O bombardeio de Israel ao Líbano, nesta segunda-feira (23), deixou 182 mortos e 727 feridos, no que foi o maior ataque territorial de Israel e o mais letal ao país, desde que o conflito teve início, há um ano. Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, entre os mortos estão crianças, mulheres e médicos.
Em anúncio oficial, as Forças de Defesa de Israel afirmaram que os alvos eram mais de 300 integrantes do grupo extremista Hezbollah e que enviou sms, mensagens de texto e voz à população civil do Líbano para se afastar das supostas posições próximas de armas e alvos do Hezbollah.
O ataque sucedeu a troca de tiros neste domingo (22) entre o grupo, ao norte de Israel, com o lançamento de 150 foguetes, mísseis e drones.
O bombardeio desta segunda (23) ocorreu na fronteira sul do país e no Vale do Bekaa, entre aldeias cristãs e muçulmanas. Segundo o noticiário, após o ostensivo ataque, que além das mortes provocou centenas de feridos, a população local busca abrigo em locais seguros.
Ao mesmo tempo, os hospitais do sul e leste do Líbano estão lotados com cidadãos libaneses feridos.
O ataque de hoje é um dos ápices da escalada de violência entre Israel e o Líbano, com mira no grupo xiita, e faz parte de uma campanha militar de Israel que promete acabar com o Hezbollah, em ataques por tempo indeterminado.
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