O ex-presidente Donald Trump participava de um comício em Butler, na Pensilvânia, quando se ouviram estampidos parecidos com tiros. Rapidamente, ele leva a mão à orelha e se abaixa. Logo depois é retirado do palco, cercado por agentes do serviço secreto, com o rosto manchado com algo parecido com sangue.
Aparentemente, o tiro pegou de raspão na orelha.
Anthony Guglielmi, porta-voz do serviço secreto, confirmou que houve um ‘incidente’ no comício, mas que Trump estaria seguro.
O promotor distrital do condado de Butler, Richard Goldinger, disse que duas pessoas estão mortas, incluindo um ‘aparente atirador’.
Vários políticos já hipotecaram solidariedade, incluindo aí Jair Bolsonaro e Javier Milei. Bolsonaro incensou o ex-presidente americano como sendo a maior liderança política da atualidade e Milei dizendo que o globalismo estariam desesperados para eliminar Trump, já que não conseguiram prendê-lo.
Omeg
13 de julho de 2024 11:20 pmTraduzindo pro português o lugar onde o trump tava chama Giz Dji Fora.
Rui Ribeiro
14 de julho de 2024 1:04 amTrump afirmou que primeiramente ouviu os sons dos disparos e que apenas em seguida foi alvejado. O som não viaja mais rápido do que um projétil. É possível que Trump tenha mentido quando afirmou que primeiramente ouviu os disparos e só depois foi alvejado
DOUGLAS BARRETO DA MATA
14 de julho de 2024 11:09 amno caso da munição de um M 16, depende da distância do alvo.
Fábio de Oliveira Ribeiro
14 de julho de 2024 5:07 amVamos lá homem… Serio? Donald Trump vai aplicar na eleição dos EUA o golpe da facada fake que foi encenada no Brasil pelo time de Bolsonaro? Eu pensei que Trump fosse um cara autêntico e não um doppelgänger de um ditador fracassado brasileiro.
Hahahaha
14 de julho de 2024 8:19 amAtor principal:Trump
Direção:FBI
Produção executiva:Comite eleitoral
DOUGLAS BARRETO DA MATA
14 de julho de 2024 11:06 amAtirou no que viu, acertou no que não viu…
Na década de 50 do século passado, um episódio semelhante ao atentado a Trump na Pensilvânia aconteceu na política brasileira.
Homens que estavam a mando de Gregório Fortunato, chefe da guarda presidencial de Getúlio Vargas, tentaram matar o líder mais estridente da oposição, Carlos Lacerda, e não só falharam, como mataram o segurança do “Corvo”, como era conhecido Lacerda.
Lacerda foi atingido no pé, mas a morte do Major Vaz levou Vargas a dizer a seguinte frase: “Esse tiro me acertou pelas costas”.
Depois do trágico evento, Vargas foi acossado pela chamada “República do Galeão”, um enclave golpista que assumiu para si a investigação do assassinato, e a oposição, aí incluindo Lacerda, explorou como pode o desgaste do Presidente, que jurou que de nada sabia.
É possível, mas o fato é que tudo acabou com o suicídio do acuado Vargas.
Essa introdução serve apenas para ilustrar o momento histórico que presenciamos no atentado estadunidense.
A despeito da tradição dos EUA em matar ou tentar matar presidentes, os tiros disparados ontem, ao que tudo indica, por um jovem de 20 anos, a partir de um M16 (AR 15) acabaram por atingir o já cambaleante Joe Biden.
São fortes as imagens de Trump saindo do local, punho em riste, emulando seu sacrifício a turba ensandecida, como se estivesse em um espetáculo, “fight” (lutem, ou luta) repetia o candidato atingido.
É disso que se trata.
Naquele átimo de segundo, enquanto os agentes do serviço secreto se amontoavam sobre ele, Trump teve sua revelação, e previu: esse pedaço de orelha é meu passaporte para a Casa Branca.
Impressionante também a cumplicidade dos agentes, que, ao contrário do padrão de conduta nesses casos, deixaram o alvo bem exposto, mesmo ainda sem saberem se havia outro atirador posicionado em outro lugar.
A imagem de uma agente loira, 20 cm mais baixa que o alvo, tentando colocar os braços na frente do gigante laranja foi de pasmar.
Tudo isso reforça a imagem da indestrutibilidade e total falta de prudência do candidato, que projeta um destemor e virilidade caras ao imaginário estadunidense, que vai do Far West até os justiceiros dos comics books e do cinema.
Atônitos, os líderes de outros países, adversários políticos, enfim, todos que têm, direta ou indiretamente, algo a ver com o que vai acontecer nos EUA, ou seja, o mundo todo, encaixam sua hipocrisia, dizendo os mesmos adjetivos de sempre: “inaceitável”, “monstruosidade”, ou frases feitas, tipo, “não há lugar para esse tipo de violência”.
Não, isso é mentira, tanto há espaço que aconteceu.
A receita de violência verbal de extrema direita, pouco controle de armas, ou nenhum controle, histórico de atuação militar dos EUA, em suma, o caldo de cultura do confronto fermentado ao longo dos séculos da História dão contornos exatos ao que aconteceu.
Por outro lado, apesar das manifestações de pesar e de espanto, não há como ignorar que o mundo seria bem melhor se figuras como Trump não tivessem a chance de disputar (e ganhar) a Presidência dos EUA, e pudesse encaminhar o mundo para becos sem saída, inclusive o nuclear.
Desejar a morte dele, e lamentar a péssima pontaria do atirador?
Não, por óbvio não, até porque, de nada adiantará.
O problema da política atual não reside em nomes, embora ela revele (a política) seus piores humores com figuras desse tipo, como Zelensky, Trump, Bolsonaro, Le Pen, etc.
A questão não é a existência física de Trump ou de Hitler, embora a História também se faça através desses agentes, claro.
Há detalhes pessoais que mudam tudo, é certo.
Esta foi a brilhante idéia de estudantes alemães que criaram um polêmico vídeo, como proposta de propaganda da Mercedes Benz, veja aqui:
https://br.video.search.yahoo.com/search/video?fr=mcafee&ei=UTF-8&p=propagando+mercedes+hitler&type=E210BR826G0#id=3&vid=4db979da2ed19a2215920e4b7666a057&action=click
O problema são os contingentes históricos, isto é, a realidade histórica que nos trouxe até esse lugar, ou pior dizendo, não-lugar.
O poder político e a política se divorciaram do fazer (político), como disse Bauman, e tanto à direita, quanto à esquerda, a representatividade e capacidade de intervenção dos agentes políticos na realidade parece confinada em ambiente virtual, que reproduz uma guerra de costumes e culturais, enquanto as sócio reproduções do modelo econômico são controladas por enormes conglomerados financeiro-digitais.
Se antes, a noção de democracia no capitalismo era uma distração (ler Ellen Meiskins Wood), mas que, de certa forma, organizou as instituições necessárias ao funcionamento, ainda que mais ou menos precário das sociedades (a depender de que parte do planeta estavam instaladas essas superestruturas), hoje, parece que tal fio condutor se desprendeu completamente, opondo personagens políticos que nada simbolizam, ou, não conseguem mais conectar suas bases de apoio às verdadeiras demandas desses estratos sociais.
Então, lá vamos nós, se a vida imita a arte:
“Respeitável público”, ou no caso de Trump: “You are fired”…
+almeida
14 de julho de 2024 11:08 amSei não! Mas, parece que uma sequência de tiros acertou em cheio a ponta da orelha direita, do grande Donald Trump.
Também parece que surge um novo mal no mundo e que se manifesta sempre em período próximo a eleições presidenciais de paises das Américas. Deixa entender que alguém busca uma suposta execução, contra um suposto candidato.
Então, no festival milagroso das Américas falha a pistola, falha a faca e falha o tiro, para o bem das vitimas.
E nas incríveis e inimagináveis falhas, a tri-campeã continua sendo a falha dos super aparatos das seguranças.
Contudo, graças aos milagres e as falhas da faca, da arma e dos tiros, as supostas vitimas se tornaram se salvaram e se tornaram “Super Pops”.
Que 2026 nos poupe desse vexame.
DOUGLAS BARRETO DA MATA
14 de julho de 2024 11:15 amBem, tem mais um morto no cenário, então, parece um pouco diferente, ainda que os resultados sejam parecidos…
DOUGLAS BARRETO DA MATA
14 de julho de 2024 12:15 pmsó Michelle 0bama salva os EUA…
Rui Ribeiro
14 de julho de 2024 12:30 pmO suposto “atirador” tava em cima do telhado. Só Carolina não viu, exceto quando o rastilho filamentoso de pólvora instalado na orelha do Trump explodiu
Paulo Dantas
14 de julho de 2024 12:45 pmSe tivesse dado certo este site diria :
“Trump supostamente morto”.
Discode do cara não dos fatos.
🙂
Rui Ribeiro
16 de julho de 2024 6:17 pmSe tivesse dado certo, não teria dado errado