10 de junho de 2026

Os militares que disseram não, documentário de Silvio Tendler

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Do Brasil Popular

Nem todos militares são de direita, filme de Sílvio Tendler

Dirigido por Silvio Tendler, o filme faz parte do Projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia. Eles lutaram pela Constituição, pela legalidade e contra o golpe de 1964, mas a sociedade brasileira pouco ou nada sabe a respeito dos oficiais que, até hoje, ainda buscam justiça e reconhecimento na história do país.

 
Militares da Democracia resgata, através de depoimentos e registros de arquivos, as memórias repudiadas, sufocadas e despercebidas dos militares perseguidos, cassados, torturados e mortos, por defenderem a ordem constitucional e uma sociedade livre e democrática.
 
Eles lutaram pela Constituição, pela legalidade e contra o golpe de 1964, mas a sociedade brasileira pouco ou nada sabe a respeito dos oficiais que, até hoje, ainda buscam justiça e reconhecimento na história do país.
 
O documentário “Militares da Democracia” resgata, através de depoimentos e registros de arquivos, as memórias repudiadas, sufocadas e despercebidas dos militares perseguidos, cassados, torturados e mortos, por defenderem a ordem constitucional e uma sociedade livre e democrática.
 
O cineasta Silvio Tendler mescla fatos documentais e ficcionais sobre o período da ditadura militar no país. A narrativa destaca a participação dos militares que lutaram pela democracia, mas que ainda não são conhecidos pelas novas gerações.
 
Com produção de Ana Rosa Tendler e locução de Eduardo Tornaghi, o filme retoma o percurso de vários grupos de militares que muito antes do golpe de 1964 já vinham se organizando por novos direitos, melhores condições de trabalho, e na defesa de uma sociedade melhor. E como, a partir de 1964, esses distintos grupos passaram a ser tratados, sofrendo represálias, como a perda do direito de usar a farda, de seus direitos trabalhistas, assim como foram impedidos de exercer suas atividades profissionais. 
 
Ano: 2014. Gênero: documentário. Direção: Silvio Tendler. Produção: Ana Rosa Tendler. Locução: Eduardo Tornaghi. Duração: 88 min. Classificação indicativa: 12 anos.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. altamiro souza

    27 de janeiro de 2016 3:13 pm

    os melhores documentários

    os melhores documentários políticos desrte país nos útimos anos foram feitos pelo tendler….

    só merece aplausos.

    uma experiencia pessoal: eu fazia o curso medio em 64 e

    conversava sempre com  um sargento contra o golpe.

    de repente, o cara sumiu…

    guardo sempre isso na memória….

    no dia do golpe, como todo mundo, ouvia as notícias veiculadas por essa

    grande mídia nojenta e fascista, que era favorável ao golpe….

    é claro que essa manipulação foi funadamental para que

    não houvesse resistencia significativa, popular…

    creio que isso hoje já não aconteceria mais, pois

    muitos sairiam às ruas, os que se informam pela internet…

    mas  é preciso reforçar o poder dos blogs independentes

    para evitar golpes,agora do conluio grande mídia et caterva…

     

  2. altamiro souza

    27 de janeiro de 2016 7:09 pm

    o filme é excelente, os que

    o filme é excelente, os que disseram  não revelam um

    heróísmo singular e um aspecto novo da visão que se tem dos militares –

    nem todos pensavam iguais  como sempre se imaginava….

    isso comove a gente.

    o final então é de chorar, a declaração comovente do diretor leva às lágrimas…

    bravo, silvio….

  3. caju azedo

    28 de janeiro de 2016 1:53 am

    detalhe

    Atrevo-me a fazer um comentário sem ter visto o filme. Eu gostaria de dizer que, além dos militares abatidos por dizer não com atitudes concretas, muitos e muitos militares disseram não com palavras declaradas sem muito sigilo dentro de unidades militares e em todos os escalões. Nunca foi difícil conciliar lealdade à instituição militar com ostensiva desaprovação ao regime militar.

Recomendados para você

Recomendados