O que diferencia o caso Banestado da Operação Lava Jato?

Por Henrique Beirangê

Da CartaCapital

A semente dos escândalos

O juiz Sergio Moro arbitra uma operação que investiga um extenso esquema de corrupção e evasão de divisas intermediadas por doleiros que atuam especialmente no Paraná. Uma força-tarefa é montada e procuradores da República propõem ações penais contra 631 acusados. Surgem provas contra grandes construtoras e grupos empresariais, além de políticos.

Delações premiadas e acordos de cooperação internacional são celebrados em série. Lava Jato? Não! Trata-se do escândalo do Banestado, um esquema de evasão de divisas descoberto no fim dos anos 90 e enterrado de forma acintosa na transição do governo Fernando Henrique Cardoso para o de Lula.

Ao contrário de agora, os malfeitos no banco paranaense não resultaram em longas prisões preventivas. Muitos envolvidos beneficiaram-se das prescrições e apenas personagens menores chegaram a cumprir pena.

Essas constatações tornam-se mais assustadoras quando se relembram as cifras envolvidas. As remessas ilegais para o exterior via Banestado aproximaram-se dos 134 bilhões de dólares. Ou mais de meio trilhão de reais em valor presente. Para ser exato, 520 bilhões.

De acordo com os peritos que analisaram as provas, 90% dessas remessas foram ilegais e parte tinha origem em ações criminosas. A cifra astronômica foi mapeada graças ao incansável e inicialmente solitário trabalho do procurador Celso Três, posteriormente aprofundado pelo delegado federal José Castilho. Alguém se lembra deles? Tornaram-se heróis do noticiário?

Empreiteiras, executivos, políticos e doleiros que há muito frequentam o noticiário poderiam ter sido punidos de forma exemplar há quase 20 anos. Não foram. Os indiciamentos rarearam, boa parte beneficiou-se da morosidade da Justiça e a maioria acabou impune.

Quanto à mídia, não se via o mesmo entusiasmo “investigativo” dos tempos atuais. Alberto Youssef, Marcos Valério, Toninho da Barcelona e Nelma Kodama, a doleira do dinheiro na calcinha, entre outros, tiveram seus nomes vinculados ao esquema.

Salvo raras exceções, CartaCapital entre elas, a mídia ignorou o caso. Há um motivo. Os investigadores descobriram a existência de contas CC5 em nome de meios de comunicação. Essa modalidade de conta foi criada em 1969 pelo banco para permitir a estrangeiros não residentes a movimentar dinheiro no País.

Era o caminho natural para multinacionais remeterem lucros e dividendos ou internar recursos para o financiamento de suas operações. Como dispensava autorização prévia do BC, as CC5 viraram um canal privilegiado para a evasão de divisas, sonegação de imposto e lavagem de dinheiro.

Em seu relatório, o procurador Celso Três deixa claro que possuir uma conta CC5, em tese, não configuraria crime, mas que mais de 50% dos detentores não “resistiriam a uma devassa”.  Nunca, porém, essa devassa aconteceu. A operação abafa para desmobilizar o trabalho de investigação começou em 2001. Antes, precisamos, porém, retroceder quatro anos a partir daquela data.

A identificação de operações suspeitas por meio das CC5 deu-se por acaso, durante a CPI dos Precatórios, em 1997, que apurava fraudes com títulos públicos em estados e municípios. Entre as instituições usadas para movimentar o dinheiro do esquema apareciam agências do Banestado na paranaense Foz do Iguaçu, localizada na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina e famosa no passado por ser uma região de lavagem de dinheiro.

Das agências, os recursos ilegais seguiam para a filial do Banestado em Nova York. Informado das transações, o Ministério Público Federal recorreu ao Banco Central, à época presidido por Gustavo Loyola. Os procuradores comunicaram em detalhes ao BC as movimentações suspeitas.

Em vez de auxiliar o trabalho do Ministério Público, o Banco Central de Loyola preferiu criar dificuldades para o acesso dos procuradores às contas suspeitas. Segundo Celso Três, as informações eram encaminhadas de forma confusa, propositadamente, diz, com o intuito de atrasar as investigações. Diante dos entraves causados pelo BC, a Justiça Federal tomou uma decisão sem precedentes. Determinou a quebra de todas as contas CC5 do País.

Uma dúvida surgiu de imediato: se havia formas regulares, via Banco Central, de enviar dinheiro ao exterior, qual a razão de os correntistas optarem por essas contas especiais que não exigiam autorização prévia nem estavam sujeitas à fiscalização da autoridade monetária?

Pior: antes do alerta da CPI dos Precatórios, o BC parece nunca ter suspeitado da intensa movimentação financeira por agências de um banco estatal paranaense, secundário na estrutura do sistema financeiro. Até então, nenhum alerta foi dado pelo órgão responsável pela fiscalização dos bancos. Vamos repetir o valor movimentado: 134 bilhões de dólares.

Editada em 1992, uma carta-circular do Banco Central determinava que movimentações acima de 10 mil reais nas contas CC5 deveriam ser identificadas e fiscalizadas. Jamais, nesse período, as autoridades de investigação foram comunicadas pelo BC de qualquer transação incomum.

Com a quebra de sigilo em massa determinada pela Justiça, milhares de inquéritos foram abertos em todo o País, mas nunca houve a condenação definitiva de um político importante ou de representantes de grandes grupos econômicos. Empresas citadas conseguiram negociar com a Receita Federal o pagamento dos impostos devidos e assim encerrar os processos contra elas.
O Ministério Público chegou a estranhar mudanças repentinas em dados enviados pelo governo FHC. Em um primeiro relatório encaminhado para os investigadores, as remessas da TV Globo somavam o equivalente a 1,6 bilhão de reais.

Mas um novo documento, corrigido pelo Banco Central, chamou a atenção dos procuradores: o montante passou a ser de 85 milhões, uma redução de 95%. A RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e atualmente envolvida no escândalo da Zelotes, também foi beneficiada pela “correção” do BC: a remessa caiu de 181 milhões para 102 milhões de reais.

A quebra do sigilo demonstrou que o Grupo Abril, dono da revista Veja, fez uso frequente das contas CC5. A Editora Abril, a TVA e a Abril Vídeos da Amazônia, entre outras, movimentaram um total de 60 milhões no período. O SBT, de Silvio Santos, enviou 37,8 milhões.

As mesmas construtoras acusadas de participar do esquema na Petrobras investigado pela Lava Jato estrelavam as remessas via Banestado. A Odebrecht movimentou 658 milhões de reais. A Andrade Gutierrez, 108 milhões. A OAS, 51,7 milhões. Pelas contas da Queiroz Galvão passaram 27 milhões. Camargo Corrêa, outros 161 milhões.

O sistema financeiro não escapa. O Banco Araucária, de propriedade da família Bornhausen, cujo patriarca, Jorge, era eminente figura da aliança que sustentava o governo Fernando Henrique Cardoso, teria enviado 2,3 bilhões de maneira irregular ao exterior.

Nunca foi possível saber quais dessas contas eram e quais não eram regulares. Para tanto, teria sido necessário aprofundar as investigações, o que nunca aconteceu. Ao contrário. O BC não foi o único entrave. No fim de 2001, o delegado Castilho foi aos Estados Unidos tentar quebrar as contas dos doleiros brasileiros na filial do Banestado.

O então diretor da Polícia Federal, Agílio Monteiro, determinou, porém, que Castilho voltasse ao Brasil. Apegou-se aos “altos custos das diárias” para interromper o trabalho de investigação. Valor da diária: 200 dólares.

Os agentes da equipe de Castilho perceberam o clima contra a operação e a maioria pediu para ser desligada do caso. A apuração seguiu em banho-maria até o começo de 2003, no início do governo Lula, período em que Castilho voltou a Nova York.

Naquele momento, as novas quebras de sigilo permitiram localizar um novo personagem, Anibal Contreras, guatemalteco nacionalizado norte-americano, titular da famosa conta Beacon Hill. Descobriu-se uma estrutura complexa: a Beacon Hill era uma conta-ônibus, recheada por várias subcontas cujo objetivo é esconder os verdadeiros donos do dinheiro. Sob o guarda-chuva da Beacon Hill emergiu uma subconta de nome sugestivo, a Tucano.

Em anotações feitas por doleiros e algumas siglas foram identificadas transações que sugeriam a participação do senador José Serra e do ex-diretor do Banco do Brasil, tesoureiro do PSDB e um dos artífices das privatizações no governo Fernando Henrique, Ricardo Sérgio de Oliveira. Só novas quebras de sigilo permitiriam, no entanto, comprovar as suspeitas. Adivinhe? Elas nunca aconteceram.

Castilho conseguiu acessar o que se poderia chamar de quarta camada das contas. Antes de descobrir os beneficiários finais do dinheiro, os reais titulares, o delegado acabou definitivamente afastado da investigação pelo então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Anos mais tarde, o inquérito seria arquivado.

A CPI do Banestado teve o mesmo destino melancólico. Até hoje, é a única comissão parlamentar a encerrar seus trabalhos sem um relatório final. O PT e o PSDB disputaram para ver quem enterrava primeiro e melhor os trabalhos. O petista José Mentor, relator da CPI, foi acusado de receber dinheiro de um doleiro para excluí-lo do texto final. Mentor nega.

O tucano Antero Paes de Barros, presidente, tentou proteger os próceres do partido e aliados citados na investigação. Uma conveniente briga entre Mentor e Barros marcou o encerramento da apuração no Congresso em dezembro de 2004. No ano seguinte, um novo escândalo, o “mensalão”, sepultaria de vez o interesse pelas contas ilegais no exterior.

Desde então, mudanças na legislação penal e a ampliação de acordos de cooperação internacional passaram a dificultar as tentativas de abafar esses casos. Foram criadas e aperfeiçoadas nos últimos anos as unidades de recuperação de ativos no Ministério da Justiça e no Ministério Público Federal.

Por conta dos ataques às Torres Gêmeas de Nova York em 11 de setembro de 2001, os paraísos fiscais foram pressionados a repassar informações sobre contas suspeitas. Os bancos suíços, notórios por sua permissividade, criaram mecanismos de autofiscalização para a identificação de dinheiro com origem suspeita, algo impensável há 20 anos. 

No Brasil, a lei do crime organizado de 2013 foi aprimorada e a lei de lavagem de dinheiro, alterada em 2012, ampliou o cerco contra os sonegadores. Diante dessas mudanças, as investigações não finalizadas do Banestado poderiam ser exumadas? Para investigadores que atuaram no caso, a resposta é sim.

As movimentações finais no exterior dessas contas podem ter ficado ativas após a instituição dessas novas leis, o que daria vida a novos inquéritos. Dependeria da vontade do Ministério Público e da Polícia Federal.

As duas instituições têm sido, no entanto, reiteradamente conduzidas a fazer uma seleção bem específica de seus focos de interesse. Sem o apoio da mídia e setores da Justiça e do poder econômico, mexer em certos vespeiros só produz ferroadas em quem se mete a revirá-los.

O MP e a PF tentaram, a partir da apuração do Banestado, avançar nas investigações por outros caminhos. Daquele esforço derivaram operações como a Farol da Colina, Chacal, Castelo de Areia e Satiagraha.

Em todas elas, o destino foi idêntico. Em alguma instância da Justiça, os processos foram anulados. Bastaram, em geral, argumentos frágeis. A Castelo de Areia, que investigou a partir de 2009 o pagamento de propina de empreiteiras a políticos, acabou interrompida no Superior Tribunal de Justiça por supostamente basear-se em “denúncia anônima”, embora o Ministério Público tenha provado que a investigação se valeu de outros elementos.

O episódio mais notório continua a ser, no entanto, a Satiagraha. Até um falso grampo no gabinete do ministro Gilmar Mendes serviu de pretexto para melar a operação contra o banqueiro Daniel Dantas, que, aliás, operava uma das contas-ônibus no escândalo do Banestado.

Pressionado, o juiz Fausto De Sanctis viu-se obrigado a aceitar a promoção para a segunda instância. Hoje cuida de processos previdenciários. O delegado e ex-deputado Protógenes Queiroz foi perseguido e tratado como vilão. Em agosto, acabou exonerado da Polícia Federal.

Não foi muito diferente com Celso Três e José Castilho. O procurador despacha atualmente em Porto Alegre. O delegado foi transferido para Joinville, em Santa Catarina, e nunca mais chefiou uma operação.

Nenhum deles foi elevado ao pedestal como o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa e o juiz Sergio Moro, que agora colhe as glórias negadas durante o caso Banestado. Teria o magistrado refletido sobre as diferenças entre uma e outra investigação? 

52 comentários

  1. SERGIO MORO ALBERTO YOUSSEF E O ESCÂNDALO BANESTADO HÁ 20 ANOS!!
    A HISTÓRIA SECRETA DA LAVA A JATO E O TREINAMENTO DE SERGIO MORO NA CIA PARA AJUDAR A ENTREGA DAS RIQUEZAS MINERAIS E PETROLÍFERAS DO BRASIL E O DESMONTE DA INDUSTRIA NACIONAL E AS PROPINAS RECEBIDAS NA OPERAÇÃO LAVA JATO E AS FALSIFICAÇÕES DE PROVAS DENUNCIADAS POR RODRIGO TACLA DURAN  O LIVRO “O OUTRA HISTÓRIA DA LAVA A JATO E O ESCÂNDALO BANESTADO” autor PAULO MOREIRA LEITE: BANESTADO E A OPERAÇÃO LAVA RATOS OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS 300 POLÍTICOS DO QUADRILHÃO BLINDADOS POR SERGIO MORO DESDE 1997 NO PARANÁ Como lembrou Requião do seu discurso no Senado Federal no dia 30/09/2015, O ESCÂNDALIO BANESTADO FOI O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA” e envolve os mesmos setenta doleiros presos e soltos pelo judiciário do Paraná, os mesmos procuradores e o mesmo juiz pavão treinado pela CIA (projeto Ponte CIA Coercitive Tortures Judges Procedures que treinou também juizes no Paraguai para derrubar Fernando Lugo), esse mesmo juizeco pavão de Curitiba que recebeu propinas de 400 milhões segundo advogado Rodrigo Tacla Duran e ainda blindou as fortunas ilícitas de Cláudia Cunha pasme Seregio Moro pavão absolveu e protegeu as fortunas ilicitas de Edurado Cunha e dos 300 políticos do quadrilhão de Temer, FHC, blindou o senador traficante e mega delatado ladrão REI DA EXTORSÃO matador do policial LUCAS GOMES ARCANJO e das LARANJAS DO MENSALÃO TUCANO (SRA CRISTIANE APARECIDA E SRA MIRTES MORTAS EM BH EM 2002) o mega corrupto traficante senador ladrão sr Aécio Neves Cunha, Geddel Vieira braço direito de TERMER no roubo de malas de dinheiro da CEF e da extorsão a empresários, o gatuno Moreira Franco, Caiado, e também blindou as fortunas ilícitas de Henrique Meirelles e Blairo Maggi asn Bahamas, dos corruptos filho e genro de FHC nas Ilhas Cayman e no PANAMÁ PAPERS, e as fortunas bilionárias ilícitas do corrupto ladrão e lesa pátria José Chirico Serra e muitos outros. O ESCÂNDALO BANESTADO foi o PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS que remunerou 300 políticos do quadrilhão obediente aos apagões, desmonte da indústria nacional e as privatarias. Iniciado em 1995 o ESQUEMA BANESTADO foi alvo de investigação no FBI em 1998 e duras críticas a FHC por corrupção acusações feitas por Bill Clinton em novembro de 1999 confira: YOUTUBE: “BILL CLINTON PASSOU SERMÃO EM FHC PELA LAVAGEM DE 125 BILHÕES DE DÓLARES VIA AGÊNCIA BANESTADO DE NY PARA REALIZAR REMESSAS ILEGAIS CIA CONTAS CC-5, “CONTA TUCANO” E “CONTA CH J&T”  apatou e lavou MEIO TRILHÃO DE REAIS em propinas recebidas pelas PRIVATARIAS QUE GERARAM PREJUIZOS DE 15 TRILHÕES DE DÓLARES AO ESTADO BRASILEIRO e esse esquema teve a OPERAÇÃO ABAFA DA “TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA CRIADA NO STF POR GILMAR MENDES E FHC E NA PGR DA ERA FHC SR GELADO BRINDEIRO (ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA DA ERA FHC) e tomou as páginas dos jornais no Brasil e no mundo e incomodou até o presidente Bill Clinton que passou sermão em FHC em Florença Itália qyuando FHC ficou de joelhos no F Na realidade esse QUADRILHÃO e essa TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA DOS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS começou no iínio dessa famigerada Nova República da Corrupção em 1998 quando explodiu a CPI DO ESQUEMA DO CONGRESSO que envolveu os 300 políticos do QUADRILHÃO de TEMER, GEDDEL, MOREIRA FRANCO, ROMERO JUCÁ, ELISEU PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO e outros 300 políticos. Esse quadrilhao foi denominado nos jornais como os ANÕES DO CONGRESSO E DA CAMARA DOS DEPUTADOS e foram denunciados em 1988, pasme há 30 anos atrás, pelo economista José Carlos Lofrano e a esposa sra Elisabete Lofrano que foi assassinada em 1988 para “queima de arquivo” pois envolvia juizes do STF, PGR, os mesmos 300 políticos corruptos do Senado e da Câmara, a Rede Globo (sra Lofrano denunciou as ligações da ministra Dorotheia Werneck em desvios de bilhões para a Rede Globo como denunciaram os autores dos livros A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO (Daniel Herz), “AFUNDAÇÃO’ ROBERTO MARINHO (Romerio Machado), e “ROBERTO MARINHO, MUMA BIOGRAFIA DA CORRUPÇÃO” e muitas outras fartas literaturas sobre a corrupção e as privatarias e crimes de lesa pátrias no Brasil. Na era Collor e era FHC essea QUADRILHÃO passou a agir com uma feroz blindagem judiciária no STF. PGR e no judiciário do PARANÁ onde correu o maior crime de corrupção da história da república O ESCANDALO BANESTADO, O PROPINODUTOA DAS PRIVATARIAS TUCANAS captou e lavaou para 300 políticos no Banco do Estado do PARANÁ uma fortuna de MEIO TRILHAO DE REAIS (125 BILHOES DE DÓLARES) lavados via contas CC-5 criadas por FHC, e repassadas a NEW YORK e para as ILHAS CAYMAN, SUIÇA, PANAMÁ PAPERS E BAHAMAS via CONTA TUCANO e CONTA CH J&T em nome de familiares de FHC, Serra, e outros 300 do QUADRILHÃO DE TEMER E FHC.    Note que TEMER foi presidente da Camara na era FHC e ele foi o principal investigado HÁ 25 ANOS ATRÁS EM 1992 na era FERNANDO COLLOR na “CPI ESQUEMA ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS” que culminou com o assassinato do jovem goernador do ACRE EDMUNDO PINTO assassinado brutalmente no HOTEL DELLA VOLPE no dia 17 de maio de 1992 (o gerente geral do Hotel Della volpe e Assessor de Comunicação era o sr CELSO RUSSOMANO que debandou para acrrera política após ajudar os bandidos e aliviar esse crime). Edmundo Pinto na época com apenas 34 anos era governador do Acre e foi morto a mando da ODEBRECHT e do QUADRILHÃO (TEMER ERA O PRINCIPAL DENUNCIADO EM 1992 ELE ERA SECRETÁRIO DO GOVERNO ANATONIO FLEURY E ERA O CHEFE DESSA QUADRILHA) Edmundo Pinto foi morto após denunciar PASME há 25 anos atrás todo esse QUADRILHÃO E O ESQUEMA ODEBRECHT E COLLOR PC FARIAS. Na realidade esse QUADRILHÃO vem agindo com a proteção da TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA REFORÇADA PELO QUADRILHÃO NA ERA FHC.  Note que o sr Sergio Moro é também parente dos fundadores do PSDB no PARANÁ e dso donos do poder no estado do Paraná: os srs OSVALDO MALUCELLI MORO, HIDELBRANDO MORO E JOEL MALUCELLI donos da REDE GLOBO DO PARANÁ e do PARANÁ BANCO, COSNTRUTORA J MALUCELLI QUE FICOU FORA DA LAVA JATO APESAR DE TER CONSEGUIDO OBRAS SUPERFATURADAS NA USINA BELO MONTE e GRUPO J MALUCELLI e da BAND NEWS em sociedade com o sr João Saad. Isso explica porque Sergio MORO blinda 300 políticos do quadrilhão, protegeu as fortunas em nome de Cláudia Cunha e as fortunas de Olga Youssef e Alberto Youssef. Aliás Youssef foi blindado também há uma década atrás no escandalo dos desvios de 500 bilhões de reais na Prefeitura de Maringá no ESCANDALO DO SECRETÁRIO DAS FINANÇAS LUIZ ANTONIO PAOLICCHI na gestão do prefeito tucano GIANOTO e tem envolvimentos dfos irmãos tucanos corruptos ALVARO DIAS E SOMAR DIAS (OS IRMÃOS METRALHA TUCANOS DO PARANÁ que têm como SUPLENTES JOEL MALUCELLI E OSVALDO MORO PARENTES DE SERGIO MORO) por essa razsão Sergio também blindou os tucanos de MARINGÁ no assassinato de LUIZ PAOLICCHI que foi morto METRALHADO no centro de Maringá para queima de arquivos. O sr Luiz Antonio Paolichi era marido de Alberto Youssef e trabalhava no mesmo escritório de advocacia tributária de Sergio Moro com o Carlos Zucoloto. Um crime que faria inveja ao AL CAPONE. Sergio Moro além de ter sido peça fundamental na OPERAÇÃO ABAFA DO ESCANDALO BANESTADO E NO ESCANDALO DO LUIZ PAOLICCHI ele envolveu-se também na blindagem dos iramãos corruptos do PARANÁ SOLON PALERMO e CRSITIANO PALERMO absolvidos a 13a VARA CRIMINAL DE CURITIBA pelo juiz tucano e AGENTE DA CIA SERGIO MORO. ALBERTO YOUSSEF E OGA YOUSSEF AGIRAM COM A ESPOSA DO PROCURADOR DA LAVA JATO SR CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA SRA VERA SANTOS LIMA e por essa razão quase que esse procuradfor da Lava Jato foi preso no ESCANDALO0 BANESTADO na OPERAÇÃO MACUCO só náo foi preso por causa da atuação do juiz tucano.    Acesse esse link abaixo, o professor Moreno Publicou uma vasta bibliografia sobre essa sinistra TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA e os livros mostram como a CIA treinou Sergio Moro e outros procuradores e juizes paraguaios em 2009 para derrubar governos e saquear as riquezas minerais e petroliferas do Brasil e de muitos outros países ricos em recursos, a esposa de Sergio Moro tamém advogou para os demo tucanos envolvidos no ESCANDALO BANESTADO e nos crimes da SHELL que envolveram a compra ilícita de metade das reservas de petróleo na era FHC doadas pelo sinistro e corrupto genro de FHC na ANP sr DAVID ZYLBERSZTAJN vendidas nas bacia das almas e culiminarm com as queimas de arquivos do BANESTADO assassinatos dos auditores da Shell ZERA TODD STAHELI E MICHELLE STAHELI mortos a pauladas na casa alugada no Rio de Janeiro após um ano de investigações, todos os computadores do casal foram roubados. O genro e filho de FHC o corrupto e sinistro sr PHC Paulo Henrique Cardoso ganhou propinas das USINAS TÉRMELÉTRICAS EL PASO, e da MULTINACIONAL ENRON ele tem imóveis milionários no Caribe e contas bilionárias em OFFSHORE no ESQUEMA PANAMÁ PAPERS e mesmo teto bancário nas BAHAMAS e ILHAS CAYMAN onde mantém contas secretas do corrupto sr Henrique Meirelles, Eduardo Cunha e Blairo Maggi e e os familiares de José Chirico Serra (Verônica Serra, o genro de Serra sr Alexandre Bougeois e o primo de Serra sr Ricardo Sérgio de Oliveira) ficaram bilionários com a corrupção no PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS CONHECIDO COMO ESCANDALO BANESTADO. Acesse a todo esse material biboiografico da corrupção no Paraná e no Brasil desde a década de 1990    http://www.cafenapolitica.com.br/prejuizo-com-privataria-de-fhc-chegaria-a-15-trilhoes-de-dolares/   Os livros “A PRIVATARIA TUCANA”, “FHC, CRISE, DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” detalham muito bem essa “TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” criada por HC em 1995 para ocultar crimes das privatarias e crimes contra a União e toda essa blindagem foi feita durante as operações da PF entre 1997 e 2002 MANTIDAS ABAFADAS no Judiciário do Paraná pelo pavão agente da CIA Sr Sérgio Moro e na STF por Gilmar Mendes e PGR por dezenas de procuradores tudo foi armado no início da era FHC para ocultar todas as investigações dos crimes de lavagem DAS PROPINAS DAS PRIVATIZAÇÕES PAGAS PELAS MULTINACIONAIS e desvios de 140 bilhões de reais pelo PROER (PROGRAMA DE AJUDA AO BANCOS) para enriquecer banqueiros corruptos amigos de FHC. As operações: “OPERAÇÃO MACUCO” (PARANÁ: 1997 -2002) e OPERAÇÃO BANQUEIRO (PARANÁ: 2004-2006) E SATIAGAHA (2008-2010) dos delegados José Castilho Neto e Vicente Chelotti e Protógenes Queiros focaram nas operações criminosas dos 300 politicos corruptos propinados e ladrões do QUADRILHÃO DE TEMER, SERRA E FHC no ESCANDALO BANESTADO. Os crimes foram investigados e abafados no governo FHC pelo apodrecido judiciário do Paraná onde ocorreu o crime BANESTADO a maior corrupção da república.    O ex agente da CIA EDWARD SNOWDEN alertou e denunciou o asssainato de Edurado Campos em 2014 e em 2011 toda essa ação maquiavélica da CIA. SNOWDEN e GLEN GREENWALD alertaram em 2011 que o BRASIL passaria por uma feroz espionagem, GOLPES DE LESA PÁTRIAS, treinamenti secreto de JUIZES E PROCURADORES (CIA 2009 PROJETO PONTE TREINOU SERGIO MORO) e o envolvimento de JUIZES e de 300 políticos corruptos para garantir o DESMONTE DA INDUSTRIA NACIONAL e a ENTREGA DO PRESAL BRASILEIRO o maior campo petrolífero do planeta (campos ultra produtivos com 200 bilhões de barris de oleo leve de alto valor comercial). O SR NELSON ROCKEFELLER ALERTOU SOBRE AS RIQUEZAS DO PRESAL CONFIRA NA ENTREVISTA: “ROCKEFELLER PRESAL VALE 20 TRILHÕES DE DÓLARES E SEIS MILHÕES DE EMPREGOS PARA OS ESTALEIROS AMERICANOS NOS EUA” Ele é o filho do dono da EXXON MOBIL antiga ESSO (STANDARD OIL, EMPRESA QUE CRIOU NA DÉCADA DE 1930 QUASE TODOS OS JORNAIS E EMISSORAS NO BRASIL E O FAMIGERADO REPORTER ESSO NA CRIAÇÃO DA TV GLOBO E TV E RADIO TUPI E A CRIAÇÃO DO JORNAL NACIONAL E FOLHA DE SÃO PAULO EM 1932, VIDE LIVRO A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO E EDITORA ABRIL, Autor Daniel Herz, 1978)

     

  2. roubo do banestado

    O ROUBO DO BANESTADO, NÃO VAMOS NOS EQUECER QUE O SENHOR ALVARO DIAS TAMBÉM ESTAVA LÁ

    • CASO BANETADO

      VAMOS RECORDAR UM POUCO, NO MÊS DE NOVEMBRO/2016, FOI ENCERRADO O PRAZO DE TRAZER O DINHEIRO QUE ESTAVA NO EXTERIOR. E MUITA GENTE TRANSFERIU O DINHEIRO QUE ESTAVA NA SUÍÇA, MAS NÃO VEI NENHUM DINHEIRO DAS ILHAS VIRGENS, QUE É A MAIORIA QUE ESTA NÓ EXTERIOR, VAMOS RECORDAR NO INICIO DE 2015, ESTADOS UNIDOS PRENDEU, O EX- PRESIDENTE DA CBF O SR. JOSÉ MARIA MARINS QUE TINHA SIDO CORROMPIDO PELO CASO DA FIFA. E OS ESTADOS UNIDOS MANDOU UM RECADO PARA TODOS QUE TEM DINHEIRO LÁ NAS ILHAS VIRGENS (PARAÍSO FISCAL) QUE TODO DINHEIRO ANTES DE CHEGAR LÁ PASSA PRIMEIRO PELOS ESTADOS UNIDOS E ELES DISSERAM QUE TEM AUTORIDADE PARA PRENDER, AOS QUE TEM DINHEIRO PROVENIENTE DE CORRUPÇÃO. VOLTANDO MAIS AO PASSADO, CASO DO BANESTADO, O PSDB EM NOME DO FHC E SERRA TINHA 124 BILHÕES DE DÓLARES SOMENTE CASO DA PRIVATARIA TUCANA, E A MAIORIA QUE VOTOU CONTRA DILMA FOI CHAMADO EM JANTAR OU VC DERRUBEM A DILMA OU OS ESTADOS UNIDOS VAI PRENDER VOCÊS, O JUIZ SERGIO MORO PARA ENGAVETAR O CASO DO BANESTADO RECEBEU DO PSDB 10 MILHÕES DE DÓLARES NAS ILHAS VIRGENS, ELE E SERRA FOI OS PRIMEIROS A SEREM CHAMADO PELA USA, AI QUE MORO APRENDEU FAZER O QUE ESTA FAZENDO NA LAVA JATO. TEMER E TODOS ESTÃO SENDO COAGIDO PELOS ESTADOS UNIDOS PARA ENTREGAR TUDO DE MÃO BEIJADA, PRE-SAL, NIÓBIO, XISTO, E AS TERRAS QUE ESTÃO ENTREGANDO POR 10% DO VALOR PARA O ESTRANGEIRO. A GRANDE MÍDIA TAMBÉM ESTÁ SENDO COAGIDAS, PRINCIPALMENTE A GLOBO. POIS TODAS TEM DINHEIRO LÁ.

       

       

                                                               

       

       

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