A União Europeia pode adotar medidas para aumentar a pressão sobre Israel, a menos que existam melhoras reais para os habitantes da região de Gaza, segundo a chefe de política externa do bloco.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, Kaja Kallas afirmou a jornalistas que estava “muito claro” que Israel violou seus compromissos de direitos humanos com os palestinos em Gaza e na Cisjordânia.
A executiva destacou que o bloco europeu poderia adotar “medidas adicionais” caso a situação dos palestinos não apresente melhora, mas não foram apresentados outros detalhes a respeito.
A declaração foi feita após reunião da parlamentar com os ministros das Relações Exteriores do bloco, em Bruxelas.
O encontro ocorreu depois que a equipe de Kaja Kallas elaborou um relatório onde apresenta “indicações” de violações cometidas por Israel com relação às obrigações de direitos humanos sobre a situação humanitária em Gaza e a violência dos colonos na Cisjordânia.
Anônimo
23 de junho de 2025 10:16 pmANTESNTARDE DO QUE NUNCA!!! Finalmente a UE resolveu se manifestar depois da população de diversos países europeus saírem repetidamente às ruas e em muitos países serem violentamente reprimidos. A pergunta que ninguém me respondeu: o que tem de tão importante em israel que nenhum país europeu ousa condena-lo? Seria somente complexo de culpa pelo genocidio do século passado?
Fábio de Oliveira Ribeiro
24 de junho de 2025 8:18 am1939, o nazismo era obrigatório na Alemanha, e nas anexadas da Áustria e Sudetos. Em 1941 começa a solução final dos judeus. 2025, o sionismo é obrigatório em Israel, EUA, Alemanha, Inglaterra, Polônia, etc… A solução final dos palestinos já comecou em 2024 e será acelerada se depender dos “países civilizados”.
Rui Ribeiro
24 de junho de 2025 2:53 pmQuando? Quando todos os Palestinos forem dizimados?