5 de junho de 2026

Trump nega que pretendia suspender sanções contra o Irã

Sanções atingem banco central e fundo nacional de desenvolvimento do Irã como resposta à suposta participação nos ataques contra instalações de petróleo da Arábia Saudita

Jornal GGN – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que pretende retirar as sanções contra o Irã, levantadas em resposta a suposta participação do país nos ataques contra instalações de petróleo da Arábia Saudita.

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No início da semana passada, após participar na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente iraniano Hassan Rouhani afirmou que líderes da França e de outros países europeus lhe disseram que o governo americano estaria disposto a suspender as sanções, caso ele se encontrasse com Trump.

Rouhani disse que se recusou a se reunir com o presidente norte-americano, enquanto Trump continuasse a exercer pressão ao país por meio das sanções. Na prática, Trump fechou o mercado norte-americano à entrada de produtos e serviços iranianos. O presidente americano também impôs sanções contra o banco central do Irã e seu fundo nacional de desenvolvimento.

Por meio do Twitter, Donald Trump negou qualquer acordo para suspender sanções contra o Irã em uma troca de negociações.

“O Irã queria que eu levantasse as sanções impostas para nos reunirmos. Eu disse NÃO!”, escreveu na sexta-feira (27).

A declaração de Trump aconteceu um dia depois de o Pentágono confirmar o envio de bateria e radar de mísseis e mais 200 soldados como reforço à Arábia Saudita.

As tensões entre Estados Unidos e Irã apenas ganhou reforço após os ataques às refinarias sauditas, que aconteceram no 14 de setembro. No ano passado, Trump abriu a discussão ao retirar os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015 assinado com o Irã e outros cinco países, incluindo França, Alemanha e Reino Unido.

*Com informações da Agência Brasil e UOL

Redação

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1 Comentário
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  1. Anônimo

    29 de setembro de 2019 1:14 pm

    DTrump, como sempre, está corretíssimo.
    Abandonou unilateralmente o acordo nuclear com o Irã, criando assim uma era de instabilidade no Oriente Médio, a região mais sensível do planeta.
    Alguns meses depois, provocou o Irã ao lançar drones sobre aquele país – fico pensando como seria, caso o Irã ou qq outro país resolvesse lançar drones no espaço aéreo norte-americano.
    Agora foi a vez dos mísseis made in Iemen, lançados sobre as instalações da Aramco, na Arábia Saudita, serem iranianos e não iemenitas. Só resta um probleminha, comprovar que o Irã tem alguma relação com os tais ataques, que, inclusive, deixaram à vista a fragilidade dos sistemas de defesa existentes na Arábia Saudita, uma vez que os mísseis percorreram mais de mil quilômetros para atingir os reservatórios de petróleo e não ocorreu nenhum tipo de alarme.
    Este DTrump é realmente muito exxperto, só não entendo porque ele não ataca o Irã rsrs

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