5 de junho de 2026

Fabricado em Cingapura, primeiro navio-plataforma de Libra está a caminho do Brasil

fpso_pioneiro_de_libra.jpg
 
Foto: divulgação
 
Jornal GGN – Por meio de nota à imprensa, a Petrobras informou que o navio-plataforma FPSO Pioneiro de Libra saiu do estaleiro Jurong, em Cingapura em direção ao bloco de libra, no pré-sal da Bacia de Santos. O navio deve chegar ao país em 65 dias, teve investimentos de cerca de US$ 1 bilhão e é de propriedade da Odebrecht Óleo e Gás e da Teekay Offshore Partners.
 
O navio será usado para testes no bloco de Libra, e, segundo a Petrobras, ele tem a capacidade de processar 50 mil barris de petróleo por dia e comprimir e reinjetar 4 milhões de m3/dia de gás associado.

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Apesar de a Odebrecht e suas subsidiárias terem sido suspensas de licitações de empresas públicas em razão da Lava Jato, a empresa afirma que explicou que o navio não foi afetado porque o contrato foi assinado em setembro de 2014.
 
O Consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), tendo como gestora do contrato de partilha da produção a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).
 
No ano passado, a Petrobras deslocou a construção de pelo menos nove plataformas para a Ásia, de um grupo de dez que foram encomendadas a estaleiros envolvidos nas investigações da Lava Jato.
 
 Na ocasião, a estatal disse que, quando necessário, avalia a possibilidade de executar parte dos serviços das obras de plataformas no exterior, como forma de “mitigar atrasos”. A Petrobras também disse que “a construção das unidades encomendadas, bem como a gestão, engenharia e suprimentos do escopo do contrato permanecem com as empresas contratadas no Brasil.”
 
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7 Comentários
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  1. jcordeiro

    29 de março de 2017 7:20 pm

    Tá Como O Diabo Gosta?

    Nassif: o problema dessa plataforma não é saber onde ou quanto custou. Ou quanto vai extrair de petrôleo. O preblema é descobrir quando, como e, o mais importante, para quem foi a propina. Porque sob a direção do Parente (do Capeta), tão dizendo que tudo é possível na institução.

    1. Zé Trindade

      29 de março de 2017 7:39 pm

      Se teve propina é propina com

      Se teve propina é propina com estrela vermelha dado que o navio é ainda do primeiro mandato de Dilma.

      Agora, se quer minha opinião, baseado no que a Lava Jato apurou no Petrolão da relação entre a Odebrech e o PT, acho sim que houve propina. E da grande.

  2. Atreio

    29 de março de 2017 7:28 pm

    quntos empregos perdidos no

    quntos empregos perdidos no brasil?m

    muitos. a destruição a jato segue detonando nosso brasil. pq? pq serginho quer. psdb mandou.

    os 3 patetas gostam assim.

  3. Antonio C.

    29 de março de 2017 7:44 pm

    A coisa é essa mesmo.

    Ter conteúdo nacional para a construção de plataformas cria empregos, dada a cadeira produtiva a ela agregada.

    Não havendo emprego, por consequência, não tem dinheiro para a Previdência, não se consome, não são pagos impostos.

    Quer dizer…

    Meirelles, Parente e Temer precisam de um poste pra ficar dependurado, quanto mais alto, melhor.

  4. ze sergio

    29 de março de 2017 8:27 pm

    fabricado….

    O caminho do inferno das Privatarias já está sendo novamente pavimentado. Transferiram 9 de 10 plataformas para serem produzidas em Cingapura, base da Shell antigo país sob influência holandesa, país sede mesma Shell. E o seu emprego de alta especialização e altos salários será feito por um holandês. Ou por franceses da Total ou americanos da Exxon Mobil. Mas você brasileiro sempre terá um rodo e um esfregão para desempenhar suas funções. Ne desculpem tais profissões honradas, mas ficou evidenciado o abismo entre a necessidade tecnologica e de conhecimentos especifícos com as sobras de uma indústria que poderia ser totalmente brasileira. Para que darmos tamanhas vantagens para outros cidadãos e outros países? Como podemos ser de maneira tão imbecil atrasados e limitados? O que ganhamos com isto? Onde irá parar tanta estupidez?

    1. ze sergio

      29 de março de 2017 9:49 pm

      fabricado….

      A Vale, nas mãos da privataria tucana com Roger Agnelli, para se contrapor a indústria naval reimplantada no país pela Petrobras, encomendou supercargueiros na Coréia (base da Exxon e Shell para construção de navios) Masi tecnológicos, mais baratos, melhores que os nacionais gritaram coxinhas para apoiar a Politica Privatista. Os empregos que poderiam ser gerados por este setor na gigante Vale ficaram na Coréia também. Viagem inaugural, milhares de toneladas de minério de ferro, Tucanada em polvorosa para fazer frente a politica nacionalista petista da Petrobras, e o navio coreano racha ao meio. Toneladas de minério jogadas ao mar, gigantesco crime ambiental. Silêncio e vergonha. País de memória curta, passa algum tempo, finge-se que nada aconteceu, Agnelli e seu avião importado, melhor e mais barato que o da indústria brasileira desapareceram e Petrobras, agora em nova politica privatista construindo navios na vizinha da Coreia, também base da Shell de José Serra, uma tal de Cingapura.  E seu emprego, renda e ótimos salários também foram para lá. Entenderam ou é preciso desenhar?

  5. C. Khosta y Alzamendi

    29 de março de 2017 9:44 pm

    Pessoal,

    Parece-me que vocês estão fazendo uma certa confusão… O navio não pertence à PETROBRAS, mas à Odebrecht (através da subsidiária Odebrecht Óleo e Gás – OOG) e à gringa Teekay, sendo apenas afretado pela PETROBRAS.

    Pelas características descritas, a embarcação muito provavelmente será usada numa coisa que se chama “teste de longa duração”, que geralmente dura em torno de um ano. Conecta-se um, ou pouquíssimos poços à unidade para verificar o comportamento do reservatório e o potencial de produção de óleo e gás. Findo o teste de longa duração, o(s) poço(s) é(são) fechado(s) até a chegada de uma unidade de produção (aí sim uma plataforma PETROBRAS), que produzirá o óleo e o gás do reservatório (por período de vinte a trinta anos, possivelmente). Já a embarcação citada pode ser deslocada para outro reservatório a fim de realizar um teste de longa duração com os mesmos objetivos anteriores.

    É possível que ainda sejam feitas obras complementares em estaleiro nacional, mas não creio nessa possibilidade. Esse tipo de navio, quando construído no exterior, geralmente chega pronto, uma vez que um comprador particular (como é o caso) não tem nenhum compromisso com manutenção/geração de empregos de outra indústria, ou de conteúdo local mínimo brasileiro na obra, a decisão dele se dá quase que exclusivamente por preço. Talvez a PETROBRAS pudesse exigir, contratualmente (se é que já não o faz, mas o que não seria a princípio o caso desse navio), que parte da obra fosse realizada aqui com um mínimo de conteúdo nacional para outros navios novos a serem afretados. Mas reconheço que não é uma questão simples de ser equacionada. Com unidades próprias, fica bem mais fácil.

    E pra quem falou em propina: será que os “lavajatianos” vão tentar dar “uma dura” na rapaziada de Cingapura? Particularmente, duvido. Falta “hormônio” pra tanto…

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