4 de junho de 2026

Brasilianas: especialistas avaliam Base Comum Curricular proposta pelo MEC

O debate de hoje contará com a participação de Lisete Arelaro, que é diretora da Faculdade de Educação da USP, Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do movimento Todos Pela Educação e, para representar a gestão educacional na ponta, Maria Teresa Mesquita de Paula, pedagoga responsável pela Escola Criativa Idade. 
 
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Brasilianas.org – O Ministério da Educação (MEC) abriu para participação pública a discussão em torno da Base Nacional Comum Curricular (BNC). O objetivo desse instrumento é estabelecer uma base curricular mínima para garantir um sistema de ensino básico e fundamental mais uniforme no país. 
 
Atualmente, estados e municípios têm seu próprio método de ensino, com isso não é possível estabelecer, em nível nacional, padrões mínimos do que o aluno vai estudar em cada ano. Por exemplo, em que série do ensino médio a equação de segundo grau deve ser ensinada? Ou que tipo de formação histórica é necessária para o jovem? 
 
A BNC deverá ser entregue em março deste ano e, através dela, o MEC quer fixar um conteúdo mínimo de 60% em escala nacional, enquanto que 40% do método de ensino ficará a cargo das políticas públicas de cada estado e município. 
 
Nesta segunda (22), a partir das 23h, na TV Brasil, o programa Brasilianas.org avaliará essa proposta, e abordará também se a BNC dará espaço para métodos pedagógicos que ensinam a teoria junto com a prática, quando alunos são envolvidos em projetos que reúnem diversas áreas, promovendo no estudante o conhecimento multidisciplinar.
 
O debate de hoje contará com a participação de Lisete Arelaro, que é diretora da Faculdade de Educação da USP, Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do movimento Todos Pela Educação e, para representar a gestão educacional na ponta, Maria Teresa Mesquita de Paula, pedagoga responsável pela Escola Criativa Idade. 
 
Também contaremos com matérias sobre os desafios da implantação da BNC, entrevistando o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, e o professor Mackenzie Ivo Pons, um dos responsáveis pelo Design Possível, uma ONG que ensina design para pessoas comuns, envolvendo elas em projetos de impacto social.
 
Participe você também mandando perguntas para os entrevistados. Clique aqui.
Como a edição será gravada horas antes, receberemos as perguntas até às 16h.
 
Clique aqui e saiba como sintonizar o canal.
 

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4 Comentários
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  1. NICKNAME

    22 de fevereiro de 2016 3:02 pm

    Ao Brasilianas: o currículo das escolas são um nonsense

    uma pseudo carga de conhecimentos. “Mesmo” pra classe média economicamente confortável (infraestrutura). Estudantes pobres têm também uma carga absurda, e muitas vezes têm que ajudar tarefas de casa e de trabalhar nalguma coisa (uma pessoa q conheço nesses dias teve uma menina pra reorganizar as estantes de livros dele e comentou num blog que tem. Martins outras vezes falou sobre pedagogos e pedagogas, esses que vivem também em congressos e mais congressos , líderes sindidcais de faculddes de educação que logo gritaram, profs. doutores etc escreveram catataus contra um esboço que Mangabeira Unger tinha feito – Unger tinha consultado meiomundo , inclusive pedagosos abertos e pensantes.

  2. Anarquista Lúcida

    22 de fevereiro de 2016 7:27 pm

    Puxa, que escolha de especialistas…

    Nao digo sobre a professora da USP, mas um representante de uma Ong interessada em pautar a Educaçao nacional e uma diretora de escola particular… Imagino as observaçoes que farao…

  3. Fernando Cesar

    22 de fevereiro de 2016 8:15 pm

    Pelo menos a proposta

    Pelo menos a proposta contempla um pouco da Física do século XX. Antes parava no século XVIII.

  4. Cesario

    23 de fevereiro de 2016 12:10 am

    Compartimentalização

    Os temas interdisciplinares fundamentais não foram contemplados nessa proposta curricular. Contudo as questões polêmicas recheadas da ideologia compartimentalizada estão colocadas. Depois dizem querer fazer cidadania. Sem matemática e ciências. Impossivel!.

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