22 de junho de 2026

Mensagem de Xi é prévia de relacionamento diplomático com Trump

Presidente chinês destacou que “relacionamento estável, sólido e sustentável” atende aos dois países e à comunidade internacional
Foto: Xinhua/Ju Peng

O presidente da China Xi Jinping parabenizou Donald Trump por sua vitória na eleição presidencial dos Estados Unidos, o que pode ser uma prévia do tom em uma revanche geopolítica entre os dois líderes.

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De acordo com a agência oficial Xinhua, Xi pediu que Estados Unidos e China “encontrassem a maneira certa de se darem bem na nova era, de modo a beneficiar ambos os países e o mundo em geral”.

Ao lembrar que China e Estados Unidos “ganham com a cooperação e perdem com o confronto”, Xi destacou que “um relacionamento estável, sólido e sustentável entre China e EUA atende aos interesses compartilhados dos dois países e atende às aspirações da comunidade internacional”.

Xi e Trump se encontraram quatro vezes entre 2016 e 2020 e, como lembra o site South China Morning Post, o republicano sempre gostou de deixar claro seu forte relacionamento com o presidente chinês.

Entretanto, tal relação se transformou em rivalidade ao longo do primeiro mandato de Trump frente à Presidência, no período 2017/2021 – quando a China foi surpreendida pela vitória do então empresário e subcelebridade.

Com os republicanos obtendo a maioria no Senado e próximos de obter o controle da Câmara dos Representantes, além da maioria conservadora na Suprema Corte, Trump assumirá a presidência como um dos presidentes mais poderosos da história.

Entre as promessas feitas por Trump e que o levaram à Casa Branca, está a intenção em fazer das tarifas e da reconstrução da manufatura norte-americana uma política central, o que pode gerar desacordos com a China que, na visão de Washington, busca uma política industrial agressiva à custa dos outros.

Temas como tecnologia, Taiwan e Mar da China Meridional também devem seguir como pontos de competição entre os dois lados, mas desta vez a China se considera mais preparada para lidar com o republicano.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. José de Almeida Bispo

    7 de novembro de 2024 9:22 pm

    A salvação do mundo está na velha Rússia: sem superpopulação; terra a perder de vista… E BOMBAS ATÔMICAS. Muitas! E foguetes ultramodernos para entregar as encomendas, se necessário. Nenhum ladrãozinho vai se meter a besta de futucar pra valer o cão com vara curta. A ‘América’ tentará derrubar o dragão. Mas, a ‘América’ finalmente encontrou adversário à altura. Vão sentarem e repartir o mundo, e o Brasil é o filé: cheio de minério, terra agricultável; sol o ano inteiro, chuvas com excelente regularidade, e… tudo gerenciado POR A CAPATAZIA MAIS IDIOTA DO MUNDO. Puxa-sacos. Resta aos não puxa-sacos o consolo de poder sonhar com a terceira via: Moscou.

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