5 de junho de 2026

Trabuco, Meirelles ou Barbosa? Dilma pode trocar dois terços do atual ministério

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Jornal GGN – As especulações sobre quem substituirá o ministro Guido Mantega na titularidade do Ministério da Fazenda passou a ocupar as páginas dos principais jornais da grande mídia imediatamente após a vitória de Dilma Rousseff (PT) contra Aécio Neves (PSDB).

Durante a primeira entrevista a uma emissora de televisão, concedida por Dilma na noite desta segunda (27), a presidente se demonstrou resistente à tentativa da imprensa de acertar o nome do próximo mandato.

Nesta terça-feira (28), o jornal Valor informa que o ex-presidente Lula já havia indicado, desde o ano passado, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, para a Fazenda. Além dele, outros dois nomes figuram na lista do presidente de honra do PT: Henrique Mirelles, ex-presidente do Banco Central, e Nelson Barboza, ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda.

“Dilma não pretende anunciar nomes nos próximos dias, quando vai descansar em uma praia na Bahia. Trabuco é uma pessoa firme, culta e um excelente administrador, na definição de quem o conhece. Sua indicação implicaria uma mudança radical no estilo de governar da presidente. Ela não teria, por exemplo, liberdade para determinar a política econômica como no primeiro mandato”, ressaltou o Valor.

Na entrevista concedida à Record, Dilma foi questionada sobre Trabuco, e respondeu, resumidamente, que gosta muito dele, mas que não vai compactuar com as especulações da mídia antecipando a discussão. Ela informou que sua prioridade é discutir com todos os setores da economia as mudanças que estão nas diferentes pautas.

Outro ponto frisado por Dilma é que não será discutido apenas a troca do minitro da Fazenda, mas toda uma reforma ministerial.

Em sua coluna na CBN, o jornalista Kennedy Alencar (SBT) informou que Dilma deve ficar com apenas 10 dos 39 ministros que compõem hoje o primeiro escalão do govero federal. “Nas conversas reservadas, a presidente Dilma Rousseff sinaliza uma mudança grande na equipe ministerial. Dos atuais 39 ministros, devem continuar nos mesmos postos cerca de 10. No máximo, 12. É um xadrez”, comentou.

“Claro que a presidente tem de agir com calma para evitar erros. A ideia do diálogo ajuda a ganhar tempo. Mas precisa resolver com alguma rapidez a formação da nova equipe econômica. Essa que está aí perdeu a credibilidade”, opiniou.

 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

59 Comentários
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  1. Athos

    28 de outubro de 2014 1:27 pm

    Isso é o Itaú tentando

    Isso é o Itaú tentando emplacar o BC!

  2. Artur Marques

    28 de outubro de 2014 1:30 pm

    Se o Paulo Bernado e o Zé

    Se o Paulo Bernado e o Zé Eduardo Cardoso não estiverem no topo da lista dos que serão mudados, eu desisto definitivamente de apoiar este Governo.

    1. joabeljun

      28 de outubro de 2014 1:49 pm

      Concordo

      Penso o mesmo, principalmente no caso do Cardozo: se a Dilma não demitir, significa que não percebeu seus erros. Mantega, Paulo Bernardo e Cardozo deveriam ter saído há muito tempo.

    2. nem diga

      28 de outubro de 2014 2:05 pm

      Quem não teve vergonha de

      Quem não teve vergonha de votar no petismo quando esses eram  ministros, não deve ter para continuar votando mesmo que Dilma nomei  Aécio para ministro do supremo

  3. José X.

    28 de outubro de 2014 1:31 pm

    “Ela não teria, por exemplo,

    “Ela não teria, por exemplo, liberdade para determinar a política econômica como no primeiro mandato”

     

    Hhuhum, tá bom.

  4. Lionel Rupaud

    28 de outubro de 2014 1:32 pm

    Meirelles seria um erro terrível!

    Ele não tem a mínima condição de ser ministro.

    Como presidente do BACEN foi uma quinta coluna terrível.

  5. EJ

    28 de outubro de 2014 1:34 pm

    Ministério

    Não sei quem ela vai indicar, mas Dilma não foi eleita pelo mercado financeiro. Aliás, o tal mercado perdeu e, agora, quer ganhar no grito. Escolha quem escolher, não pode haver desemprego, nem arrocho salarial, nem flexibilização de direitos trabalhistas, nem diminuição dos programas sociais. Para isso, principalmente, é que foi eleita. Submetendo-se ao mercado, perderá de vez o apoio popular e nem Lula (que salvou a eleição desta vez) será capaz de mantê-lo.

  6. Ricdo

    28 de outubro de 2014 1:37 pm

    Como é que é?????

    Meirelles? Trabuco? O mundo palaciano por acaso tem vida autonômica, independente da sociedade? Se a Dilma entrar nessa dança, terá começado a decretar o suicídio do seu governo e do PT.

    Nós perdemos, mas exigimos ganhar, entende?

    28 de outubro de 2014 | 08:33 Autor: Fernando Brito

    folhaguina

    Curiosíssima a arrogância do mercado hoje, na Folha, exigindo uma guinada na política econômica do Governo com a reeleição de Dilma Rousseff.

    A democracia, para eles, funciona assim: não importa quem o eleja, o Governo do país deve obedecer-nos.

  7. Wagner

    28 de outubro de 2014 1:40 pm

    “Sua indicação implicaria uma

    “Sua indicação implicaria uma mudança radical no estilo de governar da presidente. Ela não teria, por exemplo, liberdade para determinar a política econômica como no primeiro mandato”, ressaltou o valor” – Muito engraçado isso!! Trabuco eleito presidente do Brasil!!

  8. Ninguém

    28 de outubro de 2014 1:47 pm

    Esses são os candidatos do Valor.

    Espero que a Dilma tenha ciência de que o momento é outro e que se tem de haver alguma “guinada” tem de ser para a esquerda. O tal do “mercado” resume-se àqueles que ficam brincando no cassino de valores (investidores institucionais e meia dúzia de milionários). O Brasil não precisa mais do capital especulativo. O único capital estrangeiro que conta para a economia é o IED. O resto é jogatina.

    A Dilma tem de dar um sinal, sim, para quem votou nela, não para quem não votou. Essas concessões só servem para deixar a militância fula da vida.

    Secar as burras do PIG já! Ontem!

    1. Motta Araujo

      28 de outubro de 2014 1:54 pm

      O Governo só tem saida para o

      O Governo só tem saida para o centro, veja o PIB representado nos votos da oposição, um Pais não se constroe só com

      destituidos, nem a poderosa URSS conseguiu se manter sem empresarios, alguem precisa sustentar o Estado.

      1. Ricdo

        28 de outubro de 2014 5:02 pm

        Centro uma ova!!!

        O governo só tem saída para a esquerda, ou em dois anos o PT está politicamente morto.

    2. papo furado

      28 de outubro de 2014 2:08 pm

      A militância já cumpriu o seu

      A militância já cumpriu o seu papel e foi plenamente atendida nos seus desejos. Falta agora ela atender o outro lado para ser governo de todos

      1. Ricdo

        28 de outubro de 2014 4:58 pm

        Atendida uma ova!!!!

        Que conversa fiada é essa???

        O desejo mais fundamental da militância é: NEOLIBERAIS FORA!!!!!!

        Varram esse traste rentista de Meirelles, Trabucos e outros bucos para o quinto dos infernos!

        Se a Dilma “atende” à safadeza rentista, ela se suicida politicamente (ou será suicidada pela militância).

    3. j.fontenele

      28 de outubro de 2014 4:04 pm

      Trabuco sem chefia ?

      Segundo o jornal Valor Trabuco (que nome heim?) não obederecia Dilma. Sonho do Valor e dos sem valor. Já tinha ouvido falar, por alguem derrotado, em Banco Central independente. Mas nunca ouvi falar, em lugar nehum do mundo, em Ministério da Fazenda independente. Eu heim! Já estão querendo sacanear. Mas acho que desta vez a Dilma é outra. A primeira Dilma aposentou-se. Tirem o cavalinho da chuva porque a Dilma do 2º mandato é de deixar a Luciana Genro no chinelo. Dá-lhe Dilma!!!

  9. izaias almada

    28 de outubro de 2014 1:47 pm

    Seria uma tremenda ironia e

    Seria uma tremenda ironia e um descompasso histórico, para dizer o mínimo, a presidente Dila escolher o presidente do Bradesco, um dos maiores financiadores do aparelho de repressão durante a ditadura civil militar de 1964, responsável pelo desapareceimento de centenas de cidadãos brasileiros.

  10. nem diga

    28 de outubro de 2014 1:51 pm

    O Brasil acabou de destroçar

    O Brasil acabou de destroçar Marina por ter amizade com alguém do ITAÚ e, portanto, associar Lula com alguém do Bradesco é querer queimar desde de já sua  eleição de  2018

  11. Luiz Campos

    28 de outubro de 2014 1:53 pm

    Deve estar havendo algum

    Deve estar havendo algum engano… quem ganhou foi a Dilma… que se começar a se entender com o direita calhorda…seu partido já não terá mais o meu voto… (sim porque tem a direita e a direita calhorda). 

    Exorcizamos a Marina, por conta da Neca…e agora vem o Trabuco… faça me o favor..

     

    1. Fabiana C.

      28 de outubro de 2014 2:13 pm

      Perfeito Luiz. Seria trair

      Perfeito Luiz. Seria trair mais de 54 milhões de eleitores. O povo brasileiro não reelegeu a presidenta Dilma para que ela o traia, colocando banqueiro para controlar a economia. Perde a credibilidade junto a população e o PT vai virar PB, partido dos banqueiros. Não terá mais meu voto e nem da minha família caso isso aconteça.

  12. Schell

    28 de outubro de 2014 1:53 pm

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Adoro especulações midiáticas. Cada um puxando o pauzinho pra sua fogueira (de vaidades). Então, se a Dilma colocar o Trabuco, não seria melhor ter ficado com a Osmarina e a Neca? Haja paciência com essa isenção globOlizada.

  13. DUDE

    28 de outubro de 2014 1:54 pm

    Os bancos estão de olho gordo!

    Fizeram grande oposição ao governo. Os bancos privados devem 160 bilhões de dólares – dívida privada externa – a credores no exterior. E agora estão, é claro, pressionando para tentar fazer o que não conseguiram nos votos, pois apoiaram os adversários de Dilma.

    O diálogo é correto, mas deve o governo manter pessoa de sua confiança no comando do BC, pois se assim não o for, teremos graves consequências em desfavor do interesse do povo. Exemplo: aumento extorsivo de juros para que os bancos possam continuar pagando as suas dívidas -160 bilhões de dólares – muito acima dos entes estatais, união, estados e município – divida pública externa que não chega a 100 bilhões.

    Temos uma grande reserva – aproximadamente 370 bilhões de dólares. Mas não podemos brincar.

    O governo deve sempre buscar o interesse coletivo e não de alguns banqueiros.

    Tenho fé em Dilma. Ela saberá decidir, mesmo pressionado.

    Por  sinal,  um amigo meu, mais inteligente, já começou a ganhar dinheiro na bolsa, porque comprou muitas ações na sexta-feira última e hoje  a Bolsa já começa a voltar à normalidade. Pressão política, até nas bolsas é demais!

  14. nem diga

    28 de outubro de 2014 1:54 pm

    Cadê o Mercadante? Ninguém ,

    Cadê o Mercadante? Ninguém , fora Delfim, é mais capacitado.

  15. Assis Ribeiro

    28 de outubro de 2014 1:54 pm

    Há especulação também em

    Há especulação também em torno do nome de Jaques Wagner.

    Wagner, a exemplo de Palocci, não é da área econômica mas tem excelentes relações com os demais setores.

    Um nome forte e de mercado no BC como foi Meirelles, e Wagner na coordenação e ligação entre o desenvolvimentismo do PT e o mercado poderia fazer bons sucos.

    Para os colegas que temem um mercadista, não se esqueçam que com Lula aconteceu o mesmo e o governo conseguiu acalmar o mercado e realizar políticas desenvolvimentistas.

    Vamos dar crédito.

    1. Ninguém

      28 de outubro de 2014 2:50 pm

      Desculpe, Assis, mas não.

      Chega de mercado e mercadistas! Quem elegeu a Dilma claramente o fez porque NÃO QUER SABER DESSE MERCADO CALHORDA. Chega de ministros quinta-coluna!

  16. -Charlie-

    28 de outubro de 2014 1:56 pm

    Esse é o dilema de Dilma:

    Esse é o dilema de Dilma: nomeia um ministério de notáveis, pessoas dotadas de personalidade e de história próprias, para que estas implementem políticas previamente acordadas com a presidente; ou um ministério de “zés ninguém”, sem biografia, apaniguados etc, que entrarão para fazer o “arroz com feijão”, sem direção própria, a depender o tempo todo das orientações da chefa (e temendo o tempo todo levar aquele esporro e perder o cargo).

    Sabemos qual foi o modelo adotado até o momento, bem como seu resultado. Vamos ver se a presidenta, do alto de seus quase 67 anos, é uma pessoa que aprende com seus erros. 

    1. Daniel Krein

      28 de outubro de 2014 4:34 pm

      Perfeito!

      O comentário do Charlie me parece perfeito. Paro aqui para não estragá-lo com algum adendo supérfluo.

    2. Anarquista Lúcida

      28 de outubro de 2014 7:10 pm

      Sabemos sim o resultado

      O Brasil nao cedeu aos rentistas, pelo menos nao tudo que eles queriam; nao entrou na ALCA; nao perdeu o pré-sal; nao fez os trabalhadores pagarem pela crise. Se nao cresceu tudo o que desejávamos, pelo menos o povo nao pagou por isso. Ceder ao mercado agora seria quase uma traiçao, depois de toda a campanha feita. Espero que a Dilma nao imite Marina. 

  17. Luiz Gonzaga da Silva

    28 de outubro de 2014 1:59 pm

    “Trabuco é uma pessoa firme,

    “Trabuco é uma pessoa firme, culta e um excelente administrador(…) Sua indicação implicaria uma mudança radical no estilo de governar da presidente. Ela não teria, por exemplo, liberdade para determinar a política econômica …”

    Gulp!glup!. Caramba, engasguei

    Com Trabuco teríamos um ministério da fazenda independente? O camarada chegaria no governo com seu programa econômico e o colocaria em prática? O que pode-se esperar de um programa econômico de  banqueiro? O de Trabuco seria diferente do programa de Ermínio ou Giannetti?

    Mal refeitos da batalha eleitoral, temos que viver esse suspense.

  18. altamiro souza

    28 de outubro de 2014 2:05 pm

    qualquer um deles,
    desde que

    qualquer um deles,

    desde que dê certo…rs

  19. Fabiana C.

    28 de outubro de 2014 2:07 pm

    O primeiro governo Lula foi

    O primeiro governo Lula foi um continuísmo do governo FHC: juros nas alturas, câmbio sobrevalorizado, desmonte do parque industrial brasileiro; se não fossem os preços das comodities nas alturas, soja, minério, etc. e um aumento extraordinário das exportações para a China, seu governo seria igual ou pior do que o do FHC. Chega de banqueiros no governo do PT. Quem votou na Dilma foi o pobre e a classe média. Coloquem um profissional antenado com o desenvolvimento social e econômico do país. O grande Estadista no Brasil nos últimos anos tem sido o Sr. Crise, infelizmente. O Brasil precisa ter juros baixos e câmbio competitivo; educação e saúde de qualidade. Estadistas jogam no ataque, com um discurso forte para toda a sociedade, empresários, investidores, trabalhadores e não atendendo o clamor e as reivindicações dos especuladores. Inacreditável as indicações do ex-presidente Lula.

  20. Morvan Bliasby

    28 de outubro de 2014 2:14 pm

    Espere Um Pouco. Quem Venceu Foi Mesmo Dilma?

    Bom dia.
    Que Dilma escolha quem quiser, dentro de um certo limite racional. Agora, este “Valor” vir dizer quem será o guindado, não dá. Votei em Dilma, não no “Valor” (aliás, para mim eles são completamente ‘sem’). Senão vou fazer parte dos que defendem o fim das eleições. O vencedor não pode ter Projeto de Governo, então porque se gasta tanto em processo eleitoral. Elege logo o “mercado” (Sic!). Valor, ou melhor, sem, vá para o inferno!!!

  21. Sta Catarina

    28 de outubro de 2014 2:26 pm

    Paranóia

    Que a presidente Dilma não entre na paranóia do mercado para definir o comandante das finanças do país.

    Precisa ser tomada uma decisão sensata e de cabeça fria, pois ministro da fazendo não é um cargo que se pode mudar a qualquer hora sob pena de descrédito na política econômica.

    Há de se escolher alguém com perfil desenvolvimentista e de boa aceitação no mercado. Deixem os banqueiros reclamarem, pois o que importa é a continuidade dos programas sociais e os investimentos públicos no país. Se depender só da iniciativa privada, esqueça, não acontecem.

    O mundo não vai acabar. Há inúmeras possibilidades da classe empresarial ganhar dinheiro neste país. Parem de reclamar e repensem suas empresas.

  22. DeBarros

    28 de outubro de 2014 2:39 pm

    Tudo menos o Meireles, por

    Tudo menos o Meireles, por favor Dilma!

    Se quizer dar um agrado, entregue a ele a embaixada da Letonia, mas por favor mantenha-o longe do BC e do Ministerio da Economia. Em materia de economia, Meireles ja deu o que tinha que dar pelo Brasil.

  23. naldo

    28 de outubro de 2014 2:43 pm

    Mais uma vez se começa um

    Mais uma vez se começa um governo tentando agradar o mercado, então para que passar carão no metro defendendo esse governo se a preocupação é a mesma dos direitosos; cade a pauta dos trabalhadores, não querem nos agrada pelo visto, os ze ruelas é só são lembrados na rua do voto, na governança vamos agradar o mercado e os patrões, sei; depois não reclamem quando as feras quiserem lhes devorar.

    1. Flavio Martins e Nascimento

      28 de outubro de 2014 4:28 pm

      Calma lá, rapaz. Lula lançou

      Calma lá, rapaz. Lula lançou a ‘Carta aos Brasileiros’, botou Meirelles no Banco Central e tocou o barco. Podia ter feito mais? Podia, mas até que fez umas coisinhas, nénão? Abraço

      1. Anarquista Lúcida

        28 de outubro de 2014 7:13 pm

        Flávio, é só 1 nao cadastrado e desconhecido

        Nao perca a calma, 99% de probabilidade de estar sendo pago para dar força a esse tipo de discurso. 

  24. Eliana da Silva

    28 de outubro de 2014 3:07 pm

    Uma governante que criou mais

    Uma governante que criou mais de 5 milhões de empregos e manteve ganhos salarias durante um mandato que ocorreu em meio a uma das maiores crises mundiais na economia, só pode ser considerada vitoriosa. Não entendo nada de economia, mas acalmar o mercado significaria aumentar juros, diminuir empregos e reduzir salários? Não foi essa receita que foi derrotada? Se Dilma capitular, eles não virão com mais sede para impor suas agendas?

    A Presidenta foi escolhida por nós para defender os interesses de todos os brasileiros. De todos, mas, como disse ontem nas entrevistas, é preciso ainda voltar-se especialmente para os grupos representados por pobres, negros, mulheres e jovens. Ministros da área econômica que não estão antenados com o processo de diminuição das desigualdades sociais não deveriam sequer entrar em listas de candidatos para o cargo.

     

  25. Álvaro Noites

    28 de outubro de 2014 4:25 pm

    Começaram os balões de ensaio

    Começaram os balões de ensaio na grande mídia.

  26. Assis Ribeiro

    28 de outubro de 2014 4:36 pm

    Minha aposta (não

    Minha aposta (não obrigatoriamente minhas preferências)

    Barbosa no BC, Wagner na Fazenda

  27. DanielQuireza

    28 de outubro de 2014 4:48 pm

    Eu acho que estão confundindo

    Eu acho que estão confundindo as coisas. Como que se indicar o Trabuco ela não vai mais poder fazer a sua política economia ? Ora, é só demitir ele depois, a hora que quiser. Uma coisa é o Governante não entrar nas minúcias dos programas e dar liberdade ao ministro para agir. Outra coisa, totalmente diferente é que o ministro tem que, previamente, se submeter à política economica do Presidente. Isso é assim e tem qeu ser assim em qualquer país do mundo.

    Destes três, o melhor, sem dúvida, é o Nelson Barbosa. O único problema que pode haver é não ter tarimba política para o cargo e também ja ter saído do Governo discordando. Se Dilma nomeá-lo é porque ela concorda com as suas ideias.

    Eu ainda prefiro alguem no estilo do Jacques Wagner de ministro com bons técnicos abaixo dele, como o Nelson Barbosa e o Nelson Machado, por exemplo. Apesar que bons técnicos devem existir aos montes.

     

     

    1. Flavio Martinho

      28 de outubro de 2014 4:48 pm

      É isso. Lembrando que não se

      É isso. Lembrando que não se deve/não se pode trocar Ministro da Fazenda ‘todo dia’. Que o escolhido fique por 4 ou 8 anos.

    2. Motta Araujo

      28 de outubro de 2014 5:26 pm

      Meu caro Daniel, o Ministro

      Meu caro Daniel, o Ministro da Fazenda tem tres funções

      1.Dirigir a imensa maquina burocratica do Ministerio que inclui Receita Federal, Tesouro Nacional, Acompanhamento Economico, Relações com os organismos internacionais.

      2.Formular a politica economica, o conjunto de variaveis que significam inflação, crescimento, divida publica, comercio exterior.

      3.Fiador do conjunto do Governo perante o sistema financeiro internacional, que governa o mundo.

      Um nome pode ser bom para uma tarefa e não para outra, vai ser dificil encontrar um nome que preencha os tres papeis.

      1. Tom

        28 de outubro de 2014 6:33 pm

        Nesse caso…

        Melhor nomear um burocrata mas manter a ultima palavra com a Dilma, como dizem que é agora.

        Alguém com “luz própria” para fazer o papel de mascotinho dos bancos seria a pior alternativa.

      2. DanielQuireza

        28 de outubro de 2014 7:37 pm

        Então, acho que o melhor é um

        Então, acho que o melhor é um nome político. Seria mais para o item 3 e um pouco do 2. Com o restante ficariam técnicos abaixo dele.

        1. Cosme Henrique

          29 de outubro de 2014 12:35 pm

          Ciro Gomes seria um bom nome?

          Ciro Gomes seria um bom nome?

          1. DanielQuireza

            31 de outubro de 2014 12:14 pm

            De jeito nenhum. É muito

            De jeito nenhum. É muito explosivo.

  28. Zanchetta

    28 de outubro de 2014 4:58 pm

    Trabuco na Fazenda e Escopeta

    Trabuco na Fazenda e Escopeta no BC!!! Nón pasarán…

  29. Assis Ribeiro

    28 de outubro de 2014 4:59 pm

    Do sempre muito bom Fernando Brito”


     

    “Nós perdemos, mas exigimos ganhar, entende?”

    Curiosíssima a arrogância do mercado hoje, na Folha, exigindo uma guinada na política econômica do Governo com a reeleição de Dilma Rousseff.

    A democracia, para eles, funciona assim: não importa quem o eleja, o Governo do país deve obedecer-nos.

    Pois, senhores, tirem o cavalinho da chuva.

    É óbvio que Dilma vai buscar o diálogo até, provavelmente, nomeando para o Ministério da Fazenda alguém com origem no mercado e que, por isso, facilite e distensione a interlocução do governo.

    (…)

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=22576

     

    1. Tom

      28 de outubro de 2014 6:28 pm

      A mídia pauta esse país?

      A midia se tornou nossa voz, nossa consciencia, nosso cérebro…

      Quem pauta a mídia?

  30. BRAGA-BH

    28 de outubro de 2014 5:02 pm

    Bom, se se destes 29 que vão

    Bom, se se destes 29 que vão rodar no Ministério o nome do cardozo for um deles, já me considero atendido pela Presidenta.

    1. Edú Pessoa

      31 de outubro de 2014 12:36 pm

      Concordo contigo e ainda

      Concordo contigo e ainda incluiria o Paulo Bernardo.

  31. Andre B

    28 de outubro de 2014 5:14 pm

    É só botar o Trabuco ou

    É só botar o Trabuco ou Meirelles no Ministério que já prevejo o segundo turno de 2018: A frente dos partidos de esquerda (PSOL, PSTU, PCB) contra a frente da direita (PSDB e REde[?]).

  32. André Oliveira

    28 de outubro de 2014 5:52 pm

    Está parecendo balão de

    Está parecendo balão de ensaio. Trabuco na Fazenda seria a raposa administrando o galinheiro. O cidadão brasileiro sentiria na pele o que os funcionários do Bradesco sentem há muito tempo.

    1. mauro silva 1

      28 de outubro de 2014 6:35 pm

      os arautos …

      do pig querem escalar  economia?

      por que trabuco, meireles etc?

      com us$400 bi o brasil está muitíssimo longe do sufoco diário do governo fhc e similares.

      a direita perdeu a eleição mas quer escalar o ministério?

  33. Tom

    28 de outubro de 2014 6:25 pm

    Isso seria ganhar e não levar

    Um cenário pessimista, que eu já havia imaginado, mas tinha esperança de ser evitado.

    A verdade é que faltam quadros progressistas com viabilidade politica nesse arranjo que o pais vive desde 2002.

    Se alguem estiver enxergando alguma alternativa melhor e quiser me animar, eu agradeço.

  34. Eden SP

    28 de outubro de 2014 7:17 pm

    Trabuco – Banqueiro, não gestor de investimentos

    Como principal executivo do Banco Bradesco, Trabucco não tem perfil de gestor de investimentos ou de macroeconomista , como Armínio, Gustavo Franco, Ilan Goldfajn ou mesmo Joaquim Levy (hoje principal executivo do BRAM – a Asset do Bradesco), Trabuco é banqueiro, um cargo que demanda infinitamente uma visão político-econômica e estratégico-administrativa, superior a qualquer um desses gestodres de recursos (esses, que costumam marcar presença em jornais, em palestras e se arvorar em programas como o Conta-Corrente, incitando “expectativas”). Uma coisa é Cidade de Deus,  robusta, quem manda de fato; outra coisa são os departamentos de economia de bancos, as gestoras e as boutiques de investimentos do quadrilátero JK-Faria Lima. 

    A propósito, o Bradesco, como um dos principais acionistas da Vale, foi um dos que vieram a endossar a demissão do Agnelli, naquele desgastante embate que esse tivera com o Lula.

     

     

  35. Anarquista Lúcida

    28 de outubro de 2014 7:19 pm

    A melhor política, inclusive econômica, é peitar o PIG

    É só o que faltava o PIG querer governar o país. 

  36. Ivan de Union

    28 de outubro de 2014 9:31 pm

    (teste)

    (teste)

  37. alessandroduarte

    28 de outubro de 2014 11:15 pm

    É lobby

    É lobby

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