O presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu conversas diretas com a Ucrânia na próxima quinta-feira (15), em Istambul, para discutir um cessar-fogo incondicional de 30 dias.
A sugestão foi uma resposta ao encontro do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, com líderes da Alemanha, França, POlônia e Reino Unido no último sábado (10).
Na ocasião, os países europeus cogitaram a possibilidade de impor novas sanções à Rússia, além de mais apoio militar para a Ucrânia.
Putin, então, declarou que seu governo propõe aos líderes ucranianos a retomada das conversações interrompidas em 2022. sem condições prévias.
Para demonstrar boa vontade, o presidente sugeriu iniciar as negociações sem demora, marcando o primeiro encontro para a próxima semana.
“Estamos determinados a realizar negociações sérias (…) para eliminar as raízes do conflito e estabelecer uma paz duradoura”, acrescentou o chefe de Estado.
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João
12 de maio de 2025 6:03 amar condicionado
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José de Almeida Bispo
12 de maio de 2025 7:24 amA Rússia dando nova chance à Ucrânia de voltar a ser eslava com algum respeito, ou se afundar na autodestruição, querendo se aprofundar no seu estado… eslavo, como a palavra é estendida na Inglaterra. De colônia fornecedora de servos ao ocidente.
Rui Ribeiro
12 de maio de 2025 8:42 amEu acho que os Russos não têm medo de sanções, pois as sanções os tornam mais fortes.
O problema é que o objetivo da Operação Especial da Rússia na Ucrânia foi atingido: A Ucrânia não integrará a Otan e o Batalhão de Azov foi desnazificado.
Rui Ribeiro
12 de maio de 2025 2:13 pmRússia rejeita qualquer ‘ultimato’ sobre pressão para uma trégua na Ucrânia
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