Porta-voz de Marina volta a criticar política do pré-sal

O coordenador de campanha de Marina Silva afirmou que não se pode imaginar que “temos a capacidade de responder a tudo”
 
 
Jornal GGN – O coordenador de campanha de Marina Silva (PSB), Walter Feldman, criticou o modelo de exploração do pré-sal, baseado no regime de partilha, em que a exploração de todas as áreas é controlada pela Petrobras.
 
“Interessa muito o desenvolvimento brasileiro, mas não pode ser de caráter doutrinário, imaginando que nós temos a capacidade de responder a tudo”, disse Feldman, em encontro com empresários em São Paulo.
 
Da Folha de S. Paulo
 
Situação financeira da Petrobras não permite controle da exploração do petróleo nessas áreas, afirma Feldman
 
Por Mariana Carneiro e Samantha Lima
 
Executivos do setor se queixaram do modelo a emissários de Marina; política ‘doutrinária’ é errada, diz coordenador
 
Uma das principais bandeiras do governo do PT, o modelo de exploração do petróleo do pré-sal foi alvo de críticas da campanha da candidata Marina Silva (PSB).
 
Em encontro com empresários em São Paulo, nesta segunda-feira (15), o coordenador da campanha, Walter Feldman, fez críticas ao marco regulatório do pré-sal e chamou a política de conteúdo local de “doutrinária”.
 
Aprovado em 2010, durante o governo Lula, o regime de partilha determina que a exploração de todas as áreas do pré-sal seja controlada pela estatal. A Petrobras tem que ser sócia com, no mínimo, 30% de cada área. O objetivo é garantir que a riqueza seja extraída por uma empresa brasileira.
 
O problema é que a estatal está numa situação financeira ruim, provocada pelo represamento do preço da gasolina e pelo aumento das importações do combustível.
 
Ela tem a maior dívida entre as petroleiras do mundo e por isso não consegue aumentar seus investimentos, travando o setor. Grandes empresas globais de petróleo, como Shell, BP e Statoil, têm investimentos no Brasil.
 
“A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda”, disse Feldman. “É a operadora única e, ao que parece, discorda disso, o que é inédito.”
 
Nesta segunda-feira, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, também criticou o monopólio da Petrobras na exploração do pré-sal.
 
“A figura do operador único não é benéfica para a Petrobras nem para a indústria brasileira. Precisamos de multiplicidade de atores.”
 
Para o setor, ao permitir que outras empresas operem, o governo atrairia mais investimentos. Segundo o IBP, o pré-sal receberá R$ 1 trilhão em investimentos até 2020.
 
Emissários de Marina se encontraram com executivos do setor na semana passada. Segundo Feldman, eles se queixaram da política de conteúdo local –60% dos componentes feitos no Brasil.
 
Ele indicou que a exigência tem que ser alterada. “Interessa muito o desenvolvimento brasileiro, mas não pode ser de caráter doutrinário, imaginando que nós temos a capacidade de responder a tudo”, afirmou.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  O caso René Dotti e o contrato milionário com a Petrobras

44 comentários

  1. Quando nem mesmo eles se entendem

    Presidente do PSB, Roberto Amaral se diz surpreso com a quantidade de ‘especialistas’ e ‘consultores’ que se apresentam como formuladores de Marina Silva e desautoriza economista Alexandre Rands, que afirmou que as teses de Celso Furtado, economista brasileiro mais reconhecido internacionalmente e que inspirou a Sudene, talvez nunca tenham feito sentido; segundo Amaral, Celso Furtado é o formulador do partido: “O PSB tem profunda admiração pela obra e pelo pensamento de Celso Furtado. Morto, não há substituto à altura”

    Brasil 247

    • Um “danado”, esse tal sr.

      Um “danado”, esse tal sr. quem?, aliás, Alexandre Rands. Economistas do naipe de Roberto Campos, Delfim Netto, Conceição Tavares, Bresser Pereira, Mário H. Simonsen, Luiz Gonzaga Belluzo, Pérsio Árida Paulo Nougueira, reconhem(reconheceram) a imensa contribuição de Celso Furtado como economista e planejador. 

      Por coincidência, o único a não citá-lo foi Eduardo Gianetti da Fonseca.

      Fonte: Conversa com Economistas Brasileiros; Ciro Biderman, Luis Felipe L. Cozac e José Márcio Rego; Editora 34 Ltda.1996

    • Lamento pelo Roberto Amaral.


      Lamento pelo Roberto Amaral. O PSB sob a batuta do Eduardo Canpos há muito que se afastara do ideais de Celso Furtado. O partido agora tem novos donos, de longe do Nordeste. E uma rainha. Os Rands (Alexandre e Mauricio) tentam seu lugar nesse novo esquema, por conta da ainda (levemente) presente memória do cacique falecido. Nem sei se vão conseguir. Tem “operadores”, digamos, mais “brilhantes” no barco.

  2. Pelo artigo parece que o

    Pelo artigo parece que o leilão de libra foi um fracasso.

    A participação de quatro das maiores petroleiras do mundo no consórcio vitorioso, patrocinado pela Petrobras, mostrou como a presença do Estado não “afugentou” eventuais parceiros. A distribuição do óleo extraído do campo realçou como os interesses nacionais foram salvaguardados.

    Desavisados, cuidado para o que eles estão propondo.

    • Concordo II

      De pleno acordo!

      As grandes americanas ficarm de fora do leilão sabendo que, no futuro, poderiam contar com estes vendidos e ficarem com o bolo todo.

      Abaixo os intermediários!

      Entreguismo nesta altura do campeonato, é de lascar!

       

  3. ONDE VAMOS PARAR COM A SASSÁ MUTEMA DO ACRE?

    Com a independência do Banco Central proposta pela fadinha da floresta, os bancos públicos  federais perdem sua força para os bancos privados. Agora a Sassá Mutema do Acre quer entregar a Petrobras ao capital internacional.

  4. Está caracterizado o entreguismo

    Está caracterizado o entreguismo como pilar fundamental da candidatura da Osmarina Silva.

    Tudo se resume em meter a mão na imensa riqueza do Pré-Sal.

    Garantir que as multinacionais levem a parte do leão vai produzir uma dúzia de entreguistas multimilionários.

    Entre eles uma certa Osmarina que vendeu a alma para se locupletar.

    Será que o povo brasileiro vai deixar a História se repetir e ser mais uma vez espoliado por uma  quadrilha de espertalhões a serviço do grande capital internacional?

    Para o bem do Brasil eu espero que não.

  5. Agora podemos perceber onde a

    Agora podemos perceber onde a Marina retira suas idéias: das conversas em que participa com empresários. Decora alguma coisa e sai “pregando” como se estivesse lido muito para dizer aquilo. Quando é contestada, ou muda o que disse ou chora ! Pode? Parece que até seus coordenadores não estão se entendendo. Chame a Erundina ! Tão calada ultimamente, ou será que os jornalistas não a procuram mais…..

     

  6. E o pior é que a campanha de

    E o pior é que a campanha de Aécio, tomando a todos por idiotas, vem com aquela conversinha mole pra boi dormir de que Marina e Dilma são a mesma coisa… Pior ainda: tem gente que acredita! Por isso estou fazendo muito barulho contra Maria Osmarina. É nas mãos desta gente que a está patrocinando e apoiando que ela terá que comer. É fundamental eleger um grande bancada comprometida com a defesa dos verdadeiros interesses da nação para impedir que o projeto entreguista prospere, caso a desgraça da eleição da candidata do sistema financeiro e dos entreguistas se configure.

  7. Pinel à vista

    Nassif,

    Um dos 37 porta-vozes da acreana, Walter Feldman não deixa dúvida a respeito do pré-sal e da Petrobras.

    Mais legítimo, ao invés de ficar fingindo de coitadinha, seria a candidata falar, dar a sua opinião detalhada sobre este e outros assuntos relevantes de seu programa que muda a cada dia.

    Pessoa que foi ministra, que participou do governo federal durante anos, se dizer preocupada com a atual quantidade de ministros ( que também acho elevada) ao mesmo tempo em que defende um vazadouro $$$ monumental através do tal “mal necessário”, só pode ser doida da cabeça aos pés.  

  8. Nenhuma novidade. O

    Nenhuma novidade. O Brazilzilzilzil tem ficado cheio (e de saco-cheio) destes ecologistas verde-dólar desde que o Pré-Sal foi descoberto e começou a ser explorado. São os herdeiros da Casa Grande que querem uma dependência ao Norte.

  9. Depois querem que o Lula fique calado

    Quantos porta vozes tem essa criatura? E cada vez que abrem a boca, a situação dela piora. Depois vem acusar o PT de campanha difamatória. Quem difama a candidata são esses porta vozes … que lambança intreguista dos inferno …

  10. Como já dizia o PHA no Conversa Afiada – É o Pré-Sal

    O PHA já dizia, desde o início da discussão do processo eleitoral, alertando sobre a sanha dos representantes do capital e do “mercado”, que o que estava em jogo, desde a eleição passada “era e sempre será o pré-sal”.

    Como viram que o Cerra e Aecim não conseguiam viablizar o projeto de “botar a mão no pré-sal”, encontraram na Marineca a alternativa mais viável. Fledman SEMPRE FOI TUCANO, e falo isso com propriedade de ser um paulista conviveu com a ascenção desta turma do Feldman, Arnaldo Jardim e outros do mesmo naipe.

    Por isso a Marineca é hoje a condidatura querida da Casa Branca e dos Mercados.

    E o mais surpreendente é boa parte da nossa classe média, movida pelo ódio irracional ao PT dá agora uma grande chance para mais este SAQUE AO BRASIL.

  11. PSB e Cia.

    Desculpem-me pessoal, mas não aguento mais esse pessoalzindo da direita discursando sobre pré-sal e Petrobrás. É muita cara de pau querer tirar dos brasileiros o que é dos brasileiros. O Aócio e a Marina devem ter prometido mundos e fundos aos banqueiros e capitalistas de plantão para que os apoiassem. Eles são contra o Brasil, mas a maioria da população, pelo jeito, não.

  12. Cadê os denuncistas do

    Cadê os denuncistas do “discurso do medo” contra a Marina?

    Aliás, vocês não estão preocupados com o Gunter?

    O rapazinho desapareceu, será que está tudo bem?

    Sei não do jeito que ele é influenciável pór retórica falaciosa e vagabunda, periga ter se convertido à seita do Malafaia, e estar, no momento, passando por um processo de cura!

    • nao merece, desculpa-me.
      Ate LN e outros companheiros ja o defendeu aqui!
      Podemos debater ideias e posicoes. Ele pela participacao e seu historico nao merece. Em 2010 foi seu posicionamento, a ajuda muito importante aqui e ainda eh nao sera divergencias que nos tornarah inimigos, ele nao eh, nem posicionar desta maneira e em qquer materia.
      Tenho muito respeito e nos aqui como ele somos um pouco responsavel da vitoria da Dilma em 2010. Nao podemos ter curta memoria.
      Tera meu respeito.

      • Só faltou chorar, igual a

        Só faltou chorar, igual a Marina!

        Gunter sumiu porque, como sempre, foge do debate franco, aberto e honesto.

        Em minhas discussões com ele sobre a questão ucraniana ou sobre questões econômicas, sempre que confrontado com argumentos contrários a sua visão limitada de mundo, Gunter partia para a vitimização, dizia que eram ataques pessoais, se colocava, soberbo, acima da discussão, ostentando uma superioridade moral auto-concebida semelhante à tática do anti-debate adotada pela Marina.

      • Não há ofensa alguma.
        A

        Não há ofensa alguma.

        A estratégia de vitimização de Marina Silva está fazendo escola. Discordou, é ofensa.

        • Como não ? Seu comentário é

          Como não ? Seu comentário é abaixo do nível do esgoto.

          Eu denunciei, a turma não denunciou porque para quem está a favor do Govrno vale tudo né.

  13. FALACIOSA ARENGA ENTREGUISTA

    Esta arenga sobre uma pretensa incapacidade da Petrobrás para administrar o Pré-Sal é uma claríssima evidência de que a candidatura presidencial estribada no PSB serve a interesses estrangeiros. A política desejada pela candidatura funerária é tão submissa ao poder do capital internacional quanto foram os governos do PSDB e do DEM.

    É de se notar que o discurso dos entreguistas alega uma pseudo impossibilidade de obtenção de financiamento para o sistema de partilha, quando na verdade a garantia da participação estatal sobre os volumes produzidos é mais que suficiente para possibilitar a estruturação de alavancagem financeira para os projetos de exploração.

    E fica evidente a preocupação dos arautos do capital externo de priorizar os objetivos de grandes empresas estrangeiras do setor de petróleo.

    Defender a reeleição é indispensável para garantir que os recursos do Pré-Sal tragam benefícios para a população brasileira e viabilizem um amplo desenvolvimento da economia nacional e dos serviços públicos.

  14. Se alguém pedir pra Marina

    Se alguém pedir pra Marina esclarecer os comentários do Feldman, será que ela vai chorar, lamentar o ataque pessoal e citar algum versívulo da Bíblia?

  15. É entreguismo mesmo

    “Emissários de Marina se encontraram com executivos do setor na semana passada. Segundo Feldman, eles se queixaram da política de conteúdo local – 60% dos componentes feitos no Brasil”.

    Bem, nada poderia ser mais revelador! Na verdade, escandaloso: será que foram empresáros brasileiros que reclamaram?

  16. E vai se revelando…

    Cada vez mais claro o projeto neoliberal do PSB de Marina, que ironia ter Socialista no nome, mas logo eles vão desdizer sobre o pré-sal e vão chorar, se vitimizar, ao 4 cantos que a campanha de Dilma está atacando rateiramante a Marina.

  17. E depois…

    Depois a farsante reclama, chora (lágrimas de crocodilo) e diz que está sendo perseguida, quando se contestam os absurdos do seu nefasto programa.

  18. Dá vergonha alheia essa conversa de Petrobrás “quebrada”

    Vamos supor que meu nome seja Petrobral. Vou construir um edifício que vai me dar, tranquilamente uma grana de aluguel (e o prédio será meu). Pego um financiamento para construí-lo em 2 anos e pagar em centozanos.

    Aí vem uns gaiatos, olham meu balanço no início da construção e como a única visão que têm é a contábil, dizem que estou “quebrado”, endividado. E ainda saem por aí fazendo anti-propaganda para que ningúem compre ou alugue meus apês.

    Não são fantásticos estes capitalistas … de me#[email protected]?

    Óbvio que a Petrobrás, que obteve a maior capitalização da história do capitalismo, tem obrigações no momento. Afinal o pré-sal é a maior descoberta recente de reservas de óleo e explorá-la (dará lucros) custa uma enormidade.

    Os neomarinais (só faltou um “g”…) sabem que FHC, na direção de vendê-la, tentou aleijar a “Petrobrax” pelas beiradas:

    (a) vendendo suas ações pelo mundo; (b) despedaçando-a e terceirizando-a; (c) sucateando sua operação; (d) diminuindo, quase perdendo o controle da União (povo) sobre a empresa e sua estratégia. (e) quebraram seu monopólio, sem necessidade (havia os contratos de risco), num momento em que os enormes investimentos em Campos começariam a gerar retorno (cedeu-os para concorrentes); (g) Não investiram um tusta em refinarias (que hoje nos obrigam a importar combustíveis, de maior valor agregado); 

    Já a Petrobrás pós-“Petrobrax” de FHC e seus neoliberettes, recuperada (papel implícito de um presidente):

    (a) Dá lucros liquidos anuais bilionários; (b) é das poucas “majors” no planeta a aumentar sua produção; (c) é lider mundialmente conhecida em águas profundas e ultra-profundas (desde antes de FHC); (d) tem tanta competência que é a única a produzir num pré-sal no planeta, em tempo e volume recorde!; (e) Se dá ao luxo de subsidiar o país (seu acionista controlador) para reduzir o preço final dos combustíveis, que tem que ser importados porque os governos anteriores não investiram em refinarias desde 1978), ajudando na economia e no combate a inflação, MANTENDO LUCROS BILIONÁRIOS; (f) Não pode ser menos do que hipocrisia cínica daqueles que “se preocupam” com um prejuízo setorial (consciente) interno na empresa, estando mais “preocupados” em aumentar os lucros dela do que com seu próprio bolso; (g) Ignoram que a empresa (diferentemente das gestões anteriores) está investindo (também) em refinarias (inclusive no exterior, como Pasadena) para equacionar este problema em breve; (h) Sem falar do aquecimento econômico e tecnológico da indústria interna (ex. naval) (i) sem falar dos royalties agora exclusivos e obrigatórios para saúde e educação, dois dos temas estratégicos da nação, ao invés de dispersão em festas municipais…

    Enfim, não há hipótese que possa ser diferente de supor que este pessoal que denigre a Petrobrás trabalha para interesses innconfessáveis e diversos aos do povo brasileiro. São eminentemente corretores de negócios.

    Com argumentos pífios, que dão até vergonha.

  19. É lamentável que certas

    É lamentável que certas pessoas não enxerguem que a Osmarina fala uma coisa para o povo e o pessoal que quer tercerizar seu governo diga outra para os empresários. Se o PT tentar explicar didaticamente o que eles pretendem fazer, vem um Janot dizer que não pode, é isso?

  20. Será que o Rodrigo Janot, da

    Será que o Rodrigo Janot, da PGR, vai tomar alguma medida contra Feldman para proteger Marina,..ele quer proibir criticas a independencia o BC, denfendida pela prória Marina

  21. Muita cara de pau. Nunca

    Muita cara de pau. Nunca quiseram investir em pesquisa no Brasil, nunca quiseram investir em projetos industriais e de inovação. Agora querem sentar na cabeceira de ditar regras. Enquanto isto, a entreguista da Marina senta para conversar com esses abutres. Vamos manter o sistema de  exploração do jeito que está se é ruim para eles  certamente é bom para nós. Que se contentem com os farelos que cairem da mesa.

  22. Os abutres e corsários daqui

    Os abutres e corsários daqui e d’além mar estão de olho no Pré-Sal, na BR, no BB, na CEF, no BNDES… e Dona Marina já sinaliza pra eles com tapete vermelho (ou seria verde?) e tudo:

    – Venham queridos(as), o Brasil todo será vosso, fo…se esse povinho de merda!!!

    1 – Quem sabe… dentro de alguns dias, ou horas, vai sair um “erramos, não foi bem isso que falamos” de Dona Marina Silva.

    2 – Votar em Marina é cometer suicídio, não são sonháticas e sim pesadeláiticas as consequências imediatas e futuras desse voto.

    3 – Depois não venham nos dizer que não avisamos.

  23. Povo que esquece sua história, está fadado a repetir seus erros.

    … ou quem sabe acertos!!

    Isto não lembra aquela “conversa” que José Serra teve ANTES das eleições de 2010, assumindo compromisso com o “mercado” de rever a legislação de concessão do petróleo, caso fosse eleito?

    Será que não são os mesmos “interlocutores do setor” que agora procuraram o PSB da Marina?

    E – ESPANTO!!! – eles simplesmente concordaram com tudo!!!

    Ou seja, ao contrário do que diz Aécio, Marina NÃO É igual a Dilma…

    Marina é IGUAL AO SERRA!!!

    Uma tucana liberal do Acre!!!

    Para quem não tem boa memória: http://www.vermelho.org.br/noticia/143585-6

     

    DERROTAMOS este projeto em 2006 com Alckmin

    DERROTAMOS DE NOVO em 2010 com Serra

    E VAMOS DERROTAR NOVAMENTE agora, contra Marina e Aécio JUNTOS, pois são os dois lados de uma mesma moeda.

    Brilha uma estrela.

    • Onde está o Assange, quando precisamos dele??

      WikiLeaks: Serra queria entregar pré-sal para americanos

       

      Os documentos vazados pelo site WikiLeaks continuam desmascarando muita gente pelo mundo afora. No Brasil, só foram divulgados menos de dez dos quase três mil memorandos da embaixada e consulados dos EUA no país.

      Por Altamiro Borges, em seu blog

      Eles já causaram constrangimento a Nelson Jobim – que foi ministro de FHC, ministro de Lula e deverá continuar ministro no governo Dilma Rousseff. Em vários papéis, ele aparece prestando serviços ao império, inclusive com críticas ao Itamaraty e à política externa altiva do atual governo.

       Agora surgem documentos que comprovam que José Serra mentiu na eleição presidencial. O tucano garantiu que não privatizaria o pré-sal e jurou defender a Petrobras. Mas os memorandos do serviço diplomático dos EUA mostram que o candidato se reuniu com as multinacionais do petróleo e prometeu rever o modelo de exploração do pré-sal. 

      A reportagem da Folha de S.Paulo de hoje, reproduzida abaixo, é bombástica e confirma o entreguismo dos tucanos.   Petroleiras foram contra novas regras para pré-sal Segundo telegrama do WikiLeaks, Serra prometeu alterar regras caso vencesse. Assessor do tucano na campanha confirma que candidato era contrário à mudança do marco regulatório do petróleo.

      Juliana Rocha, de Brasília
      Catia Seabra, de São Paulo
        As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse. É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA, de dezembro de 2009, obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch). A organização teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks. “Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama. Um dos responsáveis pelo programa de governo de Serra, o economista Geraldo Biasoto confirmou que a proposta do PSDB previa a reedição do modelo passado. “O modelo atual impõe muita responsabilidade e risco à Petrobras”, disse Biasoto, responsável pela área de energia do programa. “Havia muito ceticismo quanto à possibilidade de o pré-sal ter exploração razoável com a mudança de marcos regulatórios que foi realizada.” Segundo Biasoto, essa era a opinião de Serra e foi exposta a empresas do setor em diferentes reuniões, sendo uma delas apenas com representantes de petroleiras estrangeiras. Ele diz que Serra não participou dessa reunião, ocorrida em julho deste ano. “Mas é possível que ele tenha participado de outras reuniões com o setor”, disse. Senso de urgência O despacho relata a frustração das petrolíferas com a falta de empenho da oposição em tentar derrubar a proposta do governo brasileiro. O texto diz que Serra se opõe ao projeto, mas não tem “senso de urgência”. Questionado sobre o que as petroleiras fariam nesse meio tempo, Serra respondeu, sempre segundo o relato: “Vocês vão e voltam”. A executiva da Chevron relatou a conversa ao representante de economia do consulado dos EUA no Rio. A mudança que desagradou às petroleiras foi aprovada pelo governo na Câmara no começo deste mês. Desde 1997, quando acabou o monopólio da Petrobras, a exploração de campos petrolíferos obedeceu a um modelo de concessão. Nesse caso, a empresa vencedora da licitação ficava dona do petróleo a ser explorado -pagando royalties ao governo por isso. Com a descoberta dos campos gigantes na camada do pré-sal, o governo mudou a proposta. Eles serão licitados por meio de partilha. Assim, o vencedor terá de obrigatoriamente partilhar o petróleo encontrado com a União, e a Petrobras ganhou duas vantagens: será a operadora exclusiva dos campos e terá, no mínimo, 30% de participação nos consórcios com as outras empresas. A Folha teve acesso a seis telegramas do consulado dos EUA no Rio sobre a descoberta da reserva de petróleo, obtidos pelo WikiLeaks. Datados entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009, mostram a preocupação da diplomacia dos EUA com as novas regras. O crescente papel da Petrobras como “operadora-chefe” também é relatado com preocupação. O consulado também avaliava, em 15 de abril de 2008, que as descobertas de petróleo e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) poderiam “turbinar” a candidatura de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil. O consulado cita que o Brasil se tornará um “player” importante no mercado de energia internacional. Em outro telegrama, de 27 de agosto de 2009, a executiva da Chevron comenta que uma nova estatal deve ser criada para gerir a nova reserva porque “o PMDB precisa de uma companhia”. Texto de 30 de junho de 2008 diz que a reativação da Quarta Frota da Marinha dos EUA causou reação nacionalista. A frota é destinada a agir no Atlântico Sul, área de influência brasileira.

      Fonte: Folha de S. Paulo 

  24. ESTAMOS SOB UM ATAQUE EXTERNO INVISÍVEL !!

    As candidaturas de Aécio e de Marina são apenas instrumentos deste poderoso ataque do império norte-americano .

    Creio que exista interferências pesadas do império neste processo eleitoral .

    Daqui a 30 ou 40 anos saberemos como foi engendrado toda esta campanha anti-petista na mídia e aparelho judiciário, como a CIA atuou na tentativa de destruição do PT e detalhes esclarecedores sobre o providencial acidente aéreo tendo Eduardo Campos como vítima .

    A poderosa máquina do Pentágono está torrando bilhões de dólares para o desmonte do BRIC´s com a destruição do projeto político iniciado no Brasil em 2003, bem como, com a tentativa de frear o renascimento da Rússia como superpotência e a tentativa de frear a influência chinesa no mundo .

    Não importa a destruição econômica e a paz social da frágil democracia no Brasil .

    Se não puderem recolocar a coleira no governo brasileiro, como existia até 2002, então que se transforme o Brasil numa nova Ucrânia .

    Com a provável derrota de Marina, eles tentarão provocar um acirramento ideológico com possíveis conflitos violentos aqui no Brasil a partir de 2015 .

    Coleira no pescoço ou conflitos sociais, se possível, até com violência armada, como acontece na Ucrânia, Síria, Venezuela etc…

  25. Esse modelo adotado no Brasil

    Esse modelo adotado no Brasil é muito ruim mesmo.

    O ideal seria guiar-se pelo modelo norueguês, onde uma empresa 100% estatal fiscaliza, concede e controla e outra empresa mista com contrelo do governo, a Petrobras de lá, concorre em igualdade de condições com qualquer outra empresa do mundo.

    Mas é óbvio que o partideco com raízes no sindicato dos petroleiros, aqueles que fizeram um greve em 95 para tentar parar o país e acabar com a estabilidade econômica do plano real sob o comando do partideco, não vai tirar poder da Petrobras.

    Perdem todos os brasileiros, ganha o partideco e os petroleiros da estatal.

  26. Contratos de Risco.

    No lugar de ficarmos no acho isto, acho aquilo, é melhor simplesmente se espelhar no passado para prever o futuro.

    Coloquei no fora de pauta um artigo de 1995 escrito por  RICARDO MARANHÃO que mostra como foi o desempenho das petroleiras internacionais durante o tempo dos famosos Contratos de Risco, é um artigo de opinião que saiu em 18 de abril de 1995 na Folha de São Paulo.

    Relembrar o passado com DADOS REAIS nunca é demais.

  27. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome