O anúncio de um cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã, feito pelo presidente Donald Trump na noite de terça-feira (7), reverteu o humor dos mercados financeiros globais nesta quarta-feira (8) e produziu movimentos expressivos no Brasil: o dólar caiu ao nível mais baixo em quase dois anos, a bolsa bateu recorde pelo sétimo pregão consecutivo e o petróleo despencou com a perspectiva de reabertura de uma das rotas energéticas mais estratégicas do mundo.
O dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 5,103, queda de 1,01%, o menor patamar desde 17 de maio de 2024. Na abertura do pregão, a euforia levou a moeda a tocar R$ 5,06, mas o ritmo de recuo arrefeceu à tarde quando autoridades iranianas fizeram declarações que colocaram em dúvida a solidez do acordo e novos episódios de tensão voltaram à região.
Ainda assim, investidores interpretaram a movimentação como sinal de que o governo americano quer encerrar o conflito rapidamente, o que sustentou o otimismo. No acumulado do ano, o dólar já cai mais de 7% frente ao real.
Bolsa
O Ibovespa subiu 2,09%, fechando em 192.201 pontos, após superar os 193 mil pontos durante o pregão, novo recorde histórico. O resultado marca a sétima alta consecutiva da bolsa brasileira, puxada pela queda dos prêmios de risco e pelo bom desempenho de ações de bancos e empresas ligadas ao consumo doméstico.
As bolsas de Nova York também avançaram com força, acompanhando o aumento global do apetite por ativos de risco.
Na contramão, papéis de petroleiras registraram perdas, pressionados pela forte queda do petróleo no mercado internacional.
Petróleo
Os contratos de petróleo voltaram a ser negociados abaixo de US$ 100 por barril pela primeira vez em semanas, diante da expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz, passagem pelo qual circula parcela significativa do petróleo exportado pelo Golfo Pérsico. O Brent recuou mais de 13%, para cerca de US$ 94 o barril. O WTI, referência americana, caiu mais de 16%, também na faixa de US$ 94.
Analistas alertam, no entanto, que o mercado ainda avalia o cessar-fogo como frágil. A normalização plena da oferta global depende da confirmação e da durabilidade da trégua, incerteza que deve manter a volatilidade nos próximos dias.
*Com informações da Agência Brasil.
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Rui Ribeiro
9 de abril de 2026 8:35 amA continuidade de enriquecimento de urânio pelo Irã é ponto pacífico ou Trump deu marcha ré da marcha ré?
“‘I Don’t Care About That’: Trump Says Iran’s Enriched Uranium Is Not a Concern”.
Ou o fim de enriquecimento de urânio pelo Irã voltou a ser uma exigência para evitar a destruição da civilização persa?
Rui Ribeiro
9 de abril de 2026 1:24 pm“O Exército israelense admitiu que atingiu áreas densamente povoadas no Líbano com seus mísseis, porém, alegou ser necessário porque membros do Hezbollah se esconderam entre os civis”.
Se os Japoneses tivessem feito o ataque Pearl Harbour e tivessem se escondido em Tel Aviv, os U$A poderiam lançar bombas nucleares sobre Tela Aviv após ordenar a evacuação das áreas que seriam alvejadas? E porque Japoneses continuariam em Tel Aviv com a boca escancarada, cheia de dentes esperando a morte chegar?
Vai se catar, $ionista do inferno
Rui Ribeiro
9 de abril de 2026 1:30 pmAbraão aproximou-se dele, e disse: “O SENHOR seria capaz de matar os bons juntamente com os maus? Se houver na cidade, digamos, cinquenta pessoas justas, o SENHOR destruiria a cidade? Não pouparia o povo por amor daqueles cinquenta cidadãos bons? Não seria justo! Certamente o SENHOR não fará uma coisa dessas: matar os que o amam junto com os que o desprezam. Fazendo assim, estaria igualando os justos com os injustos, os bons com os maus! Claro que não faria isto! Não é justo o Juiz de toda a terra?” O SENHOR respondeu: “Se eu achar cinquenta justos em Sodoma, não destruirei a cidade, por amor a eles”. Abraão voltou a falar: “Sei que sou pó e cinza. Mas comecei a falar ao SENHOR e devo continuar. E na hipótese de faltarem cinco para completarem os cinquenta justos? Por causa desses cinco que faltaram, o SENHOR destruiria a cidade?” Deus disse: “Não destruirei a cidade, se achar nela quarenta e cinco justos”. Abraão falou de novo: “E se achar ali quarenta justos?” O SENHOR respondeu: “A cidade não será destruída, por causa dos quarenta”. Abraão insistiu: “Peço que tenha paciência, SENHOR. Se forem trinta os justos?” O SENHOR respondeu: “Se encontrar trinta, não a destruirei”. Abraão prosseguiu: “Sei que estou sendo ousado, mas, por favor: E se apenas vinte justos forem encontrados ali?” O SENHOR respondeu: “Não destruirei a cidade, por amor aos vinte”. Disse, por fim, Abraão: “Não fique irado, SENHOR, se lhe falar só mais uma vez. E se forem encontrados apenas dez justos?” O SENHOR respondeu: “Não destruirei a cidade por amor aos dez”.
Netanyahu faz o contrário do Senhor: por causa de alguns injustos ele não se importa de abater quantos justos ele julgue necessário. Mas isso só causa surpresa aos alienados pois Deus já disse que “esse povo me honra com os lábios mas seus corações estão com o Epstein”.
Rui Ribeiro
10 de abril de 2026 4:20 am“O Irã está fazendo um trabalho muito ruim, desonroso, alguns diriam, em sua liberação da passagem do petróleo pelo Estreito de Ormuz. Isso não é o acordo que temos!” – Trumpstein
O Cara de Taco se esqueceu que p tráfego de navios esta condicionado às limitações técnicas, sobre as quais ele concordou inicialmente?
Sera que esse Rato não pode passar um dia sem amarelar/arregar?