O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou, nesta quarta-feira (7), o aumento da taxa básica de juros (Selic) de 14,25% para 14,75% ao ano, o que representa alta de 0,50 ponto percentual.
Em decisão unânime, a Selic atingiu o maior patamar desde 2006, devido ao tarifaço promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que colocou a economia norte-americana em um cenário incerto e resultou ainda na pressão inflacionária no Brasil.
“O ambiente externo mostra-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de sua política comercial e de seus efeitos. A política comercial alimenta incertezas sobre a economia global, notadamente acerca da magnitude da desaceleração econômica e sobre o efeito heterogêneo no cenário inflacionário entre os países, com repercussões relevantes sobre a condução da política monetária”, informou o Copom.
Outra justificativa para a alta da Selic é a despesa pública, que ainda está elevada na avaliação do comitê. O mercado de trabalho aquecido completa a lista de motivos que levaram à decisão de hoje.
Diante do cenário externo, é provável que a taxa básica de juros seja mantida ou elevada, uma vez que, para o Copom, o cenário da inflação vai demandar cautela.
“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.”
Rui Ribeiro
8 de maio de 2025 1:49 amPois Zé. Segundo um $ujeito do Btg Pactual, o enorme problema do Brasil é fiscal.
Segundo o mencionado $ujeito:
“No entanto, a parte ruim do Brasil, segundo Mansueto, fica por conta do que ele chama de “enorme problema fiscal”.
“Temos uma dívida pública que cresce de forma insustentável, e, em decorrência disso, temos uma inflação muito acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Em decorrência dessa alta inflação, não vemos a inflação corrigindo a meta nos próximos 4 ou 5 anos. Vamos ter taxas sociais bastante elevadas”.
O Mansueto não faz qualquer relação da dívida pública com a taxa de juros.
Tristes Trópicos
Rui Ribeiro
8 de maio de 2025 2:01 am“O mercado pensa o seguinte: o Banco Central vai aumentar os juros, a inflação vai cair, e lá na frente, volta tudo a ser normal. Não foi isso que aconteceu no Brasil. O Banco Central começou a aumentar a taxa de juros em setembro do ano passado. Mas a taxa de juros de 5, 10, 15 e 20 anos começou a crescer, porque o mercado olha para uma situação insustentável das contas públicas no Brasil”. – Mansueto
Ora, mas a situação insustentável da dívida pública decorre justamente das altas taxas de juro. E a inflação não cai apesar das taxas de juro estratosféricas porque taxas de juros e índices inflacionários não são grandezas inversamente proporcionais
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
8 de maio de 2025 7:57 amAtendendo mais uma vez, ordens do mercado financeiro, o BACEN volta a subir a taxa selic, sem que haja um mínimo de razxoabilidade pára tal. Volto a inistir que a política de juros, tem como objetivo primordial, atewnder as espectativa de rentabilidade do capital improdutivo, Em comentário anterior neste jornal, eu já alertva que de acordo com o fator 3, que para uma perspectiva de inflaçãp em torno de 5% AA, as determinações do clube da usura, é de que a taxa selic em 2025 fique em torno de 15%. Com o aumento da selic para 4,75%, o BACEN está perto de cumprir as determinações do seu verdadeiro controlador, ou seja o mercado financeiro. O resto é conversa para boi dormir.
Waldir Rodrigues Lima
8 de maio de 2025 9:16 amalmofadinhas de merdas