Começa recontagem de votos das eleições nos Estados Unidos

 
Jornal GGN – O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que se não fosse eleito por “milhões de votos ilegais” na disputa presidencial norte-americana, ainda assim teria ganho pelo voto popular, não apenas pelo colégio eleitoral. 
 
A declaração que já gerou polêmica por todo o mundo ocorre diante do pedido de recontagem feito pela candidata do Partido Verde, Jill Stein, sob a justificativa de que pode ter havido uma manipulação na contagem de votos no estado de Wisconsin. A recontagem começou nesta segunda (28).
 
A solicitação foi seguida pelos pedidos da candidata derrotada pelo Partido Democrata, Hillary Clinton também nos estados de Michigan e Pensilvânia.
 
“Além de ganhar no Colégio Eleitoral em uma vitória consagradora, eu ganhei no voto popular se você deduzir os milhões de pessoas que votaram ilegalmente”, disse Trump em sua conta no Twitter.
 
Pelo voto popular, a candidata da oposição tinha quase dois milhões de votos à frente de Trump. Mas o que vale para os Estados Unidos é a definição do Colégio Eleitoral. Nessa base, Trump soma 290 contra 232 de Hillary.
 
Mas a recontagem gerou instabilidade no cenário político do país. Ainda que o resultado final seja o mesmo, Trump acusou sem provas que houve milhões de votos ilegais que impediram que ele vencesse no voto popular.
 
 

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12 Comentários

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Ivan de Union

- 2016-11-29 01:09:48

Ta certo, Nailo Failio (eu

Ta certo, Nailo Failio (eu ser amerricano, toda vez que eu ler seu nome eu soar da mesma maneira!).  Porem...  3 milhoes de dolares por uma recontagem de votos aqui nao chega perto de cobrir o prejuizo que recontagem de votos vai fazer.  E 3 milhoes de dolares pra agitacao social nos EUA ultimamente ta igual no Brasil:  voce acha em menos de 3 segundos.

Ah, note que Trump desapareceu de chamadas mediaticas nos EUA por quase duas semanas, o contrario de Obama.  Perdoe me por suspeitar que foi ordem do State Department.

jossimar

- 2016-11-28 22:31:56

Lá também tem tucanos? O que

Lá também tem tucanos?

O que o "mercado" vai fazer? alterar votos do trump para a hilary?

O "mercado" é um péssimo perdedor.

Tulio

- 2016-11-28 22:25:05

maior democracia do mundo.... sério??

alguem poderia me fazer a gentileza de explicar como os 522 votos do tal colegio eleitoral podem definir o resultado da eleição da "maior democracia do mundo" e desprezando, assim, os 2 MILHÔES (isso mesmo) de votos recebidos a mais pela outra chapa.

Marcos Antônio

- 2016-11-28 22:07:28

Já vi esse filme antes...

O Partido Verde de lá ganharia o quê para gastar $ 3.000.000,00 de dólares?

Mas o Trump tem muito mais sorte...

A começar pelo parlamento dominado por republicanos nas 2 casas!

A Suprema corte de lá não tem gilmar mendes, fux, nem o presidente do stf daqui, nem de longe...

Nada parecido com Tribunal de Contas daqui...

E fundamentalmente o Cunha é uma aberração brasileira...

nilo filho

- 2016-11-28 21:44:08

A notícia acima esqueceu de

A notícia acima esqueceu de dizer que a recontagem só foi autorizada depois dos interessados terem pagado mais de 3 milhões de dólares. Sim, lá a recontagem só se faz mediante prévio pagamento e, ainda, de um alto valor.

Lá, parece, que tudo é resolvido na base do dinheiro...

stanilaw Calandreli II

- 2016-11-28 21:42:56

Verdade ou mentira?

Essa eleição norte-americana está virando piada. Está correndo um papo na mídia que o candidato eleito, Donald Trump, declarou que se Ivanka Trump não fosse sua filha, ele a cortejaria. Ivanka respondeu que se Donald Trump não fosse seu pai, ela lançaria spray de gás lacrimogênio sobre ele. 

Wandré

- 2016-11-28 21:22:19

Baixou o espírito do Aécio

Baixou o espírito do Aécio nessa mulher, sorte que os americanos não tem um Eduardo Cunha como presidente da câmara, uma Rede Globo, um PGR falso como o Janot e um STF composto por um bando de fruxos pautados pela Globo.

Sergio l

- 2016-11-28 21:10:53

Não sei se é coincidência,

Não sei se é coincidência, mas aqui nesta república bananeira, as coisas pro lado dos golpistast também  começaram a afundar logo depois da vitória do Trump (ou melhor da derrota dos Clinton). Parece que o FHC desde então tem sido visto a repetir sem parar: "assim não dá, não é possível".

CB

- 2016-11-28 20:31:31

A gente já viu este filme em

A gente já viu este filme em algum lugar...

Ivan de Union

- 2016-11-28 20:28:45

Como eh que eh????

"Fundação Clinton, que está envolvida até o pescoço com o Estado Islâmico":

Ah, eh mesmo?  Ninguem aqui ja ouviu falar disso, voce ja tem provas ou vai repetir como outra historia que Trump espalhou, sobre Obama ser muculmano que nem nasceu nos Estados Unidos?

Ivan de Union

- 2016-11-28 20:24:54

Nem sequer um presidente

Nem sequer um presidente eleito nos Estados Unidos tem permissao legal de dizer sem uma unica prova que existiram "milhoes de votos" falsos ou inventados.

E nao duvido nadinha que a coisa fique pior pra ele em termos legais.  Ele vive escorregando na propria lingua e caindo de bunda no chao, tipo Ciro Gomes.

Victor Suarez

- 2016-11-28 18:30:23

O establishment de Wall

O establishment de Wall Street, cuja representante é Hillary Clinton, está tentanto mostrar a Trump que quem manda mesmo são eles.

A arrecadação dos fundos para a recontagem foi misteriosa. Em menos de 24h 7 milhões de dólares foram arrecadados. Ou seja, patrocinadores graúdos pagaram para desestabilizar Trump.

Analistas afirmam que as chances de uma reversão em favor de Clinton é de menos de 5%. Vários democratas já afirmaram que isso não é bom para o país e que gerar instabilidade não resolverá o problema.

O fato é que a mídia e Trump não fizeram as pazes pós-eleição. Trump usa o youtube e o twitter para se comunicar com o povão, deixando o MSM a ver navios e sem furos de reportagem. Os nomes nomeados por Trump não tem agradado a mídia golpista de lá pois são pessoas que lutaram contra, por exemplo, o "Assad must go" de Obama.

Trump deu o troco e os Democratas acusaram o golpe. Trump ameaçou iniciar uma cruzada contra a Fundação Clinton, que está envolvida até o pescoço com o Estado Islâmico e outros negócios excusos no oriente médio.

 

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