
Jornal GGN – Desde 2008 o desempenho do Estado de São Paulo, nas avaliações da Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), para o ensino médio, não era tão baixo. Português e Matemática dos alunos da rede estadual de ensino teve desempenho inferior a 2013 e o pior apurado em seis anos. No fim do fundamental, ou 9º ano, a nota média da rede caiu em Língua Portuguesa e teve leve aumento em Matemática, mas mostrou estagnação nos últimos seis anos.
Os resultados foram demonstrados na última edição do Saresp, que ocorre anualmente em toda a rede. Esses dados mostram problemas no ciclo final do ensino fundamental e no ensino médio, que são apontados como os gargalos da educação.
No ensino médio, a nota média decaiu, passando de 268,4 para 262,7 em Língua Portuguesa. O ideal é uma pontuação acima de 300. Esta nota demonstra que os alunos não percebem, em exemplo dado pelo Estadão na matéria sobre isso, que personagens emitem opiniões diferentes sobre um mesmo tema em uma tira de quadrinhos.
Matemática tem como nota adequada a marca de 350, e a nota média da rede passou de 270,4 para 268,7. Assim, seguindo o exemplo do jornal, o aluno não consegue interpretar os dados em uma tabela simples. A distância entre a nota apurada e aquela considerada ideal, em Matemática, representa mais de três anos de estudo.
O Estadão trouxe o tema em março deste ano, quando revelou que o ensino médio havia apresentado queda no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado (Idesp) entre 2012 e 2013, mas sem indicação sobre piora ou não do aprendizado.
O Idesp abarca dados como aprovação e adequação entre a série e a idade. O Saresp dá o outro universo, mas a Secretaria de Estado da Educação não divulgou os dados do Saresp junto com o do Idesp, em março. Segundo o jornal, os dados não foram divulgação oficialmente, apenas foram atualizados pela pasta no site da secretaria.
Ocimar Alavarse, professor da USP especialista em avaliação, em declaração ao Estadão, disse que o que mais preocupa é que os indicadores estejam há anos em níveis tão baixos. Segundo ele, os índices reforçam a avaliação de que as iniciativas do governador Geraldo Alckmin (PSDB) não têm surtido efeito, indicando que o modelo educacional também precisa ser repensado.
“Esses números colocam a necessidade de rediscussão dessa política, que foi estabelecida com bonificação a professores vinculada aos dados”, disse ele ao jornal. “Outros fatores pesam, como a complexidade da rede e o grande número de professores eventuais. Mas alguma coisa no modelo precisa ser revista”, completou.
Para o diretor do Instituto Ayrton Senna, professor Mozart Ramos Neves, os resultados mostram uma crise do modelo de escola para os jovens. “O resultado é claramente o efeito do distanciamento entre a escola e o jovem, que se manifesta e se perpetua de forma intensa no ensino médio”, diz ele. “Temos um currículo que não dialoga com o jovem e ao mesmo tempo professores de Geografia dando aula de Química, ou o contrário”, declarou ao mesmo jornal.
Para a Secretaria de Estado da Educação, não é possível interpretar o Saresp ignorando a complexidade da rede. “São Paulo foi o primeiro Estado a universalizar o ensino médio. É uma rede complexa, com 5 mil escolas, que nos anos finais recebem 82% de alunos de outras redes”, explicou Ione Assumpção, da coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação da secretaria, ao Estadão. “Há políticas como o currículo, formação de professores, que são de longo prazo. Há regiões com melhora”, completou.
Na outra ponta, apesar dos resultados sofríveis dos anos finais, a rede estadual de São Paulo obteve bons resultados no primeiro ciclo do ensino fundamental. Os dados do Saresp apresentam tendência de melhoria desde 2008 para o fundamental.
Com informações do Estadão
Jossimar
20 de agosto de 2014 8:29 pmMais uma mostra da
Mais uma mostra da competência da “jestão” tucana.
Está na lógica tucana: quanto mais burros os paulistas forem, mais votam em nós.
Mesmo que morram de sede. Mas, morram depois de votar.
alexis
20 de agosto de 2014 8:47 pmIsso dá…
por perder tempo lendo a revista VEJA, nas escolas e colégios de SP
Gersier
20 de agosto de 2014 10:03 pm“Tás brincando”
E o senhor Alkmim está à frente nas pesquisas? Mama mia,como são masoquistas certos paulistas.
Ah se a “ditadura” paulista fosse petista.Seria mais um prato cheioo p´ra mídia golpista.
A coisa
20 de agosto de 2014 10:19 pmComo sempre, o PIG vai meter
Como sempre, o PIG vai meter o resto do Brasil no meio. Se SP não prestar, o quê esperar dos demais? Se a turma do PSDB nada vez em quase 20 anos, não esprer que o petismo e aliados possa fazer melhor em menos de 80.
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http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,ministro-da-educacao-quer-revisao-do-ensino-medio-e-novo-curriculo,1546440
Andre Luiz RRR
20 de agosto de 2014 10:31 pmParabéns Alckmin!!!
Parabéns Alckmin!!!
DUDE
20 de agosto de 2014 11:06 pmESTÁ PIOR DO QUE SE BUSCOU DEMONSTRAR
O ensino fundamental e médio no estado de São Paulo está sofrível.
As pontuações são “fabricadas”.
Há analfabetos sendo gerados no ensino fundamental.
E no ensino médio, há ainda muitos deles.
E é triste esta constatação.
Perguntem aos professores o porquê disto tudo?
É fácil responder, em síntese:
a) baixa valorização do professor;
b) aprovação automática, versão paulista da progressão continuada.
Há muitos outros fatores, mas penso que estes dois acima são os mais importantes.
Só não vê quem não quer.
Quem gosta de números para o Banco Mundial não tolera reprovação.
Então, está aí o resultado.
O governo do Estado é o grande responsável pelo que está aí, com a colaboração de centenas de prefeitos.
E isto explica, com facilidade, o porquê do sucesso tucano em São Paulo.
Luis Fraga
20 de agosto de 2014 11:33 pmMas isto é útil !
Ora ora,
O objetivo deve ser exatamente este…Uma criança que cresce sem saber fazer contas nem interpretar textos, será um ótimo adulto eleitor do PSDB.
Dá para garantir a perpetuidade dos ômi.
Vida longa ao Alckimin em São Paulo!
muito útil mesmo
21 de agosto de 2014 12:39 amQue sujeiro saberia conta e
Que sujeiro saberia conta e ainda votaria em partido que começa já refinaria super faturada em 4bi, a conta já passou dos 20bi e ainda nem terminou 60%? Portanto, meu caro, vamos deixar de fora o que ser para nós dois e vamos lascar pedraqda na Marina ou morrendo os dois afogados nos votos dela
Roberto Monteiro
21 de agosto de 2014 11:52 amEis a prova do fato.
Quase não dá para entender o que escreve este ser que se diz útil.
bianca soares
21 de agosto de 2014 11:37 pmExcelente analise, Luis.
Excelente analise, Luis.
PIG quer pior
21 de agosto de 2014 12:47 amnem viou lembrar do que o PIG
nem viou lembrar do que o PIG fez pelo fato do MEC creditar como legítima expressão ¨Nós pega peixes¨ pois são coisas como essas que lascam quando nossas escolas não valorizam o que os nossos estudante já trazem pronto. E a guerra do PIG vai começar de novo, o que só fará com que as comadas mais populares não possam ascender na escola
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http://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br/2014/08/20/quem-precisa-abolir-o-h/
Aos fatos
21 de agosto de 2014 12:54 amOs alunos têm que tirar um
Os alunos têm que tirar um dia de aula para frazer tais provas sem ganhar uma bolacha, enquanto, depenndo de suas notas, os professores da escola podem ganhar o equivalente a um carro de luxo zerinho. A tendência é mesmo fazer tudo errado. E tanto isso é fato que quando entram via cota em curso superior são de desempenho acadêmnico de igual e até melhor do que todos.
giselle 123
21 de agosto de 2014 1:00 amContinuamos formando
Continuamos formando analfabetos funcionais, q apenas decoram textos para passar nos vestibulares e depois sentarem na bancada do JN.
peregrino
21 de agosto de 2014 1:14 amde repente temos resultado da magia dos mestres tucanos…
20 anos de governo são mais do que o sufucientes para testar hipóteses, como a que coloco a seguir:
inicialmente facilitam o aprendizado, mas assim que a mente do aluno apresenta condições de criticar o governo, passam a dificultar
desenhando: como a Veja é só elogios, não é preciso interpretar
peregrino
21 de agosto de 2014 1:27 amse na televisão funciona maravilhosamente bem…
por que não funcionaria nas escolas?
assim que alguns passaram a defender que os petistas estavam fazendo a cabeça de professores e alunos, fiquei com a certeza de que era exatamente o contrário, de que eles, os tucanos, é que estavam fazendo isso
Então
21 de agosto de 2014 10:17 pmO PT e os coroneis Viana tem
O PT e os coroneis Viana tem isso no Acre e qual é resultsdo do mesmo por lá?
Duro de entender
21 de agosto de 2014 1:27 amAlgum tempo atrás estive
Algum tempo atrás estive conversando com colega que trabalha em universidade pública quando esse me falou que iria ministrar umas disciplina do PARFORCAPES ( http://www.capes.gov.br/educacao-basica/parfor) num determinado muncípio. Eu sei o IDEB de lá é como se os professsores não soubesse bulufas. Para piorar esse reprova aos quilômetros ministrando essas disciplinas em mais de três meses, quando no caso seriam duas semanas de aulas por cada uma. Quando ele voltou, fiquei sabemo que só deu excelente de cabo a rabo. Segundo ele esses sabem até mais do que ele, apenas nunca tiveram oportunidade de tirar diploma. Nisso mudei de concepção e de conversa, fomos falar do seu carro novinho
peregrino
21 de agosto de 2014 1:35 amsegredo é a escolha de uma pontuação “ideal”…
com isso se pode avaliar qualquer merda como tendendo ao ideal……………………..é o truque
reparem: em todos os casos levam ao elogio, nunca às críticas
bianca soares
22 de agosto de 2014 12:40 amEssa é a estratégia tucanalha
Essa é a estratégia tucanalha de manutenção de votos. Quanto mais deixar os jovens burros e alienados, mais interessante para eles. Detalhe: esses mesmos que criticam a compra de votos do Bolsa Família kakakaka.
Os tucanalhas sofrem de esquizofrenia, ao achar que existem apenas três candidatos, e que dois deles estão ligados diretamente ao PT.
A culpa não é só dos alunos não. Estudei minha vida toda na escola estadual e vi que o buraco é muito mais embaixo. Pra começar a falta de professores, ainda mais efetivos. No ginásio, fiquei quase uma série inteira sem aprender matemática, sem aprender álgebra, frações, progressão geomética, aritimética, etc. Ah, e a professora eventual passava textos porque não dava aula de matemática.
Pensa comigo: como você vai ter estímulos em uma escola abandonada, onde o diretor tá pouco se lixando pra qualidade da escola, ele só quer pressionar os alunos pra tirar notas boas no Saresp e assim recebem mais dinheiro do governo, a comida é horrível e dá dor de barriga, você não tem estímulo nenhum em tirar boas notas, já que aluno vai passar sem saber mesmo…a tal da progressão continuada.
Passado alguns anos, o problema da falta de professores efetivos continuou. Fiquei 1 ano sem aprender Física e Biologia. Apenas 3 professores eram efetivos. O resto era tapa buraco, um entra e sai que ficavam 2 meses.
Na minha turma tinha muita gente talentosa, que só precisava de um bom ensino e estímulo. Felizmente alguns professores nos davam força pra que entrássemos no ensino superior, mas a barreira é muito grande.
Já faz 4 anos que terminei o Ensino Médio com todos os déficits e só agora consegui entrar na faculdade de grande nome através do grande programa do Lula com o ProUni. E digo, não é fácil. Não pude fazer cursinho por falta de condições financeiras, então os mesmos déficit que trouxe do Ensino médio me acompanham agora, e como essa base me faz falta! Quase reprovei em algumas matérias por falta dessa base.
Ah, e Não me venham falar em falta de esforço. Voces conseguem tirar leite de pedra? Não né.
É tudo falso
22 de agosto de 2014 5:56 am~Essa choradeira em geral de
~Essa choradeira em geral de que o nosso ensino básico seria ruim é para se pagar ao docente o que não presta. De fato é um dos melhores do mundo, pois só tira doutorado quem sabe e muito além do comum. Dos milhares da rede pública que foram para fora via o Ciência Sem Fronteira também apresentam desempenho acadêmico melhor do que todos.
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Em sua última edição (Outubro de 2012), na página 37, a renomada revista Scientific American publicou um artigo com dados sobre os ‘Melhores Países na Ciência’. Nele, me chamou atenção que o Brasil está situado na sétima posição em número de doutores formados, na frente de países tradicionalmente reconhecidos nesta área como Canadá, Espanha, Austrália, Suécia, Suíça (12º lugar), Polônia, Holanda (14º lugar), Áustria, Bélgica, Finlândia e Dinamarca (24º lugar).