19 de junho de 2026

Governo brasileiro reage a críticas de chanceler alemão, que ficou feliz em deixar o Brasil

Em outubro, Friedrich Merz foi criticado por membros de seu próprio partido após associar imigração à criminalidade
Crédito: Reprodução

1- Governo brasileiro reage a críticas do chanceler alemão Friedrich Merz sobre estadia em Belém durante a COP30.

2- Declarações de Merz são classificadas como “grosseria” e “inacreditáveis” por integrantes do governo, mantendo silêncio para não prejudicar negociações climáticas.

3- Chanceler alemão enfrenta pressão na política interna por falas sobre imigração, tentando ajustar tom em declarações posteriores.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O governo brasileiro reagiu negativamente às declarações do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, que criticou sua estadia em Belém durante a COP30.

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Segundo fontes ouvidas em Belém e Brasília, integrantes do governo classificaram as falas como “grosseria” e “inacreditáveis”, especialmente após Merz afirmar que os alemães teriam ficado “contentes ao deixar a cidade amazônica e retornar à Alemanha”.

A orientação oficial, por ora, é manter o silêncio público para não prejudicar as negociações climáticas e evitar a ampliação de críticas feitas por delegações internacionais à organização do evento.

Na semana anterior, a ONU enviou carta ao governo brasileiro cobrando melhorias na estrutura da conferência.

As declarações do chanceler ocorreram em meio a um ambiente já tensionado na política alemã, onde Merz enfrenta crescente pressão por falas relacionadas à imigração.

Em outubro, o chanceler foi criticado por membros de seu próprio partido, a União Democrata Cristã (CDU), após associar “paisagens urbanas” alemãs à criminalidade em função de mudanças demográficas.

O comentário foi interpretado como um aceno à retórica anti-imigração da ultradireita, especialmente da AfD, que vem crescendo nas pesquisas.

Políticos conservadores e oposicionistas acusaram Merz de fomentar divisão social e recorrer a clichês usados pela extrema-direita.

A situação se agravou quando o chanceler, questionado sobre suas declarações, respondeu a um repórter que ele deveria “perguntar às suas filhas”, o que gerou reação imediata de líderes dos Verdes e dos sociais-democratas.

Diante da repercussão negativa, Merz tentou ajustar o tom em declarações posteriores. Durante a Conferência dos Balcãs Ocidentais, em Londres, afirmou que a Alemanha e a União Europeia “continuarão precisando de imigração” e destacou que trabalhadores com histórico migratório são indispensáveis para o mercado de trabalho europeu, independentemente da origem ou cor da pele.

O chanceler também defendeu que muitos desses imigrantes já são cidadãos plenamente integrados.

*Com informações da CNN.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    18 de novembro de 2025 9:18 am

    Eles querem os frutos da Amazônia mas não querem saber da Amazônia.

    Se a Terra perdesse metade da sua massa, o que ocorreria? Sua velocidade aumentaria? Sua órbita se alteraria?

  2. twa

    18 de novembro de 2025 12:57 pm

    Infelizmente o povo de Belém convive com esgoto a céu aberto nas ruas e urubus (normais nessa região). É terrível ! Poder público nunca fez esgoto e a população aceita bovinamente. O Alemão disse a verdade verdadeira e nós em vez de aceitar a realidade e mudá-la sente que foi humilhada e esperneia contra a realidade.
    PS: Conheço o Pará !

  3. Paulo Dantas

    20 de novembro de 2025 11:32 am

    A falta que um VTNC faz …

    Mas vão dar 1bi para a Marina.

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