
Paulo Pimenta (e Nassif) lembram o mundo de que PGR Janot não morreu ainda – apesar dos grandes esforços do procurador para ser esquecido durante a mais grave crise que o Brasil enfrenta enquanto Estado – de direito e/ou democrático.
Por Romulus
Paulo Pimenta é um dos raros deputados do PT que levanta o tom – da retorica, mas também das ações – quando isso se faz necessário.
Ele, sem deixar de se pautar pelo “decoro parlamentar”, faz a crítica como deve ser feita nesse jogo farsesco: vai ao limite do questionamento do sistema – mas agindo ainda dentro dele – de forma a escancarar o viés político claro e todos os seus vícios.
A militância não esquecerá, deputado.
Não só notam a sua bravura solitária, como também concluem que o senhor – talvez também solitariamente – não tem o rabo preso.
O que fez aqui o deputado?
Colocou a bola no campo do Dr. Janot. Aquele que anda sumido desde que quebrou a cara quando foi atrás das raposas felpudas do PMDB – Sarney, Renan e Jucá. Ainda mais sumido do que já vinha, depois de oferecer denúncias contra Aécio Neves ao STF (cadê? Alguém sabe? Alguém viu o processo?)
Coitado do Janot… primeiro foi o Nassif, em artigos no fim de semana e hoje de novo, lembrando as pessoas de que ele existe.
E agora o dep. Paulo Pimenta.
Como é dura a vida de alguém – como Janot e o Min. Barroso – que tenta se acomodar no golpe, mas a todo tempo tentando mostrar (fingir?) que “não tem nada a ver com isso… muito pelo contrario!”
Ao Paulo Pimenta:
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Deputado pede que Janot derrube censura pró Temer nos estádios
Jornal GGN – O deputado federal Paulo Pimenta (PT) enviou ao Ministério Público Federal, capitaneado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, um ofício pedindo que o órgão reconheça que protestar com “Fora Temer” ou “Stop coup in Brazil” não é ofensivo e, portanto, o uso dessas mensagens não se enquadra na lei da Olimpíada sancionada por Dilma Rousseff.
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Voltando…
>> Paulo Pimenta faz exatamente o que eu esperaria do PT, como expus no post abaixo inversamente, através de crítica a um momento (bem) menor do partido:
Mal do malandro é achar que outros são otários, por Romulus

“O mal do malandro é achar que os outros são otários”
Por Romulus
Concordo com a avaliação de um caro amigo em seu blog, que reproduzo abaixo. À possível explicação que apresenta, acrescento outras alternativas.
Bem… explicações alternativas ou cumulativas?
Sejam o que forem, ainda mais “desabonadoras”.
Já as publicara há mais de mês em outro post. E, novamente, nesta semana (“Dívida pública: silêncio eloquente dos grandes “ausentes”):
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Post anterior:
Fiasco do golpe nas Olimpíadas: sai G20, entra glorioso G12 na abertura!, por Romulus
O Fiasco do golpe no sucesso das Olimpíadas: na belíssima abertura, sai o G20, grupo das maiores economias do mundo, e entra o G12, “glorioso” grupamento internacional de potências, chefiado pelas poderosas Ilhas Fiji!
Leia mais aqui.
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Quando perguntei, uma deputada suíça se definiu em um jantar como “uma esquerdista que sabe fazer conta”. Poucas palavras que dizem bastante coisa. Adotei para mim também.
Ivan de Union
9 de agosto de 2016 10:25 amO que morreu foi a reputacao
O que morreu foi a reputacao dele. Essa, Rodrigo Janot nao salva nem com cuspe e grude: nao cola.
Edy
9 de agosto de 2016 12:07 pmConsiderando o erro político
Considerando o erro político de Dilma de tê-lo deixado no cargo, ele teve até sorte.
Renato Lazzari
9 de agosto de 2016 12:59 pmLuiza está no Canadá
É péssimo que percamos a confiança na Justiça. Essa perda é tudo o que a iniciativa privada deseja para tomar o Estado, que deve ser público e não privado, de assalto e ainda ser aplaudida.
E dizer que nossos “verde-amarelos” coxinhas aplaudem o sistema de saúde publico francês, que enchem o peito de orgulho para dizer que “minha filha, que pariu na Suiça, recebe cuidadoras do governo em casa”, mas sabotam as iniciativas brasileiras de conseguirmos começar algo parecido.
Somebody
9 de agosto de 2016 1:32 pmVocês nunca tiveram justiça
Vocês nunca tiveram justiça de fato para começar.
Weverton
9 de agosto de 2016 3:46 pmÉéééé….
Faz sentido, afinal o Sr. Paulo Maluf foi condenado em Jersey e na França, se não estou enganado, com as mesmas provas que estão no processo aqui no Brasil, e ele continuou solto e pior, fazendo leis no Congresso. Viva a Justiça do Brasil e em parte os taxistas de Sun Paulo!
romulus
10 de agosto de 2016 4:54 amCBN “troca” a noticia
Alguem ja viu por ai algum estudo sociologico / de ciencia politica sobre a formaçao do pensamento dos taxistas?
Ficaria muito curioso para ler.
Sera q td se explica por ouvirem o dia inteiro a CBN?