Por André Araújo

Em 22 de agosto de 1942, o governo brasileiro declara estado de beligerância com a Alemanha e Itália, depois de ter rompido relações em 28 de janeiro do mesmo ano. A causa da declaração foi o afundamento de seis navios brasileiros na semana, com perdas de 600 vidas. A declaração de guerra transforma o Brasil em um dos Aliados contra as potências do Eixo e como consequência inicia a preparação de duas divisões de infantaria com artilharia e aviação de apoio a serem enviadas ao teatro europeu.
Por conta da aliança com os EUA e Inglaterra, o Brasil recebe a visita do presidente Franklin Roosevelt que assina acordos de cooperação, de cessão de equipamentos bélicos, de apoio industrial e de materiais estratégicos complementares e de cessão de bases aeronavais em Belém, Natal e Recife, bem como se ajusta à cooperação da Marinha do Brasil no patrulhamento do Atlântico Sul, infestado de submarinos alemães.
A declaração de guerra causa problemas internos no Brasil junto às grandes colônias italiana e alemã. Submetidas a regras de vigilância, ao bloqueio de bens de firmas alemãs e italianas, depois também de japonesas.
O Brasil é o único País da America Latina a enviar tropas para a área de conflito e cria para si uma liderança única nas Conferências de Havana e do Rio de Janeiro, quando coordena uma ação comum por Aliados no Continente, contra a resistência especial da Argentina, neutra e pró-Eixo até março de 1945.
O Brasil sai da guerra como um País bem mais importante e atuante na cena internacional, com um peso diplomático que leva o Brasil a ser um dos fundadores da Organização das Nações Unidas, ato decidido na Conferência de Dumbarton Oaks em 1944. Terminada a guerra, o Brasil foi convidado a ser potência ocupante da Áustria, já no Governo Dutra, mandato do qual declinou por razões econômicas.
antiPIG
23 de agosto de 2015 12:46 pmAndré, vc não mencionou o
André, vc não mencionou o fato de que provavelmente o afundamento de navios brasileiros foi um ato de “false flag” praticado pelos EUA pra forçar a entrada do Brasil na guerra. Aliás, os EUA se tornaram especialistas nesse tipo de estratégia, basta ver o documentário “Zeitgeist”. A declaração de guerra dos EUA ao Japão ocorreu por conta de um ato de “false flag”. O exemplo mais impactante e mais recente foram os atentados às torres gêmeas no 11/09. Eu fico asombrado que vc, um bom conhecedor de história, relate a entrada do Brasil na 2a guerra de forma tão superficial, sem considerar as pressões que sofreram Getúlio e sem ao menos citar, ainda que “en passant”, o jogo sujo que foi praticado.
JB Costa
23 de agosto de 2015 1:51 pmPrezado AntiPIG,
Respeito
Prezado AntiPIG,
Respeito tuas opiniões, mas vou criticá-las.
É fácil evocar teorias conspiratórias sem citar ao menos um fonte confiável para corroborar. Por exemplo: quais as pressões que sofreu Getúlio e o “jogo sujo”?
Tudo bem que a nação americana ao longo da história mostrou ser capaz de ir de longe para a preservação dos seus interesses. Mas, a partir daí, elucubrar doideiras como essa do 11/09 é demais.
antiPIG
23 de agosto de 2015 2:23 pmCaro JB, eu acho que vc não
Caro JB, eu acho que vc não tem lido a respeito do tema, pois ele tem vasta documentação na rede, inclusive, como citei, há o documentário “Zeitgeist”, que faz parte aliás da programação do NETFLIX. Portanto, seu desconhecimento, acredito, se deve menos à falta de informação disponível do que ao seu desinteresse em procurar se informar.
j.marcelo
23 de agosto de 2015 5:25 pmPREZADO JB COSTA,TB TINHA
PREZADO JB COSTA,TB TINHA DÚVIDAS QUANTO AO AFUNDAMENTO DOS NAVIOS
ME PARECE MAIS CONFIÁVEL A INFORMAÇÃO DE ANDRÉ ARÁUJO ELE CITOU FONTES
JÁ VC FICOU NO “CONSPIRÔMETRO “TB, E NÃO CITOU FONTES
MAS VALEU AS OBS.;POIS ESTE ESPAÇO É DEMOCRÁTICO E N HÁ GOLPES
j.marcelo
23 de agosto de 2015 5:31 pmDESCULPE JB COSTA,ME
DESCULPE JB COSTA,ME CONFUNDÍ, ERA PARA MANDAR
MENCIONANDO O ANTIPIG E NÃO VC!!!
Andre Araujo
23 de agosto de 2015 2:04 pmhttp://uboat.net/men/schacht.
http://uboat.net/men/schacht.htm
Nada a ver. Foram afundados 37 navios brasileiros por submarinos alemães, TODOS os afundamentos estão perfeitamente documentados nos arquivos da Kriegsmarine. No caso dos seis navios na semana de 15 de agosto
de 1942, foram torpedeados pelo U-Boat 507, sob o Comando do Capitão de Marinha Harro Schacht (Veja sua fé de oficio acima), que foi condecorado pelo feito. Na fé de oficio estão os nomes dos navios brasileiros afundados. O Brasil já teve acesso aos arquivos da Kriegsmarine em 1946, quando o governo brasileiro tentava processar criminalmente os comandantes de U-boats alemães. Jamais houve qualquer duvida quanto a autoria dos torpedeamentos e os EUA
não tinham submarinos no Atlantico, essa teoria de conspiração é velhissima e deixou de circular há decadas.
Pedro Mundim
23 de agosto de 2015 5:48 pmTeorias conspiratórias
Algumas teorias conspiratórias conseguem ser engraçadas, outras nem tanto. Por um momento tive a impressão de que o autor do post acredita no que disse. Espero ter sido só uma impressão.
Mas eu me lembro de uma cena engraçada quando eu era criança. Estava a parentada na sala de meu avô, conversando após o almoço de domingo. Alguém desencavou essa história de que os americanos teriam sido os autores dos afundamentos. Minha avó, anticomunista simplória, discordou: Não! Foram os russos!
Não precisa dizer que todos caíram na gargalhada…
Jair Fonseca
23 de agosto de 2015 7:20 pmPor falar em “false
Por falar em “false flag”, Zeitgeist é um dos maiores absurdos em forma de “documentário” que existem: mockumentary é o nome do gênero. Às vezes acho que seus realizadores fizeram aquilo de gozação. Não é fonte confiável pra nada.
rdmaestri
23 de agosto de 2015 11:27 pmOs alemães sempre foram burocratas em tudo e as ações dos
seus submarinos no Brasil foram devidamenrte registradas como qualquer outra ação. Ou seja não havia interesse nenhum no fim da guerra de falsificar documentos deste tipo, pois simplesmente se não achassem nenhum registro ninguém reclamaria.
JB Costa
23 de agosto de 2015 1:46 pmHá um capítulo vergonhoso, e
Há um capítulo vergonhoso, e talvez insuperável, na história da Argentina: a colaboração, se não mesmo adesão, de seus governantes e de parte da população ao nazismo.
Tanto é que no pós-guerra foi a convergência de quase todos os líderes criminosos dessa facção.
Por outro lado, a Brasil saiu bem na foto ao aderir à luta contra os dois regimes mais abomináveis da história humana.
Sérgio Rodrigues
23 de agosto de 2015 2:28 pmObservação
Houve também a construção de uma Base Aérea no Amapá, no município de mesmo nome.
edson tadeu
23 de agosto de 2015 3:02 pmtudo a ver os EUA pintou
tudo a ver os EUA pintou submarinos com a bandeira da Alemanha para afundar os navios brasileiros, e se uma pessoa em bom estado mental deveria se pergbuntar. a Alemanha e Italia estavam bringando com os EUA e Inglaterra para que diabos eles iriam afundar navios brasileiros ou atacar o Brasil para ter mais inimigos contra eles? So um burro iria tomar tal iniciativa pois quanto menos inimighos melhor.
Andre Araujo
23 de agosto de 2015 7:49 pmhttp://cpdoc.fgv.br/producao/
http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/AGuerraNoBrasil/ReuniaoChanceleres
O Brasil JÁ tinha resolvido declarar guerra à Alemanha e Italia na Conferencia do Rio de Janeiro que se realizou de 16 a 28 de janeiro de 1942 sob a liderança de Oswaldo Aranha. Em 28 de janeiro desse ano o Brasil ROMPEU RELAÇÕES COM A ALEMANHA e a declaração de guerra era só uma questão de tempo. Portanto o afundamento da semana de 15 a 22 de agosto de 1942 não foi a razão da declaração de guerra, foi apenas o pretexto naquele momento porque o Brasil já estava em estado de beligerancia. Antes dessa semana fatidica dos 6 torpedeamentos já tinham sido afundados mais de 20 navios brasileiros na rota Belem a porto americanos. em 11 desses afundamentos os submarinos alemães emergiram e fizeram os afundamentos a tiro de canhão, em dois casos subiram a bordo para pegar codigos, eram oficiais alemães
identificados, em outros dois casos metralharam botes salva-vidas. Há dois bons livros de relatos desses naufragios.
O Brasil já era desde o inicio do ano grande fornecedor de borracha, aliás o unico fornecedor, ao esforço de guerra americano, alem de cristal de rocha, fundamental para as miras de bomarceiros, alem de bauxita para fabricação de alumini
e outros minerais, alem de já ter cedido as bases navais e aereas antes da declaração de guerra, portanto havia sim razõs para os alemães praticarem atos de hostilidades contra o Brasil.
edson tadeu
23 de agosto de 2015 3:03 pmQuer dizer que a Alemanha
Quer dizer que a Alemanha esta bringando com os EUA E INGLATERRA e vem para o Brasil afundar navios brasleiros que nao estavam lutandol contra eles. caia na real.
Andre Araujo
23 de agosto de 2015 7:59 pmO Brasil estava em estado de
O Brasil estava em estado de beligerancia contra a Alemanha desde 28 de janeiro de 1942, quando rompeu relações diplomaticas e expulsou o Embaixador Karl Ritter. O Brasil já era grande fornecedor de materia prima estrategica aos EUA e essa foi a razão dos afundamentos. Na noite de 21 para 22 de agosto de 1942 a Radio Berlim anunciou o afundamento do Baependi. O capitao Harro Schacht ganhou a Crzu de Merito Naval alemã por ter afundado 6 navios brasileiros em uma semana (15 a 21 de agosto de 1942).. Na regularização das relações teuto-brasileiras em 1951 a Republica Federal reconheceu os afundamentos de 1942 que serviram de base ao fechamento do contencioso que envolveu o confisco pelo Brasil de navios alemães ancorados em portos brasileiros em 1942, em especial o transatlantico “Windhuk”..
Alguem colocar em duvida a autorida dos torpedeamentos de 15 a 21 de agosto de 1942 pelos alemães é sinal de profunda IGNORANCIA e desconhecimento da fatos elementares que constam nos registros historicos do Brasil e da Alemanha.
aliancaliberal
23 de agosto de 2015 3:18 pmOs mesmos militares que
Os mesmos militares que lutaram contra regimes totalitários são os mesmos que em 1964 lutaram contra a implantação de outro regime totalitário.
Andre Araujo
23 de agosto de 2015 5:45 pmO regime de 1964 não foi
O regime de 1964 não foi TOTALITARIO, foi autoritario, são graus diferentes.
aliancaliberal
24 de agosto de 2015 2:16 amA,A eles os militares
A,A eles os militares evitaram um regime comunista.
Jair Fonseca
23 de agosto de 2015 7:09 pmResponda rápido, Alianca,
qual dos militares brasileiros é chamado de herói de três povos? O brasileiro (contra as ditaduras do Estado Novo e de 64), o espanhol (pela Guerra Civil Espanhola) e o francês (sendo ele um os comandantes da Resistência Francesa)? Serão mais povos, europeus e mundiais, se considerarmos esse seu papel na Segunda Guerra Mundial, tendo recebido a medalha da Legião de Honra. Poderia ter ficado na França, onde se casou, teve filhos e era herói, desses de verdade, entende, Alianca? Mas preferiu voltar ao Brasil, onde depois da ditadura civil-militar de 64 foi preso e barbaramente torturado por militares golpistas e seus lambe-botas, muito corajosos para torturar opositores. Sobreviveu a tudo isso, assinou a primeira ficha do PT, e morreu com mais de 90 anos, como General.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=ieEvBe3ZYtI%5D
Eden SP
23 de agosto de 2015 4:05 pmBrasil – 6o. membro permanente do CSNU
A história da possibilidade do Brasil como 6o. Membro Permanente do CSNU foi um ideia seriamente aventada por FDR em Durbanton-Oaks.
Muita gente diz que era ensejo marginal ou secundário de Roosevelt. Aberto a discussões. Fato é que 1) FDR concebia prioridade à perspectiva regionalista do ordenamento mundial no pós-II Guerra; 2) nessa estrutura, o Brasil era prioritário, dentro da Hemisfério Sul Atlântico e Latino-Americano.
O presidente americano envergava grande importância para o Brasil, para surpresa inclusive de muitos do governo varguista. Isso foi revelado após a conferência, pois hermética eram as discussões em Durbanton. Portanto, pode-se considerar que a perspectiva norte-americana em considerar o Brasil um 6o. Membro Permante era tema forte discussão entre as grandes potências. Porém tivera seu ímpeto relativizado em função das percepções soviéticas e britânicas.
O fascinante tema dessa possibilidade de ingresso do Brasil no CSNU é tema de livro do diplomata brasileiro Eugênio Vargas Garcia – “O Sexto Membro Permanente – O Brasil e a Criação da ONU”. Trata-se de uma obra de envergadura que merece leitura.
junior50
23 de agosto de 2015 11:20 pmLogbooks
TODOS os afundamentos de navios aliados ( americanos, ingleses, brasileiros, holandeses, neutros ), ocorridos na costa brasileira, como no Caribe, Golfo do México, e Acessos Ocidentais do Atlantico Norte, estão registrados em documentos oficiais alemães, tanto nos logbooks ( diarios de bordo ) que sobreviveram, quanto nas transcrições oficiais dos cabogramas enviados pelas alcatéias de U-boots, ao comando operacional de Lorient, e ao Geral de Paris – Portanto existem, no minimo, dois documentos originais oficiais, sobre cada afundamento.
E AA, a primeira unidade anti-submarina americana (VP -52), chegou ao Brasil, logo após o ataque a Pearl Harbor, em 11/12/1941, baseando 4 PBY – 5 na foz do Potengi (RN), substituidos em 07/04/1942 por 12 outros PBY-5A do VP-83, portanto antes da “declaração de guerra “, assim como já singravam em patrulha, desde janeiro de 1942, a TF-3/US Navy, do Alm. Ingram ( inicio da futura 4a Frota ), com 4 cruzadores leves e 5 destroieres.
P.S.: Para os que gostam de teorias de conspiração, conheço uma melhor que a dos “submarinos americanos” ( que nunca navegaram no Atlantico Sul ), e me contada por “mercantes” da época, que acreditavam que os “americanos” sabiam dos subs alemães e italianos, e deixaram que eles afundassem navios brasileiros sem oposição, visando forçar a entrada do Brasil na guerra – algo bem pouco factivel para quem já esteve em um submarino operacional, pois mesmo com equipamentos da década de 70/80 ( os Oberons da MB ), visualizar “bandeira”, mesmo que de grande tamanho, adesivada ao casco de bombordo ou estibordo, é raramente possivel, e como a guerra submarina era total e irrestrita, qualquer navio era alvo valido.
Andre Araujo
23 de agosto de 2015 11:32 pmMeu caro Junior, sempre bons
Meu caro Junior, sempre bons comentarios. Acrescento que NÃO foram os afundamentos a razão da declaração de guerra do Brasil em 22 de agosto d 42 pois essa entrada na guerra já estava decidida oficialmente desde a Conferencia do Rio de Janeiro de 28 de janeiro de 1942, quando o Brasil rompeu relações com a Alemanha, evento que tornaria a declaração de guerra inevitavel, os afundamentos apenas apressaram o que ja estava decidido.
junior50
25 de agosto de 2015 1:51 amHavana and “cash and carry “
Caro AA,
Como sou um chato, considero a “Conferencia dos Chanceleres Americanos”, em Havana, de 21 a 31/07/1940, como a origem das conversações do Rio de Janeiro de 1942.
Outra movimentação politica importante, da administração FDR ( Summer Wells e Marshall ), foi conseguir do Congresso, a reforma das “Leis de Neutralidade de 1937” , através da Emenda Pittmann (D-NV) proposta no inicio de 1939, que deu origem a lei “cash and carry ” de 21/09/39, permitindo que beligerantes, desde que fosse do interesse americano, adquirissem materias de guerra nos Estados Unidos, mas com pagamento ” a vista “, sem financiamento, e se responsabizassem pelo transporte.
Após Havana, temendo a excessiva influencia germanica no Brasil ( Contrato Krupp/Focke-Wulf ), FDR alterou um dispositivo da “cash and carry “, especificamente relativa a “defesa hemisférica”, ou seja, em “não diplomatês”, que financiamentos de armas, através do governo americano, poderiam ser realizados para os paises das américas, alinhados com os Estados Unidos ( Importante: A “Doutrina Monroe” + Ted Roosevelt, ainda, até hoje, baliza as relações de defesa americana, que devem ser compreendidas com escopos “hemisféricos”, a visão de “fronteiras”, são bem definidas * )
O unico país beneficiado por esta disposição, anterior ao “Lend Lease Act “, foi o Brasil, que em Set/1940, recebeu uma linha de crédito de US$ 12 M ( dolar de 1940 ), para a aquisição de aeronaves e blindados, posteriormente, até antes da total entrega destes equipamentos, esta “fatura” foi incorporada aos fornecimentos do “Lend-Lease Act”, ao qual o Brasil foi elencado mesmo antes da “Declaração de Guerra”.
AA, se vc. não tem, existe um livro ótimo sobre a estratégia politico-militar norte americana desta época:
“The Framework of Hemisphere Defense ” de Conn & Fairchild ( tem uma boa tradução da Bibliex de 2000 ), nesta obra, o interessante é estender os conceitos exibidos, com a ótica atual, sendo bem interessantes para um entendimento da atual estratégia americana referente ao Atlantico Sul.
P.S.: Getulio Vargas, um “animal politico” , em sua sempre indireta, mas sempre direta, intenção, visando mostrar a certa parte do “establishment ” militar brasileiro, de tendencias germanófilas ( Goes Monteiro e outros ), que apesar do discurso do ” BB São Paulo ” simpatizava com os americanos ( US Steel x Krupp ), exigiu que no desfile militar de 07/09/41, as “estrelas” deste desfile, fossem equipamentos americanos novos, e por US$ 1 milhão, conseguiu que 187 veiculos ( incluindo 20 blindados ) fossem entregues e participassem da demonstração – detalhe: este US$ 1 M, deveriam ter sido pagos ” a vista ” , não foram, tambem seriam incorporados ao “Lend Lease Act “.
* Fronteiras estratégicas dos Estados Unidos: 1. Extremo Norte: linha do Artico “duro” + 100 milhas; 2. Ocidental: linha Groenlandia – Islandia – Reino Unido – Mar do Norte – Rio Reno ; 3. Sul : “Cintura do Atlantico ” ( Brasil – Africa ); 4. Oriental: da Peninsula coreana – Japão – area de Guam ( 100 mn do litoral – controlar Guam, significa controlar os acessos do Pacifico, tanto para a Australia e Nova Zelandia, como os acessos a norte: Japão e Coréias) – Mar de Java, e os acessos do Indico ao Pacifico ; 5. Subsidiarias: Indico e acessos, de Diego Garcia , propagando-se aos acessos do Golfo Pérsico e Mar vermelho, derivando até o sul do continente africano.