavio. Em reunião sigilosa da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados, ele disse que a evasão, via Banestado, pode chegar à quantia de US$ 60 bilhões. O delegado repetiu que dispõe de comprovantes de depósitos em nome de políticos e citou, entre outros, o ex-ministro José Serra, os ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta, os deputados Luiz Antônio Fleury e Robson Tuma e o senador Jorge Bornhausen. Mas boa parte de quem enviou dinheiro ao Exterior, através do Banestado, o fez de forma legal.

    Apareceram contas correntes com nomes estranhos, como Bolo, Beija-Flor e Vênus. Bornhausen diz que tem como provar que a conta encontrada pelo delegado não é dele

    O nome de Jorge Bornhausen e o de seu irmão Paulo Konder Bornhausen estão no laudo 675/02 do Instituto Nacional de Criminalística sobre o megaesquema de evasão de divisas. Em meio aos 480 mil registros de operações apreendidos por autoridades financeiras americanas na agência do Banestado em Nova York, aparecem em nome dos Bornhausens seis transações no valor total de US$ 58 mil. Após um passeio por offshores em paraísos fiscais, o dinheiro foi depositado na conta 148390118 da agência do Banco do Brasil em Nova York. O senador Jorge Bornhausen nega que tenha feito a remessa de US$ 16 mil registrada na papelada apreendida no Banestado. De acordo com o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, houve um equívoco no registro e a conta no Banco do Brasil em que foi parar o dinheiro tem como titular Paulo Bornhausen, e não o senador. O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, arquivou por ato administrativo a investigação sobre o senador Bornhausen ao considerar que não havia provas de que ele tivesse remetido o dinheiro para fora do país. Mas os documentos registram que, por uma empresa chamada Sunfox, o depósito em nome do senador foi feito no dia 1o de abril de 1996. Almeida Castro afirmou que vai processar o delegado Castilho.

    Os nomes de Maluf, Pitta e Fleury apareceram na investigação

    No anexo 406 do laudo da Polícia Federal é descrita a movimentação financeira da conta número 1444-9, da Sunfox, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, conhecido paraíso fiscal. Por ali transitaram US$ 93,4 milhões que saíram e voltaram ao Banestado, sendo depositados em dez contas correntes apontadas pelo Ministério Público como grandes lavanderias. A partir delas foram emitidas dezenas de ordens de pagamento eletrônicas para contas com nomes estranhos, como Bolo, Beija-Flor, Vênus, e de pessoas físicas. Um dos políticos que apareceram, o ex-deputado federal Wigberto Tartuce, confirma ter remetido US$ 252 mil ao Exterior para custear despesas de sua família, que estava morando em Miami.

    No depoimento sigiloso aos deputados, o delegado Castilho disse que Maluf teria recebido uma fortuna das empreiteiras OAS e Mendes Junior por conta do superfaturamento na construção da Avenida Águas Espraiadas, em São Paulo. Segundo Castilho, o doleiro que operou nessa transação seria Rodolfo Castro Filho, que teria remetido US$ 40 milhões ao Exterior. O delegado contou que só foi possível identificar Maluf como beneficiário da dinheirama porque ele tentou repatriar os recursos utilizando debêntures da Eucatex, empresa da família do ex-prefeito. De acordo com Castilho, o ex-prefeito Celso Pitta e Wagner Ramos – criador na prefeitura de São Paulo do esquema de fraudes com dívidas judiciais vencidas – teriam remetido dinheiro ao Exterior procedente do escândalo dos precatórios. Outro nome citado pelo delegado foi o do deputado Robson Tuma, integrante da CPI do Banestado, em que também é titular o senador Romeu Tuma, seu pai. O delegado, porém, não disse como o deputado entra na história.

    Segundo os documentos, foram feitas três transações em nome dos Bornhausens, totalizando US$ 58 mil

    Quem também foi envolvido pelo delegado Castilho de forma no mínimo controvertida é o ex-ministro José Serra. Na papelada do Banestado foi encontrada uma remessa no valor de US$ 15.600 para “José Serra”, feita por um doleiro de Campinas. O delegado disse aos deputados que se trata do ex-ministro da Saúde. Mas outros investigadores da própria PF asseguram que o beneficiário é um homônimo do ex-ministro, que tem um irmão, Antônio Serra, dono de uma empresa de remédios em Campinas. “Foi um depoimento delirante e irresponsável”, comentou um dos deputados que ouviram Castilho e está escalado como titular na CPI do Banestado.

    As suspeitas levantadas pelo delegado Castilho serão apuradas pela CPI. Até aqui, elas têm feito barulho menos pelo que revelam e mais pelo que o delegado diz estar guardando. Há também o risco de generalização. Como se sabe, nem todo dinheiro enviado ao Exterior é ilegal. No cruzamento da papelada do Banestado com as apurações do Ministério Público em vários Estados, os investigadores precisam separar o joio do trigo. Eles já identificaram algumas das principais lavanderias de dinheiro no país. Dono da Casa Cruzeiro, em Belém, o doleiro Samuel Benzecry é acusado pelos procuradores de lavar tanto o dinheiro desviado no bilionário escândalo na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) como também o do megatraficante de droga Leonardo Mendonça. Gravações telefônicas feitas pela PF mostram que o doleiro de fato operava para o traficante. Em ação que está no Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público relata que cópias de cheques emitidos para pagar propina ao atual deputado Jader Barbalho foram encontradas na Casa Cruzeiro.

    A polícia não descarta a possibilidade de que o José Serra que aparece no Banestado seja homônimo do ex-ministro da Saúde

    No Ceará, os procuradores investigam os clientes do doleiro Alexander Diógenes Ferreira Gomes. O empresário, conhecido como Alex, é dono da ACCTur, grupo que controla 12 empresas na área de serviços. Pela conta aberta por ele na agência de Nova York com o codinome Blue Carbo, passaram pelo Banestado US$ 503,3 milhões entre 1996 e 1997. Documentos analisados pelo Ministério Público apontam indícios de envolvimento de Alex com políticos e grandes grupos empresariais do Ceará. Alex é alvo também de investigações do Banco Central e da Polícia Federal há pelo menos dois anos. A ACCTur foi indiciada pela CPI do Narcotráfico e responde a quatro processos por remessa ilegal de divisas. A Justiça chegou a decretar a prisão preventiva de Alex em fevereiro do ano passado em um processo de sonegação fiscal, evasão de divisas e formação de quadrilha. Mas ele não foi preso. Conseguiu escapar da cadeia alegando problemas de saúde. Em outra ação, Alex é acusado de levar US$ 615 mil em espécie do Rio de Janeiro para o Ceará sem explicar a origem de recursos. Na terça-feira, o delegado da Polícia Federal Paulo Cauby Batista foi preso em Fortaleza acusado de passar informações sigilosas ao doleiro Alexander Diógenes. Segundo a denúncia, mensagens eletrônicas do delegado foram encontradas numa perícia nos computadores do doleiro.

    Os investigadores acreditam que as lavanderias de dinheiro sujo no país atuam como empresas que pertencem a uma mesma holding. A Blue Carbo, de Alexander Diógenes, por exemplo, trocava recursos regularmente com a conta do empresário José Samuel Benzecry na mesma agência do Banestado. A relação entre Benzecry e Alex foi confirmada pelas informações obtidas nas investigações do MP sobre lavagem de dinheiro na agência do Banestado em Nova York. Da conta de Nova York, de número 1414-7, Benzecry mandava dinheiro para contas de Alex, abertas em nome da empresa Blue Carbo. O senador Antero Barros (MT), um parlamentar com destacada atuação, tem pela frente uma difícil missão: presidir a CPI e realizar uma responsável faxina ética.

    • Saul Sabba Joao Ferreira Neto e Pedro Paulo sao socios

      MÁXIMA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. CIA ABERTA CNPJ/MF nº 07.385.191/0001-04 – NIRE nº 33.3.0027588-6 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO . Data, Horário e Local : 21/01/2009, às 16h, na sede da sociedade, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 7º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Mesa : Saul Dutra Sabbá, Presidente, e Pedro Paulo Nunes Ferreira, Secretário. Presença : A totalidade dos membros do Conselho de Administração (Srs. Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira) e os componentes da Mesa. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem qualquer ressalva: : (i) a destituição do Sr. Paulo Henrique Barrozo Fabriani, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 06.066.801-9 IFP, CPF 750.666.027-04, residente e domiciliado na Av. Visconde de Albuquerque, 581, Leblon, Rio de Janeiro, RJ, como Diretor de Relações com Investidores. (ii) a eleição do Sr. Eduardo Arroxellas Villela, brasileiro, casado, economista, RG 09.905.421-5 IFP-RJ, CPF 075.269.237-21, residente e domiciliado na Rua Barão da Torre, 645/401, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, para o cargo de Diretor de Relações com Investidores, para completar o mandato do diretor ora destituído Paulo Henrique Barrozo Fabriani, até 03/03/2011. O Diretor eleito declarara, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76, que: a) não está impedido por lei especial, ou condenado por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do Art. 147 da Lei 6.404/76; b) não está condenado a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que o torne inelegível para cargo de administração de Cia aberta, como estabelecido no § 2º do Art. 147 da Lei 6.404/76; c) atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo § 3º do Art. 147 da Lei 6.404/76; d) não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Cia, na forma dos incisos I e IIdo § 3º do Art. 147 da Lei 6.404/76. O Diretor tomará posse do cargo para o qual foi eleito mediante a assinatura do respectivo termo de posse no livro de ARD nos termos do Art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) O mandato do Diretor eleito será para completar o mandato do Diretor ora destituído, ou seja, até 03/03/2011, cabendo a reeleição conforme o disposto no Art.188 do Estatuto Social. (iv) Fica mantida a remuneração global anual da diretoria estabelecida na AGO realizada em 27/04/2007, de R$35.000,00, como limite de remuneração anual dos administradores, que, individualmente, perceberão remuneração mensal não inferior a salário mínimo vigente, ficando a distribuição a cargo do Conselho de Administração. (v) Em conseqüência, a Diretoria da Cia fica composta da seguinte forma: Eduardo Arroxellas Villela, como Diretor de Relações com Investidores, e Ana Carolina Moraes Padilha, RG 09625393-5 IFP e CPF 028.238.817-60, como Diretora sem designação específica. Encerramento : Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se esta ata que foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. Rio de Janeiro, 21/01/2009. Saul Dutra Sabbá; João Nunes Ferreira Neto; Pedro Paulo Nunes Ferreira; Diretor Eleito: Eduardo Arroxellas Villela. Jucerja nº 1881072, em 06/02/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local : 13/03/2009, às 13h, na sede social, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença . Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença dos acionistas detentores da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Pedro Paulo Nunes Ferreira. Deliberações : Tomadas por unanimidade. Sumário dos Fatos : Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: (i) Aumento do capital social da Cia em R$10.000,00, passando de : R$311.502,50 para : R$321.502,50, mediante a capitalização do Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (“AFAC”) realizado em 17/02/2009, de titularidade da acionista Máxima Participações Ltda. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 10.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Máxima Participações Ltda. (conforme boletim de subscrição constante no ANEXO II). (ii) Os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pela Máxima Participações Ltda., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (iii) Em razão das deliberações acima a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Máxima Participações Ltda.: 341.499 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Pedro Paulo Nunes Ferreira: 1 Ordinária; João Nunes Ferreira Neto: 1 Ordinária; (iv) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art.5ºº do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art.5ºº . O capital social é de R$321.502,50, representado por 321.502 ações ON, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (v) Alteração do endereço da sociedade que passa a ser Av. N. Sra de Copacabana, 73,5ºº andar (pte), Copacabana, CEP 22.020-002, Rio de Janeiro, RJ. (vi) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art2º2º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art2º2º . A Cia tem sede e foro na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Copacabana, CEP 22020-002.” (vii) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no ANEXO III a presente AGE. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Local e Data: 13.03.2009. Presente os acionistas representando a totalidade do capital social. Certifico que a presente é cópia do original lavrado no livro próprio da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Rio de Janeiro, 13/03/2009. Saul Dutra Sabbá – Presidente; Pedro Paulo Nunes Ferreira – Secretário. Jucerja nº 1913977, em 29/05/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA . Data, Hora e Local : 30/04/2009, às 9h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença : Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença dos acionistas detentores da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Pedro Paulo Nunes Ferreira; Secretário: Saul Dutra Sabbá. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas : Em AGE : (i) aprovado aumento do capital social da Cia, mediante a capitalização do Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (“AFAC”) realizado em 09/04/2009, no valor total de R$20.000,00 de titularidade da acionista Máxima Participações Ltda. (ii) o valor do aumento de capital será de R$20.000,00 passando de R$321.502,50 para R$341.502,50, emissão de 20.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Máxima Participações Ltda. (conforme boletim de subscrição constante no ANEXO II). (iii) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira, aprovam e concordam expressamente com a capitalização do AFAC, com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pela Máxima Participações Ltda., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (iv) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Máxima Participações Ltda.: 341.499 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Pedro Paulo Nunes Ferreira: 1 Ordinária; João Nunes Ferreira Neto: 1 Ordinária; (v) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art. 5º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º . O capital social é de R$341.502,50, representado por 341.502 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (vi) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no ANEXO III a presente AGO/E. Em AGO : (i) aprovação do Relatório Anual da Diretoria, do Balanço Patrimonial e das demais Demonstrações Financeiras da Cia, relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2008, publicados no Jornal Monitor Mercantil e no DORJ do dia 30 de março de 2009; e (ii) foi dispensada a instalação do Conselho Fiscal e a eleição dos seus membros, conforme facultado pelo art. 160, da Lei 6.404/76. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida aprovada e assinada. Local e Data: 30.04.2009. Presente os acionistas representando a totalidade do capital social. Certifico que a presente é cópia do original lavrado no livro próprio da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Rio de Janeiro, 30/04/2009. Saul Dutra Sabbá. Secretário. Jucerja nº 1927306, em 07/07/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local: 07/12/2009, às 13h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Convocação e Presença: Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença da totalidade dos acionistas da Cia., Banco Máxima S.A. por seu Diretor Presidente, Sr. Saul Dutra Sabbá e por seu Diretor Sr. Alberto Maurício Caló; Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Ricardo Menezes de Mello. Deliberações: Toma das por unanimidade. Sumário dos Fatos: Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: (i) Os acionistas tomaram conhecimento da renúncia dos Srs. João Nunes Ferreira Neto brasileiro, casado, economista, RG 2574120 IFP/RJ, CPF 387.945.787-53, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Av. Prefeito Mendes de Moraes, 1.500/601, bl. 01, São Conrado, e Pedro Paulo Nunes Ferreira, brasileiro, solteiro, economista, RG 04769452-6 IFP/RJ, CPF 606.531.247-91, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Rua Prudente de Morais, 1253/1201, Ipanema, como conselheiros sem designação específica. (ii) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, para composição do Conselho de Administração em razão das renúncias acima aprovadas, reeleger o Sr. Saul Dutra Sabbá, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 02533276-9 IFP, CPF 238.779.527-04, residente e domiciliado, no Rio de Janeiro, RJ, na Rua Prefeito Mendes de Moraes, 1500, bl. 01, apto. 801, São Conrado, como Presidente do Conselho de Administração, bem como eleger os Srs. Saulo Sapir Sabbá, já qualificado anteriormente, como conselheiro sem designação específica e Ricardo Menezes de Mello, brasileiro, casado, economista, RG 07376156-1 IFP, CPF 954.359.997-15, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Av. Alexandre Ferreira, 444/504, Lagoa, como conselheiro sem designação específica. O prazo de mandato de todos os Conselheiros será coincidente ao da Diretoria, ou seja, até a AGO de 2011. Fica mantida a remuneração global anual estabelecida na AGO realizada em 24/04/2007. Todos os conselheiros declaram, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76 e da Instrução CVM 367/2002, que: (a) não estão impedidos por lei especial ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (b) não estão condenados a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que os tornem inelegíveis para os cargos de administração de Cia. aberta, como estabelecido no § 2º do art. 147 da Lei 6.404/76; (c) atendem os requisitos de reputação ilibada estabelecidos pelo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76; (d) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia., e não têm, nem representam interesse conflitante com o da Cia., na forma dos incisos I e IIdo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76. Os Conselheiros tomarão posse dos cargos para os quais foram eleitos mediante a assinatura dos respectivos termos de posse no livro de atas do Conselho de Administração, nos termos do art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, aumentar o capital social da Cia. em R$158.497,50, passando de: R$341.502,50 para: R$500.000,00. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 158.497 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Banco Máxima S.A. (conforme boletim de subscrição constante no Anexo II). (iv) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelo Banco Máxima S.A., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (v) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Banco Máxima S.A.: 499.997 ações Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 ação ordinária; Ricardo Menezes de Mello: 1 ação ordinária; Saulo Sapir Sabbá: 1 ação ordinária. (vi) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art. 5º do Estatuto Social da Cia. que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º. O capital social é de R$500.000,00, representado por 500.000 ações ON, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (vii) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia. no Anexo III à presente AGE. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 07/12/2009. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Ricardo Menezes de Mello, Secretário. Jucerja nº 1987734, em 30/12/2009. Valéria G.M. Serra -Secretária Geral. ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Data, Horário e Local: 15/01/2010, às 10h, na sede da sociedade, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Mesa: Saul Dutra Sabbá, Presidente, e Ricardo Menezes de Mello, Secretário. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração da Cia. (Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá) e os componentes da Mesa. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas: (i) a destituição do Sr. Eduardo Arroxellas Villela, brasileiro, casado, economista, RG 09.905.421-5 IFP-RJ, CPF 075.269.237-21, residente e domiciliado na Rua Barão da Torre, 645 / Apt. 401, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, como Diretor de Relações com Investidores. (ii) a eleição do Sr. Walter Srour Oaquim, brasileiro, casado, economista, RG 08497512-7 IFP-RJ, CPF 008.434.977-85, residente e domiciliado na Rua Humberto de Campos, 520/ Apto. 1302, Leblon, Rio de Janeiro, RJ, para o cargo de Diretor de Relações com Investidores, para completar o mandato do diretor ora destituído Sr. Eduardo Arroxellas Villela, até a AGO de 2011. O Diretor eleito declara, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76, que: a) não está impedido por lei especial, ou condenado por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei 6.404/76; b) não está condenado a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que o torne inelegível para o cargo de administração de Cia. aberta, como estabelecido no § 2º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; c) atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76; d) não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia., e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Cia., na forma dos incisos I e IIdo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76. O Diretor tomará posse do cargo para o qual foi eleito mediante a assinatura do respectivo termo de posse no livro de atas de Reunião da Diretoria nos termos do art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) O mandato do Diretor eleito será para completar o mandato do Diretor ora destituído, ou seja, até a AGO de 2011, cabendo a reeleição conforme o disposto no Art. 15 do Estatuto Social. (iv) Fica mantida a remuneração global anual da diretoria estabelecida na AGO realizada em 27/04/07, de R$35.000,00, como limite de remuneração anual dos administradores, que, individualmente, perceberão remuneração mensal não inferior ao salário mínimo vigente, ficando a distribuição a cargo do Conselho de Administração. (v) Em consequência, a Diretoria da Cia. fica composta da seguinte forma: Walter Srour Oaquim, retro qualificado, como Diretor de Relações com Investidores, e Ana Carolina Moraes Padilha, RG 09625393-5 IFP e CPF 028.238.817-60, como Diretora sem designação específica. Encerramento e Lavratura: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se esta ata que foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. Rio de Janeiro, 15/01/2010. Saul Dutra Sabbá; Cardo Menezes de Mello; Saulo Sapir Sabbá; Diretor Eleito: Walter Srour Oaquim. Jucerja nº 1994101, em 25/01/2010. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA . Data, hora e local : 30/04/2010, às 12h, na sede da Cia., na Av. Atlântica, 1.130, 9º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Convocação e Presença : Convocação dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença do acionista detentor da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia., conforme registros e assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Alberto Maurício Calo. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas : (i) a) O Relatório Anual da Diretoria, do Balanço Patrimonial e das demais Demonstrações Financeiras da Cia., relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2009, publicados no DORJ e no Jornal Monitor Mercantil, em 26/03/2010; e b) Dispensadas a instalação do Conselho Fiscal e a eleição dos seus membros, conforme facultado em Lei. (iii) Consignar a destinação do valor de R$ 351.971,80 para a conta de Prejuízos Acumulados. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata que foi lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 30/04/10. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Alberto Maurício Calo, Secretário. Jucerja nº 2030102, em 21/05/2010. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local: Às 25/06/2010, 10h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença: Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença da totalidade dos acionistas da Cia, Banco Máxima S.A. por seu Diretor Presidente, Sr. Saul Dutra Sabbá e por seu Diretor Sr. Alberto Maurício Caló; Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa: Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Alberto Maurício Caló. Deliberações: Tomadas por unanimidade. Sumário dos Fatos: Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: i) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, aumentar o capital social da Cia em R$200.000,00, passando de: R$500.000,00 para: R$700.000,00. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 200.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Banco Máxima S.A. (conforme boletim de subscrição constante no Anexo II). ii) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelo Banco Máxima S.A., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. iii) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / Nº de Ações / Espécie: Banco Máxima S.A.: 699.997 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Ricardo Menezes de Mello: 1 Ordinária; Saulo Sapir Sabbá: 1 Ordinária. iv) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Artigo 5º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º. O capital social é de R$700.000,00, representado por 700.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. v) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no Anexo III a presente AGE. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 25/06/2010. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Alberto Maurício Caló, Secretário. Boletim de Subscrição. Pelo presente o Banco Máxima S.A., CNPJ 33.923.798/0001-00, com sede na Av. Atlântica, 1.130, 9º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ, subscreve 200.000 novas ações ON, sem valor nominal, do Capital Social da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., emitidas conforme AGE de 25/06/2010, devendo o respectivo preço de subscrição de R$200.000,00 ser integralizado em dinheiro nesta data. Rio de Janeiro, 25/06/2010. Jucerja nº 2060792, em 06/07/2010. Valéria G. M. Serra, Secretária Geral. Id: 989944 Like ·

  45. Fatos anormais

    Nestas andanças procurando o rastro de Robson Tuma cheguei a este post mas os links misteriosamente não funcionam mais…vale uma boa caçada para muitos…

    http://minhapolitica.blogspot.com.br/2006/05/memria-ex-scio-de-serra-vladimir-rioli.html

     

    Memória: Ex-sócio de Serra, Vladimir Rioli foi responsável por operações fraudulentas em parceria com Ricardo Sérgio

     Integrantes da tropa de choque que investiga irregularidades no Banespa, os deputados Robson Tuma (PFL-SP), Luiz Antônio Fleury (PTB-SP) e Ricardo Berzoini (PT-SP) ficaram revoltados com a operação abafa montada pela base governista para evitar o depoimento do economista Ricardo Sérgio de Oliveira na CPI que investiga operações podres nos tempos em que o banco era estatal. “Levamos um gol de mão aos 46 minutos do segundo tempo”, comparou Fleury. Os deputados passaram a última semana intrigados com o nervosismo demonstrado pelo Palácio do Planalto e pela cúpula do PSDB com a convocação. Caixa de campanha dos tucanos, Ricardo Sérgio estava intimado a comparecer à Assembléia Legislativa de São Paulo na quarta-feira 22, onde seria realizada a reunião da CPI. Diante das câmeras de televisão, o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil deveria explicar uma operação montada por ele em parceria com o Banespa em 1992, que trouxe de volta ao País US$ 3 milhões sem procedência justificada investidos nas Ilhas Cayman, um conhecido paraíso fiscal no Caribe. 

    A Operação Banespa que ajudou Ricardo Sérgio a internar dinheiro de paraísos fiscais foi aprovada pelo então vice-presidente de operações do Banespa Vladimir Antônio Rioli. Na época, o senador José Serra (PSDB-SP) era sócio de Rioli. De acordo com o contrato social, Serra tinha 10% das cotas da empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda. Rioli foi companheiro de militância de Serra e do falecido ministro das Comunicações Sérgio Motta na Ação Popular (AP), movimento de esquerda da década de 60 – e arrecadador de recursos para campanhas do PSDB juntamente com Ricardo Sérgio. Era Rioli quem comandava todas as reuniões do comitê de crédito do banco estadual. Além de aprovar a operação que permitiu o ingresso dos US$ 3 milhões, ele autorizou outras transações envolvendo Ricardo Sérgio e a Calfat, uma indústria têxtil com sede em São Paulo, na qual o próprio Ricardo Sérgio atuava como presidente do seu conselho deliberativo. Em setembro de 1992, Rioli liberou para a tecelagem, sem nenhuma garantia, um empréstimo do Banespa no valor de CR$ 3,7 bilhões (correspondente hoje a R$ 1,7 milhão). Um ano depois, Rioli autorizou o Banespa a tocar várias operações de câmbio que permitiram ao ex-diretor do BB e à Calfat trazer outros recursos do Exterior, provocando um rombo nas contas do ex-banco estatal. O valor do prejuízo é desconhecido. O processo de cobrança dessa operação foi retirado da 5ª Vara Civil do Fórum de Santo Amaro, em São Paulo, pelos advogados do banco e sumiu misteriosamente em 1995.

    A sociedade entre Rioli e Serra começou em 10 de março de 1986, quando o hoje candidato à Presidência estava deixando a Secretaria de Planejamento do governo Franco Montoro para disputar sua primeira eleição a deputado federal. A consultoria funcionou até 17 de março de 1995. Investidor da Bolsa de Valores de São Paulo, Rioli também é conhecido por sua ficha suja. Em 1999, foi condenado pela Justiça Federal a quatro anos de prisão – convertidos em prestação de serviços e pagamento de indenização – por liberar um empréstimo do Banespa equivalente a US$ 326,7 mil à Companhia Brasileira de Tratores, empresa da família Pereira Lopes, de São Carlos (SP), que estava em dificuldades e colecionava títulos protestados na praça. Em 1993, Rioli se envolveu em outro escândalo. Foi acusado pelo Tribunal de Contas da União de arquitetar uma operação que deu à Cosipa, na época estatal, um prejuízo equivalente a US$ 14 milhões. A operação, um fantástico contrato sem correção monetária numa época de inflação galopante, foi fechada em 1986, quando Rioli presidia uma outra consultoria, a Partbank S.A., e já era conhecido por dar passes de mágica no mercado financeiro. Na lista dos envolvidos, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a incluir um outro amigo de Rioli: André Franco Montoro Filho, que na época era diretor do BNDES e apoiou o negócio. Rioli e Montoro Filho também trabalharam juntos no programa de desestatização do governo federal.

    Leia reportagem completa aqui

    Leia a íntegra da ação sobre o caso (Processo 2002.34.00.029731-6)

     

  46. É isso aí

     

    Publicado em 20/02/2015 no Conversa Afiada

    HSBC: Azenha quer saber
    por que só a Fel-lha ?

    Como é que a Fel-lha sabe quem são os “laranjas” ?

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    Sugestão do amigo navegante Paulo Galvão no Twitter

     

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