21 de maio de 2026

Fachin propõe rede nacional de juízes especializados no combate ao crime organizado

Presidente do STF e do CNJ defende criação da estrutura por ato normativo e afirma que enfrentamento às facções deve ser tratado como política de Estado
O presidente do TSE, Edson Fachin. Foto: Agência Brasil
O presidente do TSE, Edson Fachin. Foto: Agência Brasil

Ministro Edson Fachin propõe rede nacional de magistrados especializados para enfrentar o crime organizado no Brasil.
Proposta foi apresentada no Encontro Nacional sobre Desafios do Judiciário diante do crime organizado, no CNJ.
Fachin destaca complexidade dos crimes e defende papel central do Judiciário na segurança pública e combate ao crime.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), defendeu nesta segunda-feira (23) a criação de uma rede nacional de magistrados com dedicação especializada ao enfrentamento do crime organizado.

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A proposta, que poderia ser implementada por meio de ato normativo, foi apresentada na abertura do Encontro Nacional sobre os Desafios do Poder Judiciário ante o Crime Organizado, realizado na sede do CNJ.

Em seu discurso, Fachin destacou a complexidade crescente dos processos que envolvem organizações criminosas, marcados pelo grande número de réus, estruturas hierárquicas sofisticadas, uso de tecnologias digitais e criptoativos para lavagem de dinheiro, além de intimidação de testemunhas e corrupção de agentes públicos.

Diante desse cenário, o ministro argumentou que uma rede integrada de juízes especializados, conectados entre si em todo o país, seria um passo essencial para dar respostas mais eficazes à criminalidade organizada.

Para Fachin, o tema não pode ser tratado como uma pauta conjuntural. “O Estado precisa agir, o Estado precisa reagir, e o Poder Judiciário deve ser um dos protagonistas dessa ação”, afirmou.

Segundo ele, o enfrentamento às organizações criminosas deve ser elevado à condição de questão de Estado no Brasil, com o Judiciário assumindo papel central nessa agenda.

O ministro também reforçou que a segurança pública é um direito fundamental dos cidadãos e que o Judiciário carrega parcela relevante da responsabilidade de garanti-lo.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    23 de março de 2026 6:22 pm

    Ok. Quem vai combater a organização criminosa dos juízes que tungaram bilhões de reais dos cofres públicos usando artimanhas para furar o teto constitucional? Os penduricalhos foram suspensos, mas eles não devolveram o que foi recebido indevidamente. Crime é crime, seja ele cometido por um vagabundo do PCC seja ele um vagabundo togado.

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