Dilma inaugura operação comercial de Belo Monte

Jornal GGN – Nesta quinta (5), a presidente Dilma Rousseff inaugurou a operação comercial da usina hidrelétrica de Belo Monte, construída no rio Xingu. Belo Monte é a maior hidrelétrica 100% nacional e a terceira maior do mundo, com capacidade instalada de 11.233,1 MW e tem carga para atender 60 milhões de pessoas em 17 estados, representando quase em torno de 40% do consumo residencial de todo o País. 

A usina foi leiloada em 2010, por R$ 25, 8 bilhões, para empresa Norte Energia, que é a responsável pela construção e operação de Belo Monte. No pico das obras, foram gerados cerca de 20 mil empregos diretos, e 40 mil empregos indiretos na região. Leia mais abaixo:

Do Blog do Planalto

 

A presidenta Dilma Rousseff inaugura, nesta quinta-feira (5), a usina hidrelétrica de Belo Monte, localizada no município de Vitória do Xingu, sudoeste do Pará. Construída no rio Xingu, a usina é a maior hidrelétrica 100% nacional e a terceira maior do mundo. Com capacidade instalada de 11.233,1 MW, terá carga suficiente para atender 60 milhões de pessoas em 17 estados, o que representa cerca de 40% do consumo residencial de todo o País.

Duas turbinas já começaram a gerar energia comercialmente desde abril, uma localizada na Casa de Força Principal, no Sítio Belo Monte, e a outra, na Casa de Força Complementar, no Sítio Pimental. Juntas, adicionam 649,9 MW ao Sistema Interligado Nacional (SIN), operação também autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

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A usina de Belo Monte foi leiloada, em 2010, por R$ 25,8 bilhões para a empresa Norte Energia S.A, responsável pela construção e operação da hidrelétrica. Segundo informações da empresa, as obras civis do empreendimento estão praticamente concluídas e a previsão é que a cada dois meses, em média, seja ativada uma nova turbina até o pleno funcionamento da hidrelétrica, em 2019.

A construção de Belo Monte atende aos interesses do governo brasileiro de produzir energia limpa, renovável e sustentável para assegurar o desenvolvimento econômico e social do País. Os primeiros estudos começaram na década de 1970 e, desde então, o projeto original sofreu várias modificações para que fossem reduzidos os impactos ambientais da usina.

Através da interligação dos reservatórios por um canal, o chamado modelo de usina a fio d’água permitiu que Belo Monte ocupasse uma área 60% menor do que a prevista no projeto original. A mudança garantiu que nenhuma aldeia indígena próxima ao empreendimento fosse inundada e a hidrologia do rio Xingu, preservada. A piracema também não comprometida, graças a colocação de escadas de peixes que preservam o equilíbrio da fauna aquática do rio Xingu.

Responsabilidade socioambiental
Cerca de 14% do total do orçamento de Belo Monte, cerca de R$ 4 bilhões, foram investidos em melhorias em 12 municípios da área de influência da usina. Entre essas ações, estão a instalação da rede de saneamento básico de Altamira, construção de escolas e unidades de saúde, melhora da qualidade da água e dos igarapés da cidade e na transferência de mais de 30 mil pessoas dessas áreas de risco para cinco novos bairros construídos pela Norte Energia.

Para preservar a floresta às margens do Rio Xingu, a empresa comprou 26 mil hectares em uma faixa contínua, onde a vegetação está sendo enriquecida com espécies nativas. Como compensação ambiental pelo empreendimento, foram repassados R$ 135 milhões ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para criar ou regularizar unidades de conservação ambiental.

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Valorização dos povos indígenas
Além de garantir que nenhuma comunidade indígena seja realocada, a usina é o primeiro empreendimento hidrelétrico com ações voltadas em benefício das aldeias do entorno da obra. Com acompanhamento da Fundação Nacional do Índio (Funai), projetos sociais vêm garantindo a segurança territorial, alimentar e ambiental aos povos tradicionais do Médio Xingu. Foram mais de R$ 260 milhões em investimentos de 2010, início do projeto, a 2016, com ações que beneficiam 3,5 mil indígenas de nove etnias, em 11 terras indígenas do médio Xingu.

Geração de empregos
A construção da usina gerou, no pico das obras, cerca de 20 mil empregos diretos, e 40 mil empregos indiretos na região. O efeito indireto sobre a economia também foi significativo, com o aumento na demanda por trabalhos relacionados, serviços e insumos, o que dinamizou a estrutura produtiva das comunidades próximas à hidroelétrica.

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9 comentários

  1. Belo Monte

    Belíssima esta contrução respeitando meio ambiente, aldeias indígenas, ajudando cidades ao seu torno a melhorarem.Pena que a mídia não se interesse pelo que é bom;.

  2. Trolagem?

    “Polêmica desde sua fase de projeto, em 2006, a obra que começou a funcionar há um mês deixa cerca de 1.500 ações pendentes na Justiça, um legado de questionamentos sobre a forma como foi conduzida a obra e dúvidas sobre o futuro da região com o desmonte do canteiro de obras.”

    “Para o Ministério Público Federal, com o fim das obras, a preocupação agora é acompanhar o desmonte de Belo Monte. “O impacto agora é desmontar toda estrutura, que chegou, no auge, a ter 30 mil trabalhadores. Com a saída, Altamira vai ter um impacto significativo, e agora vamos entender o tamanho real de Belo Monte. A operação demanda pouca gente, e muitos serviços do entorno vão deixar de ocorrer. Daqui pra frente será mais um problema social que ambiental. “

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/05/05/belo-monte-deixa-pendencias-na-justica-e-futuro-duvidoso-para-a-regiao.htm

    Moral da história: Todo benefício tem um custo na razão diretamente proporcional…

  3. Belo Monte, obra primorosa da engenharia brasileira.

    Negativo só entendo as seguidas contestações que causaram atrasos e perdas para o Brasil. Parabéns para todos que colaboraram para sua execução.

  4. Inauguração de uma usina que
    Inauguração de uma usina que está produzindo 600MW dos 11000MW previstos? Típico de político brasileiro em fim de mandato, inaugurando obra inacabada

  5. Estamos asssistindo aos

    Estamos asssistindo aos últimos suspiros de um Brasil que prometia mas que por força de um golpe sincronizado do qual fizeram parte Instituições que deveriam zelar pela democracia, uma mídia venal, um povo que, por ter essa midia como fonte de informação é incapaz de manter suas conquistas e a partir dai lutar por mais, se deixa ser levado para o matadouro, o Tio Sam agradece….Grande parte da população não tem noção do que está perdendo, se esqueceram que até o fim da Era FHC o governo federal não empreendia qualquer obra, sequer uma escola construia, afinal de contas o cofre da união era do deus mercado e dos verdadeiramente corruptos que estão salivando só de pensar em voltar.,..ou será que alguém pensa que um pais governado por um congresso dominado por notórios laldrões, ladras, traficantes, assassinos e criminosos de outras tem matizes tem algum futuro…

  6. Os coronéis estão voltando…

    Os últimos suspiros de um Brasil desenvolvimentista que prometia mas que o nadao sic golpão sincronizado pôs tudo a perder…agora é ver esse pais sob uma nova narrativa e portanto vivendo novas sensações: a de que a corrupção acabou,,,..e a de que Temer toca grandes obras, na verdade obras de Dilma….,até um pum do presidente usurpador será mostrado no JN como uma grande obra, enquanto que as realizações de Dilma foram ocultados por uma mídia lesa-pátria:

    17 megaobras do Governo Dilma que você provavelmente nunca ouviu falar
    Quais dessas obras você já conhecia?

    1- PONTE RIO NEGRO, AMAZONAS

    Ponte Rio Negro, no estado do Amazonas. Com 3,6 km de extensão, é a segunda maior ponte fluvial do mundo e a maior estaiada do Brasil. Conecta Manaus ao município de Iranduba e demorou três anos e 10 meses para ficar pronta. O concreto e o aço utilizados na obra seriam suficientes para construir três estádios do Maracanã.

    2- FERROVIA NORTE-SUL, EM CINCO ESTADOS

    O trecho de 682 km da Ferrovia Norte-Sul, situado entre as cidades de Ouro Verde (GO) e Estrela do Oeste (SP), está com 70% das obras concluídas. Em outro trajeto da obra, já finalizado entre Tocantins e Goiás, são 855 km de ferrovia já em operação.

    3- FERROVIA TRANSNORDESTINA, CEARÁ, PERNAMBUCO E PIAUÍ

    Integrada à Ferrovia Norte-Sul, liga o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco, além do cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, num total de 1.728 km.

    4- PONTE SOBRE O RIO MADEIRA

    Obras na ponte sobre o rio Madeira, na divisa do Amazonas e Rondônia, na rodovia BR 319.

    5- USINA EÓLICA ARIZONA, RIO GRANDE DO NORTE

    Estado atinge 1.163,39 MW de potência instalada por meio de 42 parques eólicos em funcionamento e lidera o ranking eólico no Brasil.

    6- BRT TRANSCARIOCA, RIO DE JANEIRO

    A TransCarioca tem 39 km de extensão e 45 estações entre o Terminal Alvorada e o Aeroporto do Galeão. Atende 450 mil pessoas por dia.

    7- METRÔ DE SALVADOR, BAHIA

    Dilma inaugurou, em junho, o primeiro trecho da primeira linha do metrô de Salvador. Com 7,4 km de extensão e 5 estações. O projeto prevê 41 km e 22 estações terminadas até 2017.

    8- AMPLIAÇÃO E REFORMA DE 13 AEROPORTOS

    Em Salvador, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Natal, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, Fortaleza, Maceió, Cuiabá e Curitiba os aeroportos foram reformados e ampliados. A capacidade dos aeroportos triplicou e todas as pistas foram reformadas, estacionamentos ampliados e terminais ampliados e modernizados.

    9- MEGA PORTO DA BAHIA, O TERCEIRO MAIOR DO BRASIL

    Começam as obras do terceiro maior porto do Brasil, em Ilhéus, Bahia. O investimento será e R$ 2,2 bilhões neste que será um dos portos mais modernos do mundo.

    10- PONTE ANITA GARIBALDI, SANTA CATARINA

    A ponte Anita Garibaldi em Laguna (SC) será a primeira ponte estaiada em curva do mundo e a terceira maior ponte do Brasil, com 2.830 metros de extensão. A obra faz parte do PAC-2 e impressiona pela sua magnitude.

    11- UM MILHÃO DE CISTERNAS

    Em todo o semiárido, foram entregues 545,7 mil cisternas e 54,7 mil tecnologias de apoio à produção agrícola. O governo tem a meta de distribuir, até o final de 2014, 750 mil unidades para consumo familiar e 76 mil de apoio à produção. Com as 350 mil entregues por Lula, são mais de um milhão de cisternas ajudando a combater a seca.

    12- SUPERPORTO DO AÇU, RIO DE JANEIRO

    O Superporto do Açu está localizado no município de São João da Barra, norte do Estado do Rio de Janeiro, mais especificamente no distrito de Açu. Sua localização é estratégica para a indústria do petróleo, por ser próximo às bacias de Campos e do Espírito Santo, podendo ser utilizado de base também a operação da Bacia de Santos.

    13- PERÍMETRO IRRIGADO DE NILO COELHO, PERNAMBUCO

    O perímetro irrigado de Nilo Coelho, localizado na cidade de Petrolina, no semiárido pernambucano, é o maior do Brasil em produção. Em 2013, o valor bruto de produção foi superior a R$ 700 milhões, com destaque para a fruticultura. Com área irrigável de 18.563 hectares, Nilo Coelho beneficia cerca de 2.200 famílias. O perímetro também prevê a geração de 20 mil empregos diretos e 30 mil indiretos. 

    14- 2,75 MILHÕES DE MORADIAS ENTREGUES PELO MINHA CASA MINHA VIDA

    Lula entregou 1 milhão de moradias na primeira etapa do programa Minha Casa Minha Vida. Na segunda etapa, Dilma já entregou 2,75 milhões de casas e o projeto da terceira etapa prevê mais 3 milhões a partir de 2015. Na foto o Residencial Viver Melhor, em Manaus.

    15- 23 UNIVERSIDADES E 152 CAMPI CRIADOS

    Na foto, a Universidade Federal do ABC, criada por Lula e ampliada por Dilma, considerada a melhor do Brasil. 

    16- USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, PARÁ

    Terceira maior hidrelétrica do mundo, a Usina de Belo Monte terá capacidade energética para atender a 60 milhões de pessoas.

    17- USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO, MARANHÃO

    Com capacidade de geração energética de 1.077 MW, a usina de Estreito foi inaugurada em maior por Dilma Roussef.

    Além dessas obras mais 22 usinas eólicas e 3 hidrelétricas foram construídas. Ainda há em andamento as obras de dez hidrelétricas (que agregarão mais 18.340 MW ao sistema), 14 termelétricas (3.871 MW), 95 eólicas (2.472 MW) e seis pequenas centrais elétricas (118 MW).

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    1861758 visitas – Fonte: Plantão Brasil

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