Por alexis
MÁQUINA PÚBLICA
Concordo no fato de que existem milhares de funcionários, com salários elevados, além de excelente condição de aposentadoria, muito diferente daquela do setor privado. Neste ponto eu não questionaria às pessoas nem a quantidade delas, mas sim os organismos que justificam a sua existência, por exemplo, cito alguns organismos onde se poderiam propor algumas reduções:
1. Aparelho legislativo Estadual: Acho inúteis as Assambléias estaduais, os seus deputados, assessores e o custo que tudo isso implica. Um organismo federal poderia fiscalizar o contexto administrativo e de fiscalização dos executivos estaduais, que se converteriam em delegados do executivo, nos estados pertinentes.
2. Instâncias excessivas do poder judiciário. Se a sumula vinculante fosse mais bem aplicada, se irradiaria uma forte simplificação até os juizados de primeira instancia.
3. Senado. Excesso total de assessores e de “diretores” de tudo quanto é coisa. Precisa de uma reestruturação total esta casa legislativa.
4. Unificação ou adesão de municípios inadimplentes com municípios que cumpram determinadas normas de autossustentação. Acaba-se com isso as câmaras de vereadores e todo o aparelho de administração desses municípios falhutos. Ou seja, tudo o contrário ao desmembramento de municípios e de Estados, que parece ser a tendência da classe política esfomeada por mais espaço.
LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
Estabelecer, de uma vez, uma clara diferença entre funcionários de uma empresa gigante como a “VALE” (apenas exemplo) e o único funcionários do chaveiro da esquina. Ainda, deve-se considerar que o custo de mão de obra é proporcionalmente muito mais importante para as empresas menores. Numa mineradora como a VALE o custo de mão de obra produtiva não deve ser mais do que 2 ou 3 dólares por cada tonelada de minério de ferro que vende. Numa pequena empresa como a minha, os meus funcionários consomem mais de 60%, e tenho que cumprir a mesma burocracia.
O caminho é de criar um novo CLT para pequenos empresários, empregadas domésticas, rurais, etc.
BUROCRACIA
Em parte, estimulada pelos aspectos anteriores.
Agregaria outra saída para esta equação perversa entre os ingredientes anteriores: reformular o plano geral de desenvolvimento do Brasil, desarmando a bomba relógio que significa considerar o carro com parte principal do consumo familiar e do desenvolvimento do emprego e da economia nacional. Orientar o desenvolvimento do país para a infraestrutura, trem de ferro, trem bala, cabotagem, estaleiros e portos. Os metalúrgicos do ABC encontrarão emprego na Santa Matilde, se ela for reativada e expandida com filiais pelo país. Os produtores de minério de ferro encontrariam bom mercado nas siderúrgicas locais, que elevarão a sua produção, e vai por aí. Acredito seja um momento de trocar o esquema de Juscelino “carro/asfalto” dos anos 60, pela equação Trilho/ trem / porto.
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