
Jornal GGN – Da mesma forma como aconteceu com o varejo restrito, o comércio varejista ampliado (varejo e as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção) recuou pelo segundo mês consecutivo, tanto em volume de vendas (-3,6%), quanto em receita nominal (-3,4%), ambas as taxas em relação a maio, com ajuste sazonal. Os números foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Já em relação a junho de 2013, houve recuo (-6,1%) no volume de vendas e na receita nominal (-0,1%). As taxas acumuladas, respectivamente no semestre e no ano, foram de 0,1% e 1,9%, para o volume de vendas, e de 5,7% e 7,4% para a receita nominal.
Segundo os dados divulgados, o desempenho reflete, sobretudo, o comportamento das vendas de Veículos, motos, partes e peças, que apresentou queda de -12,9% sobre maio de 2014 com ajuste sazonal, e -18,7% em relação a junho de 2013. A taxas acumuladas desta atividade foram de -7,9% nos seis primeiros meses e -4,3% nos últimos 12 meses. Além da redução do número de dias úteis, o desempenho da atividade também foi influenciado pelo menor ritmo do crédito e pelo comprometimento da renda das famílias, provocando desaceleração do consumo nesta atividade.
No Varejo Ampliado, seis das 27 Unidades da Federação registraram taxas de desempenho positivas. As maiores variações no volume de vendas ocorreram em: Acre (5,1%), Paraíba (4,9%), Rondônia (4,2%); Minas Gerais (3,4%) e Ceará com 2,8%. Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de Minas Gerais (3,4%); Ceará (2,8%); Paraíba (4,9%); Rondônia (4,2%) e Acre com 5,1%. Ainda por Unidades da Federação, o volume de vendas com ajuste sazonal de cinco estados teve variaçães positivas, na comparação mês/mês anterior, sendo eles: Paraíba (3,9%); Maranhão (1,6%); Rio de Janeiro (0,5%); Rondônia (0,2%) e Roraima com 0,1%.
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