5 de junho de 2026

Marina come do fruto da demonização da política, por Francy Lisboa

Francy Lisboa

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Nesses períodos que antecedem a campanha eleitoral, até mesmo argumentos de que a mídia não tem nada a ver com a demonização do PT começam a surgir em comentários de pessoas ditas “progressistas”. Percebe-se que a votação não será baseada em partidos, mas sim no candidato, pelo menos no caso de Dilma e Marina.

As chamadas jornadas de Junho de 2013 foram exaustivamente analisadas como descontentamento com a política e nesse vácuo oportunistas começou gerar o discurso de pairar acima da atividade mais básica de uma sociedade:  a Política.

O falecido Eduardo Campos e sua vice por conveniência, e hoje forte candidata, Marina Silva, começaram mal. Não há nenhuma contribuição consistente de quem nega os partidos e a atividade política. Apresentar-se como novo colocou Marina a mercê de todas as analises buscando as contradições e elas aparecem aos berros.

Esse primarismo político talvez explique o porquê ela é comparada ao ex-presidente Fernando Collor. Erundina, hoje coordenadora da campanha de Marina Silva, já havia dito que Marina Silva deseduca  ao negar a política.

A verdade, Marina apenas surfa na demonização que se tornou mais intenção pela incapacidade da imprensa em viver ideologicamente em paz com o Partido dos Trabalhadores. Como está fácil não ter propostas para o Brasil, pois mesmo o PT mostrando em sua propaganda que nem tudo é caos como alguns apontam, é possível votar em quem só trabalha na base dos clichês.

Nunca a sensação de que de fato existe a entidade coletiva Homer Simpson se fez tão forte. Vale qualquer coisa, até mesmo não ter propostas concretas e realistas. Ao contrário do que disse Nassif em seu Post, Marina não traz nada de novo, apenas o fato de quem está propondo é ela e não o Governo bolivariansitascomunistascheguevarista… ista do PT.

Tudo isso porque ela se apresenta acima das negociatas da política, uma tolice sem fim. Costumo dizer que não existiriam os santos católicos se eles soubessem o que são de fato. Nada, absolutamente nada supera o escrutínio. O que vale é o pragmatismo, o bom pragmatismo para discernir se as contradições são fortes o suficiente para mudar a percepção de risco ao votar em A B, ou C.

Mas esse pragmatismo não existe. Marina e seus aliados (Neca, Gianetti, etc) são o retrato da Velha Política indo no vácuo oportunista de surfar em dos principais males que assolam a população brasileira: a descrença na política. Isso por si só já é motivo suficiente de que Marina não está interessada em melhorar o Brasil, apenas surfa na sua ignorância política potencializada em doses homeopáticas pela mídia.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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62 Comentários
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  1. Francy Lisboa

    26 de agosto de 2014 11:38 am

    Nassif ou Lourdes, pq eu as

    Nassif ou Lourdes, pq eu as vezes eu nao consigo editar os textos da minha pagina? O link de editar simplesmente nao aparece.

     

    1. Ivan de Union

      26 de agosto de 2014 11:54 am

      (Francy, provavel Flash

      (Francy, provavel Flash desatualizado, verificar.  Mais disturbante eh o botao de “contato” que desapareceu pra mim.)

    2. Sergio Saraiva

      26 de agosto de 2014 11:59 am

      Francys é o cara.

      Significa que seu post está na “primeira página”.

      https://jornalggn.com.br/

      Comentários que receberam respostas também não podem ser editados.

      1. Francy Lisboa

        26 de agosto de 2014 12:08 pm

        Obrigado Sergio, dessa eu nao

        Obrigado Sergio, dessa eu nao sabia. Abs

        1. João Maria Fernandes de Sousa

          26 de agosto de 2014 1:39 pm

          Uma dica

          Francy, uma maneira fácil de evitar erros antes de postar, é fazer primeiro o texto num word da vida e após colar no post, principalmente sendo um texto longo.

          1. Francy Lisboa

            26 de agosto de 2014 1:42 pm

            Eu tento fazer isso, mas acho

            Eu tento fazer isso, mas acho que o Word eh mais burro do que eu rsrs.

             

            Abs

    3. ljunior

      26 de agosto de 2014 12:12 pm

      Está perfeito

      Parece que esse é o preço da exposição de uma excelente postagem. O texto não precisa de retoques. Parabéns. 

  2. JoãoPaulo

    26 de agosto de 2014 11:43 am

    Errado. Marina não é contra a

    Errado. Marina não é contra a política, mas contra a politicagem, que é o que vem sendo praticado no Brasil desde a redemocratização.

    E quem poderia ser a favor politicagem?? Só mesmo aqueles interessados em manter o status quo, no caso atual o PT.

    Por isso tantas críticas à Marina neste e em outros espaços desinados ao elogio governista.

    1. Francy Lisboa

      26 de agosto de 2014 1:03 pm

      Joao, nao se trata de ser a

      Joao, nao se trata de ser a favor de coisas erradas, e por favor defina o que eh “politicagem” para voce. A questao eh nao entender que o basico da vida eh ceder para avancar. O PT era inocente demais antes de entrar na presidencia, nao eh atoa que fazia oposicao burra a aspectos importantes ao Brasil como a CPMF e o Plano Real, extamente como faz a oposicao hoje, mesmo esta tendo estado no Poder por 8 anos e visto que o jogo eh a vera. Marina terah que se expor as barganhas em prol dos seus projetos, eu nao a demonizarei por isso, soh quero que ela pare com essa palhacada de achar que estah acima das negociaoes, ela nao eh uma Monarca, ela nao foi Ungida.

      1. Alvaro Braz Maciel

        26 de agosto de 2014 3:22 pm

        Politicagen

        Falou pouco e disse muito.

    2. drigoeira

      26 de agosto de 2014 1:04 pm

      ERRADO!!!

      Politicagem existe em todo país democrático. Tem que acabar é com a politicagem predatória.

      E você faz politicagem todo dia, com seus amigos, inimigos, seus filhos e sua esposa. Porque os políticos não podem fazer politicagem???

    3. Marco Antonio Silva

      26 de agosto de 2014 2:21 pm

      A Marina e sua turma tem principios éticos?

      A Marina e sua turma tem principios éticos? Não faça-me rir..

      Pergimte a Monsanto,,,o marido da Marina é agente da Monsanto,,,e tem mais gente conforme aponta o ttexto é de Jânio de Freitas,

      http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/2014/08/1505817-em-torno-do-aviao.shtml

      1. Fernando Ferreira

        26 de agosto de 2014 5:15 pm

        Marco, me manda para um

        Marco, me manda para um endereço para ler Janio de Freitas, mas querem que seja assinante. Nem de graça, pois já me ofereceram um mês grátis e não aceitei.

        1. Nira

          26 de agosto de 2014 8:10 pm

          Nesse link costumo entrar

          Nesse link costumo entrar direto para as colunas dele e nunca foi pedida assinatura :

          http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/

          Aliás, não entendi a alusão do comentário acima, que se apoia na coluna do Janio . Pelo que li, Janio considera uma apelação imoral a cobrança que Aécio Neves faz a Marina Silva sobre suspeitas de irregularidades no uso do jato.

          Adendo : o Aécio não está só nessa cobrança estapafúrdia. Mas, conforme previ há uns dias, à falta de pó já começaram a falar no chazinho do daime.

           

           

    4. Juliano Santos

      26 de agosto de 2014 3:37 pm

      Meu caro, tu és o típico

      Meu caro, tu és o típico consumidor de clichês, público alvo da estratégia da dupla Osmarina-Neca do Itaú.

      Não sei qual sua idade, mas se for muito baixa, ainda verás que o mundo não é assim tão simplório. Não dá para dar conta dele nos poucos caracteres de um twitter ou do tal “what’sup”.

      Por isso que todos os “marineiros” se perdem quando são instigados a se aprodundar na questão da diferença entre politicagem e política. E principlamente, em como “a nova política” da Marina poderia dar conta de questões muito concretas, como a aprovação de projetos no Congresso, por exemplo. De forma imaculada, sem cheiro de “politcagem”

      Só plebicito? Como? Mas a mídia que sustenta a “sustentabilidade” da Osmarina é contra. Diz que é “chavizmos”. Não vi até agora a musa da nova política entrar nesse debate. Ela escorrega quando seu calo com o pig aperta.

      Até agora na “nova política” só vemos retórica e messianismo. Ou seja, mais velho que isso impossível

    5. Ivan de Union

      26 de agosto de 2014 3:52 pm

      “E quem poderia ser a favor

      “E quem poderia ser a favor politicagem?? Só mesmo aqueles interessados em manter o status quo, no caso atual o PT”:

      Mostre nos UM compromisso de Aecio ou Marina com projetos presentes que dao certo e que ou Marina ou Aecio apoiaram ou apoiam.

      Nao ha sequer unzinho.

  3. Marco Antonio Silva

    26 de agosto de 2014 11:49 am

    Desde quando me entendo por gente

    Desde quando me entendo por gente nenhum presidente trabalhou tanto como Dilma, o próprio Lula diz isso, o que Marina faria em termos de se superar a Dilma? Implantar o ensino pago nas universidade, proposta de Gianneti? Deixar que os banqueiros definam a taxa de juros? É esse o novo? Tá mais para volta da velha politica da Era FHC

  4. Ivan Arruda

    26 de agosto de 2014 12:03 pm

    Marina tem a vantagem de

    Marina tem a vantagem de verbalizar bem e não se atrapalhar com as palavras. Ela não tem preocupação em ser caipira e não se embola com frases inconclusas recheadas de veja bem e eu acho. Como a Marina não tem problemas com bebida e droga seu discurso é limpo e preferível ao de quem se nos aparenta bêbado mesmo quando sóbrio, pois a ironia e o deboche permeiam sempre suas chapadas palavras. Entre votar numa candidata que cairia como o Collor ou governaria com a pusilânimidade do ególatra, fico com a Dilma.

    1. MThereza

      26 de agosto de 2014 1:00 pm

      Entre Aécio e Marina, também

      Entre Aécio e Marina, também fico com Dilma. E Marina está se aperfeiçoando no idioma “marinês”. É uma espécie de linguagem só para iniciados ou pra quem tomou muito chazinho da floresta. Sérgio Porto já teria feito um livro com o que ela fala.

  5. Assis Ribeiro

    26 de agosto de 2014 12:06 pm

    Bingo, Francy

    É incrível que mesmo com ataques constantes e diários contra o governo Dilma:

    1) Os discursos dos candidatos e seus assessores prometem o que o governo vem realizando

    2) Quando apostam no novo repetem os programas do PT e fazem alianças políticas no mesmo patamar, ou piores

    3) Na falta do realmente novo repetem o mantra da mídia de inflação descontrolada quando ela segue os limites das metas e tem seus menores índices históricos.

    4) Repetem que Dilma é centralizadora. Um acinte para quem acompanha a política e conhece os estilos de Aécio e de Marina.

    1. Sergio SS

      26 de agosto de 2014 1:16 pm

      Pois é Assis, 
      Quando eu digo

      Pois é Assis, 

      Quando eu digo a amigos ou familiares eleitores de Aécio que ele vai continuar o Bolsa-Família, as cotas etc, eles ficam completamente desnorteados nos seus argumentos e, em geral, a discussão se encerra…rs.

  6. Homb

    26 de agosto de 2014 12:08 pm

    ignorância política também é uma política

    ignorância política também é uma política, assim apostou e ganhou o fernando collor

    lembram dos descamisados, aqueles fora do estado, portanto fora da política?

    ora, o brasil mudou e hoje ninguém mais está fora do estado, ou é invisível a ele, de modo que não há espaço para um novo fenômeno eleitoral, a marina, usando o mesmo apelo

    a palavra demonizar se encaixa perfeitamente na lógica de vida de muitos evangélicos, ampliando as fronteiras do salão de culto para as ruas e agora para dentro da política, pois somente assim serão expulsos os demônios que a dominam…

    enfim, sempre é tempo de afirmar que o estado brasileiro é laico e democrático porque nossa civilização aceita e promove a diversidade de culturas e comportamentos, apesar das dificuldades em desconcentrar a renda (este, sim, o grande tema nacional).

     

     

     

     

  7. Gardenal

    26 de agosto de 2014 12:15 pm

    Com o alegado “incêndio” dos

    Com o alegado “incêndio” dos documentos, a gente pode considerar que o avião da Marina era uma espécie de “PREFEITURA QUE VOAVA”?

  8. Arthemísia

    26 de agosto de 2014 12:27 pm

    E a maior prova de tudo o que

    E a maior prova de tudo o que você disse Francy é que Marina é uma candidata sem partido com chances de se eleger. É o fundo do poço.

  9. chico da dilma

    26 de agosto de 2014 12:46 pm

    Grande Francy.

    Homeopáticas?Cavalares mesmo.

  10. Sergio SS

    26 de agosto de 2014 1:13 pm

    Tiro no pé…

    Perfeito Lisboa, seu comentário é uma síntese da atual guerra política promovida pela grande mídia.

    Já comentei outras vezes que, ao “provocar a ira” de (e)leitores contra o sistema político, por meio da super exposição diária e forjada de que a corrupção está vencendo a democracia (quando na verdade sabemos que o que ocorre é o contrário e nunca se combateu tanto a corrupção no Brasil, tendo como exemplo de liderança neste quesito os governos do PT), a grande mídia traria um efeito contrário ao desejado pelos barões dos meios de comunicação.

    Neste momento as redações estão sem chão, pois já perceberam que seu candidato não vai ao segundo turno e a Marina seria “mais do mesmo” pois certamente não mudará em nada as políticas sociais e de re-estruturação do Estado que vem sendo feito pelos governos do PT. Estou bastante curioso para ver como a grande mídia vai conduzir este processo, mas certamente a desconstrução da Marina está sendo preparada, em conjunto com o QG do Aécio (que bem sabemos que não é exemplo de jogo limpo em eleições).

  11. Alexandre Weber - Santos -SP

    26 de agosto de 2014 1:14 pm

    A banca renova suas esperanças

    Já que  a surrada dupla PT- PSDB mostra sinais de fadiga do material e a Dilma não se mostrou tão dócil como o Lula, a banca e o mercado financeiro internacional, num momento de “sorte” está aproveitando com muito pragmatismo a morte do Eduardo para substituir seus cavalos no páreo presidencial.

    Assim, saem o PT e o PSDB e entra a rede, que ninguém sabe o que é, mas que está 150% alinhada com os interesses do governo mundial e a banca da financeirização fraudulenta que se move pelo planeta.

    Vivemos em tempos interessantes!

  12. Jair Maia

    26 de agosto de 2014 1:36 pm

    Marina vai reduzir os gastos bilionários do Judiciário?
    Juízes que são pegos roubando no Brasil são punidos com a aposentadoria. Os juízes do Brasil estão entre os mais bem pagos do mundo e a Justiça deste país é lenta e corrupta. Não se justifica o país gastar tanto dinheiro com o pagamento de altos salários e benefícios para os juízes. Este é um problema grave que tem fomentado a corrupção em nosso país. Pergunto: Qual candidato vai enfrentar este problema de corrupcao em nosso país?

  13. Mogisenio

    26 de agosto de 2014 1:41 pm

    Estados Unidos da república ( ops) res privada do Brasil

    Caro Francys

    de uma maneira geral eu acho que entendi o que você quis dizer.

    Parece-me que você quis nos passar uma análise – não vou dizer política para não cair no clichê – do andamento das principais campanhas para presidência da república. Até mesmo pelas fotos e pelo texto dá para se ter essa noção “infográfica”.

    Porém, vou  tentar analisar mais   atentamente  algumas passagens  de seu texto. Vejamos.

    Seu texto: Percebe-se que a votação não será baseada em partidos, mas sim no candidato, pelo menos no caso de Dilma e Marina.

    Meu comentário: Ora, essa é a regra brasileira. Não votamos em partidos. Votamos em candidatos. Votamos em “salvadores da pátria” desde sempre, inclusive, no Getúlio, paí do pobres,  no JK, 50 em  5,  no Collor ( cassador de marajás), no FHC pai do real( há controversias), no Lula, pai dos pobres versão século XXI na Dilma, comadre do pobres  e por ai vai.

    Ora é claro que a votação não será baseada em partidos, mas sim no candidato. Até mesmo a legislação brasileira, em matéria de votoção, nos leva a votar no candidato, para o cargo no poder executivo. Mas a picaretagem está na votação dos “candidatos do partido”. Você vota numa pessoa e elege outra , de quebra!  

    Portanto, neste ponto já  estou discordando de sua análise.

    Outra passagem de seu texto:

    (…)descontentamento com a política e nesse vácuo oportunistas começou gerar o discurso de pairar acima da atividade mais básica de uma sociedade:  a Política.”

    Meu comentário:

    Não creio que há mais  tanto idiota  por ai. Eu fiz minha pesquisa. Foi feita  entre pessoas de várias classes sociais, apenas como curiosidade pessoal de minha parte, portanto, sem qualquer vínculo partidário. Fiz várias perguntas há várias pessoas das mais variadas “classes”. Meu sentimento é o de que o número de otários tem reduzido. As pessoas sabem diferenciar POLÍTICA de POLÍTICOS. Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa. Melhor dizendo, não há otários mais por ai.

    As pessoas estão com o saco cheio de políticos profissonais eternos. E já sabem que o VOTO não resolve muito coisa neste país. Noutras palavras, o voto não resolver p… nenhuma!)  Voto , por si só, considerando-se o contexto brasileiro, não resolve m…. nenhuma!.   Ora, se você vota sem qualquer debate,   não resolve nada! Note bem, estou falando de DEBATE e não de fraude, como por exemplo, aquela que ocorreu lá em 1989.

    Democracia NÃO É VOTO, não é  escrutínio! Democracia é debate(sério) e aplicação do que foi debatido´, transformando o status quo. É, portanto,   RISCO. O instrumento FINAL é o voto. Voto É TÃO SOMENTE O INSTRUMENTO FINAL DA DEMOCRACIA.

    E por ser risco, os “investidores , em regra, tem aversão ao risco, sobretudo, o sistêmico. Logo, a democracia é incompatiível com o sistemão pseudo capitalista mundial.  Democracia é mais uma das FALÁCIAS do mundo desde sempre.

    A SEGURANÇA JURÍDICA , sobretudo, constitucional vem sendo travestida de democracia neste país de “harmonização entre contrários”, otários.

    Creio que o povo está ficando com o saco cheio desta suposta concatenação de acorde dissonantes! Ou talvez, de uma harmonização clássica e perfeita que só atende aos interesses atemporais da ortodóxica fraude social!

    Seu texto: “Costumo dizer que não existiriam os santos católicos se eles soubessem o que são de fato.”

    E o que os santos católicos são no brasil a não ser um fruto da COLONIZAÇÃO, que por sinal, está contido nas cabeças de todos os “brasileiros”. Já fomos colonizados e , portanto, não há como escapar dos Santos.

    Lado outro,  perguntemos aos  ex-“índios”( índio canonizado)  o que eles acham dos “jesuítias”,ou mesmo dos franciscanos, ou dos Frades, ou mesmo  das festas juninas e fálicas de “São João”.  Seria importante compreender a disputa  da “mula sem cabeça” e do saci pererê versus Santos e sua catequese.

     

    Seu texto: Nada, absolutamente nada supera o escrutínio. O que vale é o pragmatismo, o bom pragmatismo para discernir se as contradições são fortes o suficiente para mudar a percepção de risco ao votar em A B, ou C.

    Meu comentário:

    Já antecipei um pouco acima e aqui vou discordar frontalmente. É claro que o DEBATE SUPERA o escrutínio. O RISCO supera o escrutínio. A TRANSFORMAÇÃO supera o escrutínio. Aliás, um dos males brasileiros é exatamente acreditar que o escrutínio resolver alguma coisa. A votação pode ate ocorrer formalmente, mas esta não muda em essência quase nada.

    O sulfrágio universal é mais uma falácia contida no texto constitucional. Ora, votar e ser votado é bem diferente de votar e ter a possibilidade de ser reamente votado, SEM FINANCIAMENTO PRIVADO! 

    Ex: vote, com escrutínio secreto ou não, uma lei para implantar a REFORMA AGRÁRIA neste país, de maneira séria, tocando na ferida latifundiaria da monocultura, e portanto, nos  interesses das capitanias hereditárias que até hoje estão presentes nessa terra,   para ver se no dia seguinte você não ligará a televisão e  assistirá a um novo BIG BROTHER DO  SAM  do século XXI, agora  com ajuda dos amigos da Souborne ou de Harvard ( se preferir)

    Portanto, meu caro,  muitas condutas superam a do  escrutínio. Ratifico-lhe, escrutínio está mais para um  instrumento!

    Outro Ex: vote ,apenas, um orçamento/lei, legítimo, constitucional, soberano,  que destina o ABSURDO PAGAMENTO de JUROS E AMORTIZAÇÕES DIÁRIAS para o bando de URUBUS MUNDIAIS e veja se os tal ESCRUTÍNIO vai servir para alguma coisa. Talvez, sirva para “abutrizar” o brasil também, não!?

     

    Portanto, meu caro Francys, embora creio  que esteja lhe compreendendo , assim, meio que de maneira geral, não há como concordar com as teses que você apresentou no presente post para justificar a sua opinião.

     

    Saudações

  14. Free Walker

    26 de agosto de 2014 1:41 pm

    Posso estar enganado,

    Posso estar enganado, provavelmete, mas acho que o Aécio está “mineirando”. Enquanto marinistas e dilmistas se decladiam numa guerra fraticida via midia, o candidato tucano fica quieto e fazendo showmicios junto ao povo, do RS ao CE, aguardando a poeira baixar para entrar de sola.

    Posso estar enganado, provavelmente…

  15. Vladimir

    26 de agosto de 2014 1:53 pm

    A candidata do PSB ou o do

    A candidata do PSB ou o do PSDB tanto faz. A mídia,diante dos olhos de todos nós,conseguiu seu intento que era provocar uma ojeriza a política e,sobretudo,ao PT. Antes da atual candidata do PSB entrar definitivamente no páreo os números das pesquisas mostravam-se praticamente os mesmos que serão mostrados atualmente,ou seja,cerca de 60% dos votos não estarão com a presidenta Dilma.

    Estes números e a campanha diuturna realizada contra a presidenta também estão e estiveram a disposição do governo e do PT. Se nada fizeram contra isso é porque acreditaram e continuam a acreditar que somente a campanha do rádio e televisão serão suficientes para garantir a vitória.

    Se prevalecesse somente a lógica isto seria real.No entanto,em política,lógica é somente um dos componentes e,nem sempre,o mais  importante.

  16. Assis Ribeiro

    26 de agosto de 2014 2:21 pm

    Na veia

    “Enquanto Aécio é alinhado ao liberalismo por tradição partidária, Marina estaria em sintonia com os objetivos neoliberais por conta de sua ideologia ambiental: a reforma do modelo econômico rumo à sustentabilidade proposto pela ex-senadora exige uma “freada” na economia similar à proposta pelos economistas ortodoxos.”

    Vitor Nuzzi e Diego Sartorato, da RBA

    1. AntonioBeraldo

      26 de agosto de 2014 6:50 pm

      Vitor e Diego,
      tocaram

      Vitor e Diego,

      tocaram exatamente no fulcro do raciocínio da REDE/Marina/PSDB.   

      Desenhando-se,

      ” alto desemprego, com quebradeira geral, contínua e imprevisível da indústria –  via aumento progressivo de juros. ” 

      ” Drástico aumento da carestia geral entre a população, excetuando-se, óbviamente, as classes abastadas.” 

       

  17. Testemunha de VEJAiova"

    26 de agosto de 2014 2:28 pm

    o maior risco do projeto

    o maior risco do projeto marina pela elite é a democracia

    relacao com capital estrangeiro, banqueiros nacionais, bc independete, fim estruturacao da infra, rede social, economistas neoliberas, arrojo, pre sal, etc etc etc,,,nada disso tao perigo como RISCO A DEMOCRACIA no brasil, negacao a politica na mesma linha da imprensa elitista, ela nao é nada alem do que imprensa quer que ela seja,,,, fim da representacao, ficaremos a merce da imprensa e judiciario

    O papel dos partidos

     

    Merval Pereira, O Globo

    Com o retorno da ex-senadora Marina Silva ao proscênio da vida política brasileira na disputa pela Presidência da República, está em debate a importância dos partidos na democracia representativa. Marina, em reunião com aliados no primeiro dia de candidata, insistiu no descrédito do que chama de “velha política” junto à opinião pública e ressaltou que a aliança que importa neste momento é com a sociedade, não com os partidos.

    Em outra ocasião, disse que o presidente “não é propriedade de um partido. A sociedade está dizendo que quer se apropriar da política. E as lideranças políticas precisam entender que o Estado não é o partido, e o Estado não é o governo”. Sua velha amiga e agora coordenadora da campanha presidencial, Luiza Erundina, do PSB, fizera há algum tempo uma crítica a essa visão de Marina, que agora foi revivida na internet.

    Erundina dizia, em síntese, que Marina, embora seja “uma pessoa maravilhosa”, “entra no senso comum da sociedade do ponto de vista de negar a política, de negar o partido. Tanto é que (criou) uma Rede, não partido. Acho que isso desorganiza, deseduca politicamente. Não há política e não há democracia sem partidos. Pode ser um partido dentro da concepção do que ela defende, mas não negando o partido, não negando a política”.

    O tema foi também abordado esta semana pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em palestra no ciclo “Novos olhares” – Perspectivas políticas do século XXI: crise e reinvenção da democracia –, na Academia Brasileira de Letras, sob a coordenação do historiador José Murilo de Carvalho. Segundo Fernando Henrique, “se quisermos repensar a democracia não podemos cair na armadilha de achar que com menos liberdade e com autoritarismo se vá conseguir. É preciso reafirmar que não se trata de cancelar a democracia representativa, mas de ampliá-la, de encontrar mecanismos que possam comunicar a democracia representativa com as outras formas de manifestação da sociedade”.

    Ele ressaltou que alguns passos já estão sendo dados, que não há lei importante que não seja apresentada na internet para consulta pública, ou mesmo decisões que são tomadas após audiências públicas. “Geralmente quem se apresenta para opinar são os grupos de interesse, daí a necessidade de ter mecanismos de representatividade, como é o Congresso”, comentou.

    O risco, advertiu, é fazer isso de forma autoritária. “O decreto criando os conselhos populares é o oposto disso. É o Estado tentando organizar a sociedade civil, um passo para aumentar o grau de controle do Estado sobre o indivíduo”. As transformações havidas na sociedade foram de tal natureza, e o empoderamento do indivíduo é crescente de tal maneira, que os partidos ficaram limitados diante das expectativas gerais que existem”, disse. 

    “Estamos em uma época em que é preciso fazer uma releitura da pessoa”, lembrou o ex-presidente. “Não se trata da volta ao individualismo, quem está ligado a uma rede está opinando, é parte daquilo, mas tem sua individualidade. Nada a ver com ser do partido e seguir a orientação geral”.

    O mundo contemporâneo implicaria preservar essa capacidade de escolha e ao mesmo tempo fazer parte, ter uma identidade, que é global. “Sonho, talvez, mas uma possibilidade que se divisa como nunca antes. Acrescentar ao interesse de pessoa, ao de uma classe, de nação, o que diz respeito a uma comunidade mais ampla, à Humanidade”. Mas Fernando Henrique disse não acreditar que sem as instituições esses mecanismos tenham condições de duravelmente afetarem o comportamento das pessoas.

    “Acho que é preciso prestar atenção à representação, a despeito de todas as dificuldades, é preciso tentar dar vida aos partidos. E fazer com que os partidos tomem partido. Como eles partem de uma posição de apenas querer votos, não tomam partido, e ao não tomar partido as pessoas não acreditam no que dizem”.

    “Os partidos passaram a ser um agregado de pessoas que querem um pedacinho do orçamento. O sistema é corrompido. Isso é a deterioração da democracia representativa”, insistiu Fernando Henrique. Para ele, reinventar a democracia é um processo social em curso.

    Mas fez uma ressalva: “a cultura política brasileira precisa ser alterada, sem essa mudança nada acontecerá. E essa mudança cultural se dá pela exemplaridade, pela repetição, pelo embate, e nós ainda não temos uma cultura democrática”.

     

  18. Tagutti

    26 de agosto de 2014 2:39 pm

    Até concordo com o

    Até concordo com o comentarista no atacado, mas existe um “cadinho” de autocomplacência nesse discurso, já que negligencia a contribuição histórica do PT nessa demonização.

    Isso porque o slogan “Nova Política”, que hoje parece estar nas mãos de Marina Silva, um dia já esteve com o PT.

    Tanto que, se cotejarmos a eleição de Lula/02 com as intenções de voto da pessebista no último Datafolha, veremos que sim, o partido já exerceu forte atração sobre a juventude das classes médias urbanas. E não só. Ao contrário de Marina/PSB, o PT possuía militância capilarizada, o apoio dos mais importantes movimentos sociais, base intelectual sólida e a total ausência de partidários envolvidos em escândalos de corrupção.

    Por ser o único partido, no pós-redemocratização, com organização e conteúdo programático o suficiente para disputar a opinião pública mesmo sem maioria parlamentar, havia a expectativa de diversos setores na sociedade que um governo Lula repetisse o caráter combativo que o PT tinha na oposição. A caminhada do PSDB para a direita e do PT para o centro, todavia, colocaram em aberto o papel que o último partido sempre ocupou, deixando inúmeros eleitores/militantes órfãos.

    Para piorar, o escândalo do Mensalão (em que, sem adentrar em polêmicas, no mínimo foi provado o uso de recursos não contabilizados de campanha, algo que vários petistas admitem) passou a impressão para o grande público que, além do afrouxamento ideológico, o partido passou a adotar práticas que condenava terminantemente.

    Ora, se primeiramente houve desilusão com o PSDB, que se deslocou da social-democracia para o neo-liberalismo de FHC, mas também com o PT, que se deslocou do socialismo dos tempos de oposição para o reformismo fraco do “lulismo”, o eleitor passou a ter que optar ou por uma coalizao de centro, ou por uma coalizao de centro-direita/direita, um bipartidarismo que nem de longe dá conta de todas as demandas represadas.

    Colocado numa sinuca de bico, o discurso demonizador da política, que iguala todos os partidos políticos, torna-se muito atraente para o eleitor. Por isso, a busca pela redenção em figuras vistas como “outsiders”, tal qual Marina Silva, que surfa numa onda que pode tragar petistas e tucanos.

    Olha, esse discurso que redime completamente o PT, subtrai a responsabilidade das lideranças que, por muito tempo, beneficiaram-se com o deslocamento ideológico do partido ao centro, pode até ser consolador, mantém a militância animada, mas não deveria ser adotado por quem se preocupa com o partido no médio e longo prazo.

    Sem resgatar certas raízes, sem uma profunda autocrítica ganhe-se ou não as Presidenciais, perdida a bandeira de esquerda, das reformas sociais, o partido corre grande risco de se tornar um PMDB 2. Aí cabe decidir: se reciclar, igual fez Bachelet no Chile (não tratando manifestantes como “coxinhas” e abraçando DE VERDADE sua demanda principal), ou empurrar as coisas com a barriga até o (inevitável?) surgimento de uma esquerda partidária forte e não-petista.

    Complacência por complacência, o mundo gira, a lusitânia roda e quem se fecha em discursos autoconglatulatórios corre o risco de ficar na saudade.

    1. lenita

      26 de agosto de 2014 8:44 pm

      Aceitando a sua crítica e até

      Aceitando a sua crítica e até concordando em vários aspéctos, duas coisa tem de ser ditas e que explica muito as mudanças do PT. 1º) O governo Collor, que apesar de ser o “mocinho” apresentado pela mídia, foi retirado da presidência, por achar que podia governar sozinho e no Brasil,  não pode!. 2º) o PT foi caçado pela mídia desde o 1º dia de governo. Se ele deixou alguns órfãos, foi aquele grupo sonhador, utópico e que desconhecia, como acredito a Marina tb, a história da política brasileira, a formação do país e os grandes grupos que sempre dominaram, sendo a imprensa o grande porta voz deles.

      Considerando tudo isto, creio que o PT optou por fazer o que dava para ser feito e dentro de algumas práticas cconsolidadas, ou jamais teria a presidência.

    2. Clever Mendes de Oliveira

      27 de agosto de 2014 1:03 am

      Argolo, sua retórica de argumentação é equivocada

       

      Tagutti (terça-feira, 26/08/2014 às 11:39),

      Desculpe-me por ter usado o seu comentário para criticar o de Alessandre de Argolo que enviou terça-feira, 26/08/2014 às 11:41, um comentário logo após o seu intitulado “É uma visão equivocada comum dos eleitores de Dilma”. Utilizei o seu comentário por dois motivos. Um foi em razão da forma retórica que ele utilizou para analisar criticamente o texto da Francy Lisboa e utilizando o título do post para dizer algo que ele não faz dentro do comentário dele, pelo menos com a mesma expressão do que se poderia chamar retórica arrogante do pedantismo sapiente. Utilizando o nome dele, eu não me refiro a você o que minora minha falta com você e ao mesmo tempo utilizo de uma argumentação parelha a dele.

      E a segunda razão foi que eu fiz um comentário para a Francy Lisboa que enviei terça-feira, 26/08/2014 às 14:17, em que pretendia iniciar fazendo referência ao seu comentário e ao dele. Quando observei que os comentários iam aparecer em ordem inversa do normal eu optei por deixar de mencionar vocês dois no meu comentário que iria fatalmente para a segunda página. Assim faço aqui junto ao seu comentário as considerações que eu queria fazer quando iniciei o meu comentário para Francy Lisboa.

      Junto ao post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando” de sexta-feira, 22/08/2014 às 06:54, aqui no blog de Luis Nassif e de autoria dele, na terceira página do post há um comentário seu enviado sexta-feira, 22/08/2014 às 11:02, para o qual eu enviei um comentário sexta-feira, 22/08/2014 às 14:29. Nele eu dizia concordar com sua equiparação do PT de antigamente com a Marina Silva de sempre e como as reivindicações dos manifestantes das manifestações de junho de 2013. No entanto eu recriminava você não revelar sua posição em relação ao que era o PT de antigamente, o que era a Marina Silva de sempre e o que eram as reivindicações dos manifestantes das manifestações de junho de 2013.

      Você me respondeu sexta-feira, 22/08/2014 às 19:44, dizendo que o PT deveria ter agido mais de acordo com o que o PT acreditava e que você era crítico do modelo que o PT resolveu adotar para governar o Brasil. Não foi uma resposta direta, mas ficava subentendido de que o que eu acreditava representar o atraso, ou seja a atuação do PT de antigamente, a de Marina Silva de sempre e as reivindicações das manifestações de junho de 2013, eram para você o correto e, portanto, o avanço. Em suma temos ideologia distintas.

      Depois ainda no post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando”, eu aproveitei um comentário seu que ainda se encontra na primeira página e enviado sábado, 23/08/2014 às 08:27, para repetir esta avaliação que eu faço do comportamento político do PT de antigamente, da Marina Silva de sempre e das manifestações de junho de 2013. E mais ainda, fiz referência ao que eu considero um erro de avaliação de dizer que a Marina Silva seria um simulacro do que foi o PT. Em meu entendimento, a Marina Silva é relativamente verdadeira no posicionamento dela. Como creio que era verdadeiro o posicionamento do PT antigamente. Em minha avaliação assim como era sincero o PT, mas era o atraso, também a Marina Silva é o atraso mas é sincera.

      E além disso como o seu comentário que ainda se encontra na primeira página dizia respeito a postura política em uma campanha política eu aproveitei para colocar minha opinião divergente da sua, pois para mim em uma campanha política tudo é possível. O que os candidatos têm que buscar é o aumento do número de eleitores que vão votar no candidato. E o único limite do candidato é a lei. E embora a campanha seja pública ela não é regida pela lei da Administração Pública que só se permite fazer aquilo que a lei autoriza. Em uma campanha política pode-se fazer tudo desde que não seja proibido por lei.

      E mais, eu recriminei você também por um parágrafo que estava no seu primeiro comentário que se encontra na terceira página do post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando” em que você dizia o seguinte:

      “A raiz da insatisfação das classes médias urbanas com Dilma, então, vai desde o desencanto pelo fato do partido adotar práticas tradicionais que suas lideranças enchiam a boca para condenar (como o “Mensalão”), até os acordos políticos com Sarney e Calheiros, que Marina jura de pés juntos que não fará”.

      Sobre esse parágrafo do seu primeiro comentário e que eu transcrevi acima, a minha crítica foi a que se segue:

      “É importante perceber que partido nenhum pode fazer campanha alegando que o adversário comete crime de caixa dois e agora crime de corrupção. Fazer campanha assim é crime. Então, embora o conteúdo da frase que eu transcrevi esteja correto no sentido de que a insatisfação das classes médias urbanas decorre da ação por parte do PT de práticas tradicionais que as lideranças do partido condenavam, o seu exemplo do que seria esta prática é infeliz e totalmente despropositado”.

      Resumindo, eu quis dizer que o Mensalão não é prática política. O mensalão é crime. Esta sua exemplificação faz-me lembrar de um post de Luis Nassif e que eu critico bastante e sempre que posso eu o menciono em meus comentários. Trata-se do post “FHC combate o fisiologismo que praticou” de quarta-feira, 16/11/2011 às 09:59, e que pode ser visto no seguinte endereço:

      https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/fhc-combate-o-fisiologismo-que-praticou

      No post “FHC combate o fisiologismo que praticou”, Luis Nassif diz o seguinte logo no início:

      “O fisiologismo é uma praga do modelo político brasileiro”.

      Eu creio que o termo brasileiro não mede a capacidade de visão de Luis Nassif que tem os olhos postos no mundo, mas esqueçamos este questionamento sobre particularizar o fisiologismo para o modelo político brasileiro. Guardemos apenas a expressão: “o fisiologismo é uma praga”.

      Vejamos agora como Luis Nassif encerra o que ele tinha que falar sobre o que dissera Fernando Henrique Cardoso na entrevista ao Estadão onde segundo Luis Nassif, Fernando Henrique Cardoso se posicionou contra esta prática. Diz ele lá antes de apresentar exemplos de fisiologismo praticados no governo de Fernando Henrique Cardoso na formação do seus ministérios:

      “O difícil é colocar o guizo no pescoço do gato. Como garantir a governabilidade sem sistemas de cooptação política?”

      Então para Luis Nassif o que é uma praga tem que ser praticado para garantir a governabilidade. Há aqui que considerar o que exatamente Luis Nassif considera como fisiologismo. Se ao dizer que fisiologismo é uma praga ele esteja referindo-se ao fisiologismo identificado em algum tipo penal, então não é admissível que se use o fisiologismo para garantir a governabilidade. Pensar que um tipo penal pode ser utilizado na prática política seria transformar a política em uma atividade criminosa.

      A única aceitação do que Luis Nassif diz no post “FHC combate o fisiologismo que praticou” é que Luis Nassif está idealizando a política e na idealização dele, o fisiologismo não poderia existir. É claro que a idealização de política de Luis Nassif nunca vai existir e o fisiologismo como prática inerente a democracia representativa nunca vai poder deixar de existir e é a sua existência é comprovação da força da democracia representativa.

      Fiz todo este preâmbulo para mostrar que você além de não ser muito enfático na sua defesa do PT de antigamente, da Marina da Silva de sempre e das manifestações de junho de 2013, ainda mantém esta confusão de práticas criminosas com práticas política. Transcrevo o parágrafo onde você faz no seu comentário neste post novamente referência ao mensalão, sendo que vou omitir a sua explicação sobre o mensalão e que foi colocada entre parênteses. Diz lá você:

      “Para piorar, o escândalo do Mensalão ( . . . . ) passou a impressão para o grande público que, além do afrouxamento ideológico, o partido passou a adotar práticas que condenava terminantemente”.

      Esse tipo de afirmação é que de certo modo demoniza a política. Quando Lula falou que havia 300 picaretas no Congresso ele demonizava a política. Ou talvez o correto seria dizer ele criminalizava a política, embora ser picareta não constitua crime.

      O fato de que Marina Silva possa surfar nesta onda não tem nada de errado do ponto de vista de campanha eleitoral, uma vez que não tem lei impedindo de se demonizar a política. No entanto para os que defendem a atividade política não se pode de modo algum aceitar sem crítica esta demonização.

      E em meu entendimento a crítica não pode ser pessoal, ela tem que ser para o público externo. Mostrar a política como ela é, é obrigação de todo cidadão. Criticar os que como você e como Luis Nassif, seja por ingenuidade, seja por idealização, seja por outro motivo qualquer, fazem a confusão de prática política com práticas criminosas é mais do que imperativo. Um povo não pode ficar na obscuridade, no desconhecimento e na ignorância ainda mais da atividade que como diz Francy Lisboa é básica de uma sociedade.

      Aproveito e deixo aqui o link para o post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando”. Ele pode ser visto no seguinte endereço:

      https://jornalggn.com.br/noticia/e-preferivel-um-aecio-na-mao-que-duas-marinas-voando

      Quanto ao comentário de Alessandre Argolo, ele esqueceu que Francy Lisboa critica é a incoerência de Marina Silva em fazer crítica aos políticos de um modo geral e ao mesmo tempo participar da política. O que em meu entendimento seria criticável no texto de Francy Lisboa seria a parte em que ela diz que “Marina não está interessada em melhorar o Brasil”. Não acho correto esta avaliação da Francy Lisboa. Na minha avaliação o que se pode dizer sobre Marina Silva é que ela está equivocada sobre como melhorar o Brasil.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 26/08/2014

  19. Alessandre de Argolo

    26 de agosto de 2014 2:41 pm

    É uma visão equivocada comum dos eleitores de Dilma

    Com todo o respeito à opinião do comentarista Francy Lisboa, eu discordo da análise. Inclusive considero que ela não foi fundamentada como deveria ter sido. Uma coisa é afirmar que Marina “demoniza a política”. Outra coisa é afirmar isso de forma fundamentada, explicada, justificada, apontando as razões. Isso não foi feito.

    Outra coisa, totalmente diferente, é confundir crítica a um tipo de política, à forma tradicional como os partidos do cenário político brasileiro fazem política, à polarização PSDB-PT que existe, com uma critica generalizada à política, o que seria logicamente contraditório quando vinda de uma pessoa inserida no cenário político. Não se confunde crítica específica à forma como os partidos tradicionais brasileiros fazem política com a crítica generalizada à política, a tal “demonização da política”. Os partidos políticos podem e devem ser criticados politicamente sem que isso implique qualquer negação ou demonização da política. Entendimento contrário é inválido, falso.

    Esse erro existe no post do Sr. Lisboa. Marina não demoniza a política, no último sentido aqui exposto. Isso é falso. Tanto não demoniza que é candidata a presidente da república, dentro das regras do jogo democrático, para buscar soluções para velhos e novos problemas brasileiros. Isso, antes de ser uma negação da política, é, muito ao contrário, a ratificação de um compromisso com a política, do reconhecimento de sua importância para os destinos da sociedade e do país. Ela inclusive não demoniza a política quando manifesta apoio às manifestações de junho de 2013. Da premissa não se segue a conclusão. O apoio às manifestações é apenas mais uma forma de reconhecer que é fazendo política que podemos melhorar as coisas. Não há outra opção. As próprias manifestações possuem inegável caráter político.

    A crítica feita a Marina Silva, portanto, é improcedente à toda evidência.

    1. Assis Ribeiro

      26 de agosto de 2014 3:12 pm

      Argolo

      É a própria coordenadora da campanha de Marina que afirma:

      (Marina) “É uma pessoa que entra no senso comum da sociedade do ponto de vista de negar a politica, de negar partido”

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=sOzIm6bHuUo%5D

      1. Alessandre de Argolo

        26 de agosto de 2014 3:38 pm

        Questão de interpretação do que ela disse

        O que a Erundina falou está exatamente dentro da visão que a Marina tem contra a forma de fazer política tradicional. Falar, por exemplo, que a Rede é um novo tipo de aglomeração de pessoas em torno de uma ideia não significa que isso mude substancialmente a ideia de partido político. É uma questão mais terminológica, acredito eu. Ao invés de partido chamou de Rede. Pode ser que, dentro da forma como essa nova aglomeração se organiza, existam inovações. No entanto, isso nem de longe significa negar a política. É apenas e tão-somente uma nova concepção, o que foi reconhecido expressamente pela Erundina na entrevista acima. Está-se fazendo política, só que de um modo diferente. A ideia de partido político pode e deve ser objeto de críticas visando um aprimoramento.

        No mundo contemporâneo, não existe espaço para engessamentos institucionais. Portanto, a ideia de partido político não está imune nem deve ser blindada das críticas pertinentes. Eu sou totalmente favorável às mudanças, às novas formas de pensar as coisas, inclusive e principalmente na política.

        Essa é uma discussão instrumental, basicamente. Ou seja, discute-se politicamente como os projetos e propostas políticas irão ser construídos, apresentados às pessoas e, posteriormente, implementados. O que parece defender Marina, nesta área, da organização de pessoas em torno de ideias políticas, são novas práticas de como isso se dará em termos instrumentais.

        Isso está muito longe, muito mesmo, de “demonizar” ou “negar” a política. São essencialmente inovações, propostas de novos modelos de organizações políticas. Não há mal nenhum nisso, ao contrário, é bastante salutar, desejável até que as coisas sejam assim. As discussões políticas devem ser plurais. Não se pode pretender congelar no tempo e no espaço a atual forma institucional por meio da qual os partidos políticos se apresentam ao eleitorado. Nesse sentido, o que Marina propõe pode ser um avanço.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          26 de agosto de 2014 7:11 pm

          Terminologias neologias

          E haja terminologia para a Rede não ser abatida com os aviões que voa.

          Esta rede só está ai pelo desespero da banca, pelo visto o acordo dos Brics tirou este pessoal do sério mesmo.

    2. Juliano Santos

      26 de agosto de 2014 3:59 pm

      Argolo, claro que nesse

      Argolo, claro que nesse lógica, “negar a política” seria a rigor o golpe militar de 64, por exemplo. A Marina vai participar de acordo com as regras, certo. O que se discute aqui é que ela usa a demonização da política, a mais senso comum, como diz Erundidna, para impor-se no cenário político.

      Uma estratégia puramente eleitoreira, já que ela não apresenta nehuma proposta realizável de “nova política”. Ninguém consegue levar a sério a Marina como uma forma de superar as deficiências do presidencialismo de coalisão.

      Não se vê a Rede da Marina estabelecendo ligações com a sociedade organizada. Só com a desorganizada, como o Facebook. Aí chamam isso de “horinzontalidade”. Nem se vê também a Rede organizando alguma coisa que possa ter atuação concreta na sociedade. Tem? Cadê? Que os “marineiros” tragam.

      Até agora a unica ligação de fato da Marina, é com o Itaú. Aí complica. Começo a ver juros, Lucianos Huks, Vejas e pigs para todo lado

      1. Alessandre de Argolo

        26 de agosto de 2014 4:30 pm

        Você também está totalmente equivocado

        O que mais a Rede tem são propostas, inclusive concretas. Existe plano de ação política, existem diretrizes, onde tudo é explicado e fundamentado. Defende reforma política, administrativa, tributária, maior participação popular, maior transparência nas políticas públicas, maior descentralização, maior engajamento e abertura de espaço para que a sociedade, inclusive a que está fora dos partidos políticos, participe das decisões democráticas, uma ideia que é chamada de democracia de alta intensidade. Eles tem sim propostas e muitas. Os caras pensaram a candidatura e efetivamente possuem propostas políticas. É um projeto que precisará ser esmiuçado ao longo de um processo de amadurecimento. Existem linhas gerais, mas também já existem propostas concretas. Várias declarações de Marina Silva apontam para isso.

        Não dá para discordar sem saber o que eles estão propondo. É preciso fazer o dever de casa antes. Ler, conhecer e estudar o que eles estão dizendo. Criticas desfundamentadas, como as que você fez acima, são, além de inválidas e falsas, palavras ao vento.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          26 de agosto de 2014 7:05 pm

          Argolo o relativista rsrsrsrsrsrs….

          Argolo, que enrolação pueril esta sua, com um vocabulário restrito em cima da palavra propostas.

          Um amigo meu uma vez me disse que quem sabe diz o que já FEZ e não o que vai fazer.

          Sua retórica só serviu para robustecer dúvidas sobre a capacidade de realização da Marina e sua equipe, que por sinal se mostra extremamente amadora até aqui.

          Você escreveu:

          O que mais a Rede tem são propostas, inclusive concretas. Existe plano de ação política, existem diretrizes, onde tudo é explicado e fundamentado. Defende reforma política, administrativa, tributária, maior participação popular, maior transparência nas políticas públicas, maior descentralização, maior engajamento e abertura de espaço para que a sociedade, inclusive a que está fora dos partidos políticos, participe das decisões democráticas, uma ideia que é chamada de democracia de alta intensidade. Eles tem sim propostas e muitas.

          O papel aceita qualquer besteira, não reclama, mas sonhos para virarem realidades (mesmo com a sonhática Marina) precisam de credibilidade sobre as ações que irão derivar deles, coisa até agora e com toda a pinta, de não se materializar até o fim da campanha. 

          O Time dela é de incompetentes neste assunto, ela só está lá porque a mídia da banca rentista internacional, que nos suga nos juros pornográficos que os políticos acertam com ela, vislumbra a possibilidade de trocar a dupla PT- PSDB pela rede que não pesca nada, nem entende nada de governo, mas jura obediência eterna aos acordos que açambarcam dinheiro e riquezas do Brasil, da Nação e do povo.

          Só isto, mais nada. 

          Vai vender barato o povo e a nação brasileira por um sonho infantil.

          Você escreveu:

          Os caras pensaram a candidatura e efetivamente possuem propostas políticas. É um projeto que precisará ser esmiuçado ao longo de um processo de amadurecimento. Existem linhas gerais, mas também já existem propostas concretas. Várias declarações de Marina Silva apontam para isso.

          Argolo, você não acredita nesta baboseira  acima, não é?

          Mas nem com a floresta Amazônica ficando madura e deixando de ser verde vai existir uma proposta política ali.  Ainda mais que eles não gostam de política, nem de políticas, seja lá o que isto signfique para eles.

          Este pessoal é a caricatura dos palhaços que pululam no universo político brasileiro, nem engraçado são.

           

          Você escreveu:

          Não dá para discordar sem saber o que eles estão propondo. É preciso fazer o dever de casa antes. Ler, conhecer e estudar o que eles estão dizendo. Criticas desfundamentadas, como as que você fez acima, são, além de inválidas e falsas, palavras ao vento.

          Argolo lhe dou o benefício da dúvida, mostre onde está escrito ou mesmo gravado o que eles estão propondo. Não existe, só falam besteira e cá entre nós, seria realmente surpreendente se aparecesse algo realmente bom dali. 

          De onde não se espera nada, não vem nada mesmo.

          “É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça.” Henry Louis Mencken.

          Tudo é relativo, mesmo as besteiras que a Marina fala, agora, num debate sério, não dura dois minutos.

          1. Alessandre de Argolo

            26 de agosto de 2014 8:18 pm

            Como assim??

            Como assim não existem as propostas??

            Você já acessou a página da Rede de Sustentabilidade na Internet??

            Está tudo lá. Basta ler. Tem manifesto, diretrizes, eixos etc, onde tudo é explicado.

          2. Andre B

            27 de agosto de 2014 7:38 pm

            Eu acessei e li o manifesto.

            Eu acessei e li o manifesto. Lá está escrita a seguinte frase: “Não temos respostas prontas.” Portanto, não há propostas, está no próprio manifesto da REDE!

        2. lenita

          26 de agosto de 2014 8:10 pm

          E como ela conseguirá tudo

          E como ela conseguirá tudo isto, sem nenhuma aliança ? Com o PSDB ou com o PMDB ?

          1. Alessandre de Argolo

            27 de agosto de 2014 1:26 am

            Você esquece o óbvio na tua pergunta

            Quem disse que a forma de fazer política será como antes? A balança estará com Marina e suas propostas. Quem for contra, estará atrasando a nova realidade e será pressionado por quem elegeu Marina. Se Marina vencer a eleição, algo muito possível, vide a recente pesquisa do IBOPE, será a nova visão dela que ditará as cartas. O velho terá que se renovar. As velhas formas de pressão estarão superadas. E quem exigirá isso será o povo. As alianças existirão, mas sob os ditames das ideias de Marina e sua Rede Sustentabilidade. Não há como vencer a eleição e ainda virá refém de velhas ideias, das velhas práticas políticas. Se ela vencer, são as ideias de Marina que vencerão.

          2. Francy Lisboa

            27 de agosto de 2014 7:30 am

            Se Marina vencer a eleição,

            Se Marina vencer a eleição, algo muito possível, vide a recente pesquisa do IBOPE, será a nova visão dela que ditará as cartas. O velho terá que se renovar. As velhas formas de pressão estarão superadas. E quem exigirá isso será o povo.

             

            E quem lhe garante que o Povo vai meter medo nos chantegeadores de sempre Argolo? Perdoe-me, mas o brasileiro ainda acredita que temos arrecadação per ccapita suficiente para sermos a Suiça na educação e saude. Isso é terrivel. Não é atoa que Marina diz que governará por 4 anos. Sinceramente. Adeus Pré-Sal e políticas nacionais de desenvolvimento caso MArina ganhe..é precisa “salvar a natureza”.

          3. lenita

            27 de agosto de 2014 8:10 pm

            A Fé remove montanhas, Argolo?

            Estou pensando que  este é o seu Lema de Vida.  Cuidado ! A vida não tem receitas prontas, como muitos pensam. E vc acredita piamente que a Marina tem todo este carisma para fazer esta revolução ? É uma predestinada ? Uma enviada dos céus para redimir o país, com todos os seus fazendeiros do agronegócio, banqueiros, imprensa, lobistas, corruptos e corruptores? Sou muito pé no chão para ser tão crente como vc, prá não dizer tão infantil e sonhático. Eu te acreditava uma pessoa um pouco mais madura.

  20. altamiro souza

    26 de agosto de 2014 3:07 pm

    sem retoques,
    o post está 

    sem retoques,

    o post está  ótimo.o perigo é que marina é fundamentalist]a num mundo que tende a multilateralizar-se.

    acho que esta demonização da política primeiro veio da grande mídia, uma técnica já usada contra getúlio e jango e os governos trabalhistas pelas oligarquias.

    agora marina aproveit-se disso e consorcia-se a eles como o psdb consorciouu nestes últimos doze anos e deu no que deu…

    judicialização da política, demonização, tudo para que essa oligarquia continue hegemonizando o poder conforme seus interesses mais baixos – sempre contra os interesses da população.

     

  21. alexis

    26 de agosto de 2014 4:54 pm

    Brasil – País familiar, atendido pelos seus próprios donos.

    Chega de intermediários. Chega de democracia!

    Na democracia não conseguem tirar o PT!

    Marina apenas oferece – numa ação do tipo policial – entregar de volta o Brasil aos seus eternos donos, cumprindo uma espécie de mandato de reintegração de posse.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      26 de agosto de 2014 7:13 pm

      Candidata medíocre

      Vai acabar com o PSB.

      1. alexis

        26 de agosto de 2014 7:56 pm

        A “Alien” da política

        Se hospeda e depois cuspe no prato e descarta o bagaço.

      2. Francy Lisboa

        26 de agosto de 2014 8:02 pm

        Mas eh assim mesmo. Para quem

        Mas eh assim mesmo. Para quem surfa da onda apartidaria, ficar sem partido ou trair um partido nao eh nada constrangedor.

  22. Clever Mendes de Oliveira

    26 de agosto de 2014 5:17 pm

    O importante é ganhar a eleição e não o discurso perfeito

     

    Francy Lisboa,

    Concordo com o que você disse, mas ponho uma ressalva. É distinta a campanha política de alguém do governo comparando a campanha com a de alguém da oposição. Quem é governo precisa ser coerente porque o discurso tem que guardar relação com aquilo que o governo faz. Se bem que se há de reconhecer que um governante de muita lábia consegue enganar e não se mostrar coerente.

    O discurso de oposição, entretanto, não tem de guardar relação com aquilo que se fez, pois evidentemente não sendo governo não se pode ter feito alguma coisa. E como acontece no Brasil e em qualquer parte do mundo, o discurso de quem é oposição não precisa ser cumprido, a menos que exista uma lei obrigando o cumprimento de promessas eleitorais, o que transformaria os eleitos em computadores ou a campanha eleitoral em um amontoado de nada.

    Uma campanha eleitoral trata de arregimentação de eleitores. Parafraseando o general Patton que dizia que o importante não é morrer pela pátria, mas fazer com que o idiota do outro lado morra pela pátria dele, em uma campanha eleitoral o importante é trazer para suas hostes o idiota que se encontra nas hostes adversárias e impedir que o idiota que se encontra nas suas hostes passe para as hostes adversárias. Aqui supondo que os inteligentes são tão superiores (Qualitativamente e não quantitativamente) em inteligência que não vão mudar de hostes com base nos argumentos pueris dos candidatos.

    Então o fato de Marina Silva ser incoerente participando da política e ao mesmo tempo demonizando a política é um argumento que pode ser bom para a atacar, mas não significa nada se ela conseguir mostrar para o eleitorado que a verdadeira Marina Silva é aquela contra a política ou a favor da política e o lado que ela escolher ficar ou mesmo se ela escolher ficar em cima do muro trouxer mais votos para as hostes dela do que os votos que ela perderá com os ataques que ela vier a sofrer.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 26/08/2014

  23. Fábio de Oliveira Ribeiro

    26 de agosto de 2014 5:30 pm

    Quem pariu Marina Silva,

    Quem pariu Marina Silva, pariu também Dilma Rousseff. Ambas de certa maneira conseguem resumir bem o contraditório imaginário político de Lula. 

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      26 de agosto de 2014 7:15 pm

      Haja para-quedas

      Com os aviões que a rede usa, candidatos e acessores caindo de para-quedas não é figura de retórica KKKKKK!!!!!

  24. Maria Luisa

    26 de agosto de 2014 6:08 pm

    Estabelecer estratégias e ir em frente

    Pois então, amigo Francy Lisboa :), você resumiu o que é a proposta Marina Silva. E tem razão quando diz existir “a entidade coletiva Homer Simpson”. Cheguei a essa conclusão ao ver o quão facil pode ser manipular a opinião publica. Se fosse Dilma, no pouco tempo disponivel que dispusesse, mergulharia na leitura dos anos Vargas. Acho que o Brasil daquele momento, com as FFAA provocando turbulências e a imprensa tulmutuando o todo, vale em muito para o Brasil de 2014. 

    1. Francy Lisboa

      28 de agosto de 2014 12:57 pm

      Amiga Maria Luisa :). Enato,

      Amiga Maria Luisa :). Enato, isso eh triste porque em gente que ao falar do PT soh diz que o PT eh o Diabo! Esse eh o argumento: o PT eh o Diabo. Agora imagina soh. Todos criticam os petistas por chamarem as pessoas como estas de coxinhas. Isso significa que os mesmos que agoram jogam pedra na posicao confortavel do “eu fale, tinha que fazer isso, aquilo”, sao aqueles que nao permitem que militantes reajam. Eh como se dissessem, pode apanhar, mas nao pode bater. O Homer Simpson estah com carta branca para falar isso e outras coisas.

  25. Jair Maia

    26 de agosto de 2014 6:27 pm

    Marina aprova criação do imposto da saúde CPMF
    Marina aprova a criação da CPMF, o imposto da saúde. Veja o que ela disse na reportagem abaixo:

    http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/06/na-tv-marina-prega-continuidade-de-fhc-e-lula-com-mudancas.html

  26. laura

    26 de agosto de 2014 10:12 pm

    A negação da politica é pura politica

    A negação da politica é politica e politica velha, aquela, de deixar a população na ignorancia e manipulada pelos interesses da direita. É para ESCONDER seus interesses e atras disso o pior e depois fazer o voto deixar de ser obrigatório. Simples assim.

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