16 de junho de 2026

A homossexualidade é contrária à Bíblia?

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Enviado por Edsonnarcon

Do IHU 

 
O mandamento do amor de Jesus é o critério da justiça das relações, com base no qual se deve discernir se uma relação entre seres humanos é agradável a Deus ou não. É sobre esse critério que devem ser medidas tanto as uniões homossexuais quanto o matrimônio entre homem e mulher, que não é, por si só, uma forma completa de vida comum.

A opinião é do pastor protestante alemão Stefan Scholz, em artigo publicado no sítio da revista Der Spiegel, 01-06-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Os homens amam as mulheres, e as mulheres amam os homens; o casamento é a forma correta que essa relação assume. Certamente, o casal humano nunca foi expressado de maneira tão simples, mas, desde que lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros etc. ampliaram a gama das possíveis formas de vida, também na percepção pública, a ruptura entre a moral sexual cristã clássica e a multiplicidade das vivências sociais é cada vez mais difícil de superar.

Limito-me aqui ao conflito entre as afirmações da Bíblia sobre a homossexualidade e as atuais relações entre pessoas do mesmo sexo que, obviamente, não existem apenas fora da Igreja.

Em comparação com os debates que são conduzidos de maneira aprofundada na Igreja e na teologia, na Bíblia, ao contrário, a homossexualidade é claramente uma questão marginal: faz-se referência ao assunto em menos de dez pontos. Basicamente, a situação é clara. As relações entre pessoas do mesmo sexo são coisas de pagãos e são consideradas incompatíveis com a fé em Javé ou com a vida em Cristo, e, portanto, são severamente rejeitadas. Mas é muito menos claro como isso deve ser compreendido e ordenado.

No Antigo Testamento, são enunciados sobretudo as três passagens seguintes: em primeiro lugar, o código de santidade que pretende regulamentar de maneira detalhada as formas de relações corporais permitidas e proibidas. Em dois pontos, é pedido de forma absoluta e inequívoca a pena de morte para as relações sexuais entre homens do sexo masculino, Levítico 18, 22 e Levítico 20, 13.

Mais controverso, em segundo lugar, é o relato da aniquilação de Sodoma e Gomorra, em Gênesis 19. Se a maldade dos homens dessas cidades pode realmente ser identificado com a violência homossexual e se é por causa disso que os lugares são destruídos, hoje, essa não é mais considerada a opinião da maioria dos estudiosos das ciências bíblicas. Deveria se tratar, ao contrário, da ofensa ao direito de hospitalidade e de outras formas de violação sexual.

Em terceiro lugar, são apresentados, eventualmente, apenas alusões eróticas na descrição da amizade de Davi e Jônatas em 1Samuel 18, 1-4.

Também no Novo Testamento são três as passagens principais que são citadas a esse respeito: correlacionadas entre si, acima de tudo, estão dois catálogos de vícios, 1Coríntios 6, 9 e 1Timóteo 1, 10. Aqui, são listados os mais diversos males e horrores. Para aqueles que os cometem estão trancadas as portas do céu. Em ambos os casos, ao lado dos mentirosos, assassinos e sacrílegos, também são listados os homens que cometem atos sexuais de homens com homens.

Particularmente iluminador é finalmente Romanos 1, 26-27. Esse é o único ponto onde é considerada também a sexualidade entre duas mulheres. Aqui, o desejo homossexual não é visto como algo que envolve uma específica sanção como a pena de morte ou a exclusão da salvação.

Ao contrário, aqui é justamente o desejo de relação com pessoas do mesmo sexo que é entendido como uma atormentante tortura, uma aberração e uma falsa crença.

Essas são as citações, poucas e claras, que encontramos na Bíblia, sobre as quais se levanta uma série de difíceis perguntas complementares. Concentro-me sobre dois pontos centrais: aquilo que aqui é muito naturalmente condenado pode ser comparado com as atuais relações homossexuais?

O ponto de vista e o modo de entender a homossexualidade mudaram várias vezes no passado. Se até a idade moderna as relações homossexuais eram consideradas pecados graves e blasfêmias contra a vontade do Criador, às quais se podia opor apenas com a reta fé e, se necessário, também com o fogo, no percurso triunfal da medicina no século XIX, a tendência homossexual era interpretada principalmente como doença, perversão e distúrbio psíquico.

A estratégia para ajudar as pessoas afetadas era a cura. A Organização Mundial da Saúde (OMS) só apagou a homossexualidade da sua lista de doenças em 1992. Hoje, a maioria dos e das pesquisadoras consideram a homossexualidade como uma variante na evolução. Ela existe tanto entre os animais quanto entre os homens, as causas permanecem indefinidas, não foi possível estabelecer nem que exista um gênero gay, nem que exista uma clara relação entre educação e homossexualidade. É absolutamente absurdo, na atual visão daqueles que aprofundaram o assunto, conectar a homossexualidade com um comportamento moralmente incorreto.

Se, a partir daqui, deslocamo-nos agora para as épocas da Bíblia, que absolutamente não devem ser consideradas como uma unidade fechada, tornam-se evidentes mais mudanças no modo de entender a sexualidade e a homossexualidade.

A plena humanidade, em conformidade com a “semelhança de Deus”, segundo Gênesis 1, 27, só podia ser concebida na unidade de homem e mulher. O objetivo da sexualidade era claramente visto na reprodução, a tal ponto que um homem podia ter até mais mulheres, veja-se Gênesis 1, 16Paulo descreveu o matrimônio entre homem e mulher em 1Coríntios 7 apenas como uma concessão à pulsão sexual, mas, para ele, era melhor uma vida continente.

Um comportamento homossexual era globalmente considerado como não judeu e, mais tarde, também como não cristão. Os escritores bíblicos, especialmente no período neotestamentário, a esse respeito, podiam ter diante de seus olhos o que se segue: na antiga Grécia e em Roma, havia um comportamento homossexual, especialmente uma relação sexual entre um homem adulto e um jovem com idade dos 12 aos 18 anos, em casos excepcionais talvez até os 28 anos. O mais velho devia ser ativo, o mais jovem, passivo – todo outro comportamento diferente era considerado desonroso e muitas vezes fornecia matéria para escárnios, intrigas e chantagens.

Uma das mais famosas transgressões à regra seguramente foi referida contra Júlio César, porque teria imposto ao derrotado rei de Bitínia o papel de parceiro sexual passivo. O comportamento assimétrico não era evidenciado apenas na diferença de idade: na Grécia, muitas vezes, tratava-se de relações mestre-discípulo, enquanto em Roma, ao contrário, era os escravos que deviam assumir o papel passivo.

Havia também a prostituição masculina exercida como profissão. A homossexualidade feminina também existia na antiguidade, mas é muito menos documentada e era considerada de maneira extremamente suspeita. Porque, de fato, as mulheres só podiam ter um único tipo de comportamento sexual: ou seja, deviam estar a serviço do homem e ser passivas.

A partir desses poucos traços, podemos ter uma ideia do que estava conectado com a homossexualidade no âmbito cultural da Bíblia e pelo que estavam inequivocamente delimitados os textos do Antigo e do Novo Testamento.

A diferença daquilo que é aqui entendido como comportamento homossexual, mas também sexualidade em geral, leva a uma profunda reflexão em relação ao significado das afirmações bíblicas nesse contexto.

Que valor a Bíblia tem para as interrogações éticas no âmbito sexual hoje? Uma condenação das práticas homossexuais como simples aplicação das afirmações bíblicas sobre o assunto não leva em conta nem os atuais conhecimentos das ciências humanas sobre as identidades sexuais, nem as pesquisas histórico-críticas sobre os antigos conceitos sexuais. Ora, a homossexualidade é contrária à Bíblia?

Se nos referirmos àquilo que naquela época se podia imaginar e àquilo era praticado, certamente sim. As uniões homossexuais atuais, com ou sem filhos, que se encarregam da responsabilidade recíproca entre os parceiros, no entanto, são algo completamente diferente. Portanto, seria irresponsável e difamatório contestar-lhes a legitimação cristã do seu conceito de vida.

Igreja Evangélica já propôs, a esse respeito, outro caminho, embora acompanhado de violentas controvérsias, o que não surpreende, dado o assunto. No seu documento de orientação “Zwischen Autonomie und Angewiesenheit” (Entre autonomia e dependência) de 2013, ela renuncia conscientemente a aceitação literal das regras e das proibições bíblicas.

Em vez disso, tira do mandamento do amor de Jesus o critério da justiça das relações, com base no qual se deve discernir se uma relação entre seres humanos é agradável a Deus ou não.

Sobre esse critério, devem ser medidas tanto as uniões homossexuais quanto o matrimônio entre homem e mulher, que não é, por si só, uma forma completa de vida comum. Desse modo, a Bíblia continua tendo a sua força orientativa, é entendida como livro com o qual se pode aprender, mas que não substitui a reflexão crítica de cada um, mas a enriquece.

Igreja Católica encontra-se diante da necessidade de enfrentar obstáculos maiores. O clássico modo de entender o matrimônio como sacramento oferece menos espaço de manobra para um efetivo reconhecimento das formas de vida homossexuais e dos posteriores laços familiares para além da comunidade matrimonial.

O alto valor atribuído à tradição impede um diálogo aberto com os mundos em transformação. A liberdade aparece aqui mais fortemente vinculada. Portanto, não deveríamos esperar muito do Sínodo sobre a família no fim do ano. Mas, certamente, há muito para se ter esperança.

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31 Comentários
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  1. Odonir Oliveira

    11 de junho de 2015 12:06 pm

    Na TV, pastor chama fiel gay para ser ‘”curado”

    Da coluna do Ricardo Feltrin- UOL

    O pastor Agenor Duque prega para fiéis da Igreja Plenitude do Trono de Deus

    Dois dias depois da Parada Gay em São Paulo, evento que prega a liberdade, tolerância e diversidade, um pastor evangélico expôs publicamente um fiel gay na TV e afirmou que iria “curá-lo”.

    O caso ocorreu na sede da Igreja Plenitude do Trono de Deus, em São Paulo, e foi exibido no canal de propriedade do pastor Agenor Duque, dissidente da Igreja Mundial do Poder de Deus.

    O canal é distribuído por operadoras de TV paga.

    Duque fazia mais uma de suas “bênçãos” aos fiéis. Em determinado momento, passou a falar com um rapaz, um fiel da igreja postado à beira do palco.

    “Você quer se curar?”, perguntou ao microfone.

    “O que você tem?” (que doença?). Ah, homossexualidade?”

    O rapaz assentiu.

    “E você tem um namorado?”, continuou Duque ao microfone, falando com o rapaz para toda a congregação ouvir.

    O rapaz confirmou, cercado de outros fiéis e aparentando algum constrangimento . “Então sobe aqui!”, decretou Duque.

    Na cena seguinte o rapaz (na casa dos 30 anos) já estava no palco, ao lado de outros fiéis com as mais diversas doenças físicas. Ele tinha uma espécie de toalhinha púrpura (ou avermelhada) sobre a cabeça, assim como os demais “doentes”.

    Então o pastor iniciou suas tradicionais imprecações de cura em nome de Deus e afirmou que ele estava “curado”.

    MAIS UM PROFETA

    Como pregador, Duque se considera um “ungido” e com poderes divinos.

    Verborrágico, espalhafatoso e ex-ministro da Igreja Mundial, de Valdemiro Santiago, deixou a denominação por volta de 2005 e fundou sua igreja no ano seguinte, depois de ter uma suposta visão e ouvir “um chamado” de Deus”.

    Duque se auto-intitula “apóstolo”, nomeou sua mulher, Ingrid, como bispa.

    Ele afirma resolver doenças incuráveis e prega a libertação de pecados, vícios e defeitos por meio de oração e suas bênçãos (especialmente a imposição de suas mãos ou as de sua mulher) sobre a cabeça do fiel aflito.

    Assim como a Mundial, a Igreja Plenitude também tem a prática de vender objetos supostamente consagrados e/;ou ungidos (por ele ou seus ministros), como toalhas, lençóis, fronhas, vidrinhos de azeite ou frasquinhos com suco de uva.

    Ele desafia os fiéis a “tomar posse” desses objetos –mediante pagamentos.

    A “cura gay” já teve até um projeto em andamento na Câmara Federal, de autoria do parlamentar evangélico João Campos (PSDB-GO).

    Campos queria oferecer tratamento psicológico para “curar” homossexuais.

    O projeto naufragou depois de o Conselho Federal de Psicologia garantir em documento que “psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

    1. Lionel Rupaud

      11 de junho de 2015 12:45 pm

      De fato, incurável é o

      “pastor”, mas também suas “ovelhas”.

  2. Salvador Passos

    11 de junho de 2015 12:21 pm

    Anjos de Sodoma

    Anjos de Sodoma

     

    Eu vi os anjos de Sodoma escalando
    um monte até o céu
    E suas asas destruídas pelo fogo
    abanavam o ar da tarde
    Eu vi os anjos de Sodoma semeando
    prodígios para a criação não
    perder seu ritmo de harpas
    Eu vi os anjos de Sodoma lambendo
    as feridas dos que morreram sem
    alarde, dos suplicantes, dos suicidas
    e dos jovens mortos
    Eu vi os anjos de Sodoma crescendo
    com o fogo e de suas bocas saltavam
    medusas cegas
    Eu vi os anjos de Sodoma desgrenhados e
    violentos aniquilando os mercadores,
    roubando o sono das virgens,
    criando palavras turbulentas
    Eu vi os anjos de Sodoma inventando
    a loucura e o arrependimento de Deus

    Roberto Piva

    http://redanarcoutopistalibre.blogspot.com.br/2014/10/anjos-de-sodoma.html

  3. Cesar Saldanha

    11 de junho de 2015 12:24 pm

    A igreja Cristã (católica ou

    A igreja Cristã (católica ou evangélica) verdadeira jamais renunciou as interpretações literais das escrituras, são decretos eternos, isso é um ponto de vista desse pastor alemão, não existem convenções que apóiem  tais colocações, que ele deveri apresentar. A Igreja Evangélica, ela sempre foi mais discretas nas colocações, com exceção das pentecostais, que são as mais exaltadas. A questão é: se eu tenho um grupo que gosta de bossa nova, por que um outro grupo que gosta de sertaneja vai lá querer afrontar o outro grupo. Creio que o respeito as ideologias são os melhores caminhos. O que não pode, e poderá acontecer no futuro, é impor através da força que o outro aceite, é esse o ponto. Eu jamais cederia o meu modo de pensar, isso pertence a a mim e a todos… o livre pensar e manifestar em lugares certos. Agora querer que a igreja mude tudo para aceitar o outro grupo, é complicado, isso é imposição. Quanto aos afrontamentos, como vem acontecendo por aí, não interferem na fé.

  4. allegro82

    11 de junho de 2015 12:44 pm

    Sim, a bíblia é bem clara em

    Sim, a bíblia é bem clara em condenar a homessexualidade. O problema é achar que ela é a única fonte de moralidade, se fosse assim cristãos em todo mundo ainda teriam escravos e poderiam matar crianças desobedientes se assim se desejassem.

  5. joselacerda

    11 de junho de 2015 12:59 pm

    Na justiça

    Ora! Qualquer um de nós que faça apologia ao crime corre o risco de ser processado e condenado. Mas com o autor da Bíblia é o contrário. Ele propõe lá que devamos eliminar os praticantes de atos homossexuais (Levítico 18, 22 e Levítico 20, 13) e tudo fica por isso mesmo. Errada está a Bíblia, não os homossexuais! Proponho que denunciemos o autor da Bíblia ao Ministério Público e o acusemos de incitação ao crime. Dirão que o autor da Bíblia é o próprio Deus. Pois que seja intimado a dar explicações por incitar as pessoas a eliminar os homossexuais. Com direito a ampla defesa. Na vara do juiz Moro. Pode-se, inclusive, oferecer-Lhe uma delação premiada. Quem sabe Ele não entrega Satanás, acusando-o de ser o autor secreto daqueles textos…

    Se não comparecer, que seja julgado à revelia.

    1. DanielQuireza

      11 de junho de 2015 1:37 pm

      A bíblia não tem autor. São

      A bíblia não tem autor. São vários livros e apanhados históricos de vários autores, escritores e organizadores.

      É um conjunto de livros históricos que serve de base para várias religiões e também contêm muitas alegorias.

      É evidente que é uma obra que deve ser interpretada de acordo com as suas circunstâncias históricas e culturais. Aliás, como toda obra, evidentemente.

      Fazer interpretação cega da sua letra não faz nenhum sentido, tanto quando é praticado por pastores como por quem está contra eles.

      1. evandro condé de lima

        11 de junho de 2015 2:57 pm

        Daniel

        Inocência sua arrumar explicações. Esses indivíduos leem literalmente e foda-se quem não assim entende. Eles acham perfeitamente normal Deus mandar matar, exterminar, o c* a quatro, que não há problema. Assisti com meus próprios olhos, não é mero ouvi dizer.

        1. DanielQuireza

          12 de junho de 2015 11:58 am

          Realmente estou perdendo

          Realmente estou perdendo tempo mesmo.

          O que penso é que a bíblia é um conjunto de livros históricos e também de preceitos morais.

          Evidentemente que é preciso interpretá-la com bom senso e pegar as partes que sejam boas. O que é exdrúxulo, devemos ignorar.

          Agora, quem não tem bom senso e quer interpretar tudo ao pé da letra está agindo exatamente igual aos pastores e religiosos mais atrasados que existem.

           

      2. João Alexandre

        11 de junho de 2015 3:35 pm

        O verdadeiro Autor da Bíblia

        A Bíblia protestante possui 66 livros de diversos autores, épocas, gerações e estilos literários.

        Esses livros são reunidos em duas seções principais, chamadas de Velho e Novo testamento.

        Apesar disso, possui uma única linha central que permeia todos esses livros escritos com diferença histórica de centenas e mihares de anos, a qual é identificada como o Plano Eterno de Deus. Esse plano, em resumo, é o dispensar de Deus, o dispensar de Si mesmo, como espírito e vida para dentro do homem como o Seu vaso escolhido, vaso de misericórdia. Esse plano está sendo executado fielmente na linha do tempo desde o Éden, e se consumará com a descida da Nova Jerusalém ” ataviada como noiva para o seu Marido”, após a era vindoura do Seu reino milenar.

        É claro que a Bíblia pode ser interpretada e analisada tão somente sob os aspectos históricos e culturais. Mas essa interpretação é extremamente limitada e desprovida de luz, eis que qualquer ser humano sem o Espírito de Cristo pode fazê-la,  mas jamais encontrará a revelação do Seu verdadeiro Autor: O Espírito Santo de Deus, que o mundo não conhece.

        Outras interpretações possíveis são: literal, exegética, lógica, sistemática, dispensacional , espiritual, etc.

        É por isso que toda vez que se interpreta a Bíblia apenas sob os seus aspectos históricos e culturais, o resultado é sempre errático e trevoso acerca da vontade de Deus e de Sua natureza.

        Pode-se assim fazê-la, mas isso não esgota a riqueza da Bíblia, nem revela a natureza e a vontade de Seu verdadeiro Autor, DEUS.

        “Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” Mateus 22:29

  6. rl

    11 de junho de 2015 12:59 pm

    A homossexualidade é contrária à Bíblia?

    Creio que a pergunta está invertida. O correto seria ” A Bíblia é contrária à homossexualidade?”

    1. DanielQuireza

      12 de junho de 2015 11:55 am

      É impressionante.
      Da forma

      É impressionante.

      Da forma como voces colocam as coisas parece que, àquela época, todos aceitavam e aprovavam a homosexualidade, apenas a bíblia era contra..

      Nâo dá para entender se é realmente falta de visão geral ou é de propósito.

  7. Luis S

    11 de junho de 2015 1:07 pm

    E dai?

    O titulo do texto ja e’ inutil. E dai se a homossexualidade e’ contra a Biblia ou nao? O que um livro da idade do bronze pode nos ensinar em termos de moralidade?

    Mas o resto do texto e’ de dar do’. O autor faz uma excelente analise que mostra que as regras da Biblia sao apenas consistentes com a moral prevalente da epoca em que foram inscritos. E que portanto os principios nao sao aplicaveis a luz do conhecimento que temos hoje. Mas conclui: “Desse modo, a Bíblia continua tendo a sua força orientativa”.

    COMO ASSIM? Segundo o autor, isso ocorre por causa do mandamento do amor de Jesus, que deve orientar a analise de qualquer pessoa. Assim, tudo o que a Biblia fala de homossexualismo deve ser desconsiderado por causa deste unico mandamento.

    Ok, eu posso aceitar isso. Mas entao e’ melhor jogar os 66 livros fora e ficar apenas com isso, nao e’ mesmo?

    1. DanielQuireza

      11 de junho de 2015 5:09 pm

      A maior parte da “moralidade”

      A maior parte da “moralidade” do ocidente foi ensinada pela bíblia.

      1. Luis S

        12 de junho de 2015 1:29 am

        Qual parte?

        Qual parte da moralidade da Biblia e’ adotada pelo Ocidente hoje?

        A que manda matar homossexuais?

        A que permite que o senhor acoite os escravos desde que nao mate?

        A que manda as mulheres serem submissas aos maridos?

        A que manda os escravos serem submissos aos seus senhores?

        A que manda apedrejar quem nao acredite em Deus?

        A que sugere entregar as filhas virgens ‘a turba para um estupro coletivo?

        A que sugere entrar numa cidade, matar todos os homens e tomar as mulheres virgens para escravas sexuais?

        A que diz que voce pode ser o maior assassino do mundo, se aceitar Jesus esta’ perdoado?

        A que diz que voce pode ser o cara mais caridoso e sincero do mundo, se nao aceitar Jesus vai pro inferno?

        A que institui o “dizimo”?

        A que sugere nao se preocupar com o dia de amanha, porque “Deus provera'”?

        A que manda largar pai e mae e nao olhar pra tras, desde que seja para servir ao “Senhor”?

        Qual parte da Biblia, Daniel, pode sequer COMECAR a ser considerada moral?

         

        1. DanielQuireza

          12 de junho de 2015 11:52 am

          É realmente uma coisa muito

          É realmente uma coisa muito básica.

          Se voce insiste  em olhar apenas questões pequenas, sem olhar o todo é um problema seu.

          Não vou perder meu tempo com isso.

          1. monica carolina

            12 de junho de 2015 3:34 pm

            Questoes pequenas?

            O sr Luiz S levantou questoes pequenas?

            Limpeza  etnica da Palestina preconizada por Moises (WWser-zef ou This-Athen) como acao moral e divina E COISA PEQUENA?

            Por favor!

            A tortura e agressao fisica e mutilacoes preconizadas por Paulo de Tarso contra infieis e hereges, que deu base teologica para a Santa Inquisicao E COISA PEQUENA?

            Por favor!

  8. Válber Almeida

    11 de junho de 2015 1:07 pm

    Vou postar aqui o texto que

    Vou postar aqui o texto que postei também no clipping do dia

    ENSINAMENTOS LIBERTÁRIOS CONVERTIDOS EM EXPRESSÕES DA PATOLOGIA SOCIAL
    Minha opinião sobre a polêmica última Parada do Orgulho LGBT. Mesmo não sendo religioso ou crente de qualquer forma transcendente de espiritualidade, vou argumentar em duas direções: a religiosa e a racional. 
    1. Primeiro, considero que há uma inversão de valores: Jesus pregava e ensinava contra a opressão. Como tal, seus ensinamentos devem ser usados para libertar e emancipar pessoas, povos, grupos etc. e não para oprimir. Posso não saber de muita coisa, mas sei de que esta era a vontade de Jesus. O que acontece, hoje, é exatamente o contrário: os senhores da fé, que mal conseguem camuflar o patológico egoísmo e a ambição de poder e de dinheiro desmedia, usam os ensinamentos sagrados para oprimir pessoas, grupos e povos. 
    Na medida em que Jesus é salvação, é libertação, ao usarem a imagem de Jesus crucificado e outros símbolos religiosos, os manifestantes não incorreram em blasfêmia, pecado ou desrespeito. Ao contrário, usaram, com o próprio consentimento de Jesus, a sua imagem para denunciar e lutar contra uma opressão que sobre eles recaem e a qual, em grande medida, decorre do uso enviesado e tendencioso dos seus ensinamentos para satisfazer interesses de pessoas e grupos de poder inescrupulosos.
    2. Do ponto de vista mais racional: a luta LGBT é uma luta por afirmação de direitos. Os direitos, como se sabe, são a forma efetivada de reconhecimento da cidadania, da dignidade e do valor humano das pessoas. 
    É de causar temor: após romper com os postulados da antiguidade grega de que somente homens naturais da própria Cidade-Estado poderiam ser considerados humanos; ou com o postulado romano de que somente membros da agremiação jurídica romana eram humanos; ou, ainda, com o postulado medieval de que somente os cristãos católicos eram considerados humanos… nós tenhamos grupos que, hoje, para serem aceitos plenamente como humanos e ter seus direitos civis -que são direitos elementares e inalienáveis- reconhecidos, afirmados e protegidos pela sociedade, precisam, antes de tudo, afirmar sua sexualidade, ter sua sexualidade respeitada.
    Quer dizer que a sexualidade se tornou um fundamento antropológico para a definição plena de quem é e de quem não é cidadão, digno, humano? Estamos diante de um problema antropológico ou de um problema freudinano? Ou dos dois? 
    Seja qual for a resposta, estamos, acima de tudo, diante de um problema civilizatório. Nem as escrituras sagradas permitem utilizar os ensinamentos de Jesus como instrumentos de opressão; nem os fundamentos antropológicos da civilização moderna permitem o uso da sexualidade como critério de negação de direito, cidadania, dignidade e humanidade; nem nada disso trás qualquer benefício civilizatório para a sociedade. 
    De fato, o único elemento que explica a negação dos fundamentos humanistas da civilização moderna e o uso opressivo de ensinamentos libertários é a manipulação destes ensinamentos e a transformação dos mesmos em expressões das mais diversas patologias sociais do nosso tempo, inclusive de interesses e poderes opressivos, nada sagrados e nada afeitos às conquistas civilizatórias da humanidade. 

  9. Juca Juca

    11 de junho de 2015 1:17 pm

    E daí?

    Edaí, que importa se é condenada pela Bíblia ou não? A Bíblia tem o monopólio de Deus, do sagrado, do divino, do transcendental, pra quem acredita nisso? Para mim, antes de ser um olhar complacente e tolerante desse pastor, o seu texto revela  apenas sua crença particular, seu dogma unicamente fundamentado em um único Livro. Para os crentes tudo tem que passar pelo crivo da Bíblia, e acham isso legítimo. Para os descrentes, só lhes resta submeter a esse julgamento e contar com a  piedade e compreensão dos pastores. Isto é um pensamento hipócrita e autoritário. Isso sim é fundamentalismo religioso. Que me importa o que tá escrito na Bíblia, no Talmud, no Corão, na revistinha da Mônica. Agora vou julgar o mundo pelo almanaque Capivarol de 1945, e  ver se no almanaque aprova ou não homens usar brinco na orelha e mulher calça comprida. Os liberais vão concluir que o almanaque nada diz e os conservadores ainda vão proibir a mini saia. Deus devia dar um basta nisto e lançar sua própria biografia, pois seus biógrafos inventaram um monte de coisa sem sentido.

  10. monica carolina

    11 de junho de 2015 1:18 pm

    A Biblia e contraria a VERDADE?

    Essa e a questao principal.

    Ate onde a Biblia preserva A VERDADE FATICA sobre o que hoje se conhece sobre as relacoes amorosas e sexuais.

    Em ROMANOS Paulo diz de forma impropria e equivocada uma serie de sandices sobre a NATUREZA.

    Diz a homosexualidad ser CONTRA A NATUREZA.

    Ele ignorava, como era de esperar para sua epoca, que ha mais de 3 milhoes de anos, nas florestas do Congo, a especie primata mais proxima da humana, os Pan paniscus ou bonobos, tinham NA NATUREZA um comportamento homosexual NA ESPECIE, TODAS AS FEMEAS SE RELACIONANDO SEXUALMenTE COM FEMEAS e machos homoeroticamente com machos desde a adolescencia.

    Hoje se sabe de outras especies, como o macaco japones que tem o mesmo comportamento na NATUREZA.

    O primatologo Frans de Waal estudou e apresentou esses resultados a comunidade cientifica desde 1997 com seu BONOBO THE FORGOTHEN APE, publicado pela Cambridge University  Press e inumeras outras obras e artigos cientificos e de divulgación desde entao.

    Paulo mentiu? Nao, ele apenas ERA IGNORANTE pois em seu tempo pouco se conhecia da NATUREZA DE NOSSOS ANCESTRAIS PRIMATAS MAIS PROXIMOS.

     

    Mas Paulo era PRESUNCOSO, pois um ignorante se julgava com a MENTE DE DEUS, ONISCIENTE, QUANDO NAO PASSAVA DE UM IGNORANTE COMPROVADO.

     

    O importante nao e a Biblia, mas A VERDADE.

    E em verdade NA NATUREZA MAIS PROXIMA DE NOS, dos primatas hominoideos e hominideos, especies de homos como nos, que nos consideramos Homo sapiens,  NA NATUREZA existe a homosexualidade como caracteristica de especies proximas de nos.

    A IGNORANCIA E A PRESUNCAO ORGULHOSA E ARROGANTE de Paulo, nao pode prevalecer SOBRE A VERDADE FATICA, e ser usada para denegrir, abusar e vilipendiar grupos humanos inocentes.

    1. João Alexandre

      11 de junho de 2015 3:52 pm

      Natureza

      E o que vc entende por natureza?

      Meu caro, a regra ou princípio elementar da preservação da espécie, na natureza, é macho com fêmea.

      Essas observações citadas como naturais, na verdade, são as exceções à regra da natureza do homem primata, as quais também podem ser nominadas como ANOMALIAS, ou como bem identificadas pelo santo apóstolo Paulo, contrárias à natureza!

      1. monica carolina

        11 de junho de 2015 4:04 pm

        Nao existem ESPECIES ANOMALAS

        Comprovadamente TODA A ESPECIE dos primatas simios haplorrinis hominoideos hominideos Pan paniscus durante toda sua vida na NATUREZA se comportam como bissexuais. Fazem sexo heterosexual para reproducao e homosexual POR PRAZER.

         

        ISSO E FATO CIENTIFICO, comprovado por primatologistas da Universidade de Kioto no Japao, que com eles conviveram durante anos observandoos nas florestas de Wamba no Congo.

         

        Depois os mesmos fatos foram comprovados, relatados por outros primatologos como Frans de Waal. Entre outros.

         

        Paulo era um ARROGANTE IGNORANTE e nada alem disso.

        E CONTRA FATOS NAO HA ARGUMENTOS.

        Querer desqualificar fatos com palavras vazias e um recurso muito fragil, por favor. Me poupe.

      2. monica carolina

        11 de junho de 2015 4:15 pm

        Bonobos se relacionam sexualmente fora do estro

        Um pouco mais sr Joao

        O coito heterosexual reprodutivo entre bonobos se da no estro. Mesmo nesse caso os parceiros dvidenciam sinais de prazer como documentado pelo fotografo Frans Lanting em BONOBO THE FORGOTHEN APE, Cambridge UPress 1997, em Walls &Lanting.

         

        Fora do estro as relacoes homosexuais sao abundantes, machos com machos e femeas com femeas, ao longo da vida inteira. Tanto livres em seu habitat natural em Wamba, como em zoologicos.

        O sexo reprodutivo no estro entre eles e tao natural como o sexo homosexual por prazer fora do estro.

         

        Isso e fato.

        Fato cientifico.

        Lamentavelmente um arrogante e ignorante como Paulo, passou a ser idolatrado.

        Jesus nao disse as asneiras de Paulo.

        E Paulo sempre teve a mente ignorante de Paulo e jamais nada alem disso.

      3. monica carolina

        11 de junho de 2015 5:28 pm

        Especies ANOMALAS na Natureza?

        Sr Joao por favor.

        O sr acredita em ESPECIES ANOMALAS NA NATUREZA?

        NESSE CASO ANOMALA SERIA A NATUREZA.

        No caso anomala mesmo so a arrogancia de Paulo de Tarso.

      4. Luis S

        12 de junho de 2015 1:54 am

        Principio natural?

        Qual e’ a sua fonte para dizer que isso e’ um “principio da natureza”? A Biblia?

        A natureza nao tem principios. Mas se voce quer falar sobre preservacao da especie, esta’ redondamente enganado se acha que isso esta ligado exclusivamente a reproducao. Qualquer atributo de uma especie pode contribuir para sua preservacao, na medida em que aumente as chances dos filhotes sobreviverem e procriarem.

        Para isso, nao e’ necessario que TODOS os individuos de uma especie procriem. Ha muitos exemplos de especies sociais em que a procriacao esta limitada a alguns individuos (abelhas, formigas) e, mais importante, de sexo – hetero e homossexual – sendo usado para aumentar a coesao de um grupo (bonobos) ou ainda de sexo homossexual sendo usado para diminuir a competicao pelas femeas reprodutoras (praticamente todas as especies que formam harem tem “excluidos” que praticam homossexualidade). Em todos estes casos, a inexistencia da regra de que 100% tem que ser papai-mamae na verdade AUMENTA a chance de preservacao da especie.

         

    2. DanielQuireza

      11 de junho de 2015 5:07 pm

      Ai é questão de

      Ai é questão de interpretação.

      Não é por ai.

      TODOS devem ter seus direitos civis respeitados e ponto, inclusive homosexuais, evidentemente. 

      Não precisa evocar ou reinterpretar a bíblia para isso.

      É entrar no jogo de pastores atrasados.

  11. João Alexandre

    11 de junho de 2015 1:31 pm

    Esse texto encerra um sofisma

    Esse texto encerra um sofisma desgraçado.

    A síntese do que o tal pastor protestante defende está no seguinte trecho:

    ” Ora, a homossexualidade é contrária à Bíblia? Se nos referirmos àquilo que naquela época se podia imaginar e àquilo que era praticado, certamente sim. As uniões homossexuais atuais, com ou sem filhos, que se encarregam da responsabilidade recíproca entre os parceiros, no entanto, são algo completamente diferente. Portanto, seria irresponsável e difamatório contestar-lhes a legitimação cristã do seu conceito de vida.”

    Parafrasiando, o “pastor” quis dizer que a homossexualidade no passado, no tempo de Paulo, era considerado um erro, um pecado diante de Deus, mas hoje, com “os atuais conhecimentos das ciências humanas sobre as identidades sexuais, e as pesquisas histórico-críticas sobre os antigos conceitos sexuais, não.”

    Também, infere que a união homossexual estável, com ou sem filhos, é diferente da homossexualidade praticada com inúmeros parceiros, e que portanto, deve ser legitimada, eis que fundada em princípio cristão de fidelidade recíproca…

    Hahaha, é uma piada!

    Primeiro, é importante identificar o tipo de interpretação de que o  “pastor” valeu-se para chegar a essa conclusão.

    Não é uma interpretação literal, sistemática, nem tampouco espiritual da Bíblia. O seu esforço interpretativo se limita ao aspecto histórico, e mesmo assim, com conclusão especulativa, rasa e equivocada.

    Mas examinemos apenas dois textos bíblicos no Novo Testamento por ele referidos, mas que, sintomaticamente, não foram reproduzidos textualmente:

    ” Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. ” 1 Coríntios 6:9,10

    “Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;” Romanos 1:26-28

    Como se observa acima pela simples leitura bíblica, não existe outra interpretação possível sem incorrer em sofisma ou deturpação grotesca do sentido original do texto.

    Não se trata de mero costume de época, mas de algo que tem consequências futuras (não herdarão o reino).

    Segundo a interpretação que faço das Escrituras, isso não quer dizer, todavia, que um homossexual não possa crer no evangelho de Deus e ser salvo da perdição eterna, porém, segundo a mensagem do evangelho do Reino, juntamente com os ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes, etc, o mesmo não reinará na era vindoura se, após crer no evangelho, continuar com essa prática reprovável aos olhos de Deus, embora possa ser salvo da perdição eterna, pela graça e obra consumada por Jesus na cruz do calvário.

    Finalizo com as palavras de Jesus: O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” Mateus 24:35

     

     

     

     

  12. monica carolina

    11 de junho de 2015 2:51 pm

    A NATURALIDADE DA HOMOSEXUALIDADE NA NATUREZA

    Somos humanos, Homo sapiens.

    Somos primatas simios haplorrinis hominoideos e hominideos.

    Assim como nos outros tambem sao, como Gorilas, Chimpancés Orangután e Bonobos.

    A homologia genetica de populacoes, de genetica nuclear e mitocondrial demonstra que os mais proximos de nos sao os BONOBOS.

    Sao nossos primos que em Africa se diferenciaram de nos hacen 3 milhoes de anos. 

    E TODO BONOBO NA NATUREZA E BISEXUAL.

    Femeas e machos, TODOS.

    ESTA EM SUA NATUREZA.

    Paulo nao sabia disso. Ele era um homem judeu de seu tempo, com as ignorancias de seu tempo.

    Ele apenas era muito ORGULHOSO, PREPOTENTE E SE JULGAVA ONISCIRNTE, COM A MDNTE DE DEUS.

    SE EQUIVOCOU, DO ALTO DE SUA PRESUNCAO.

    NAO PASSAVA DE UM IGNORANTE TIPICO DE SEU TEMPO, E ESCREVEU MUITAS INVERDADES E ASNEIRAS.

    ESSA E A VERDADE DOS FATOS.

    O mais que se possa afirmar sao fundamentalismos com base na mesma presuncao ignorante que alimentava o ego de Paulo. Ego bastante expandido por sinal.

    Nao sei se publicarao as verdades faticas que exponho. A censura pseudo crista talvez nao lhes permina atuar com honestidade intelectual. Nao sera fato inedito num meio que ja mandou pessoas para o assassinato em fogueiras como as 11 mulheres de Zugarramurdi en Logrones en España. 

  13. monica carolina

    11 de junho de 2015 9:20 pm

    Desonestos como sempre

    Percebo aqui uma desonestidade intelectual intrinseca dos sectarios do fundamentalismo religioso.

    Nao posso colocar estrelinhas nos comentarios como podem meus adversarios.

    Essa desonestidade caracteristica dos vendilhoes de mentiras como verdades até hoje se perpetua nesta America Latina de triste historia.

     

    Mas nada pode mudar a VERDADE.

    E FATO QUE NA NATUREZA ESPECIES INTEIRAS DE PRIMATAS QUASE HUMANOS SAO BISSEXUAIS

    E FATO QUE ISSO OCORRE EM ESPECIES HOMINOIDEAS HOMINIDEAS AS MAIS SEMELHANTES A NOS.

    E FATO QUE A HOMO E A BISSEXUALIDADE SAO CONDICOES NATURAIS

    E FATO QUE PAULO NADA E QUE UM IGNORANTE A MAIS

    E FATO QUE QUEM SEGUE CEGAMENTE UM IGNORANTE COMPROVADO, NADA MAIS E QUE UM MANIPULADO AINDA MAIS IGNORANTE E COM AINDA MENOS DIGNIDADE

    PASSAR BEM

  14. monica carolina

    12 de junho de 2015 2:12 am

    Homosexualidade na Natureza

    Vejam estes links

    http://m.livescience.com/44464-bonobo-homosexuality-natural.html

    Primatologistas mostram que a homosexualidade entre os primatas mais proximos de nos e NATURAL E SAUDAVEL

    Ao inves de guerrear como fazem os Pan trogloditas chimpanzes eles aliviam tensoes se relacionando sexualmente. Homosexualmente pois nao estao no estro, a relacao sexual e por prazer e para aliviar tensoes.

    O onisciente Paulo certamente nao sabia nada disso.

  15. monica carolina

    12 de junho de 2015 3:23 pm

    O problema nao esta na sexualidade mas na ignorancia

    As pessoas ignoram a origem do que se escreveu na Biblia.

    Tudo comecou com Moises, um hicso que viveu no Egito protegido por um rei ou farao.

    Todo aparentado do rei tinha posicao especial, vivia como ministro, secretario ou sacerdote

    Segundo o historiador Manetho, do sec 3/4 AC, Moises foi Wser-zef, sacerdote de Wser(Osiris). Foi sacerdote, participava das liturgias de Osiris onde aprendeu coisas antigas que usou depois.

    Segundo Alcmeon, outro historiador egipcio do sec 1 AC, diretor da Biblioteca de Alexandria, Wser-zef seguiu Akh-en-Athen, o rei rebelde e participou como sacerdote do Athen na fundacao de Amarna, como This-Athen. Foi o braco direito do rei Akh-en-Athen.

    Esses historiadores dizem que o rei e seu sacerdote cairam quando o rei morreu. O sacerdote fugiu, e terminou expulso com o que sobrou dos seguidores do Athen e passou a se auto denominar Moises. Chamou seus seguidores de hebreus e iniciou sua saga.

    O odio de cristaos e judeus pelos historiadores egipcios, Manetho e Alcmeon era de se esperar.

    Para que nao fossem conhecidos, atearam fogo na Biblioteca de Alexandria, para destruir os escritos egipcios sobre Moises.

    Nao contavam que um historiador hebreu Flavius Josephus, os citasse em seu texto CONTRA APION, onde ele cita Manetho e Alcmeon dizendo o que expliquei.

    Moises era experiente sacerdote, de Osiris, depois do Athen. Nao lhe foi dificil gerar uma teologia e uma liturgia baseada neles, principalmente no Athen e criar toda uma mitologia adaptada aos interesses dos que foram expulsos com ele do Egito.

    Depois surge Jesus, muito depois. Viveu na infancia e adolescencia, periodos no Egito onde aprendeu. E se identificou como farao, um filho de divindades, encarnacao e personificacao de divindades. Na piramide de Unas encontrou a ideia basica da Eucaristia, se comer minha carne e beber de meu sangue seras um comigo. De Shabaka retirou o principio do evangelho de Joao, de que no principio era o Verbo, e sem ele nada do que foi feito se fez. A cultura de Jesus, como a de Moises tinha raizes profundas no Nilo, mesmo sendo diferentes.

    Nao superficializem a historia, nem ignorem a verdade dos fatos.

    A Biblia nao e o que lhes parece. Nao compreendela gera juizos equivocados, que machucam minorias inocentes.

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