5 de junho de 2026

Houthis fazem ataque inédito contra Israel; Netanyahu promete não deixar barato

É a primeira vez que um ataque do grupo rebelde aliado do Hamas atinge o espaço aéreo israelense; não há feridos
Crédito: Reprodução/ Youtube Al Jazeera

O grupo Houthis, rebeldes aliados do Hamas no Iêmen e que contam com o apoio do Irã, lançou um míssil que atingiu o centro de Israel na madrugada deste domingo (15). É a primeira vez que um ataque do grupo atinge o espaço aéreo israelense. 

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O ataque não deixou feridos, mas “forçou mais de dois milhões de sionistas a correrem para abrigos pela primeira vez na história do nosso inimigo”, disse o porta-voz militar do grupo, Yahya Sarea.

De acordo com a Reuters, as sirenes dispararam às 6h35 do horário local, minutos antes de o míssil atingir o território israelense, depois de uma viagem de mais de dois mil quilômetros feitas em apenas 11 minutos e meio. 

Resposta

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, prometeu retaliação. “Quem precisa de um lembrete disso está convidado a visitar o porto de Hodeida”, afirmou. 

Em julho, após um ataque de drone dos Houthis que atingiu a capital Tel Aviv, Israel lançou um ataque aéreo contra o Iêmen. 

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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3 Comentários
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  1. +almeida

    15 de setembro de 2024 9:12 pm

    Eu entendo que quanto mais Israel oprime povos, quanto mais usurpa territórios e quanto pensa estar seguro, eu penso que ele fica mais prisioneiro das três potencias, as quais ele será eternamente grato, eternamente devedor, eternamente submisso e eternamente dependente da segurança. É tanta fidelidade e proteção gratuita, que desfruta de EUA, Reino Unido e França, que se torna muito difícil de acreditar.

  2. MARTHA MASSAKO TANIZAKI

    15 de setembro de 2024 11:12 pm

    Parabéns que algum grupo ousa atacar Israel sionista. Mas não é esse tipo de ação que se faz necessário contra esse país genocida. É necessário que haja uma pressão internacional contra países que ajudam Israel ou um exército internacional que imponha uma derrota militar.

  3. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    16 de setembro de 2024 7:54 am

    É cada vez mais evidente, qua a situação da Palestina, só será resolvida coom fim do estado nazisionista comando pelo genocida Netanyhorror. A ONU que patrocinou a cfriação do monstro, tem obrigação de desfazer o nó.

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