21 de maio de 2026

Polícia investiga laboratório por infecções por HIV no Rio

Agentes do Departamento Geral de Polícia Especializada cumprem hoje 11 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão
Fernando Frazão - Agência Brasil

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Polícia investiga laboratório por infecções por HIV no Rio

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Policiais civis do Rio de Janeiro fazem, nesta segunda-feira (14), uma operação para apurar a suspeita da emissão de laudos falsos feitos pelo laboratório PCS Saleme. Ele é investigado pela responsabilidade no transplante de órgãos infectados por HIV em seis pessoas.

Agentes do Departamento Geral de Polícia Especializada cumprem hoje 11 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão no Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, onde o laboratório está sediado.

De acordo com o governo do estado, um dos sócios do laboratório, Walter Vieira, foi preso na ação desta segunda-feira. O laboratório tinha contrato assinado com a Fundação Saúde, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, para realizar exames de análises clínicas e de anatomia patológica em todas as unidades da rede.

O contrato foi assinado em dezembro de 2023, mas foi suspenso pela secretaria após a divulgação de informações sobre a contaminação de pacientes transplantados.

Falsificação

Delegacia do Consumidor também investiga se o laboratório falsificou laudos em outros casos. “Determinei imediatamente a instauração de inquérito, atendendo determinação do governador para que os fatos fossem investigados com maior rigor e rapidez. Conseguimos elementos para representar pelas cautelares junto à Justiça em tempo recorde, para que os culpados sejam punidos com a maior celeridade”, afirmou o secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi, por meio de nota.

Por meio de nota, as defesas de Walter e Mateus Vieira, sócios do PCS Lab Saleme, repudiaram “com veemência a suposta existência de um esquema criminoso para forjar laudos dentro do laboratório, uma empresa que atua no mercado há mais de 50 anos. Ambos prestarão todos os esclarecimentos à Justiça”, disseram.

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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    14 de outubro de 2024 12:40 pm

    Esse laboratório provavelmente economizou o exame de sangue do doador de órgãos copiando o resultado de um exame antigo dele. Tudo bem… o mesmo cara tem o mesmo sangue. Que mal pode fazer copiar e colar o resultado? Nenhum.
    Há uns 20 anos fiz uma ação para uma mulher que não tomou a Rogan no início da 2a. gravidez: o laboratório copiou o resultado do exame de sangue do 1o. filho dela. O fator RH dela é – o do feto +. Gravidez de risco, depressão, bebe prematuro e quase morto. Ganância de laboratório sempre causa dano.

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