Energia eólica já é uma realidade

Jornal GGN – Ainda estão sendo realizadas discussões sobre a viabilidade técnica, vantagens e desvantagens da energia eólica. Mas o governo não vai perder mais tempo e o Brasil já começou a investir na fonte.

Em 2012, com 2,5 gigawatts (GW) o país era o 15º colocado no ranking mundial de geração elétrica com a força dos ventos. Em 2013, com 3,4 GW, saltou para a 13ª posição. Em 2014, com 5,9 GW, passou a ocupar o 10º lugar.

Os números foram apresentados pela presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, no 56º Fórum de Debates Brasilianas.org.

De acordo com ela, o ritmo de investimentos foi tão intenso que o Brasil foi o 4º país do mundo que mais aumentou sua capacidade instalada. Em 2014 foram 2,5 GW novos. Em 2013 tinham sido 0,95. Em 2012 1,08 GW.

E não é só isso. O interesse tem aumentado e a fonte está mais competitiva. O preço, que no primeiro leilão, de 2009, ficou em R$ 200,38 por MWh (MWh), já caiu, em 2014, para R$ 137,76/MWh.

Esse valor está muito próximo dos R$ 136/MWh da fonte mais barata que nós temos, a hidrelétrica.

Segundo Elbia, em 2014 a energia eólica garantiu o abastecimento de uma média de 6 milhões de casas por mês. Além disso, a fonte proporcionou uma economia de R$ 4,5 bilhões ao evitar o acionamento de termelétricas (muito mais caras) para suprir a demanda.

O desempenho operacional dos parques também não está decepcionando. Em 25 de novembro de 2014, o subsistema nordeste registrou recorde de geração, com 2.315 MW. O fator de capacidade – que é a proporção entre a capacidade máxima e a produção efetiva – chegou a impressionantes 81%. Nesse dia, a geração representou 21% da carga do Subsistema. Para se ter ideia, o fator de capacidade médio é de 38,1%.

A eólica já representa 4,7% da matriz. E segundo os especialistas, é possível chegar a 20% sem muitas dificuldades.

Leia também: Setor elétrico vai ficar cada vez mais complexo

Assim, a expectativa é que o setor continue a receber investimentos e que até 2019 a capacidade instalada da energia eólica chegue a 16,5 GW. “A capacidade está crescendo no Brasil em velocidade exponencial. Esses 16,5 GW vão corresponder a 8,5% da matriz”, disse Elbia.

Por suas características – imprevisibilidade, intermitência – a fonte não parece ser a melhor solução para a base do sistema elétrico nacional. Mas colocada frente a frente com as termelétricas, na geração complementar, ela demonstra suas vantagens. Além de ser mais econômica, é mais limpa.

Leia também: Energia: Dá pra viver de vento?

Em 2014, apenas no Brasil, a energia eólica evitou que fossem emitidos 3 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

“As fontes eólica e hídrica são altamente complementares. A safra de vento vai de julho até outubro, novembro [enquanto que a temporada de chuvas vai de outubro a abril]. Além disso, as térmicas têm um custo variável muito alto”, justifica Elbia.

https://www.youtube.com/watch?v=7-EwKGwM5Ds width:700

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12 comentários

  1. Algumas considerações para

    Algumas considerações para vcs não ficarem impressionados com os erros da reportagem.

    Fator de capacidade é uma medida ANUAL. Não existe fator de capacidade mensal ou diário. Então, quando vc ler isso aqui abaixo saiba que é balela! O fator de capacidade de quase todos os projetos fica entre 30 e 45%.

     “O fator de capacidade – que é a proporção entre a capacidade máxima e a produção efetiva – chegou a impressionantes 81%. Nesse dia, a geração representou 21% da carga do Subsistema. Para se ter ideia, o fator de capacidade médio é de 38,1%.”

    Continuando sobre fator de capacidade. Angra tem fator de 95%. Isso não é custo? Ainda não vi UMA reportagem colocar O CUSTO correto por Watt. Mas tudo bem, um dia a ficha cai.

    Continuando…

    “A eólica já representa 4,7% da matriz. E segundo os especialistas, é possível chegar a 20% sem muitas dificuldades.”

    De onde vem este 20%? Porque 20%? O reporter não perguntou?

    Se não perguntou, eu explico: 20% é O Limite de inserção de eólicas NO SISTEMA. Não pode ser 21%!!!

    Então, quando chegar a 20% será ampliada a fonte eólica NA MEDIDA do crescimento do parque gerador como um todo.

     

    Como disse antes, uma boa reportagem. Nada de novo e com poucos erros.

     

    O que EU NÃO SEI é se estes 20% são de eólicas ou fontes não firmes como eólicas E solar.

    Eu acho que o limite seria para o somatório das duas fontes. Mas, esperar que uma reportagem sobre setor elétrico explique qualquer coisa é querer demais.

     

    • De onde você tirou tanta besteira?

      Como “engenheiro” de sistemas de potência, você é um bom… contador. De piadas, sem dúvida. Fator de capacidade é um índice, define a  taxa de utilização do potencial de uma fonte de energia. Calcula-se o fator para qualquer período de tempo, depende para qual aplicação que se vai fazer o estudo; conforme a vontade do ‘freguês’, pode ser horário, diário, semanal, mensal, sazonal, anual ou histórico; portanto, é besteira dizer que “é uma medida ANUAL”, até porque não é propriamente medida, é um índice calculado a partir de medidas verificadas, fornece indícios, uma noção do comportamento da fonte num período pré-estabelecido de tempo.

      A avaliação de uma fonte não pode ser feita por um único fator, então, usar o argumento de fator de capacidade elevado como primordial não faz sentido. Primeiro, porque nenhuma fonte tem o fator de capacidade carimbado na fase do projeto e execução; ele é verificado na fase operacional, a partir das medidas medidas realizadas, são as condições operacionais que definem o fator de capacidade. Vai medir o fator de capacidade de Fukushima, por exemplo, para saber se são verificados os tais 95%; depois do acidente, o governo japonês tomou medidas operacionais para zerar o fator de capacidade de suas outras nucleares. Em 2013, a energia nuclear no Japão produzia cinco porcento do que produziu em 2010, sinal de que o fator de capacidade das nucleares anda abaixo de 5%.

      Chuvas, ventos e sol são fenômenos intermitentes. Quando se avalia um projeto de aproveitamento do fluxo desses elementos, os técnicos fazem uma estimativa prévia de um valor teórico do fator de capacidade esperado, com base nos valores esperados, calculam o retorno do empreendimento. Então, quando se faz a opção, por uma fonte que traz uma expectativa, digamos, de 30% de fator de capacidade, em detrimento de outra que teoricamente teria um valor, três vezes maior do fator de capacidade, é porque se chegou a conlusão de que, apesar do baixo fator de capacidade, o empreendimento se mostra mais rentável, do ponto de vista financeiro, e com menos problemas de impacto ambiental. As razões pelas quais chegam a essa conclusão, aponto a seguir.

      Fatores como, o custo do combustível e do tratamento e destino dos seus resíduos são muito mais fundamentais, do que o teórico fator de capacidade que a usina venha a ter. O ‘combustível’ de uma usina eólica se tira do ar, tem preço de vento, ele deixa um resíduo tão saudável, que se ficar alguns minutos sem inalá-lo, pode-se morrer; vai inalar por alguns minutos, os resíduos dos combustíveis de uma térmica a gás ou carvão e ver o que acontece; não há nenhum perigo ou contraindicação em espalhar no ar, sem qualquer tratamento, os resíduos do ‘combustível’ das eólicas.

      O ‘combustível’ de uma usina hidoelétrica é de graça, literalmente, cai do céu. O ‘combustível’ da energia solar é outro que também vem do céu como uma benção. Com tratamentos simples dos resíduos do ‘combustível’ da hidroelétricas, é possível esfregá-lo no corpo, tomar banho com ele e até beber; geladinho, com uma solução de malte fermentado, fica uma delícia para se tomar ao sol da praia, Que tal se esfregar e beber resíduo de combustível nuclear? É ruim, hem?

      Em tempo, a Dinamarca já retira um terço, portanto, mais de 20%, de sua energia elétrica de fontes eólicas e seu sistema está de pé. É mais uma pérola de ignorância sua afirmação: “20% é O Limite de inserção de eólicas NO SISTEMA”.

      Quando o técnico se refere aos 20%, provavelmente ele tem em mente a participação atual no sistema, das térmicas movidas a combustíveis não renováveis – gás natural, carvão mineral e nuclear – com isso ele quer mostrar que o Brasil pode dispor, sem demasiado esforço e sacrifício, de um sistema elétrico totalmente baseado em fontes renováveis.

      • Estou vendo que o engenheiro

        Estou vendo que o engenheiro não é do ramo. Suposições e todas erradas…

        É óvio que qualquer fator pode ser calculado para qualquer período de tempo.  Porém…

        Fator de capacidade EM GERAÇÃO DE ELETRICIDADE é anual porque no período de 1 ANO temos 1 inverno, 1 verão, uma primavera e 1 outono. Isso faz com que possamos PREVER a geração FUTURA tendo como base a sazonalidade ANUAL.

        Parece que estou falando com uma criança…

        Se no dia 1 de abril determinada turbina gerou 100% da energia possível… tanto faz…não serve a informação SE não for anualizada e isso DEVERIA SER ÓBVIO PARA QUALQUER ENGENHEIRO.

        Sobre os custos, qualquer um sabe fazer conta mas essa conta não é feita. Não faremos solares porque são baratas. faremos porque há fabricantes europeus interessados em nos vender equipamentos. E num ambiente de escasses, o preço caro acaba por ficar so so.

        Continuando…

        20% é o limite aceitavel determinado pelo OPERADOR DO SISTEMA como seguro para o sistema. Esta informação eu obtive de uma consultoria especializada PAGA! Se quiser informação, pague. O Nome é PSR. Vá lá e pague!

        É óbvio que vc poderia fazer 100% eólico por exemplo, só que ao meio dia não tem eletricidade eólica. Como engenheiro vc sabe, ou deveria saber, que a geração eólica tende  zero ao meio dia.

         

        Se vc acha que podemos suprir nossas necessidades com eólicas, porque a proporção de térmicas a combustível fóssil só aumenta em nossa matriz?

        O seu posicionamento anti-nuclear é a causa disso porque se vc fosse do ramo já teria escutado QUALQUER especialista falar que renováveis não resolvem nosso problema. Que nossas necessidades são maiores do que a energia que PODE ser fornecida por eólicas e solares somadas.

        Se não resolvem….tapa-se o buraco…com combustível fóssil. E é isso que estamos fazendo, graças a vc!

        • A energia nuclear está em estagnação e decadência no mundo.

          Há mais de duas décadas, a participação nuclear na matriz energética mundial é, em termos de contribuição absoluta, relativamente estável; alcançou um máximo em 2006 e, desde então, vem diminuindo sua contribuição absoluta; a crise desencadeada com o acidente de Fukushima apenas agravou a decadência registrada, da fonte nuclear na matriz energética mundial. A produção de energia nuclear em 2013 é semelhante à produção nos finais dos 1990.

          Na última década, assistimos um espetacular desenvolvimento de fontes de energia, baseadas em fluxos constantes da natureza, em vez das fontes, baseadas em depósitos de materiais energéticos, acumulados em longos prazos dos processos geológicos, ou seja, na prática não renováveis. No ritmo de crescimento obvservado, nos últimos cinco anos, das novas energias renováveis, estas vão superar a contribuição da energia na matriz energética mundial no prazo de quatro anos, em 2018; provavelmente, até o final da década, a energia eólica vai suplantar a energia nuclear na matriz energética mundial.

          Não, eu não sou um engenheiro do ramo, sou um humilde ouvinte e observador que fica atento ao que dizem, publicamente, os engenheiros do ramo. Não vale no debate público, apresentar argumento com base em segredo comercial não revelado de serviço de consultoria, o argumento fica não dito, porque secreto. Ir no caminho da energia nuclear é ir mundialmente na contra-mão, andar no atraso, os indicadores mundiais demonstram isto.

          Um catavento ou um painel solar que se instale na Alemanha, são iguais e com os mesmos preços ao que se intalam no Brasil. Aqui no Brasil está verificado, em virtude de nossa posição geográfica, que esses equipamentos têm maior rendimento, do que nos países onde são mais aplicados no momento. Então, se eles lá com menores eficiência do que aqui são atraentes e competitivos, com fontes térmicas baseadas em combustíveis fósseis ou nucleares, não há argumento para não empregá-los cá, onde eles superam ainda por maior margem do que naqueles países, as fontes fósseis ou nucleares. Muito dos países, entre os grandes usuários de energia nuclear, são os que mais aplicam atualmente nas novas fontes renováveis; eles preferem adotar as novas fontes alternativas, do que promoverem a expansão nuclear que possuem; eles as mantêm estagnadas ou em retrocesso, enquanto expandem espetacularmente as novas fontes. Nós perdemos tempo, com as vantagens que temos para aplicar as novas fontes, na discussão de uma fonte controversa, a nuclear, e sem o desempenho sócio-economico que as novas fontes apresentam, inclusive como absorvedoras de empregos de alta qualificação.

          Você “argumenta” sobre “fabricantes europeus interessados em nos vender equipamentos”. Acontece que a energia nuclear chegou ao Brasil, através de um acordo com fornecedores alemães, que são europeus, sua expansão não prosseguirá de forma muito diferente, pode-se apenas mudar a nacionalidade de fornecedores, de uma indústria que quarenta anos depois não conseguimos nacionalizar. A energia nuclear também depende de “fabricantes europeus  interessados em nos vender equipamentos”, qualquer outro que venham substitui-los dão no mesmo, são externos. Nós temos chances enormes de desenvolver uma indústria de cataventos ou de painéis solares, ou de atrair muito de tais indústrias para o nosso território, como já está acontecendo; para grande parte dos componentes de um catavento, já existe há muito tempo fabricantes no país.

          Não preciso de consultorias e nem, devido minhas relações e conhecimentos, pagá-las. Acompanho, desde o início dos 1970, com muita proximidade, o Setor Elétrico brasileiro, que é um sistema único no mundo, pelas suas excepcionais e únicas características, que tem potencial a médio prazo de se tornar totalmente baseado em energia renovável, hídrica, eólica, solar e biomassa. Se assim fizer, e não é um esforço muito difícil de se atingir até a próxima década, o Brasil construirá o mais revolucionário sistema de suprimento de eletricidade do século XXI. Você recomenda que o Setor siga o atraso do século XX, a energia nuclear herdada de acordos mal feitos da ditadura, que hoje não contribui, com um quarto do que já é fornecido por biomassas e eólicas; provavelmente, no ano que vem, estaremos obtendo mais energia eólica do que nuclear. Não é impossível também, a Itália construiu em cinco anos, um sistema solar muito maior do que o nosso nuclear. O Brasil não tem necessidade de produzir lixo nuclear.

          Não adianta você pagar consultorias, um contador nas suas condições não recebeu suporte de formação técnica, nem obteve vivência profissional íntima, para absorver conhecimentos básicos para discutir planejamento de sistemas energéticos, você já demonstrou acima que está por fora, é um sem noção.

          • Almeida, eu te conheço?
            Ou o
            Almeida, eu te conheço?
            Ou o repórter andou me investigando e solicitou sua participação neste tópico?

            Vc não apresentou um argumento neste texto enorme. Rsrsts
            Que.mundo é este que vc se refere? Vamos ser um pouco mais específicos porque O Mundo é muito grande.
            Vc fala sobre o mundo mas me diga uma coisa, economias EM expansão, nestes países a geração nuclear está estagnada?
            A China não está construindo 30 centrais nucleares? E Índia e Coréia?
            O Brasil, em que grupo de encaixa no mundo?

            Mas o que fiquei curioso é porque vc esta me chamando de Contador. De onde veio isso? Não seja tímido porque isso me parece ensaiado. Ensaiado e de uma baixeza.moral, que vindo de repórteres, não me surpreendo.
            Pode escrever um texto grande e vazio, de argumentos, como este ultimo para explicar.

          • Usei as estatísticas da BP.

            Elas são acessiveis na rede, pode baixar os dados desde 1965. Elas mostram as duas últimas décadas de produção nuclear com um crescimento pouco acentuado até 2006, seguido de declínio, que se acentuou depois de Fukushima. O comportamento foi homogêneo em todos países, com poucas exceções, como a queda drástica no Japão. Se a produção nuclear dobrar, as reservas mundiais de urânio esgotam em menos de cinquenta anos; a situação é tão desalentadora nesse sentido, que o último relatório da AIE, destinado a injetar um otimismo insano no mundo desenvolvido, fala em retirar urânio… das águas do mar, pois sabem que as reservas estão em queda; poderiam ter especulado também em retirar do mundo da lua, onde os autores do relatório parecem viver.

            Voce fica incomodado em ser chamado de contador? Você é engenheiro? Têm CREA? Eu não tenho CREA, fico incomodado de ser chamado de engenheiro, pois não me apresento como profissional que não sou. Se você disser que é engenheiro e  mostrar o CREA, vou tratá-lo como tal, mas, pelo pouco que aprendi de sistemas energéticos, no convívio com diversos engenheiros planejadores e alguns professores na área, quando vejo os ‘conhecimentos ‘ que você apresenta do assunto, eu acredito mesmo que você é contador. De piadas, então, não tenho dúvidas.

            Não vendo projetos, não faço, nunca fiz nenhum lobby. Minhas relações com o Setor sempre foram com seus profissionais, muito pouco com seus dirigentes e nulas com áreas comerciais.

             

          • Vou responder só a parte que

            Vou responder só a parte que interessa.

             

            Novas tecnologias que ESTÃO FUNCIONANDO HOJE, já extenderam as reservas de até 100 anos para milhares de anos.

            Novos reatores utilizam apenas uma fração do combustível utilizado nos antigos.

            Quer links para se atualizar?

            Mais alguma coisa?

          • Em tempo:

            O parágrafo seguinte ficou truncado, refaço para melhor compreensão:

            Na última década, assistimos um espetacular desenvolvimento de fontes de energia, baseadas em fluxos constantes da natureza, solar e ventos, em vez das fontes, baseadas em depósitos de materiais energéticos acumulados, como no caso dos fósseis, em longos prazos dos processos geológicos, ou seja, na prática não renováveis. No ritmo de crescimento obvservado, nos últimos cinco anos, das novas energias renováveis, devem superar a contribuição da energia nuclear na matriz energética mundial, no prazo de quatro anos,  em 2018; provavelmente, até o final da década, a energia eólica vai suplantar a energia nuclear na matriz energética mundial.

            PS: Importa muito ao planejamento de sistemas baseados em fontes de fluxos naturais variáveis, chuvas, solar e ventos, saber o comportamento do fator de capacidade ao longo tempo, das suas variadas fontes, sobretudo noção das duas últimas, que são não-acumulativas; saber do comportamento do fator de capacidade em bases sazonais, ao longo dos meses do ano, e seu comportamento horário, são informações que permitem ao planejador ver a importância de complementariedade que as fontes oferecem.e

  2. Governo vai fazer leilão em agosto para contratar energia solar

    Crédito: Reprodução da internet

    Brasília—-16/03/2015 16p1—Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado

    O governo vai promover no dia 14 de agosto o primeiro leilão de energia reserva deste ano. Será contratada apenas energia gerada a partir de fonte solar fotovoltaica. O suprimento começará em agosto de 2017, com prazo de contrato de 20 anos.

    As regras foram publicadas hoje (16) no Diário Oficial da União. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o leilão tem o objetivo de diversificar a matriz elétrica e propiciar uma competição isonômica e o atendimento à garantia de suprimento.

    O preço-teto do leilão será calculado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aprovado pelo ministério e estabelecido quando o edital for publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    Os empreendedores interessados em participar do leilão deverão cadastrar seus projetos na EPE até o dia 14 de abril. Uma das condições é que o empreendimento seja conectado ao Sistema Interligado Nacional.
    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-03/governo-vai-faz

    • Esse será o leilão inicial

      Esse será o leilão inicial para a entrada de fabricantes solares. A compra será 100% estatal a alto custo e sem subsídios.

      Após este leilao grande, com a instalação dos fabricantes, espera-se que o marcado caminhe sozinho e se estudará os subsídios necessários.
      O Governo está fazendo tudo certinho com a Solar. Mais lento que o mercado quer mas está fazendo.

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