Dilma amplia vantagem sobre Marina no Vox Populi desta quinta

Jornal GGN – Pesquisa Vox Populi encomendada pela CartaCapital mostra que se a eleição fosse nesta quinta-feira (25), a presidente Dilma Rousseff (PT) teria marcado 38 pontos, contra 25 de Marina Silva (PSB) e 17 de Aécio Neves (PSDB). Em suma, Dilma oscilou para cima e abriu 13 pontos de vantagem sobre Marina, que caiu 3 pontos. No segundo turno, Dilma virou e está numericamente à frente.

Vox Populi/CartaCapital: Dilma abre 13 pontos sobre Marina

Da CartaCapital
 

A presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, abriu 13 pontos de vantagem sobre Marina Silva (PSB) na disputa presidencial, segundo a nova rodada da pesquisa Vox Populi / CartaCapital. Dilma tem 38% das intenções de voto, contra 25% de Marina e 17% do terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB). O Pastor Everaldo (PSC) tem 1% dos votos, enquanto os outros candidatos não pontuaram.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 10, Dilma oscilou dois pontos para cima, de 36% para 38%, enquanto Marina caiu três, passando, passando dos 28% para os 25%. Assim como Dilma, Aécio também oscilou para cima dentro da margem de erro: foi de 15% para 17%. O número de eleitores indecisos variou de 13% para 11%, e o de votos nulos e em branco permaneceu inalterado, em 7%.

Na simulação de segundo turno, o empate técnico persiste, mas Dilma aparece numericamente à frente de Marina. A petista foi de 41% para 42%, enquanto a candidata do PSB passou de 42% para 41%. Em um eventual segundo turno com Aécio Neves, Dilma foi de 44% para 45% dos votos, enquanto o tucano foi de 36% para 37%.

Leia também:  Eleições municipais: partidos apostam em candidaturas conservadoras para conseguir voto da direita

O Vox Populi entrevistou 2 mil eleitores em 147 municípios de todas as regiões do País entre 23 e 24 de setembro. A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-00757/2014, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

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40 comentários

  1. Há diferença na metodologia

    Há diferença na metodologia dessa pesquisa com a pesquisa Vox Populi/Record de 2 dias atrás ou não?Estranho…

  2. Em qual Vox acreditar?

    Na que fez a pesquisa pra Record, dando 40 x 22 x 17, ou a publicada dois dias depois? Que deu agora 38 x 25 x 17?

    Pela leitura dos dados, Marina despencou pra 22, e dois depois, sem que nada de relevante tenha ocorrido, cresceu pra 25?

    • .

      Dilma oscilou dentro da margem de erro. Aecio ficou igual e Osmarina oscilou apenas 0,8% fora da margem de erro. 

       

      Não é tão absurdo assim…

       

      O problema maior não foi a avaliação do primeiro turno, mas sim a variação do segundo turno, totalmente fora das margens de erro.  

       

       

    • Oscilação normal, meu caro

      Vai chegando a hora da decisão e  as placas tectônicas se movimentam.

      O que importa é que a diferença de Dilma para os outros candidatos somados que era de 40×41 aparece agora em 38 x 43.

      Ou seja, de 1 para 5 pontos (dentro da margem de erro). Outros caíram de 2 para 1 pp.

    • A rigor, de uma pesquisa para

      A rigor, de uma pesquisa para outra houve uma oscilação dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos. Ou seja, na primeira Dilma teria entre 42,2 e 37,8, Marina entre 24,2 e 19,8 e Aécio entre 19,2 e 14,8. Na segunda, Dilma teria entre 40,2 e 35,8, Marina entre 27,2 e 22,8 e Aécio entre 19,2 e 14,8.

      Nas duas pesquisas, tanto a encomendada pela TV Record/Jornal da Record quanto a feita para a Editora Confiança/Carta Capital, foram ouvidos 2 mil eleitores em 147 cidades.

  3. Ninguém entende P. nenhuma destas pesquisas.

    Ninguém entende  P. nenhuma destas pesquisas. Isto tudo é papo furreco. Vem umas análises de que fulano caiu, beltrano subiu quando no mesmo instituto na anterior os números apontavam ao contrário. Isto é uma porcaria. Nenhum país do mundo tem tanta pesquisa assim. Isto dever ser para mobilizar militância e para influenciar o eleitorado, só pode!

  4. Baseado na pesquisa

    Baseado na pesquisa Ibope

    Dilma lidera em todos os estados brasileiros.

    Perde apenas em SP (diferença diminuindo), DF, Espírito Santo e Acre.

    Empate técnico em Minas, Rio e Paraná. Nos 3 Dilma está apresentando crescimento.

    Ou seja. Essas pesquisas são uma tremenda bobagem. O cenário continua o mesmo há mais de 2 anos. Dilma vencerá. Muito provavelmente em 1o turno.

    Obs: Eu moro em SP, e até agora não conheci nenhum eleitor de Marina. Devem ter vergonha de falar.

     

  5. Nassif, vou fugir da pauta .

    Nassif, vou fugir da pauta . Está ocorrendo um protesto  contra falta d’agua SP .

    É o pessoal da periferia . Me parece organizado pelo MTST ou coisa parecida.

    Informe para aa galera . Grato .

    • Aecio, voce por aqui?  Que

      Aecio, voce por aqui?  Que surpresa!

      Eh que eu era professor em Minas antes da sua destruicao da classe inteira e eu queria que voce queimasse nos quintos dos inf…

  6. O Vox se enrola

    Nassif, o Vox está se complicando. Há dois dias (23) sai uma pesquisa do Vox na Record dando Dilma com 40 e Marina com 22 (18 pontos de diferença) no primeiro turno. No segundo Dilma com 46 e Marina 39.

    Agora, Dilma “sobe” para 38 (na record era 40) e Marina “cai” para 25 (Record, 22) e no 2º turno Dilma “sobe” para 42 (Record, 46) e Marina “cai” para 41 (Record, 39)?

    Essa foi horrosa para o Vox. Pegou muito mal.

    • concordo “prenamente” (rsrsrsrs)

      Não filiado ao PT mas sempre votei no partido. Também sempre achei que o Datalho “segura” (pra cima) os números dos candidatos de oposição e as vezes “segura” (pra baixo) os números pró-PT.

      Mas essa últiam do VoxPopuli realmente pegou mal. Não mudo meu voto pelas pesquisas, continuo com DIlma. Só acho  mas que o instituto precisa pelo menos, se explicar

    • Explicação

      Pela preservação do (bom) conceito do Instituto, acho que ele nos deve um explicação plausível e mais do que urgente.

  7. O problema não é acreditar ou

    O problema não é acreditar ou  nao acreditar nas pesquisas. Mais importante do que elas é o modo como são divulgadas. As pesquisas desse tipo têm aperfeiçoado bastante as técnicas de amostratgem. Mas há fatores que escapam e. em eleições apertadas, podem mudar tudo. E tem uma coisa mais do que importante: a taxa de abstenção. Isso pode afetar brutalmente os percentuais. Ás vezes isso decide uma eleição – é o caso Zapatero, 2004, Espanha. 

  8. Parece que são duas pesquisas

    Parece que são duas pesquisas distintas , feitas de formas diferentes. Só pode. E não estou entendendo também. Anteontem o Jornal de Record divulgou uma pesquisa Vox com Dilma 40%, Marina 22% e Aécio 17%.

    De qualquer maneira, nessa pesquisa de hoje a Dilma continua vencendo em primeiro turno. Vamos considerar uma margem de erro de 2% para essa nova pesquisa. Então a Dilma pode ter 40%, a Marina 23%, o Aécio 15 e a soma dos demais candidatos, com a margem de erro, pode ter 1%. Viram como a Dilma nessa pesquisa, considerando a margem de erro, vence a eleição em primeiro turno ? Dilma com 40% e a soma de todos os candidatos, menos a própria Dilma, 39%. Reeleita em primeiro turno.

    E é isso que vai ser. A Presidenta Dilma será reeleita em primeiro turno.

    Não querem o “já ganhou”. Perceberam ?

     

  9. Again o Vox Populi?
      Eles

    Again o Vox Populi?

      Eles ainda”acham provável o segudo turno”?

      Isso é provocação?

          Mantra petista?

          Ou é pra expulsar pessoas sensatas do blog?

  10. Pesquisa boa é a que será

    Pesquisa boa é a que será feita no dia 5 de outubro, de 08:00hs ás 17:00hs.

    O resto é conversa fiada,e uma forma desses institutos encherem a burra de dinheiro.

    É claro que todos os institutos estão torcendo para haver 2°.

    Para continuarem mamando nas têtas generosas dos partidos.

  11. Mais do que uma terceira via, uma segunda via a esquerda.

    Nassif, para colaborar com o debate!

     

    Mais do que um terceira via, necessitamos de uma segunda via a esquerda.

    Essa eleição para presidente está sendo ótima para demonstrar alguns pontos de grande importância para o processo continuo de consolidação da democracia Brasileira. Como observado por muitos e confirmado pelas pesquisas de intenção de voto, grande parte do eleitorado clama por mudanças e o rompimento da polarização entre PT e PSDB. Quando Marina Silva surgiu como opção após a morte de Eduardo Campos, encampando um discurso de terceira via, tendo sido parte do governo do ex-presidente Lula, angariou instantaneamente o voto dessa parcela da população, que via nela um ponto de equilíbrio entre os pontos positivos dos governos do PT (a área social) e do PSDB (controle da inflação).

    Devido ao pouco tempo para estruturar sua campanha (não foi uma continuação da campanha de Eduardo Campos) e seus números nas pesquisas de intenção de votos, criou-se um vácuo prontamente ocupado pelo campo econômico conservador, representantes do mercado financeiro, que viram nela uma chance de voltarem ao comando do Estado, com uma nova roupagem, esvaziando a candidatura de seu representante tradicional, o PSDB. Eles sabem que as chances de se elegerem via PSDB são mínimas.

    Com o decorrer da campanha, as ideias de seus representantes foram sendo expostas via declarações de seus formuladores econômicos (Gianetti da Fonseca, Lara Rezende, e Alexandre Rands, que apareceu do nada de forma polêmica querendo enterrar Celso Furtado). Não acredito que Marina Silva tenha entendido de fato o que eles propõem, mas a impressão que passa é que ela é coadjuvante de sua própria candidatura, acreditando nesses economistas devido suas formações (chegou a declarar: “qual é o problema de ter pessoas qualificadas ao lado”, numa referencia ao PHd no MIT de Lara Resende e a conceituada formação de Eduardo Gianetti. Uma conclusão comum daqueles que contratam olhando currículo e não escutando e entendendo suas ideias). Os seguidos desmentidos a declarações desses assessores (mudanças na CLT, mudar o regime de partilha do pré-sal, manutenção dos programas sociais somente se for possível com o ajuste fiscal) é uma clara demonstração que ela não está no controle da formulação de seu programa de governo. Pior ainda é tentar agradar a todos, o que é impossível.

    É claro que não há problema nenhum em ter pessoas qualificadas ao seu lado, mas economia não é só questão de qualificação, mas também de posicionamento (o pessoal que acha que é ciência exata não desiste). Ao contrário do que possa imaginar sua equipe e o que entendimento raso possa indicar, o PSDB de fato está identificado com o fim da superinflação, mas um apanhado dos índices de inflação e crescimento durante seus governos em comparação com os governos do PT demonstra clara vantagem para o segundo. Acabar com a superinflação é uma coisa, a partir daí o jogo é outro. Ou seja, o lado social do PT com a politica econômica do PSDB, na realidade é incompatível. A defesa desse ponto de vista gera essa instabilidade que no final das contas resulta nas retratações e mudanças constantes, gerando a tal desconfiança que os mesmos tanto criticam o governo, mas no campo econômico. Engraçado notar que a “confiança” do mercado é a desconfiança da população em termos sociais.

    A partir daí, bastou a campanha do PT jogar a candidatura Marina no colo do mercado financeiro. O que era uma terceira via passou a ser a nova/velha via. Não adianta reclamar que está sendo atacada, ela perde pontos devido a suas próprias fraquezas e por ter abraçado um setor que é claramente rejeitado pela grande maioria da população. Apesar de não ser um processo claro para o cidadão comum, quando escutam palavras chave como “ajuste fiscal”, “atualização da CLT”, “duro, mas necessários ajustes”, esse candidato começa a afundar. Isso significa que, se o neoliberalismo (hardcore, não o praticado pelo PT) quiser voltar, terá que mentir na cara dura, correndo o risco de impeachment logo após a máscara cair. Não tá fácil pra ninguém.

    Agora, vamos imaginar um cenário hipotético. E se Marina tivesse mantido seu discurso de nova politica, mas não tivesse abraçado o mercado financeiro com tanto ímpeto? E se mantivesse uma abordagem de não confronto com o PT e PSDB e fizesse as críticas justas ao governo sem encampar as bandeiras do neoliberalismo? Se mantivesse seu plano de governo original, que socialmente realmente era bem avançado? Acredito que ela poderia romper a dualidade e ser a terceira via clamada pela população, ou melhor, a segunda via a esquerda.

  12. Você já viu o desinteresse da

    Você já viu o desinteresse da gang de Marina para com o PSB?

    http://www.psb.org.br.

    Error: 503 – Service Unavailable

    Domínio temporariamente indisponível

     

    Para eles, o PSB não existe mais.

  13. Não entendi nada. Não era 40

    Não entendi nada. Não era 40 x 22 x 17 há dois dias atrás?? Ea gora Dilma sobe (?) e vai para 38?? Nassif, explica aí. 

  14. boa a pesquisa para

    boa a pesquisa para dilma,

    mas é estranha a diminuição

    da diferença em relação a pesquisa da record.

  15. A maior parte dos evangélicos está fechada com Marina

    Conversei com vários evangélicos. O discurso é o de que, apesar de gostarem do governo do PT, vão votar em Marina, pois se identificam mais com ela. Não teve um evangélico com quem eu conversei que não tivesse essa opinião. É um voto consolidado, sem chances de mudar (creio que a maior parte dos votos consolidados dados a Marina vem dos evangélicos). O simples fato dela ser declaradamente evangélica é mais do que suficiente. Isso causa um frisson entre eles. Marina vai ter uma votação muito forte entre os evangélicos. Eu diria que para mais de 50%, certamente. Talvez chegue a 60% dos votos entre o eleitorado evangélico. Vai ser um maremoto de votos. O segredo está no fato do evangélico ver e chamar o outro evangélico de “irmão”. Marina é, portanto, uma “irmã” para os evangélicos. Isso é muito forte ideologicamente.

    • Acho que essa sua análise e

      Acho que essa sua análise é mais torcida do que constatação. 

      Marina deve ganhar entre os evangélicos, mas não nessa proporção que você supõe.

      E Dilma será muito votada nesse segmento também. Tudo isso baseado nas pesquisas publicadas até agora.

       

  16. A verdade é que essa eleição está ainda muito disputada

    Tanto no 1º turno, com uma tênue possibilidade de vitória que parecia descartada de Dilma, quanto no 2º turno, com uma eleição acirrada entre Dilma e Marina.

    Essa eleição só vai ser decidida quando terminar a apuração ou quando a margem aberta pelo primeiro colocado não puder ser revertida pelos votos que faltem apurar, o que somente acontecerá na reta final da apuração, quando algo em torno de mais de 95% das urnas estiverem apuradas.

    Qualquer projeção antes disso é temerária. O que eu percebo é que, mesmo quando Dilma sobe, e ela fez isso nas últimas pesquisas, e mesmo que Marina desça, o que também aconteceu, o crescimento de Aécio faz com que a eleição continue equilibrada no 2º Turno.

    Dilma tem grandes dificuldades para a reeleição porque este ano não houve a polarização clássica. Ela luta na verdade contra dois grupos de eleitores que tendem a se unir no 2º turno. Por isso que a subida dela nas pesquisas não muda muito o cenário de equilíbrio na disputa.

    Nesse ponto, a eleição presidencial de 2014 lembra a eleição de 1989. Lula e Brizola fizeram uma disputa espetacular para ver quem iria para o 2º turno. Chegaram a alternar essa posição durante vários momentos da apuração. Lula só confirmou sua ida para o 2º turno nos momentos finais da apuração. Essa disputa entre Lula e Brizola foi o que tornou o 2º turno de 1989 tão disputado entre Collor e Lula, mesmo quando Collor tinha ampla margem durante todas as pesquisas eleitorais realizadas no 1º turno. A eleição se tornou acirrada em 1989 precisamente porque houve uma união entre os eleitores de Lula e Brizola para derrotar Collor. O resultado final da eleição de 1989 foi consequência de circunstâncias da campanha amplamente conhecidas e que dispensam comentários.

    Neste ano, vai ter também 2º turno e a disputa vai ser voto a voto, com mais ou menos a repetição do fenômeno da união de dois grupos de eleitores para derrotar o terceiro candidato, que lidera as pesquisas. E aqui um elemento preocupa a campanha de Dilma. No 1º turno, com um tempo de propaganda muito superior ao de Marina, ela, ao que tudo indica, não conseguirá vencer. No 2º turno, quando há igualdade no tempo de propaganda eleitoral, as coisas podem ficar muito mais difíceis. Marina pode vencer essa eleição quando as condições do horário eleitoral gratuito se igualarem.

    • O segundo turno é da Marina p/ “perder”

      Os americanos tem uma expressão (usada tb em política) “essa função e sua p/perder”. Uma tradução simplista é que a função será sua dependendo muito mais do que você fizer do que o que os outros fizerem contra você.

      Acho o tempo de TV absolutamente crítico. Não sei se no segundo turno é vinte minutos para ambos os candidatos (provavelmente será partilhado com as campanhas estaduais). Mas imagine São Paulo, por exemplo, se não houver segundo turno p/governador, a Dilma sendo bombardeada diariamente. É algo inteiramente novo. Mesmo no Nordeste. As pessoas não tem o acesso que o pessoal do blog tem à grande imprensa.

      Essa conversa da independência do Bacen (independentemente de ser contra ou a favor) foi passada aos eleitores menos informados (de maneira constrangedora) como “os banqueiros malvados vão tirar a comida da sua boca”. Funcionou porque não houve réplica. As pessoas não leem Valor Econômico etc.

      Os desdobramentos da delação premiada do diretor da Petrobrás então, nem se fala, era p/tirar a Graça Foster e todo mundo em função de chefia desde o presidente até o faxineiro. Trabalho perto da Petrobrás, o evento do Lula com os petroleiros aqui foi horrível, parecia escola de samba de terceira divisão. O desgaste é evidente.

      Duvido que as pessoas tenham a dimensão do que está acontecendo lá. Imagino um segundo governo Dilma, ela vai ter pesadelos com a palavra Petrobrás.

      A história é outra no segundo turno. Leio as pesquisas de outra maneira, é inacreditável uma candidata sem nenhuma estrutura estar nesse momento com 40% no segundo turno. Aliás, se ela estivesse com 35%, já seria incrível.

      Eu mesmo não conheço a Marina, tenho basicamente as mesmas críticas ao governo que o Nassif e o Quireza, por exemplo, mas eles me farão votar em qualquer condidato que não a Dilma, enquanto que eles ficarão com o governo. Muitos eleitores do Lula não petistas se dividiram dessa maneira.

      Não existe nenhuma possibilidade do pessoal do Aécio votar na Dilma, a transferência será quase total.

      Se a Marina não for uma catástrofe no segundo turno, ela ganha.

      Estou convicto do que falei há dois meses, ou a Dilma leva no primeiro turno ou dança…

  17. componente religioso

    vc coloca em pauta um componente religioso. mas esse componente tb pode ser cooptado ou pode ser manipulado pela equipe da dilma.outra: sua torcida lhe cega para ver que os evangelicos não sao tao unidos assim principalmente quando se trata de defeder o seu espaço de influencia. existem muitos lideres evangelicos que nao estao com marina e principalmente se assutam quando veem malafaia ne frente de apoiadores da marina. outra coisa que não sei como anda mas acho que vai aconntecer é a reação da igreja catolica e pricipalemnte seus padres ao ver a possibilidade da figura de uma evangelica tomar o principal poder do país. duvido que os padres vaõ ficar de braços cruzados vendo perder a guerra simbolica para os evangelicos. ja nao basta perder fieis agora vão ter que aceitar tb uam evangelica no mais alto poder. sabemos que a igreja esta elitista e cega mas isso ela nao vai aceitar pois o poder religioso é muito simbolico. outra 2: as outras religiioes vao se sentir representada pela marina, acho muto dificil. entao para resumir a queda da marina começou quando justamente o malafaia apareceu, entao este componente religioso esta mais para um calcanhar de aquiles da marina do que sua fortaleza.

  18. O eleitor não conhece o programa de Marina

    Marina foi benefeciada por um estranho acidente o que a colocou no campo no tempo 45 do jogo sem que a platéia conheça o jogo dela, sabe que ela uma jogadora com cara de pobretona, que se parece com Lula, que é evangelica, etc. Mas não sabem nadica de nada do seu programa neoliberal de governo de estado mínimo para o povão e máximo para o banqueiro. Não creio que o eleitor, na hora H, vote contra seus próprios interesses

  19. Jogo eh jogo, treino eh

    Jogo eh jogo, treino eh treino. Deixemos as pesquisas pois no dia 5 de Outubro poderemo ter a definicao de tudo. Ainda tenho para mim que Marina soh esta caindo pq NUNCA subiu tanto assim, ou seja, os tais institutos sempre aproveitando a eleicao para fazer caixa.

  20. Um pouco de quiromancia.

    Compilação gráfica básica de pesquisas desde o final de Agosto até agora, não considerei o período antes da morte de Eduardo Campos (lembremos que ele patinava na casa do 8% a 9% de preferência pelo eleitorado).

    Legenda de institutos:

    VP (Vox Populi), DF(Datafolha), IB (Ibope), SE (Sensus), MDA

    Acrescentada linha de tendência para Dilma, Aécio e Marina; numa levantamento estatístico sério, uma linha de tendência é um ótimo indicativo do que pode ou deve acontecer em um determinado sistema (físico ou antropológico) estudado, o que, pelos menos pra mim, não é o caso dos levantamentos eleitorais que esses institutos fazem; mesmo assim nos dá uma ideia de como os senhores das pesquisas estão se movendo para que até o dia 05/10 não sejam tão astronomicamente desmoralizados.

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