4 de junho de 2026

Dilma discursa em Davos e fala sobre metas de governo para 2014

Jornal GGN – A presidente Dilma Rousseff discursou em Davos, na Suíça, na tarde desta sexta-feira (24), durante o Fórum Econômico Mundial. Em pouco mais de meia hora, ela apresentou o Brasil como uma “fronteira de oportunidade de negócios”, além de um país sólido e comprometido com os fundamentos macroeconômicos.

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Dilma falou sobre as negociações do Mercosul com a União Europeia, para que fechem, finalmente, um acordo comercial. “É hora de superarmos posturas defensivas”. Para ela, um novo ciclo de crescimento econômico da região está “em gestação” e, na medida em que a crise vai se dissipando pelo mundo, os holofotes novamente se voltarão para os chamados países emergentes. A estratégia brasileira de longo prazo, disse, é focada na promoção dos investimentos, educação, aumento da produtividade. “Assim, esperamos sair ainda melhor dessa crise. O Brasil é hoje uma das mais amplas fronteiras de oportunidades de negócios”, completou.

A presidente também discursou sobre o pretendido aumento de investimento em infraestrutura e inovação, que deve ser retirado do PIB para sustentar o crescimento do país em longo prazo. Para isso, ela disse, também conta com a solidez econômica do Brasil, com o controle da inflação e o equilíbrio das contas públicas – de acordo com a líder do Executivo, requisitos essenciais para assegurar a establidade para a expansão econômica e o progresso social.

Estímulos monetários e superávit
 
A crise financeira global ganha, de acordo com Dilma, novos contornos com a retirada dos estímulos monetários pelos países desenvolvidos. Mesmo reconhecendo que esse movimento expressa uma tendência de recuperação da economia e do comércio mundiais, ela afirmou que persistem desafios que geram volatilidade nos mercados financeiros. Mas que as reservas internacionais brasileiras, na casa dos US$ 376 bilhões, proporcionam um “colchão seguro de absorção dessa volatilidade.”
 
Dilma encerrou falando sobre a meta do superávit primário para 2014, que deve ser definida em breve. Mas demonstrou confiança, afirmando que o Brasil tem um dos menores endividamentos públicos do mundo.
 
 
 

 

Redação

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7 Comentários
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  1. Rabuja

    24 de janeiro de 2014 8:29 pm

    Daqui a pouco vem alguém

    Daqui a pouco vem alguém criticar porque ela não falou em Davos sobre LGBT… rs…

  2. Alessandre de Argolo

    24 de janeiro de 2014 9:48 pm

    Dilma, soberana da Américas,

    Dilma, soberana das Américas, como diz o perfil “Dilma Bolada” hehehe.

  3. Marcio Angelim

    25 de janeiro de 2014 1:06 pm

    Dilma em Davos: Folha vs. El País

    E enquanto o site da Folha de São Paulo dá a manchete “Empresários avaliam como fraco discurso  de Dilma em Davos”, no site do El País a manchete é “Dilma seduz Davos com um plano milionário de investimento às empresas estrangeiras” 

    Vale a pena ler o parágrafo final do texto do El País:

    O interesse suscitado pela intervenção de Dilma Rousseff contrasta com o limitado entusiasmo gerado no dia anterior pelo presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, e mostra que Davos nesta edição voltou essencialmente às suas origens: converter-se em um marco propício para novas oportunidades de negócios. Depois do entusiasmo suscitado pela presença do líder iraniano e seu ministro do Petróleo e do interesse com que foi recebida a mensagem de Rousseff, não há dúvida de que os Davos man voltam à trilha habitual.

     

    (http://brasil.elpais.com/brasil/2014/01/24/politica/1390580714_528429.html).

     

     

    Sem maiores comentários…

     

  4. Alexandre Weber - Santos -SP

    25 de janeiro de 2014 5:33 pm

    Alemanha reage

    CHAPULETADA DE ANGELA MERKEL NA NOSSA PRESID-ANTA Dilma leva uma tremenda chapuletada de Angela Merkel Por que essas notícias não são divulgadas pela Mídia? Divulgue a “porretada da Ângela na arrogância” de quem quer piar de galo. E, diga-se de passagem: merecidamente! Espero que a (in) Digníssima Senhora Dilma Roussef tenha aprendido. 

     Brasilien kritisiert Euro-Geldschwemme Präsidentin Rousseff und Kanzlerin Merkel: Nicht immer einer Meinung Auf der Computermesse Cebit kam es zum Schlagabtausch: Die brasilianische Präsidentin Dilma Rousseff kritisierte die Milliardenspritzen, die die Europäische Zentralbank in die Finanzmärkte pumpt. Bundeskanzlerin Angela Merkel versprach Besserung – und teilte selbst aus. Hannover – In den Schwellenländern wächst die Angst vor einer Geldschwemme aus Europa und den USA. Nach einem Treffen mit Bundeskanzlerin Angela Merkel (CDU) auf der Computermesse Cebit äußerte Brasiliens Präsidentin Dilma Rousseff scharfe Kritik an der Politik des billigen Geldes. 

    TRADUÇÃO: Diante da arrogância da Dilma, a Chefe de Estado alemã, Angela Merkel, deu entrevista à TV alemã ontem à noite na qual mandou um recadinho: -” Essa senhora vem à Alemanha nos dizer o que temos de fazer? Ora, a Alemanha vai bem obrigada apesar de tudo. Mas vou aproveitar para dar um conselho a ela… antes de vir aqui reclamar das nossas políticas econômicas, por que ela não diminui os gastos do governo dela e também os juros que são exorbitantes no Brasil? Se eu posso emprestar dinheiro a juros baixos e o meu povo pode ganhar juros absurdos lá no país dela, não vou ser eu que direi ao meu povo que não faça isso. Ela que torne a especulação no país dela menos atraente!” http://www.manager-magazin.de/politik/weltwirtschaft/a-819709.html 

    1. Rabuja

      26 de janeiro de 2014 1:45 am

      Ei, rapazinho.
      Trazer um

      Ei, rapazinho.

      Trazer um artigo de 06/03/2012 mal traduzido é meio ridículo.

      Tenta outra.

    2. Antonio Passos

      28 de janeiro de 2014 12:46 am

      Que bobalhão, tenta outra

      Que bobalhão, tenta outra porque isso é assunto velho e já esmiuçado devidamente. Não vai ajudar na campanha de 2014. hahahahahaha

  5. JOSÉ FERNANDO MACIEL

    29 de janeiro de 2014 8:50 pm

    BRASIL DO PT

    O PROBLEMA DO BRASIL SÃO OS PETISTAS MALDITOS, QUE AINDA PERSISTEM NO PAPEL DE ESQUERDINHAS DE ARAQUE, ENQUANTO ISSO AFUNDAMOS NUM MAR DE CORRUPÇÃO E DESPREPARO.

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