17 de junho de 2026

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por pressão sobre ministros do STF

Paulo Gonet afirma que o ex-deputado agiu de forma "continuada" para intimidar ministros da corte e interferir no andamento das ações relacionadas à tentativa de golpe de Estado
Reprodução IVH

PGR pediu condenação de Eduardo Bolsonaro por coação no processo que tramita no STF.
Procurador afirma que ex-deputado tentou intimidar ministros para interferir em ações sobre golpe.
Eduardo teria usado atuação nos EUA para articular pressões externas contra decisões do STF.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo. A ação penal tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Nas alegações finais enviadas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, o procurador-geral Paulo Gonet afirma que Eduardo Bolsonaro agiu de forma “continuada” para intimidar ministros da corte e interferir no andamento das ações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.

Segundo Gonet, a estratégia do ex-deputado se estruturou em torno da ameaça de sanções estrangeiras, tanto contra ministros do STF individualmente quanto contra o Brasil. Parte dessas sanções, segundo a PGR, chegou a ser efetivamente aplicada após a mobilização de agentes norte-americanos com poder de impor restrições a cidadãos brasileiros.

“As condutas criminosas estruturaram-se em torno da ameaça de obtenção de sanções estrangeiras, significativamente graves, tanto para os ministros do Supremo Tribunal Federal como para o Brasil, algumas delas efetivamente aplicadas, após a mobilização de agentes norte-americanos com poder de impor gravames a cidadãos brasileiros”, afirmou Gonet no documento.

A acusação aponta, portanto, que Eduardo Bolsonaro teria usado sua atuação nos Estados Unidos, onde permanece desde o início das investigações sobre a tentativa de golpe, para articular pressões externas com o objetivo de interferir nas decisões do Supremo.

*Com informações da CNN.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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1 Comentário
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    11 de maio de 2026 8:55 pm

    Mais um Bolsonaro a caminho do esgoto, de onde não deveria ter saído.

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