4 de junho de 2026

Israel amplia combates de Gaza para o Líbano

Comandante sênior do Hezbollah foi morto na região norte do país; porta-voz militar afirma que combates em Gaza devem seguir por todo 2024
Foto de Charbel Karam na Unsplash

Israel deve manter os combates na região da Faixa de Gaza durante todo o ano de 2024, enquanto sinais de confrontos começam a se espalhar por outros locais, como na fronteira norte com o Líbano.

Segundo o site Mondoweiss, Wisam al-Taweel, comandante sênior do Hezbollah, foi morto na segunda-feira – sendo assim o comandante mais graduado do grupo armado libanês desde 08 de outubro, quando o grupo interveio nos combates na Faixa de Gaza.

Al-Taweel era o líder da Al-Radwan, uma unidade de força de elite do Hezbollah que esteve em todas as grandes batalhas contra Israel desde 1989.

Al-Taweel é irmão de Fadi Hassan Al-Taweel, um líder do Hezbollah que também foi morto em 1987, e tio de Hussien Hani Al-Taweel e Mohammed Hani Al-Taweel, que foram mortos no sul do Líbano e na Síria, respectivamente.

Em resposta ao assassinato, o grupo libanês lançou um ataque de drone kamikaze contra o comando norte da força israelense na cidade de Safed.

Pelo menos 150 combatentes do Hezbollah foram mortos em batalhas na região sul do Líbano desde o mês de outubro, enquanto Israel aponta a morte de 13 israelitas, enquanto milhares de pessoas deixaram suas casas perto da fronteira e se mudaram para hotéis e outras cidades.

Na segunda-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma visita a Kiryat Shmona, um assentamento próximo da fronteira com o Líbano, no norte de Israel, onde afirmou aos soldados alocados na região que o Hezbollah está “cometendo um grande erro”.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    9 de janeiro de 2024 7:08 pm

    Expansionismo, racismo, militarismo e um sadismo programático em relação a povos abertamente considerados inferiores que podem ser conquistados, segregados, super-explorados e/ou eventualmente exterminados.
    No início do seculo XXI, Irael segue em Gaza e no sul do Líbano, bem como em sua relação com a Síria, o mesmo padrão bestial utilizado pelo Japão imperial no início do século XX antes do aniquilamento de Hiroshima e Nagasaki. A história não terminou bem para os imperialistas e militaristas japoneses e terminará de maneira catastrofica para os sionistas.

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