5 de junho de 2026

Conversas sobre cessar-fogo em Gaza serão retomadas na próxima semana

Enquanto Israel e Hamas seguem em desacordo, países envolvidos na mediação correm para preencher as lacunas existentes
Foto: IRNA

As negociações de cessar-fogo para encerrar a guerra em Gaza serão retomadas no Cairo na próxima semana, enquanto Estados Unidos, Egito e Catar tentam encontrar uma rota à trégua que ajudasse a evitar um confronto regional mais amplo.

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O anúncio conjunto foi feito depois que as principais autoridades americanas, israelenses, egípcias e catarianas encerraram dois dias de negociações em Doha, Catar, para tentar preencher as divergências restantes entre Israel e Hamas.

Os três países disseram que as negociações de cessar-fogo em Doha foram “sérias e construtivas”, e que “o caminho está definido para esse resultado, salvando vidas, trazendo alívio ao povo de Gaza e acalmando as tensões regionais”.

Embora não tenham sido informados outros detalhes sobre a proposta, os termos propostos s baseiam em acordo apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no mês de maio.

Entre outros pontos, o plano começaria com uma pausa de seis semanas nos combates que permitiria a libertação de alguns prisioneiros israelenses mantidos em Gaza e prisioneiros palestinos em prisões israelenses.

Na segunda fase, haveria um fim permanente aos combates e a libertação de todos os prisioneiros israelenses restantes. A parte final do acordo incluiria a reconstrução da Faixa de Gaza, que foi devastada pela guerra israelense.

A expectativa das autoridades regionais e dos EUA é de que o movimento em torno das negociações suavize ou encerre uma retaliação antecipada pelo Irã pelo assassinato de líderes seniores do Hamas e do Hezbollah.

Com The New York Times e Al Jazeera

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. Milton

    17 de agosto de 2024 7:53 am

    Acima de tudo o que transborda é o cinismo com que a “diplomacia” atua.
    Os agressores, de parte a aparte, são esquecidos e o genocídio de um povo sem pátria e sem proteção.
    Os judeus e Israel nada aprenderam com o sofrimento secular de seu povo.
    Mais recentes foram os horrores do nazismo sob o comando de um genocida alemão.
    Agora, infeliz e desapiedadamente, repetem em novas vítimas o pior da humanidade.
    É o sapiens em sua marcha para o fim dos tempos, tendo liquidado seus familiares agora segue sua destruição contra si mesmo.

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