As forças militares de Israel deram início a “operações terrestres limitadas” dentro do Líbano, segundo informações do Departamento de Estado dos Estados Unidos – que não considera tal iniciativa uma invasão do país.
Enquanto os israelenses começavam a realizar operações terrestres no Líbano, o exército norte-americano afirmou que irá enviar “alguns milhares” de soldados para o Oriente Médio, que irão se juntar aos mais de 40 mil militares que já estão na região.
Segundo fontes ouvidas pela Al Arabiya English, os Estados Unidos viram mudanças na postura militar israelense ao longo da fronteira com o Líbano após a oficialização da morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em bombardeio realizado no sul de Beirute.
Diante da morte de Nasrallah e por conta dos conflitos já em andamento, o chefe do Pentágono, Lloyd Austin, anunciou no domingo que os EUA reforçariam ainda mais as “capacidades de apoio aéreo defensivo” nos próximos dias.
Ao mesmo tempo, Lloyd ordenou maior prontidão de forças adicionais norte-americanas “para responder a várias contingências”, e também alertou o Irã contra o ataque às tropas.
Já a equipe de governo em Washington tem desencorajado qualquer campanha militar israelense de forma pública e privada – mas, ao que tudo indica, o governo de Joe Biden foi novamente ignorado por Benjamin Netanyahu.
Sérgio Santos
30 de setembro de 2024 7:11 pmApoio defensivo? Defensivo???!!!