22 de junho de 2026

Plano de Trump sobre migrantes é ‘insano’, diz ex-funcionário do governo

Para ex-funcionário do governo, envio de até 30 mil pessoas para Guantánamo tem ecos do passado e está quase certamente fadado ao fracasso
Foto: Isac Nóbrega/PR

O plano do presidente norte-americano Donald Trump em enviar até 30 mil migrantes ilegais para a prisão de Guantánamo é diferente de tudo que já foi feito, ao mesmo tempo em que apresenta ecos do passado e está quase certamente fadado ao fracasso.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

“É uma miragem, mas também é insano”, disse Harold Hongju Koh, professor de direito da Universidade de Yale e ex-alto funcionário do Departamento de Estado em entrevista ao site Politico.

O acadêmico explica que Guantánamo tem sido usada para manter pessoas que estão a caminho dos Estados Unidos, nunca tendo sido usada para enviar pessoas que estiveram nos EUA em algum momento, principalmente aquelas que estiveram legais em algum momento.

Koh explica ainda que esse envio foi punitivo, uma vez que o que foi repetidamente descoberto é que as pessoas pensam em Guantánamo como solução, e acaba sendo uma solução falsa “porque não há estratégia de saída”.

Sobre o envio de pessoas, o acadêmico diz ter pensado que a medida seria ilusória por não considerar que isso será adotado conforme a quantidade de recursos necessários para enviar 30 mil pessoas a Guantánamo.

“Eles vão querer usar esses recursos na fronteira. É francamente insano dedicar esse tipo de esforço para criar um campo de prisioneiros offshore”, destacou.

Leia Também

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

4 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. jose csrlos lima

    6 de fevereiro de 2025 4:17 am

    CAMPO DE CONCENTRAÇÃO – Nao edpere em Guatanamo cidsdaos da Asia e Europa masctão somente de paises colonia submetidos as ruindsddsce csprichos do Impeerio, que suga tudo e nada retribui, como a China, que ajuda no desenvolvimentos de paises como os da America Latrina.

  2. jose carlos lima

    6 de fevereiro de 2025 4:24 am

    CAMPO DE CONCENTRAÇÃO – Nao espere em Guatanamo cidsdaos da Asia e Europa mas tão somente de paises colonia submetidos as ruindsddsce csprichos do Impeerio, que suga tudo e nada retribui, como a China, que ajuda no desenvolvimentos de paises como os da America Latrina. Magina so se Trump colocaria num campo de concentracao milhares de cidadaos da
    India, que tem bomba atomica. Imperialismo tem la sua capacidade de abusar do poder, mas dw forma seletiva e cuidadosa oi

  3. Fábio de Oliveira Ribeiro

    6 de fevereiro de 2025 11:46 am

    Ao anunciar publicamente após se reunir com Netanyahu que “The US will take over the Gaza Strip and we will do a job with it, too. We’ll own it.” Donald Trump se tornou co-autor do crime de genocídio ainda em curso cometido por Israel e pelos principais líderes políticos e militares daquele país. Se ninguém quiser denunciar Trump no Tribunal Penal Internacional por esse crime eu farei isso de graça. Os interessados precisarão apenas pagar as despesas necessárias.

  4. Fábio de Oliveira Ribeiro

    6 de fevereiro de 2025 1:22 pm

    Ok gentes… eu denunciei Donald J. Trump ao procurador do Tribunal Penal Internacional como co-autor dos crime de genocídio atribuído a Netanyahu e seus generais. Eu fiz o que poderia fazer renunindo as evidências documentais adequadas. Agora quem deve tomar providência é aquele escritório do procurador.
    https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:ugcPost:7293302167623393281/

Recomendados para você

Recomendados