O ex-presidente deve ir à Polícia Federal (PF) na próxima terça-feira, dia 16 de maio, depor no caso envolvendo a suposta adulteração de sua carteira de vacinação.
O depoimento é um desdobramento da Operação Venire, deflagrada na semana passada para investigar a prática criminosa de inserção de dados falsos sobre vacinação contra a covid-19 no sistema do Ministério da Saúde.
A apuração busca investigar a falsificação para Bolsonaro, a filha do ex-presidente, além dos ex-assessores Max Guilherme Machado e Sergio Rocha Cordeiro.
Quando a operação foi revelada, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o celular do ex-presidente foi aprendido.
Entre os detidos na ocasião, está o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid. Ao ser questionado sobre a investigação, Bolsonaro afirmou que não cometeu nenhuma adulteração uma vez que não tomou a vacina.
As informações são da CNN Brasil
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