Almirante Arthou: A engenharia como solução que os economistas não veem

Jornal GGN – O almirante Alan Paes Leme Arthou fará palestra na Academia Nacional de Engenharia (ANE) com o tema “A crise econômica e o desenvolvimento do Brasil. A engenharia como solução que os economistas não veem”. O evento se dará amanhã, 28 de setembro, às 17h, no auditório RDC da PUC-Rio. Na oportunidade, um bom debate sobre a relação entre economia e engenharia.

O almirante Arthou conversou com Luis Nassif sobre o tema que abordará em palestra, e localizando a Petrobras e outras empresas neste cenário de crise. E as manchetes dizem que a economia está recuperando, mas isso não acontece com as empresas, o que invalida esta máxima.

A engenharia brasileira, segundo o almirante, nunca foi privilegiada, sempre em segundo plano, com importação de engenharia. Então nós temos uma engenharia desprivilegiada. Relatório mostra que, não adianta montar uma fábrica sem que tenha toda uma engenharia por trás. E aqui nunca houve incentivo para a engenharia nacional.

Algumas áreas conseguiram desenvolver engenharia própria e ganharam mundo, a naval é um exemplo, a civil é outro exemplo, mas hoje estão em queda vertiginosa. E não sabemos até que ponto os governantes estão dispostos a defender a empresa nacional contra a entrada brutal do capital e engenharia estrangeiros. E, por outro lado, qual o sentido em se punir empresas, e não somente as pessoas que ali erraram?

Veja o vídeo a seguir.

Serviço:

Palestra: “A crise econômica e o desenvolvimento do Brasil. A engenharia como solução que os economistas não veem”, alm. Alan Paes Leme Arthou

Data: 28/09

Horário: 17h:

Local: Auditório do RDC – PUC-Rio – Rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea

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5 comentários

  1. Quanta diferença!

    Enquanto o almirante Arthou defende a indústria nacional pra salvar o país, lutando por um futuro melhor, o general Mourão quer rasgar a Constituição, dar o golpe dentro do golpe e retroceder o país em 50 anos…

    Enquanto uns propõem desenvolvimento, investimento e industrialização, outros só conseguem pensar no baraço, no pau-de-arara e no regime de exceção como proposta de país…

  2. ânimo, cadê tú?

     “A crise econômica e o desenvolvimento do Brasil. A engenharia como solução que os economistas não veem”.

    E não sabemos até que ponto os governantes estão dispostos a defender a empresa nacional contra a entrada brutal do capital e engenharia estrangeiros. E, por outro lado, qual o sentido em se punir empresas, e não somente as pessoas que ali erraram?

     

     

     

     

    • Continuando, pois na verdade

      Continuando, pois na verdade eu grifei os dois tópicos acima para tecer alguns comentários sobre eles.

       

      Sobre o primeiro: é desanimador ver muitos especialistas de vários campos aqui neste espaço e outros, atribuir a cegueira do outro, seja ele economista, jornalista, comentaristas professores entre outros, a não adoção de políticas que acreditamos adequadas para o desenvolvimento e a diminuição das desigualdades e do desemprego.

      Como se para que mudassem de opinião sobre a política até então adotada basta que os façamos ver, enxergar o quanto estão equivocados. Um erro.

      Equivicados estamos todos que assim pensam. O caso aqui não se trata mais de fazer ver, de convencimento. Eles sabem mais que nós, enxergam menlhor que os melhores que nós que ao adotar as políticas que defendemos, fatalmente se logrará o desenvolvimento e o alcance desejado. 

      E é exatamente isso que eles não querem, por que eles não querem um país para muitos, nem diria para todos. Isso seria a sua desgraça e a das pessoas a quem servem, que são os rentistas. 

      Que pensa coo eles, não pensa em política industrial, agrícola, educacional, de segurança, de saude publica e outras. A sua política é negação de tudo isso que falei, pois eles não tem gente suficiente para ocupar todos os postos e se assim não for melhor destruir tudo, privatizando, sucateando, terceirizando.

      Chega! Chega de lhes atribuir uma virtude que essa gente definitivamente não possuem, que é a cegueira politica, que se poderia corrigir.

      Trata-se de decisão e opção politico-ideológica pelo subdesenvolvimento e pelo privilégio do rentismo capitalista, contra o capitalismo desenvolvimetista. 

      Este é o grande embate hoje no mundo todo.

      Não é sobre capitalismo X Socialismo

      É sobre Capitalismo X Capitalismo e nós esquerdistas de todo mundo temos que nos posicionar sobre “Que capitalismo”?

      Precisamos tomar posição sim, escolher se não o melhor, aquilo que menos prejuízo às classes mais sofridas.

       

       

      Sobre o segundo destaque: O Governo brasileiro, este governo golppista que teve  e tem o apoio velado dos militares mais linha dura como o Etchegoyen, não tem interesse algum em apoiar o desenvolvimento da industria brasileira, pelo contrário o interese é punir , especialmente as de engenharia por terem ousado se expandir para alem fronteiras, colocando em risco os planos estratégicos desse setor que nunca se conformou com a ideia de Brasil grande, que se projeta para alem, a menos que seja no futebol, carnaval e outras coisas mens nobres. 

      Brasileiros desenvolvimentistas e patriotas, sem qualquer vículo com organizações de esquerda, ainda serão taxados como tais pelo rentistas, apenas e tão somente para atrair para sí o odio do idiotas.

        

       

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