
Jornal GGN – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou variação de 0,70% na primeira semana de maio, resultado 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Sete das oito classes de despesa componentes do índice ampliaram suas taxas de variação ao longo da última semana. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (de 0,14% para 0,61%), com destaque para o comportamento do item salas de espetáculo, cuja taxa passou de -0,75% para 2,83%.
Outros grupos que ganharam força no período de análise foram Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,37% para 1,50%), Vestuário (de 0,76% para 1,05%), Alimentação (de 0,86% para 0,93%), Transportes (de 0,05% para 0,08%), Comunicação (de 0,07% para 0,10%) e Habitação (de 0,57% para 0,58%). Os itens que se destacaram em cada uma destas classes de despesa foram medicamentos em geral (de 3,49% para 3,74%), roupas (de 0,98% para 1,28%), hortaliças e legumes (de 2,68% para 5,72%), seguro facultativo para veículos (de -0,56% para 0,09%), mensalidade para internet (de 0,05% para 0,32%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,59% para 0,85%), respectivamente.
Em contrapartida, apenas o grupo Despesas Diversas reduziu sua taxa de variação, passando de 0,61% para 0,59%. Nesta classe de despesa, o destaque partiu do item acesso à internet em loja, cuja taxa passou de 2,62% para 0,59%.
Na avaliação por itens, os produtos que exerceram as principais variações positivas durante o período de análise – variação percentual ao mês – foram tomate (de 19,39% para 21,46%), refeições em bares e restaurantes (de 0,98% para 1,03%), leite tipo longa vida (de 5,40% para 4,84%), aluguel residencial (de 0,74% para 0,73%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,59% para 0,85%).
Na outra ponta, as principais variações negativas ficaram com os itens batata inglesa (de -12,38% para -10,14%), gasolina (estável em -0,75%), tangerina/mexerica (de -9,04% para -15,71%), massas preparadas e congeladas (de -4,33% para -4,48%) e tarifa de telefone residencial (de -0,47% para -0,60%).
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