10 de junho de 2026

(o petróleo é a mais vil das entranhas), por Romério Rômulo

São todos uns pedaços de ruídos / Que da razão daqui ninguém esquece
Reprodução

Poema de Romério Rômulo aborda o petróleo como símbolo de promessas distorcidas e impactos duradouros.
Romério Rômulo é poeta prosador, professor de Economia Política na UFOP e fundador do Instituto Cultural Carlos Scliar.
O texto foi publicado no Jornal GGN, que também destaca outras obras poéticas do autor em seu portal.

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(o petróleo é a mais vil das entranhas)

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por Romério Rômulo

Por tudo e pra sempre uma verdade
Petróleo é uma vala distorcida
O topo da promessa distraída
No vão de cada corpo, uma semente

Sem tudo que no mundo permanece
Os tiros ancestrais subtraídos
São todos uns pedaços de ruídos
Que da razão daqui ninguém esquece

Que marcas e que dobras no espaço
Fogem daqui, do tempo, num pedaço?
Irados que não perdem, nem se dobram
Sobre a mentira de longe que abatem.

Romério Rômulo (poeta prosador) nasceu em Felixlândia, Minas Gerais, e mora em Ouro Preto, onde é professor de Economia Política da UFOP e um dos fundadores do Instituto Cultural Carlos Scliar – Rio de Janeiro RJ.

Romério Rômulo

Romério Rômulo (poeta prosador) nasceu em Felixlândia, Minas Gerais, e mora em Ouro Preto, onde é professor de Economia Política da UFOP e um dos fundadores do Instituto Cultural Carlos Scliar – Rio de Janeiro RJ.

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  1. Gaspar Alencar

    10 de abril de 2026 1:45 pm

    A Miscelânea ( nome de meu livro) do GGN, faz um Amálgama ( nome de meu terceiro livro) que lá no crowdfunding OP. Toda essa parafernalia poética dar um sabor para o ser que não esbarra só na economia e política. Quanto sabores existem na gastronomia? Segundo os entendidos. Apenas dois – um com sabor e outro sem sabor. Ajudem a produção literária de: Gaspar da Silva Alencar https://apoia.se/guardiaodaflorestahttps://apoia.se/guardiaodafloresta

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