Para FMI, desemprego e dívidas vão limitar retomada do consumo no Brasil

 
Jornal GGN – Alejandro Werner, diretor para o departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirma que o alto nível de desemprego e o endividamento das família irá continuar pressionando a demanda em 2017. 
 
“os indicadores da atividade econômica no fim do ano apontavam para uma demora na recuperação porque os gastos privados continuam fracos”, disse Werner, lembrando que Produto Interno Bruto continuou se retraindo no terceiro trimestre do ano passado. 

 
Na semana passada, o FMI rebaixou sua previsão para o Brasil e agora espera que PIB do país deve aumentar somente 0,2% este ano. 
 
 
O economista citou medidas anunciadas pelo governo como ajuda para empresas endividadas, reformas para reduzir a burocracia e os custos da atividade empresarial.
 
Ele também destacou ainda a aprovação da PEC 55, que congela os gastos públicos e limita seu crescimento à inflação por duas décadas. Outro ponto citado por Werner foi a crise fiscal dos Estados. 
 
Entre outras recomendações, o FMI fala sobre o aprofundamento de reformas estruturais, com investimentos em infraestrutura, redução da burocracia, reforço da educação, como medidas para o crescimento a médio prazo. 

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