4 de junho de 2026

Preços ao produtor avançam 0,48% em agosto

Jornal GGN – O Índice de Preços ao Produtor (IPP) encerrou o mês de agosto com um aumento de 0,48% em relação ao visto em julho, revertendo a deflação observada entre julho e junho (-0,28%), de acordo com levantamento apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O dado positivo de agosto é o primeiro após uma série de cinco resultados negativos, embora tenha ficado abaixo do registrado em fevereiro de 2014 (0,52%). O total acumulado em 2014 ficou em 1,10%, contra 0,62% em julho. Na comparação com o mesmo mês de 2013 (acumulado em 12 meses), os preços aumentaram 2,50%, contra 3,46% em julho, quarto menor resultado da série, iniciada em dezembro de 2010, e ocorre poucos meses depois de ter alcançado seu pico, 8,24% (fevereiro de 2014).

Em agosto, 17 das 23 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra seis do mês anterior. As quatro maiores variações se deram entre os produtos compreendidos nas atividades de impressão (-2,07%), bebidas (1,89%), outros equipamentos de transporte (1,88%) e calçados e artigos de couro (1,64%). Em termos de influência, na comparação entre agosto e julho (0,48%), sobressaíram alimentos (0,12 ponto percentual – p.p.), outros produtos químicos (0,09 p.p.), veículos automotores (0,07 p.p.) e bebidas (0,06 p.p.).

No indicador acumulado no ano, as atividades que tiveram as maiores variações percentuais foram máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,59%), metalurgia (6,14%), móveis (4,53%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,52%). Neste indicador, os setores de maior influência foram alimentos (-0,47 p.p.), metalurgia (0,47 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,39 p.p.) e veículos automotores (0,30 p.p.).

Ao comparar agosto de 2014 com agosto de 2013, as quatro maiores variações de preços se deram em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9,84%), refino de petróleo e produtos de álcool (7,54%), calçados e artigos de couro (7%) e impressão (-6,90%). As principais influências vieram de refino de petróleo e produtos de álcool (0,82 p.p.), veículos automotores (0,37 p.p.), metalurgia (0,37 p.p.) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (0,27 p.p.).

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados