Mutirão HSBC: o primeiro nome pode ser o de Robson Tuma

Com a colaboração do leitor A.F.F.

Na lista do HSBC aparece o endereço Avenida Cauaxi 189, ap 203, Alphaville, Barueri.

Nas ferramentas disponibilizadas pela ICIJ é possível relacionar o endereço com o nome Barkat Sorathia que, por sua vez, remete a um Barso Global Management and Advisory, Inc. Barso, por sua vez, está relacionada com Portcullis TrustNet (BV). Na página do Portcullis (http://offshoreleaks.icij.org/nodes/54662), por sua vez, estão relacionados inúmeros escritórios.

O leitor foi atrás do endereço mencionado. É o Edifício Everest Tower, em Alphaville. E acabou batendo na declaração de bens pública do deputado Robson Tuma (http://migre.me/oF7UI). Ele tem um imóvel no mesmo edifício, ap. 1203. A lista do HSBC fala em 203.

A próxima etapa de pesquisa será buscar outros brasileiros que podem ter recorrido aos trabalhos do mesmo escritório: http://offshoreleaks.icij.org/nodes/54662

112 comentários

  1. Monopólio da informação

    É um absurdo esta lista ficar às mãos de uma pessoa.

    Como pode? 

    Será que uma lista, um abaixo assinado, não poderia fazer que esta investigação fosse aberta?

    Eu não me conformo. Estou indignado com este monopólio da informação.

    Um absurdo.

  2. Tribuna do Congresso, já!

    Será que não há nesta república, um deputado sequer com peito de subir à tribuna do congreso para cobrar da justiça uma investigação limpa sobre este caso e exigir, sim exigir a retirada desta lista das mãos deste jornalista mal intencionado?

  3. REPUTAÇÃO DO POLICIAL POLÍTICO.

    Esse cara escreveu um livreto para desqualificar o PT, LULA e DILMA,

    será que alguem lembra qual era o nome do livrinho?

     

    Mas se alguem quiser realmente conhecer quem eram os TUMA,

    é só dar um pulinho ali na rua 25 de Março, Rua Pagé, e Mercadão e

    perguntar O QUE QUE OS TUMA FAZIAM POR ALI NOS SEUS BONS

    TEMPOS DE POLICIAIS COM “ÓTIMA “REPUTAÇÃO”” E MUITO  “”HONESTOS””.

      (?????????????????????????????????????????????????????????????)

    • Contrabando

      O filho não sei mas o Senador Romeu Tuma, quando ainda nem sonhava com esse cargo, era conhecido como o “cara” que liberava muanba apreendida.

  4. Tuma?

    Tem um telefone no apartamento

    united coaching

     avenida Cauaxi 189 sala 203 – Alphaville (barueri) – Barueri – São Paulo

    4382-5138

    Treinamentos

     

     

  5. Ah! se fosse nos States, com

    Ah! se fosse nos States, com  sua receita federal implacavel que botou até mafioso na cadeia.  Mas a nossa parece um queijo suisso.  E pior, guardava até ratazana em seu interior, se é que não guarda mais.

  6. Investigações sobre Robson Tuma

    O Ministério Público Federal pediu nesta sexta à Receita Federal a abertura de auditoria fiscal para investigar o “crescimento patrimonial sem justificativa aparente” do deputado Robson Tuma (PFL-SP), um dos parlamentares mais atuantes da CPI do Narcotráfico e filho do senador Romeu Tuma (PFL-SP), ex-diretor da Polícia Federal. O principal motivo da auditoria é o fato de o deputado ter comprado imóveis de luxo em Sao Paulo e Brasília, avaliados em R$ 1,5 milhao.

    Se for constatada sonegaçao nas declaraçoes de renda do deputado, ele poderá ser alvo de pedido de cassaçao de mandato por parte de seus adversários políticos, como o deputado Augusto Farias (PPB-AL), irmao do empresário Paulo César Farias, ex-tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor.

    As suspeitas contra o deputado envolvem a aquisiçao por R$ 700 mil de uma casa de 1.062 metros quadrados no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Segundo os procuradores, há suspeitas de tentativa de sonegaçao nessa transaçao, concretizada em junho passado. Isso porque o imóvel foi vendido um dia após ter sido relacionado pela própria Receita como garantia de uma dívida tributária de R$ 16 milhoes.

    A dívida é atribuída ao ex-proprietário do imóvel, o empresário Ricardo Amaro Gonçalves. Ele é ainda acusado de vender certidoes negativas de débito tributário para empresas inadimplentes interessadas em participar de licitaçoes públicas.

    O deputado também é proprietário de um tríplex, com quatro suítes, cinco vagas de garagem, piscina e terraço no Parque Real, no bairro do Morumbi, considerado uma das áreas imobiliárias mais caras de Sao Paulo.

    Tuminha, como é conhecido, nao foi localizado nesta sexta. Quando foram publicadas as reportagens sobre os imóveis, ele disse que tudo estava em suas declaraçoes ao Imposto de Renda. As notícias foram divulgadas após a revelaçao de fitas em que o juiz foragido Nicolau dos Santos Neto, acusado de desviar R$ 169,5 milhoes, afirmou que recebeu de Tuminha e seu pai pedidos para nomear amigos e parentes no Tribunal Regional do Trabalho. ( Diário do Grande ABC – 04/08/2000)

    – Abaixo uma reportagem da Época de 30/07/2006 volta a falar de Robson Tuma e outros mais próximos vinculados à CPI do Banestado. Estas aproximações entre Banestado-Exterior-remessas irregulares-HSBC podem começar a fazer nexo.

    Devassa na lavanderia dos figurões

    Em depoimento sigiloso, delegado do caso Banestado apresenta a deputados lista de políticos que enviaram dinheiro ao Exterior

    ANDREI MEIRELES E GERSON CAMAROTTI

     

    O Palácio do Planalto trabalhou dois meses para evitar que o Congresso Nacional investigasse as remessas de divisas para o Exterior, estimadas em pelo menos US$ 30 bilhões, que entre 1996 e 1998 transitaram pela agência do Banestado em Nova York. Na segunda-feira, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, chamou os coordenadores da bancada do PT ao Palácio do Planalto e comunicou que o governo havia desistido de combater a CPI do Banestado. Dirceu impôs como condição, no entanto, que os senadores também participassem da comissão. Tanto receio tem uma explicação: a CPI do Banestado é nitroglicerina pura e pode jogar pelos ares a votação das reformas. Na semana passada, o delegado federal José Castilho Neto, que comanda a investigação, acendeu o pavio. Em reunião sigilosa da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados, ele disse que a evasão, via Banestado, pode chegar à quantia de US$ 60 bilhões. O delegado repetiu que dispõe de comprovantes de depósitos em nome de políticos e citou, entre outros, o ex-ministro José Serra, os ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta, os deputados Luiz Antônio Fleury e Robson Tuma e o senador Jorge Bornhausen. Mas boa parte de quem enviou dinheiro ao Exterior, através do Banestado, o fez de forma legal.

    Apareceram contas correntes com nomes estranhos, como Bolo, Beija-Flor e Vênus. Bornhausen diz que tem como provar que a conta encontrada pelo delegado não é dele

    O nome de Jorge Bornhausen e o de seu irmão Paulo Konder Bornhausen estão no laudo 675/02 do Instituto Nacional de Criminalística sobre o megaesquema de evasão de divisas. Em meio aos 480 mil registros de operações apreendidos por autoridades financeiras americanas na agência do Banestado em Nova York, aparecem em nome dos Bornhausens seis transações no valor total de US$ 58 mil. Após um passeio por offshores em paraísos fiscais, o dinheiro foi depositado na conta 148390118 da agência do Banco do Brasil em Nova York. O senador Jorge Bornhausen nega que tenha feito a remessa de US$ 16 mil registrada na papelada apreendida no Banestado. De acordo com o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, houve um equívoco no registro e a conta no Banco do Brasil em que foi parar o dinheiro tem como titular Paulo Bornhausen, e não o senador. O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, arquivou por ato administrativo a investigação sobre o senador Bornhausen ao considerar que não havia provas de que ele tivesse remetido o dinheiro para fora do país. Mas os documentos registram que, por uma empresa chamada Sunfox, o depósito em nome do senador foi feito no dia 1o de abril de 1996. Almeida Castro afirmou que vai processar o delegado Castilho.

    Os nomes de Maluf, Pitta e Fleury apareceram na investigação

    No anexo 406 do laudo da Polícia Federal é descrita a movimentação financeira da conta número 1444-9, da Sunfox, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, conhecido paraíso fiscal. Por ali transitaram US$ 93,4 milhões que saíram e voltaram ao Banestado, sendo depositados em dez contas correntes apontadas pelo Ministério Público como grandes lavanderias. A partir delas foram emitidas dezenas de ordens de pagamento eletrônicas para contas com nomes estranhos, como Bolo, Beija-Flor, Vênus, e de pessoas físicas. Um dos políticos que apareceram, o ex-deputado federal Wigberto Tartuce, confirma ter remetido US$ 252 mil ao Exterior para custear despesas de sua família, que estava morando em Miami.

    No depoimento sigiloso aos deputados, o delegado Castilho disse que Maluf teria recebido uma fortuna das empreiteiras OAS e Mendes Junior por conta do superfaturamento na construção da Avenida Águas Espraiadas, em São Paulo. Segundo Castilho, o doleiro que operou nessa transação seria Rodolfo Castro Filho, que teria remetido US$ 40 milhões ao Exterior. O delegado contou que só foi possível identificar Maluf como beneficiário da dinheirama porque ele tentou repatriar os recursos utilizando debêntures da Eucatex, empresa da família do ex-prefeito. De acordo com Castilho, o ex-prefeito Celso Pitta e Wagner Ramos – criador na prefeitura de São Paulo do esquema de fraudes com dívidas judiciais vencidas – teriam remetido dinheiro ao Exterior procedente do escândalo dos precatórios. Outro nome citado pelo delegado foi o do deputado Robson Tuma, integrante da CPI do Banestado, em que também é titular o senador Romeu Tuma, seu pai. O delegado, porém, não disse como o deputado entra na história.

    Segundo os documentos, foram feitas três transações em nome dos Bornhausens, totalizando US$ 58 mil

    Quem também foi envolvido pelo delegado Castilho de forma no mínimo controvertida é o ex-ministro José Serra. Na papelada do Banestado foi encontrada uma remessa no valor de US$ 15.600 para “José Serra”, feita por um doleiro de Campinas. O delegado disse aos deputados que se trata do ex-ministro da Saúde. Mas outros investigadores da própria PF asseguram que o beneficiário é um homônimo do ex-ministro, que tem um irmão, Antônio Serra, dono de uma empresa de remédios em Campinas. “Foi um depoimento delirante e irresponsável”, comentou um dos deputados que ouviram Castilho e está escalado como titular na CPI do Banestado.

    As suspeitas levantadas pelo delegado Castilho serão apuradas pela CPI. Até aqui, elas têm feito barulho menos pelo que revelam e mais pelo que o delegado diz estar guardando. Há também o risco de generalização. Como se sabe, nem todo dinheiro enviado ao Exterior é ilegal. No cruzamento da papelada do Banestado com as apurações do Ministério Público em vários Estados, os investigadores precisam separar o joio do trigo. Eles já identificaram algumas das principais lavanderias de dinheiro no país. Dono da Casa Cruzeiro, em Belém, o doleiro Samuel Benzecry é acusado pelos procuradores de lavar tanto o dinheiro desviado no bilionário escândalo na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) como também o do megatraficante de droga Leonardo Mendonça. Gravações telefônicas feitas pela PF mostram que o doleiro de fato operava para o traficante. Em ação que está no Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público relata que cópias de cheques emitidos para pagar propina ao atual deputado Jader Barbalho foram encontradas na Casa Cruzeiro.

    A polícia não descarta a possibilidade de que o José Serra que aparece no Banestado seja homônimo do ex-ministro da Saúde

    No Ceará, os procuradores investigam os clientes do doleiro Alexander Diógenes Ferreira Gomes. O empresário, conhecido como Alex, é dono da ACCTur, grupo que controla 12 empresas na área de serviços. Pela conta aberta por ele na agência de Nova York com o codinome Blue Carbo, passaram pelo Banestado US$ 503,3 milhões entre 1996 e 1997. Documentos analisados pelo Ministério Público apontam indícios de envolvimento de Alex com políticos e grandes grupos empresariais do Ceará. Alex é alvo também de investigações do Banco Central e da Polícia Federal há pelo menos dois anos. A ACCTur foi indiciada pela CPI do Narcotráfico e responde a quatro processos por remessa ilegal de divisas. A Justiça chegou a decretar a prisão preventiva de Alex em fevereiro do ano passado em um processo de sonegação fiscal, evasão de divisas e formação de quadrilha. Mas ele não foi preso. Conseguiu escapar da cadeia alegando problemas de saúde. Em outra ação, Alex é acusado de levar US$ 615 mil em espécie do Rio de Janeiro para o Ceará sem explicar a origem de recursos. Na terça-feira, o delegado da Polícia Federal Paulo Cauby Batista foi preso em Fortaleza acusado de passar informações sigilosas ao doleiro Alexander Diógenes. Segundo a denúncia, mensagens eletrônicas do delegado foram encontradas numa perícia nos computadores do doleiro.

    Os investigadores acreditam que as lavanderias de dinheiro sujo no país atuam como empresas que pertencem a uma mesma holding. A Blue Carbo, de Alexander Diógenes, por exemplo, trocava recursos regularmente com a conta do empresário José Samuel Benzecry na mesma agência do Banestado. A relação entre Benzecry e Alex foi confirmada pelas informações obtidas nas investigações do MP sobre lavagem de dinheiro na agência do Banestado em Nova York. Da conta de Nova York, de número 1414-7, Benzecry mandava dinheiro para contas de Alex, abertas em nome da empresa Blue Carbo. O senador Antero Barros (MT), um parlamentar com destacada atuação, tem pela frente uma difícil missão: presidir a CPI e realizar uma responsável faxina ética.

    • Saul Sabba Joao Ferreira Neto e Pedro Paulo sao socios

      MÁXIMA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. CIA ABERTA CNPJ/MF nº 07.385.191/0001-04 – NIRE nº 33.3.0027588-6 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO . Data, Horário e Local : 21/01/2009, às 16h, na sede da sociedade, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 7º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Mesa : Saul Dutra Sabbá, Presidente, e Pedro Paulo Nunes Ferreira, Secretário. Presença : A totalidade dos membros do Conselho de Administração (Srs. Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira) e os componentes da Mesa. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem qualquer ressalva: : (i) a destituição do Sr. Paulo Henrique Barrozo Fabriani, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 06.066.801-9 IFP, CPF 750.666.027-04, residente e domiciliado na Av. Visconde de Albuquerque, 581, Leblon, Rio de Janeiro, RJ, como Diretor de Relações com Investidores. (ii) a eleição do Sr. Eduardo Arroxellas Villela, brasileiro, casado, economista, RG 09.905.421-5 IFP-RJ, CPF 075.269.237-21, residente e domiciliado na Rua Barão da Torre, 645/401, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, para o cargo de Diretor de Relações com Investidores, para completar o mandato do diretor ora destituído Paulo Henrique Barrozo Fabriani, até 03/03/2011. O Diretor eleito declarara, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76, que: a) não está impedido por lei especial, ou condenado por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do Art. 147 da Lei 6.404/76; b) não está condenado a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que o torne inelegível para cargo de administração de Cia aberta, como estabelecido no § 2º do Art. 147 da Lei 6.404/76; c) atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo § 3º do Art. 147 da Lei 6.404/76; d) não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Cia, na forma dos incisos I e IIdo § 3º do Art. 147 da Lei 6.404/76. O Diretor tomará posse do cargo para o qual foi eleito mediante a assinatura do respectivo termo de posse no livro de ARD nos termos do Art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) O mandato do Diretor eleito será para completar o mandato do Diretor ora destituído, ou seja, até 03/03/2011, cabendo a reeleição conforme o disposto no Art.188 do Estatuto Social. (iv) Fica mantida a remuneração global anual da diretoria estabelecida na AGO realizada em 27/04/2007, de R$35.000,00, como limite de remuneração anual dos administradores, que, individualmente, perceberão remuneração mensal não inferior a salário mínimo vigente, ficando a distribuição a cargo do Conselho de Administração. (v) Em conseqüência, a Diretoria da Cia fica composta da seguinte forma: Eduardo Arroxellas Villela, como Diretor de Relações com Investidores, e Ana Carolina Moraes Padilha, RG 09625393-5 IFP e CPF 028.238.817-60, como Diretora sem designação específica. Encerramento : Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se esta ata que foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. Rio de Janeiro, 21/01/2009. Saul Dutra Sabbá; João Nunes Ferreira Neto; Pedro Paulo Nunes Ferreira; Diretor Eleito: Eduardo Arroxellas Villela. Jucerja nº 1881072, em 06/02/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local : 13/03/2009, às 13h, na sede social, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença . Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença dos acionistas detentores da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Pedro Paulo Nunes Ferreira. Deliberações : Tomadas por unanimidade. Sumário dos Fatos : Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: (i) Aumento do capital social da Cia em R$10.000,00, passando de : R$311.502,50 para : R$321.502,50, mediante a capitalização do Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (“AFAC”) realizado em 17/02/2009, de titularidade da acionista Máxima Participações Ltda. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 10.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Máxima Participações Ltda. (conforme boletim de subscrição constante no ANEXO II). (ii) Os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pela Máxima Participações Ltda., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (iii) Em razão das deliberações acima a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Máxima Participações Ltda.: 341.499 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Pedro Paulo Nunes Ferreira: 1 Ordinária; João Nunes Ferreira Neto: 1 Ordinária; (iv) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art.5ºº do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art.5ºº . O capital social é de R$321.502,50, representado por 321.502 ações ON, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (v) Alteração do endereço da sociedade que passa a ser Av. N. Sra de Copacabana, 73,5ºº andar (pte), Copacabana, CEP 22.020-002, Rio de Janeiro, RJ. (vi) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art2º2º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art2º2º . A Cia tem sede e foro na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Av. N. Sra de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Copacabana, CEP 22020-002.” (vii) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no ANEXO III a presente AGE. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Local e Data: 13.03.2009. Presente os acionistas representando a totalidade do capital social. Certifico que a presente é cópia do original lavrado no livro próprio da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Rio de Janeiro, 13/03/2009. Saul Dutra Sabbá – Presidente; Pedro Paulo Nunes Ferreira – Secretário. Jucerja nº 1913977, em 29/05/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA . Data, Hora e Local : 30/04/2009, às 9h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença : Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença dos acionistas detentores da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Pedro Paulo Nunes Ferreira; Secretário: Saul Dutra Sabbá. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas : Em AGE : (i) aprovado aumento do capital social da Cia, mediante a capitalização do Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (“AFAC”) realizado em 09/04/2009, no valor total de R$20.000,00 de titularidade da acionista Máxima Participações Ltda. (ii) o valor do aumento de capital será de R$20.000,00 passando de R$321.502,50 para R$341.502,50, emissão de 20.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Máxima Participações Ltda. (conforme boletim de subscrição constante no ANEXO II). (iii) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, João Nunes Ferreira Neto e Pedro Paulo Nunes Ferreira, aprovam e concordam expressamente com a capitalização do AFAC, com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pela Máxima Participações Ltda., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (iv) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Máxima Participações Ltda.: 341.499 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Pedro Paulo Nunes Ferreira: 1 Ordinária; João Nunes Ferreira Neto: 1 Ordinária; (v) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art. 5º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º . O capital social é de R$341.502,50, representado por 341.502 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (vi) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no ANEXO III a presente AGO/E. Em AGO : (i) aprovação do Relatório Anual da Diretoria, do Balanço Patrimonial e das demais Demonstrações Financeiras da Cia, relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2008, publicados no Jornal Monitor Mercantil e no DORJ do dia 30 de março de 2009; e (ii) foi dispensada a instalação do Conselho Fiscal e a eleição dos seus membros, conforme facultado pelo art. 160, da Lei 6.404/76. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida aprovada e assinada. Local e Data: 30.04.2009. Presente os acionistas representando a totalidade do capital social. Certifico que a presente é cópia do original lavrado no livro próprio da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Rio de Janeiro, 30/04/2009. Saul Dutra Sabbá. Secretário. Jucerja nº 1927306, em 07/07/2009. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local: 07/12/2009, às 13h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Convocação e Presença: Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença da totalidade dos acionistas da Cia., Banco Máxima S.A. por seu Diretor Presidente, Sr. Saul Dutra Sabbá e por seu Diretor Sr. Alberto Maurício Caló; Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa : Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Ricardo Menezes de Mello. Deliberações: Toma das por unanimidade. Sumário dos Fatos: Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: (i) Os acionistas tomaram conhecimento da renúncia dos Srs. João Nunes Ferreira Neto brasileiro, casado, economista, RG 2574120 IFP/RJ, CPF 387.945.787-53, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Av. Prefeito Mendes de Moraes, 1.500/601, bl. 01, São Conrado, e Pedro Paulo Nunes Ferreira, brasileiro, solteiro, economista, RG 04769452-6 IFP/RJ, CPF 606.531.247-91, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Rua Prudente de Morais, 1253/1201, Ipanema, como conselheiros sem designação específica. (ii) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, para composição do Conselho de Administração em razão das renúncias acima aprovadas, reeleger o Sr. Saul Dutra Sabbá, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 02533276-9 IFP, CPF 238.779.527-04, residente e domiciliado, no Rio de Janeiro, RJ, na Rua Prefeito Mendes de Moraes, 1500, bl. 01, apto. 801, São Conrado, como Presidente do Conselho de Administração, bem como eleger os Srs. Saulo Sapir Sabbá, já qualificado anteriormente, como conselheiro sem designação específica e Ricardo Menezes de Mello, brasileiro, casado, economista, RG 07376156-1 IFP, CPF 954.359.997-15, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, RJ, na Av. Alexandre Ferreira, 444/504, Lagoa, como conselheiro sem designação específica. O prazo de mandato de todos os Conselheiros será coincidente ao da Diretoria, ou seja, até a AGO de 2011. Fica mantida a remuneração global anual estabelecida na AGO realizada em 24/04/2007. Todos os conselheiros declaram, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76 e da Instrução CVM 367/2002, que: (a) não estão impedidos por lei especial ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (b) não estão condenados a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que os tornem inelegíveis para os cargos de administração de Cia. aberta, como estabelecido no § 2º do art. 147 da Lei 6.404/76; (c) atendem os requisitos de reputação ilibada estabelecidos pelo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76; (d) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia., e não têm, nem representam interesse conflitante com o da Cia., na forma dos incisos I e IIdo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76. Os Conselheiros tomarão posse dos cargos para os quais foram eleitos mediante a assinatura dos respectivos termos de posse no livro de atas do Conselho de Administração, nos termos do art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, aumentar o capital social da Cia. em R$158.497,50, passando de: R$341.502,50 para: R$500.000,00. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 158.497 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Banco Máxima S.A. (conforme boletim de subscrição constante no Anexo II). (iv) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelo Banco Máxima S.A., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. (v) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / nº de Ações / Espécie : Banco Máxima S.A.: 499.997 ações Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 ação ordinária; Ricardo Menezes de Mello: 1 ação ordinária; Saulo Sapir Sabbá: 1 ação ordinária. (vi) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Art. 5º do Estatuto Social da Cia. que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º. O capital social é de R$500.000,00, representado por 500.000 ações ON, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. (vii) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia. no Anexo III à presente AGE. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 07/12/2009. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Ricardo Menezes de Mello, Secretário. Jucerja nº 1987734, em 30/12/2009. Valéria G.M. Serra -Secretária Geral. ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Data, Horário e Local: 15/01/2010, às 10h, na sede da sociedade, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Mesa: Saul Dutra Sabbá, Presidente, e Ricardo Menezes de Mello, Secretário. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração da Cia. (Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá) e os componentes da Mesa. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas: (i) a destituição do Sr. Eduardo Arroxellas Villela, brasileiro, casado, economista, RG 09.905.421-5 IFP-RJ, CPF 075.269.237-21, residente e domiciliado na Rua Barão da Torre, 645 / Apt. 401, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, como Diretor de Relações com Investidores. (ii) a eleição do Sr. Walter Srour Oaquim, brasileiro, casado, economista, RG 08497512-7 IFP-RJ, CPF 008.434.977-85, residente e domiciliado na Rua Humberto de Campos, 520/ Apto. 1302, Leblon, Rio de Janeiro, RJ, para o cargo de Diretor de Relações com Investidores, para completar o mandato do diretor ora destituído Sr. Eduardo Arroxellas Villela, até a AGO de 2011. O Diretor eleito declara, para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76, que: a) não está impedido por lei especial, ou condenado por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei 6.404/76; b) não está condenado a pena de suspensão ou inabilitação temporária aplicada pela CVM, que o torne inelegível para o cargo de administração de Cia. aberta, como estabelecido no § 2º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; c) atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76; d) não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia., e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Cia., na forma dos incisos I e IIdo § 3º do art. 147 da Lei 6.404/76. O Diretor tomará posse do cargo para o qual foi eleito mediante a assinatura do respectivo termo de posse no livro de atas de Reunião da Diretoria nos termos do art. 149 da Lei 6.404/76. (iii) O mandato do Diretor eleito será para completar o mandato do Diretor ora destituído, ou seja, até a AGO de 2011, cabendo a reeleição conforme o disposto no Art. 15 do Estatuto Social. (iv) Fica mantida a remuneração global anual da diretoria estabelecida na AGO realizada em 27/04/07, de R$35.000,00, como limite de remuneração anual dos administradores, que, individualmente, perceberão remuneração mensal não inferior ao salário mínimo vigente, ficando a distribuição a cargo do Conselho de Administração. (v) Em consequência, a Diretoria da Cia. fica composta da seguinte forma: Walter Srour Oaquim, retro qualificado, como Diretor de Relações com Investidores, e Ana Carolina Moraes Padilha, RG 09625393-5 IFP e CPF 028.238.817-60, como Diretora sem designação específica. Encerramento e Lavratura: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se esta ata que foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. Rio de Janeiro, 15/01/2010. Saul Dutra Sabbá; Cardo Menezes de Mello; Saulo Sapir Sabbá; Diretor Eleito: Walter Srour Oaquim. Jucerja nº 1994101, em 25/01/2010. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA . Data, hora e local : 30/04/2010, às 12h, na sede da Cia., na Av. Atlântica, 1.130, 9º andar (pte), Rio de Janeiro/RJ. Convocação e Presença : Convocação dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença do acionista detentor da totalidade das ações de emissão do capital social da Cia., conforme registros e assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Alberto Maurício Calo. Ordem do Dia e Deliberações aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas : (i) a) O Relatório Anual da Diretoria, do Balanço Patrimonial e das demais Demonstrações Financeiras da Cia., relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2009, publicados no DORJ e no Jornal Monitor Mercantil, em 26/03/2010; e b) Dispensadas a instalação do Conselho Fiscal e a eleição dos seus membros, conforme facultado em Lei. (iii) Consignar a destinação do valor de R$ 351.971,80 para a conta de Prejuízos Acumulados. Encerramento : Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata que foi lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 30/04/10. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Alberto Maurício Calo, Secretário. Jucerja nº 2030102, em 21/05/2010. Valéria G.M. Serra – Secretária Geral. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Data, Hora e Local: Às 25/06/2010, 10h, na sede social, na Av. N. Sra. de Copacabana, 73, 5º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ. Convocação e Presença: Dispensada, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76, face à presença da totalidade dos acionistas da Cia, Banco Máxima S.A. por seu Diretor Presidente, Sr. Saul Dutra Sabbá e por seu Diretor Sr. Alberto Maurício Caló; Srs. Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, conforme registros e assinaturas constantes do Livro Presença de Acionistas. Mesa: Presidente: Saul Dutra Sabbá; Secretário: Alberto Maurício Caló. Deliberações: Tomadas por unanimidade. Sumário dos Fatos: Foram aprovadas, por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, as seguintes deliberações: i) Os acionistas resolvem por unanimidade, sem quaisquer ressalvas, aumentar o capital social da Cia em R$200.000,00, passando de: R$500.000,00 para: R$700.000,00. Em função de tal deliberação proceder-se-á à emissão de 200.000 novas ações ON, sem valor nominal, a serem totalmente subscritas e integralizadas pelo acionista Banco Máxima S.A. (conforme boletim de subscrição constante no Anexo II). ii) os demais acionistas da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., Saul Dutra Sabbá, Ricardo Menezes de Mello e Saulo Sapir Sabbá, aprovam e concordam expressamente com o aumento do capital social e com a emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelo Banco Máxima S.A., renunciando a quaisquer direitos que poderiam vir a ter na aquisição das novas ações emitidas. iii) em razão das deliberações anteriores a participação dos acionistas na sociedade passará a ser a seguinte: Acionistas / Nº de Ações / Espécie: Banco Máxima S.A.: 699.997 Ordinárias; Saul Dutra Sabbá: 1 Ordinária; Ricardo Menezes de Mello: 1 Ordinária; Saulo Sapir Sabbá: 1 Ordinária. iv) Em razão das deliberações acima, foi aprovada a alteração do Artigo 5º do Estatuto Social da Cia que passará a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º. O capital social é de R$700.000,00, representado por 700.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal e sem emissão de certificados”. v) Em função das deliberações acima, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Cia no Anexo III a presente AGE. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, foram suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi esta ata lida, aprovada e assinada. Rio de Janeiro, 25/06/2010. Saul Dutra Sabbá, Presidente; Alberto Maurício Caló, Secretário. Boletim de Subscrição. Pelo presente o Banco Máxima S.A., CNPJ 33.923.798/0001-00, com sede na Av. Atlântica, 1.130, 9º andar (pte), Rio de Janeiro, RJ, subscreve 200.000 novas ações ON, sem valor nominal, do Capital Social da Máxima Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., emitidas conforme AGE de 25/06/2010, devendo o respectivo preço de subscrição de R$200.000,00 ser integralizado em dinheiro nesta data. Rio de Janeiro, 25/06/2010. Jucerja nº 2060792, em 06/07/2010. Valéria G. M. Serra, Secretária Geral. Id: 989944 Like ·

  7. Fatos anormais

    Nestas andanças procurando o rastro de Robson Tuma cheguei a este post mas os links misteriosamente não funcionam mais…vale uma boa caçada para muitos…

    http://minhapolitica.blogspot.com.br/2006/05/memria-ex-scio-de-serra-vladimir-rioli.html

     

    Memória: Ex-sócio de Serra, Vladimir Rioli foi responsável por operações fraudulentas em parceria com Ricardo Sérgio

     Integrantes da tropa de choque que investiga irregularidades no Banespa, os deputados Robson Tuma (PFL-SP), Luiz Antônio Fleury (PTB-SP) e Ricardo Berzoini (PT-SP) ficaram revoltados com a operação abafa montada pela base governista para evitar o depoimento do economista Ricardo Sérgio de Oliveira na CPI que investiga operações podres nos tempos em que o banco era estatal. “Levamos um gol de mão aos 46 minutos do segundo tempo”, comparou Fleury. Os deputados passaram a última semana intrigados com o nervosismo demonstrado pelo Palácio do Planalto e pela cúpula do PSDB com a convocação. Caixa de campanha dos tucanos, Ricardo Sérgio estava intimado a comparecer à Assembléia Legislativa de São Paulo na quarta-feira 22, onde seria realizada a reunião da CPI. Diante das câmeras de televisão, o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil deveria explicar uma operação montada por ele em parceria com o Banespa em 1992, que trouxe de volta ao País US$ 3 milhões sem procedência justificada investidos nas Ilhas Cayman, um conhecido paraíso fiscal no Caribe. 

    A Operação Banespa que ajudou Ricardo Sérgio a internar dinheiro de paraísos fiscais foi aprovada pelo então vice-presidente de operações do Banespa Vladimir Antônio Rioli. Na época, o senador José Serra (PSDB-SP) era sócio de Rioli. De acordo com o contrato social, Serra tinha 10% das cotas da empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda. Rioli foi companheiro de militância de Serra e do falecido ministro das Comunicações Sérgio Motta na Ação Popular (AP), movimento de esquerda da década de 60 – e arrecadador de recursos para campanhas do PSDB juntamente com Ricardo Sérgio. Era Rioli quem comandava todas as reuniões do comitê de crédito do banco estadual. Além de aprovar a operação que permitiu o ingresso dos US$ 3 milhões, ele autorizou outras transações envolvendo Ricardo Sérgio e a Calfat, uma indústria têxtil com sede em São Paulo, na qual o próprio Ricardo Sérgio atuava como presidente do seu conselho deliberativo. Em setembro de 1992, Rioli liberou para a tecelagem, sem nenhuma garantia, um empréstimo do Banespa no valor de CR$ 3,7 bilhões (correspondente hoje a R$ 1,7 milhão). Um ano depois, Rioli autorizou o Banespa a tocar várias operações de câmbio que permitiram ao ex-diretor do BB e à Calfat trazer outros recursos do Exterior, provocando um rombo nas contas do ex-banco estatal. O valor do prejuízo é desconhecido. O processo de cobrança dessa operação foi retirado da 5ª Vara Civil do Fórum de Santo Amaro, em São Paulo, pelos advogados do banco e sumiu misteriosamente em 1995.

    A sociedade entre Rioli e Serra começou em 10 de março de 1986, quando o hoje candidato à Presidência estava deixando a Secretaria de Planejamento do governo Franco Montoro para disputar sua primeira eleição a deputado federal. A consultoria funcionou até 17 de março de 1995. Investidor da Bolsa de Valores de São Paulo, Rioli também é conhecido por sua ficha suja. Em 1999, foi condenado pela Justiça Federal a quatro anos de prisão – convertidos em prestação de serviços e pagamento de indenização – por liberar um empréstimo do Banespa equivalente a US$ 326,7 mil à Companhia Brasileira de Tratores, empresa da família Pereira Lopes, de São Carlos (SP), que estava em dificuldades e colecionava títulos protestados na praça. Em 1993, Rioli se envolveu em outro escândalo. Foi acusado pelo Tribunal de Contas da União de arquitetar uma operação que deu à Cosipa, na época estatal, um prejuízo equivalente a US$ 14 milhões. A operação, um fantástico contrato sem correção monetária numa época de inflação galopante, foi fechada em 1986, quando Rioli presidia uma outra consultoria, a Partbank S.A., e já era conhecido por dar passes de mágica no mercado financeiro. Na lista dos envolvidos, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a incluir um outro amigo de Rioli: André Franco Montoro Filho, que na época era diretor do BNDES e apoiou o negócio. Rioli e Montoro Filho também trabalharam juntos no programa de desestatização do governo federal.

    Leia reportagem completa aqui

    Leia a íntegra da ação sobre o caso (Processo 2002.34.00.029731-6)

     

  8. Bluetooth

    Todo mundo doidinho para emparear os escândalos.Os dispositivos esquerda e direita possuem bluetooth

  9. É isso aí

     

    Publicado em 20/02/2015 no Conversa Afiada

    HSBC: Azenha quer saber
    por que só a Fel-lha ?

    Como é que a Fel-lha sabe quem são os “laranjas” ?

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    Sugestão do amigo navegante Paulo Galvão no Twitter

     

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