O grupo Houthis, rebeldes aliados do Hamas no Iêmen e que contam com o apoio do Irã, lançou um míssil que atingiu o centro de Israel na madrugada deste domingo (15). É a primeira vez que um ataque do grupo atinge o espaço aéreo israelense.
O ataque não deixou feridos, mas “forçou mais de dois milhões de sionistas a correrem para abrigos pela primeira vez na história do nosso inimigo”, disse o porta-voz militar do grupo, Yahya Sarea.
De acordo com a Reuters, as sirenes dispararam às 6h35 do horário local, minutos antes de o míssil atingir o território israelense, depois de uma viagem de mais de dois mil quilômetros feitas em apenas 11 minutos e meio.
Resposta
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, prometeu retaliação. “Quem precisa de um lembrete disso está convidado a visitar o porto de Hodeida”, afirmou.
Em julho, após um ataque de drone dos Houthis que atingiu a capital Tel Aviv, Israel lançou um ataque aéreo contra o Iêmen.
LEIA TAMBÉM:
+almeida
15 de setembro de 2024 9:12 pmEu entendo que quanto mais Israel oprime povos, quanto mais usurpa territórios e quanto pensa estar seguro, eu penso que ele fica mais prisioneiro das três potencias, as quais ele será eternamente grato, eternamente devedor, eternamente submisso e eternamente dependente da segurança. É tanta fidelidade e proteção gratuita, que desfruta de EUA, Reino Unido e França, que se torna muito difícil de acreditar.
MARTHA MASSAKO TANIZAKI
15 de setembro de 2024 11:12 pmParabéns que algum grupo ousa atacar Israel sionista. Mas não é esse tipo de ação que se faz necessário contra esse país genocida. É necessário que haja uma pressão internacional contra países que ajudam Israel ou um exército internacional que imponha uma derrota militar.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
16 de setembro de 2024 7:54 amÉ cada vez mais evidente, qua a situação da Palestina, só será resolvida coom fim do estado nazisionista comando pelo genocida Netanyhorror. A ONU que patrocinou a cfriação do monstro, tem obrigação de desfazer o nó.