
Fotos: Reprodução
Jornal GGN – Enquanto o país vivenciou diversos episódios de violência nesta semana por eleitores de Jair Bolsonaro (PSL), o candidato da extrema-direita tentou contrapor a publicidade negativa que recaiu sobre ele tentando vincular o nome de seu adversário, Fernando Haddad (PT), ao caso do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e aos escândalos de corrupção da Lava Jato.
Em tom de radicalismo e sem muitos argumentos lógicos, uma das propagandas divulgadas na televisão nesta sexta (26), o programa de Bolsonaro cita o mensalão como “uma praga que tira comida da mesa dos brasileiros, deixa pessoas na fila da saúde e tira crianças da escola”.
Até chegar a trechos das acusações de Mônica Moura, esposa do marqueteiro João Santana, ambos presos pela Lava Jato, contra a campanha de Haddad na Prefeitura de São Paulo, em 2012, por suposto recebimento de caixa dois.
No outro extremo do radicalismo, a publicidade eleitoral desta sexta de Bolsonaro usou de trechos da bíblia, para trazer a imagem de que o candidato do PSL “libertará” o país: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, diz o trecho da Bíblia João 8:23, reproduzido pela propaganda e imendando que o PT “desrespeita a fé do povo brasileiro”.
No coro endossado popularmente pelo eleitorado de Bolsonaro para não votar em Haddad, outra parte da propaganda do presidenciável afirma que “agora é o Brasil contra o PT” e que Bolsonaro uniria o país, em “um governo para todos”.
Já o candidato do PT, Fernando Haddad, apostou no slogan “hora da virada” e “vira voto” em seus programas transmitidos ontem, mostrando a queda nos eleitores de Bolsonaro e aumento dos votos em Haddad, com uma redução na diferença entre ambos nas pesquisas de intenções de votos.
E em tom mais conciliatório, Haddad diz: “Quero conversar com você que está angustiado com o futuro do País. Serei o presidente do diálogo que constrói pontes e garante a paz”.
E, ao contrário das sustentações de Jair Bolsonaro, a publicidade de Haddad afirmou que ele “não é o candidato do povo, é o dos milionários” e reforçou os episódios que representa seu programa de governo e ideias que estimulam a violência: “Bolsonaro não respeita os pobres”, “Bolsonaro é ódio e violência”, reforçou a narradora.
Marcos Antônio
27 de outubro de 2018 1:07 pmTudo tem um preço, um
Tudo tem um preço, um custo…
O bolsonaro tem capacidade de dizer coisas atrozes e no instante seguinte falar de Deus, familia…
Como armas e familia podem andar juntos?
Como a falta de respeito ao ser humano e Deus podem andar juntos?
Acreditar em bolsonaro é dar crédito a falsidade…
emerson57
27 de outubro de 2018 2:13 pmmuares
Nem todo santista vota em Bolsonaro.
Só os burros!