Como Sérgio Moro avalizou um centro internacional de lavagem de dinheiro, por Luis Nassif

A homenagem prestada a Sérgio Moro, no Principado de Mônaco, não foi apenas um espetáculo deprimente de deslumbramento mundano. A exemplo dos eventos com Moro, bancados na LIDE pela Gocil – a suspeitíssima empresa de serviços terceirizados de São Paulo -,  a intenção do Principado foi valer-se do juiz para se precaver contra eventuais operações identificadas pela Lava Jato, a exemplo da conta de Jorge Zelada, ex-executivo da Petrobras.

Desde antes da Primeira Guerra. a reputação de Monaco é a de um centro de traficância, de negócios escusos, de evasão fiscal, de transações mal explicadas no campo dos esportes, do entretenimento, do comércio de armas, e outros tráficos.

Os eventos em Mônaco são todos a serviço desses interesses. Nada é altruístico, filantrópico, tudo é falso e viscoso, destinam-se a plataformas de negócios,  que são a única razão da existência do Principado, algo que interessa à França exatamente como um guichê de transações que ela quer esconder.

Justamente por interessar aos círculos de poder de Paris, a França tolera o Principado de Mônaco, uma ficção territorial.

Nos bastidores desse enclave está a Societé des Bains de Mer, a verdadeira dona do Principado, proprietária do Casino, maior fonte de renda do Principado, do Hotel de Paris, o mais luxuoso, do Hotel Hermitage, o segundo mais caro, dos clubes de praia por onde se tem acesso ao mar, e também da maior parte dos imóveis de Mônaco.

Logo depois da Primeira Guerra, a SBM-Societé des Bains de Mer foi comprada pelo homem mais rico da Europa e o mais sinistro, Sir Basil Zaharoff, um grego russificado, nascido em Constantinopla que começou a vida preso por furto. Depois, se tornou  o rei dos armamentos, fomentador de guerras, maior acionista da Vickers Armstrong , maior empresa bélica da Inglaterra, da Maxim Nordenfeldt,  empresa que inventou a metralhadora, da Societé des Torpilles Whiehead, a empresa que inventou o torpedo, da fabrica de armamentos Putiloff, a maior do ramo na Rússia Imperial. 

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Zaharoff é uma lenda. Sua biografia por Richard Lewinsohn, um  francês que fundou a revista Conjuntura Econômica na Fundação Getulio Vargas, “Zaharoff O Mercador da Morte”,  é um clássico, editado pela Civilização Brasileira. 

Esse personagem sinistro mandou em Mônaco. O Principe era seu serviçal. Zaharoff morreu em 1937 sem deixar herdeiros e, em 1953, as ações da SBM caíram nas mãos do armador grego Aristoteles Onassis, um dos reis dos petroleiros gregos, figura de ficha tão pesada que não podia entrar nos EUA onde tinha processo criminal por fraude até se casar com a ex-primeira dama do Pais, Jacqueline ex-Kennedy.

Onassis sediou sua firma Olympique Maritime em Mônaco. As ações da SBM novamente rodaram após a morte de Onassis e hoje estão em mãos do Emir do Qatar e outra parte com o atual Principe. Há também ações com bilionários árabes residentes na África Ocidental.

Por toda essa história a reputação de Mônaco, no mundo politico europeu sempre foi a de um paraíso fiscal da pior espécie, centro mundial de lavagem de dinheiro e evasão de impostos, centro europeu do tráfico de armas. As principais empresas de comércio de armas pesadas estão sediadas em Mônaco, como a  INTERARMS e outras geralmente comandadas por russos, europeus orientais e israelenses, que fornecem para terroristas e rebeldes na África e Oriente Médio.

Mônaco é um dos pousos mais apreciados por oligarcas russos e potentados do petróleo do Oriente Médio. O Casino, onde Moro desfilou, continua sendo um grande negócio do Principado, com a vantagem de lá se poder legalizar qualquer dinheiro. 

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Até alguns anos atrás, era um dos sete países que integravam a lista negra de paraísos fiscais da OCDE: Andorra, Ilhes Marshall, Libéria, Liechtenstein, Mônaco, Nauru e Vanuatu. As pressões levaram o país a se enquadrar em alguns tratados. Mas apenas este ano decidiu integrar a rede de troca automática de informações financeiras, com seus potentados devidamente reciclados para outros centros.

Diz-se que Mônaco ajudou a repatriar o dinheiro de Jorge Zelada. Perfeitamente normal, é preciso sacrificar algum pé de chinelo  que não mais vai trazer dinheiro ao Principado para dar uma demonstração de colaboração com  a “justiça” internacional e com isso proteger as contas de oligarcas russos, que jamais serão entregues. Está ai o exemplo trágico do banqueiro Edmond Safra, que morreu queimado em Mônaco, depois que denunciou um  russo, seu cliente.

 

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58 comentários

  1. qual seja  ..o Zé Mané foi

    qual seja  ..o Zé Mané foi usado e nem se deu conta

    Será que Moro é um Dom ?  ..ou um Ravel ?

    https://www.youtube.com/watch?v=jKevxiatFh0

    ..pra mim só faltou um detalhe neste texto  ..após 11/09, com o imperio do ocidente sendo golpeado por uma parte infima desta dinheirama, as coisas ficaram um tiquinho mais difíceis pro principado  ..qual seja, nada que um pouco de MKT não de jeito

    • É do mesmo naipe do FHC, que

      É do mesmo naipe do FHC, que ficou deslumbrado com o celestial privilégio de presenciar Clinton e Blair conversando em uma mesa debruçados em um Mapa Mundi.

      Aliás, não consigo não associar o vídeo do tal evento em Mônaco com aquela foto do FHC todo “pimpão” com o Clinton com a mão em seus ombros.

  2. Não se assuste pessoa (como

    Não se assuste pessoa (como diz a canção ‘Dê um Rolê’, de Moraes Moreira) se o próximo passo de Moro for um premiozinho lá em Dubai, um vigoroso centro de lavagem ainda maior que Mônaco. É um deslumbrado, seduzido pela dolce vita do establishment. 

  3. Diálogo possível entre o Emir do Qatar e o príncipe

    Emir – O que nós fazemos com aquele juiz lá do Brasil?

    Príncipe – Estava pensando em fazer um evento daqueles de premiação, muito holofote, muito brilho, chamar uns figurantes fantasiados de príncipes, dar um prêmio qualquer, botar ele e a mulher no hotel, duas a três diárias, ou seja, o trivial. 

    Emir – Mas só isso? E quanto vai custar? 

    Príncipe – No máximo uns 500 mil Euros. 

    Emir – Mas isso é o que eu gasto com com a ração dos meus cachorros por ano!!

  4. Uma ação entre amigos no mais tradicional espírito cristão

    A Igreja ensinou para que serve a caridade dos abastados: união de classe contra conquistas sociais, troca de favores das mais variadas configurações. Em Mônaco se fez caridade laica: troca de favores para a prática de ilícitos. Esta é a configuração do que se convencionou chamar de Justissa. 

  5. Sergio F. Moro

    No dia que recebe prêmio por sua “brilhante” atuação contra corruptos do PT, em Mônaco, Rodrigo Tacla-Durán denuncia que o doleiro Dario Messer tem sobre o Banestado um dossiê que o incrimina e a outros procuradores lavajateiros. A Odebrecht tinha interesse de comprar o dossiê mas Vinicius Claret (ou Juca Bala), representante do magno doleiro, disse que provavelmente não haveria negócio, pois o grupo pretendia assegurar sua própria defesa com o documento. (V depoimento de Tacla-Durán à Comissão de Direitos Humanos e Minorias em 5/6/2018)

    • Essa parte do depoimento é uma mistura de TNT e nitroglicerina

      Notem os leitores que o deputado Wadih Damous pouco se interessa pela bombástica declaração de Tacla Durán, citando Dario Messer e os dossiês que este possui contra Sérgio Moro e demais lavajateiros; o deputado não faz nenhuma pergunta relacionada à declaração bombástica de Tacla Durán, desviando para um assunto sem importância. Por que Damous agiu assim? Está ele com rabo preso, sendo vítima de chantagens e ameaças por parte da ORCRIM Fraude a Jato? Vale dizer que o deputado Paulo Pimenta, que participou da CPMI da JBS, que ouviu Tacla Durán em 30 de novembro do ano passado, também não demonstra interesse em extrair do advogado, hoje radicado na Espanha, informações adicionais que mostram o cometimento de crimes pelos lavajateiros.

      Luís Nassif, o GGN e outros blogs ditos “progressistas”, tentaram assassinar a reputação dos jornalistas responsáveis pelo Duplo Expresso, Romulus Maya e Wellington Calasans, em vez de divulgar e aprofundar as denúncias documentadas feitas por eles. Hoje faz uma semana que os bancos de dados da Odebrecht, referentes aos sistemas Drousys e My Web Day, migraram da base Oracle (estadunidense) para a SAP (alemã). Com a migração não será mais possível recuperar as informações originais nem verificar as fraudes, manipulações e adulterações, denunciadas por Tacla Durán e outros funcionários da própria Odebrecht. Na base Oracle seria possível verificar as fraudes e as provas de inocência do Ex-Presidente Lula e as que mostram o envolvimento de figurões do sistema judiciário (procuradores, juízes, policiais federais), políticos de partidos de direita (PSDB, PMDB, PPS,etc.), empresários de diversos setores (mas sobretudo dos grupos de mídia e da área financeira) em crimes diversos, tais como sonegação e evasão fiscal, tráficos de armas e drogas, lavagem de dinheiro, contrabandos, subornos, corrupções e negociatas diversas, etc.

      O GGN chegou a publicar matérias MOSTRANDO que a Fraude a Jato manipulou e falsificou extratos bancários, para incriminar pessoas e poupar outras. Não entendo  por que razão este portal não partiu para cima dessa gangue lavajateira. Medo de ameças perseguições e chantagens? Isso eu compreendo; o que não entendo é o fato de ter tentado destruir o único portal de notícias que tem mostrado coragem de denunciar os crimes da Fraude a Jato: o Duplo Expresso.

      A Fraude a Jato é, como afirmo desde que foi deflagrada, uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA INSTITUCIONAL; além da direita e oligarquias golpistas,  plutocratas, escravocratas, cleptocratas, privatistas e entreguistas, essa ORCRIM serve e está subordinada aos interesses do alto comando internacional do golpe, o Deep State estadunidense. Esse torquemada caipira se acha importante e se deslumbra com as bajulações, rapapés e salamaleques, mas será descartado assim que não tiver mais serventia.

       

  6. Moro e esposa não passam de

    Moro e esposa não passam de uns jecas embasbacados com o luxo alheio. Quem nunca provou o melado dos holofotes quando experimenta se lambuza. Só falta comprarem uma casinha, opa, uma maison, para serem vizinhos de Galvão Bueno no Principado. Mas o juiz de piso foi usado pelo pessoal da grana pesada que circula nos paraísos fiscais e vai ser descartado num estalar de dedos, mais cedo do que ele imagina. 

    • Total deslumbramento

      E, por desinformação, foi onde não deveria ter ido. Grande erro.

      Com a missão praticamente cumprida, todo cuidado é pouco com a escada. Podem recolhê-la a qq momento.

      Os dois “mitos” desses tempos sombrios, Moro e Parente, foram longe demais. Aceitaram uma tarefa que outros, mais espertos, recusaram ou sequer foram escolhidos.  Têm muito a perder. Em algum momento, cedo ou tarde, chega a conta.

  7. Juiz e juízes

    Não lembro mais onde foi que li, talvez na Piauí ou Brasileiros, e o Google também não ajudou, foi há 4 ou 5 anos, uma entrevista/reportagem com o juiz Fausto Martins de Sanctis. Contava que iniciou na magistratura em uma pequena cidade da região de Presidente Prudente. Como autoridade em cidade pequena, era convidado para tudo,  desde festinhas de aniversário de crianças, batizados, casamentos e a indefectível quermesse do largo da matriz. 

    O que poderia estar errado? Tudo. Conta o juiz que quando se deu conta, naquelas inocentes reuniões festivas acabava dividindo mesa com pessoas que eram parte nos processos sob seu julgamento. Recusar os convites? Não, seria desfeita. Providência drástica: toda sexta-feira à noite pegava um ônibus com destino a capital, 10/12 horas de viagem. Domingo à noite, invertia o trajeto. Fez disso uma rotina enquanto durou sua permanência naquela cidade. 

    A isso dá-se o nome de honradez, decência, ética, dignidade, e sobretudo caráter. Imagino o atual desembargador de Sanctis assistindo as estripulias do juiz deslumbrado. Torço para que ele vá para o CNJ. 

    • Pode ter sido aqui mesmo, no GGN

      Quando cheguei nessas cidades, percebi que as pessoas não fazem por mal, mas dizem que o juiz é amigo, que (elas) podem frequentar o Fórum. Não, não podem. Há limites éticos, e as pessoas não tinham noção do alcance daquilo. Quando fui para Jales, senti muito isso. O juiz de cidade pequena é convidado para frequentar o clube, usa o mesmo cabeleireiro, e isso cria situações constrangedoras. Eu falava “não, não posso mais estar aqui”. Então toda sexta à noite eu ia para São Paulo e domingo voltava. Não era um ambienta ajustável. E havia ciúmes. Em São Paulo, há impessoalidade. Lá (no Interior), se um falava comigo, o outro tinha ciúme. Para mim, era uma situação nova e surpreendente. É necessário equidistância e respeito à função judicial. 

      https://jornalggn.com.br/noticia/a-trincheira-de-fausto-de-sanctis

      • Que beleza, Antonio, muito obrigado!

        Citei de memória, desde o ano passado que dou buscas atrás de onde tinha lido, e estava tudo em casa. É por essas e outras que o GGN é esse espaço privilegiado e qualificado que é. Abraço. 

        PS.: Os limites éticos e morais. No livro de memórias Minha Razão de Viver, Samuel Wainer relata o julgamento de Nuremberg, na condição de único brasileiro presente. Os nazistas invocaram o cumprimento de ordens para se livrar da condenação. Veja o trecho abaixo: 

        “No dia em que os juízes leram as sentenças aplicadas ao chefes nazistas, compreendi que ali se encerrava uma era. Até então, oficiais acusados de prática de crimes de guerra podiam alegar, em sua defesa, que haviam cumprido ordens emanadas de seus superiores. Depois de Nuremberg, ficou estabelecido que havia um limite moral para tais ordens. A partir daquele momento, chefes militares não mais puderam abdicar de suas responsabilidades. Hoje, por exemplo – e isso vale também para o Brasil -, um torturador já não pode argumentar que infligiu tormentos físicos a um prisioneiro em obediência a ordens superiores. Nuremberg escreveu um capítulo revolucionário na história do Direito, e eu pude vê-lo sendo escrito.”

        Samuel Wainer, o único brasileiro presente ao Tribunal de Nuremberg, em seu livro de memórias “Minha Razão de Viver – Memórias de um Repórter”, Record, Rio de Janeiro, 11ª edição, 1988, páginas 88 e 89:

    • FERMAT

      Já comentei isto em outra ocasião.

      Um dos maiores matemáticos do século 17 era também juiz.

      Por achar anti-ético se relacionar com seus concidadãos  se trancou em casa para se dedicar à matemática.

      Sua contribuição ao estudo dos números primos é a base da teoria dos computadores.

  8. Muito bem Nassif, muito bem.
    Muito bem Nassif, muito bem. “Follow the money”, siga o dinheiro e você encontra os financiadores desse bandidozinho metido a juiz e talvez até os outros financiadores do golpe de estado.

  9. Mais jeca que o Moro só a sua

    Mais jeca que o Moro só a sua digníssima esposa Rosangela “Eu Moro com ele”.

    Aliás, o padrinho de casamento foi também?

    • Comparação infeliz

      René, peço vênia, mas Simona foi um inocente, despolitizado, não tinha noção do que estava acontecendo, deu declarações infelizes, além das amizades impróprias. Pagou um preço altíssimo, foi destruído, triturado pelas patrulhas da época, muito parecido com as redes sociais do momento. 

      Editado: Simona foi vítima de RACISMO, ousou fazer sucesso e namorar uma loira. 

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=ItVY5xs3_VM%5D

       

      • Inocente ?

        Paulo Vanzolinni ficou p da vida quando do lançamento desse doc , bradou em alto e bom som  “Era cagueta sim e se orgulhava tanto de dedurar e mandar espancar os outros que passou a ser evitado ´´ e ainda perguntou  ´´ O que querem afinal com esse revisionismo?´´ mal sabia ele que era apenas os primeiros passos para a volta da ditadura e seus caguetas. . . 

  10. O juiz esta nu

    Por mais que os atuais herdeiros de Mônaco tentem lustrar a fachada do principado, Mônaco continua sendo os bastidores de um mundo de riquezas e violência que nos leva à perversão do paroxismo do sistema capitalista neoliberal, onde um grupo de milionarios faz sua propria lei. 

    Quando Hitchcock fez um dos seus filmes em Mônaco, com nada menos que Grace Kelly em um dos papéis principais, antes de tornar-se a princesa de Mônaco, ele ja mostrava um escroque que tentava passar a perna em outros escroques muito ricos…

    Na época em que o HSBC “caiu” na malha fina por evasão fiscal, veio à tona em algumas reportagens na França o Banco Safra de Edmond, que tinha sido vendido ao HSBC pela viuva do banqueiro. Lembro especialmente de uma matéria em que não pouparam o banqueiro que, na França, dizem de nacionalidade suiça. Nessa reportagem citaram como clientes do Safra os xeiques do Golfo, os libaneses catolicos (sempre presentes) e a diaspora judaica. Diziam que Edmond Safra era sobretudo um especialista da economia das sombras, criador de trusts para praticar a evasão fiscal nos maiores paraisos off shore do mundo, tal qual o belo rochedo.

    Sergio Moro parece muito mais a vontade ou muito mais interessado por esse mundo ai do que aceitar que os pobres brasileiros possam ser beneficiados por um governo que deu atenção à essa grande camada social no Brasil. Combate à corrupção? Tolos são os patos de verde e amarelo. 

  11. Necessário esse artigo de denúncia

    Além do dito e comentado no artigo, mais interessante é o que sugere o fechamento dele:

    “Diz-se que Mônaco ajudou a repatriar o dinheiro de Jorge Zelada. Perfeitamente normal, é preciso sacrificar algum pé de chinelo  que não mais vai trazer dinheiro ao Principado para dar uma demonstração de colaboração com  a “justiça” internacional e com isso proteger as contas de oligarcas russos, que jamais serão entregues. Está ai o exemplo trágico do banqueiro Edmond Safra, que morreu queimado em Mônaco, depois que denunciou um  russo, seu cliente.”

    Retomemos o título da postagem e o 1º parágrafo:

    “Como sérgio Moro avalizou um centro internacinal de lavagem de dinheiro”

    “A homenagem prestada a Sérgio Moro, no Principado de Mônaco, não foi apenas um espetáculo deprimente de deslumbramento mundano. A exemplo dos eventos com Moro, bancados na LIDE pela Gocil – a suspeitíssima empresa de serviços terceirizados de São Paulo -,  a intenção do Principado foi valer-se do juiz para se precaver contra eventuais operações identificadas pela Lava Jato, a exemplo da conta de Jorge Zelada, ex-executivo da Petrobras.”

    Feita essas observações, sugiro aos leitores buscarem as reportagens feitas por Joaquim de Carvalho, pelo próprio Luís Nassif e colaboradores do GGN, pelo Duplo Expresso e outros veículos da chamada “mídia alternativa” acerca de personagens como Alberto Youssef, Dario Messer e outros do submundo da lavagem de dinheiro e tráficos diversos. Não se esqueçam de analisar também o caso BANESTADO e o alinhamento do torquemada das arucárias com as agências e departamentos de investigação e espionagem dos EEUU, de quem sérgio Moro e comparsas (na Fraude a Jato e no sistema judiciário como um todo) são operadores de baixo escalão, que podem  ter – e talvez venham a ter – o mesmo destino do banqueiro citado na matéria. Entretanto não serão os russos os responsáveis pelo desfecho que já deve ter sido pensado e traçado para os operadores brasileiros, sabujos e servis ao Deep State estadunidense.

     

  12. E saber que Lula foi entregue

    E saber que Lula foi entregue ao STF a esses fora da lei, isso para satisfação da Shell e CIA

  13. https://www.cartacapital.com.

    https://www.cartacapital.com.br/politica/projeto-que-premiou-moro-valoriza-globais-e-ja-sediou-jantar-com-doria

    Política

    Alta sociedade

    Projeto que premiou Moro valoriza globais e já sediou jantar com Doria

    por Redação — publicado 05/06/2018 17p0, última modificação 05/06/2018 20h00ONG que organizou gala em Mônaco convidou o tucano e Flávio Rocha para um jantar em SP. No principado, Galvão, Ronaldo e Boni já deram as carasnShare   Reprodução

    Moro foi homenageado em Mônaco, participou de Leilão e tirou foto com DJ

     

    Para além de possíveis preferências politicas, o que os ‘globais’ Ronaldo Fenômeno, Galvão Bueno e Boni e os presidenciáveis João Doria e Flávio Rocha têm em comum com Sérgio Moro? Todos participaram de eventos organizados nos últimos anos pela ONG Brasil Mônaco Project, uma iniciativa da consueleza brasileira Luciana de Montigny, mulher do cônsul honorário do Brasil no principado, André Montigny.

    Leia também:
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    O tríplex atribuído a Lula, apenas mais um negócio da família Gontijo

    Moro foi o homenageado da quarta edição de uma gala organizada pela ONG em Mônaco. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, ele assistiu a um concerto no camarote real da Opera Garnier, no cassino Monte Carlo, ao lado do princípe de Mônaco, Albert II. Participou em seguida de um jantar e de um leilão beneficente. Posou ainda para uma foto com o DJ MP4, um dos integrantes da atração de funkanejo Baile da Atrevida.

     

    Criado em 2012, o projeto Brasil Mônaco tem como “presidência de honra” o príncipe Albert II. Segundo sua página oficial no Facebook, é uma plataforma de intercâmbio entre o Brasil e Mônaco nas áreas de cultura, saúde, esportes e economia. O objetivo é “promover a amizade e a parceria entre os dois países”.

    Em sua primeira edição, o homenageado foi o ex-jogador de futebol Ronaldo “Fenômeno”, atualmente comentarista da Rede Globo. O atleta estava ladeado pelo locutor esportivo global Galvão Bueno e pelo piloto de automobilismo Felipe Massa.

     

    Foto: Reprodução / FB
    Em 2014, o homenageado foi Ayrton Senna, um dos principais vencedores do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1. Sua irmã, Viviane Senna, participou da comemoração no principado. Massa esteve presente mais uma vez. 

    Em 2015, um dos presentes à gala foi Boni, que já foi homem forte da TV Globo e atualmente é sócio da TV Vanguarda, afiliada à emissora no interior de São Paulo. 

    Além dos eventos no principado, a ONG já organizou, em 2015, um jantar em São Paulo com a presença do príncipe de Mônaco e de João Doria Junior e Flávio Rocha. Ambos ainda não haviam enveredado para a política. O tucano tornou-se prefeito de São Paulo no ano seguinte e atualmente é pré-candidato ao governo do estado. Rocha tem se posicionado como um possível candidato a presidente nestas eleições. 

    Aparatemente habitués dos mesmos círculos da alta sociedade, Doria e Moro protagonizaram uma polêmica recentemente. Premiado em Nova York, o magistrado posou para fotos com o ex-prefeito nos Estados Unidos. 

     

  14. A suspeita de que a viagem

    A suspeita de que a viagem não foi apenas de um casal brega caipira deslumbrado, aumenta einh Nassif? Se juntar esse seu relato sobre Mônaco com as revelações do Tacla Duran, o “bagulho fica sinistro” para o lado do Mister Justice e esposa 

  15. Pois é, viagem sinistra e
    Pois é, viagem sinistra e ninguém investiga?

    Nem o PT pra pedir explicações, quem pagou, se haverá ressarcimento dos dias perdidos de trabalho, etc etc……

  16. Mônaco/ Sérgio Moro
    Sr Luís Nassif .. em vez de Condenar todos os políticos Corruptos … inclusive os q vc defende … Prefere Crucificar o Juiz Segio Moro … q tanto tem feito para diminuir a Corrupção no país… e condenar apenas alguns Culpados … (pois são muitos …infinitos) … Ele so julga os casos que Caem na sua Jurisdição… pq não critica quem fiscaliza que é a PF ??? Esta sim q coloca os indiciados nas mãos do Moro … pq esse Ódio contra o Juiz ???

    • Moro

      Sr. Álvaro Fachin,

      No dia que o senhor entender que, na organização, um polo prende, outro elabora e pressiona o preso para assinar a delação, o outro homologa e, a partir do oferecimento da denúncia, julga e condena, aí sim irá entender a engrenagem da injustiça que tem como ponta de lança o tal do Moro. Para esses fraudadores do nosso ordenamento jurídico, o que vale é ter em mãos a delação, pouco importando as provas e sua veracidade e licitude, para acusa e condenar pessoas segundo suas convicções e/ou interesses. só isso.

       

  17. Como Sérgio Moro avalizou um centro internacional de lavagem de

    após ter após terem corroído até a alma os EUA, natureza e população, os ZioCon já elegeram seu novo hospedeiro: as terras férteis, ensolaradas e abundantes da nova Terra Prometida. gigantesco pré-sal, rica em recursos minerais, especialmente água e metais raros, muita biodiversidade e diversificado patrimônio genético humano.

    para um Imperium decadente, e sem qualquer chance de se auto-regenerar, é necessário saquear o máximo que conseguir no menor tempo possível, para assim formar uma base sobre a qual consiga assentar um novo ciclo de expansão.

    chegou o momento de realizar o Capital fictício em ativos tangíveis.

    USA Incorporation é controlada nas sombras pelo Deep State, cujo principal negócio e fonte de financiamento é o tráfico: drogas, armas, órgãos, pessoas, minérios raros, o próprio petróleo, material genético, produtos falsificados, informação, influência e, claro, dinheiro – a maior máquina mundial já montada de lavagem de dinheiro.

    não seria exatamente um exagero considerar toda a economia formal como mera fachada para um vasto e profundo mercado negro mundial, do qual o sistema financeiro faz a legalização dos lucros e deles se apropria em sua quase totalidade.

    ou seja, o Black Market é propriedade da Tirania Financeira Global.

    é nestas raízes profundas do Deep State e de USA Incorporation, e em sua ramificação pela lumpenburguesia brasileira, que se encontrará o mapa do caminho do golpeachment. seus formuladores, seu objetivo, sua estratégia, seus patrocinadores e seus operadores. todos integrantes do mega cartel globalizado do grande business mundial.

    não é sem motivo que o verdadeiro Comandante-em-Chefe do Governo golpista é um General Sionista.

    vídeo: Sicario – terra de ninguém

    [video: https://www.youtube.com/watch?v=7XLQ1bkSLDo%5D

    .

  18. e aí começa a derrocada…. recebe medalha in the US e Mônaco??

    in the US…. medals….

    in Monacoooo medals too ???

    Conhecem  a queima de arquivo ?  Vai ser vítima do próprio remédio…ministrado pelos “amigos”. 

    Como praxe da CIA…Já usou ?  queimaaaa…

    Queimaram o filme dele com o DOJ …..

  19. Aguardando liberarem meus comentários

    Hoje pela manhã postei dois comentários sobre esta postagem, um deles como resposta à leitora Regina Maria e Souza, que citou o depoimento do advogado Rodrigo Tacla Durá à Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da CâmaraFederal.

    O teor do outro comentário – que possui um parágrafo a mais – é aproxiamdamente este:

    “Notem os leitores que o deputado Wadih Damous pouco se interessa pela bombástica declaração de Tacla Durán, citando Dario Messer e os dossiês que este possui contra Sérgio Moro e demais lavajateiros; o deputado não faz nenhuma pergunta relacionada à declaração bombástica de Tacla Durán, desviando para um assunto sem importância. Por que Damous agiu assim? Está ele com rabo preso, sendo vítima de chantagens e ameaças por parte da ORCRIM Fraude a Jato? Vale dizer que o deputado Paulo Pimenta, que participou da CPMI da JBS, que ouviu Tacla Durán em 30 de novembro do ano passado, também não demonstra interesse em extrair do advogado hoje radicado na Espanha, informações adicionais que mostram o cometimento de crimes pelos lavajateiros.

    Luís Nassif, o GGN e outros blogs ditos “progressistas”, tentaram assassinar a reputação dos jornalistas responsáveis pelo Duplo Expresso, Romulus Maya e Wellington Calasans, em vez de divulgar e aprofundar as denúncias documentadas feitas por eles. Hoje faz uma semana que os bancos de dados da Odebrecht, referentes aos sistemas Drousys e My Web Day, migraram da base Oracle (estadunidense) para a SAP (alemã). Com a migração não será mais possível recuperar as informações originais nem verificar as fraudes, manipulações e adulterações, denunciadas por Tacla Durán e outros funcionários da própria Odebrecht. Na base Oracle seria possível verificar as fraudes e as provas de inocência do Ex-Presidente Lula e as que mostram o envolvimento de figurões do sistema judiciário (procuradores, juízes, policiais federais), políticos de partidos de direita (PSDB, PMDB, PPS,etc.), empresários de diversos setores (mas sobretudo dos grupos de mídia e da área financeira) em crimes diversos, tais como sonegação e evasão fiscal, tráficos de armas e drogas, lavagem de dinheiro, contrabandos, subornos, corrupções e negociatas diversas, etc.

    A Fraude a Jato é, como afirmo desde que foi deflagrada, uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA INSTITUCIONAL; além da direita e oligarquias golpistas,  plutocratas, escravocratas, cleptocratas, privatistas e entreguistas, essa ORCRIM serve e está subordinada aos interesses do alto comando internacional do golpe, o Deep State estadunidense. Esse torquemada caipira se acha importante e se deslumbra com as bajulações, rapapés e salamaleques, mas será descartado assim que não tiver mais serventia. E não serão os russos os responsáveis pelo desfecho.”

     

     

  20. Sergio Moro / Homenagem Sérgio Moro em Mônaco
    Exemplo de homem… que possam existir outros tanto mais como pessoa do Doutor Moro.

    Já não podemos dizer a mesma coisa de “Gilmar Mendes”.

    Saudações Bolsonarianas !!!

    Fernando José ( Rio de Janeiro )

  21. Juiz Sergio Moro no Principado de Mônaco
    Parabéns Doutor Sérgio Moro…homem de valor que sua atuação na Lava Jato faça escola de uma nova geração de juízes … que tenham “tolerância zero para todos e futuros corruptos” … que o nosso país possa viver em um novo momento onde possa prevalecer o slogam ” que o crime NÃO compensa ” e que doravante possa ficar claro até ” Presidente ” vai em cana !!!

    Já não podemos ter orgulho de uma geração “Gilmar Mendes” …

    Que o tempo passe logo e que ele (Gilmar Mendes) passe logo.

    Saudações Bolsonarianas !!!

    Fernando José

    • O que moro fez de benefico

      O que moro fez de benefico para o País mesmo? 

      Além de quebrar a engenharia nacional, e premiar bandidos com prisões domiciliar, e permitir que seus amigos advogados lucrassem milhões?

      Ah, cometer crime de lesa patria e atentar contra a soberania nacional, grampeando criminosamente a presidência da republica!

      inclusive o gilmar mendes seviu muito bem na tabelinha, atropelando a Constituição e barrando a nomeação do Lula, como ministro.

    • Acredita mesmona justiça de Moro? Não ouviu falar do Banestado?

      Acho que lhe falta um pouco de pesquisa: primeiro sobre Direito Penal e Direito Constitucional. Posso lhe falar, como estudante de Direito, que Moro cometeu muitas irregularidades em seus julgamentos. 

      Depois sobre a vida pregressa desse cidadão. Compartilho, para ajudar a iniciar suas pesquisas, uma reportagem que compilei, em minhas leituras:

       

      http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=95786

      Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo

      Foi nos anos 90, Sergio Moro foi o juiz e absolveu todos os envolvidos, ignorando provas

      Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano

      por Armando Rodrigues Coelho Neto

      Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história.

      Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais.

      Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google para entender melhor essas tais contas.

      A PF descobriu que o dinheiro passava por Nova Iorque (EUA), uma roubalheira que apesar de gigante, seria apenas a ponta de um iceberg. Entre os suspeitos estavam empresas financiadoras de campanha, alto empresariado em geral e membros da alta cúpula do governo brasileiro da era Fernando Henrique Cardoso.

      O rombo era tamanho que os promotores americanos, abismados com o volume de dinheiro que havia transitado por aquela cidade, quebraram sigilo bancário em Nova Iorque. A equipe da PF foi reconhecida e ganhou a simpatia até do enfadonho e burocrático Banco Central (EUA), além da FBI (Polícia federal americana).

      O mecanismo descoberto era e é um traçado muito bem articulado, de forma que os verdadeiros nomes dos titulares não possam aparecer. Desse modo, num passe-repasse, plataformas financeiras e coisa e tal, os trabalhos para ocultação envolvem ou envolveriam até cinco camadas ocultadoras.

      Com esse grau de sofisticação, investigar seria percorrer o complexo caminho inverso, mergulhar nas tais camadas, até que se chegar aos verdadeiros titulares do dinheiro.

      Estava tudo tão bom e tão bem protegido, que a prática consolidou-se, e como a corrupção no País é endógena, além de “lubrificar economias” (a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE que o diga!) as ratuínas foram abrindo a guarda. Com impunidade garantida, alguns grandes nomes relaxaram e apareceram por descuido.

      Haja descuido! Surgiu até um óbvio – “Tucano” e um aleatório “Serra”. Tão óbvio que deixou perplexo não só o delegado que coordenava o trabalho, mas também os procuradores. Mero ato falho e primário, em tempos de abertura de guarda, de “engavetadores gerais da República. Tempos de gente honrada e das panelas silenciosas, da dita “grande mídia” calada, dos arautos da moralidade hodierna.

      Há uma entrevista no Youtube com o delegado federal José Castilho Neto, coordenador da Operação Macuco. Sem fulanizar ou partidarizar, ele reclama da oportunidade aberta e perdida, naquela época, para o enfrentamento da banda podre, seja da política, seja do empresariado. O Cônsul do Brasil, que trabalhava em Nova Iorque, teria dito para as autoridades americanas que a cabeça do delegado Castilho “estava a prêmio”. Só não disse quem seria o pagador, se os protegidos ou os protetores.

      Castilho foi afastado. E o leitor a essa altura deve estar se perguntando: por que esse saudosismo tanto tempo depois?

      Primeiramente para lembrar que a podridão de antes não inocenta ninguém. Mas serve pra provar a hipocrisia dos que hoje posam como arautos da moralidade. Mostra o cinismo dos paneleiros e demonstra com cristalina clareza a postura golpista da dita “grande imprensa”.

      Em segundo lugar, para não ter que retornar aos tempos do Brasil Colônia ou da mordaça da ditadura militar, eu simplesmente gostaria de reafirmar que esse caso escabroso, narrado lá em cima, ocorreu na era do impoluto Fernando Henrique Cardoso. Sabe qual emissora de televisão de maior audiência? TV Globo. Sabem quem era o doleiro? Alberto Youssef. Sabem quem era o juiz? Sérgio Moro.

      Cenas de gangsterismos marcaram os oito anos da  “Operação Abafa, do Escândalo BANESTADO, no governo FHC” e a “Teia de Proteção Judiciária”, criada por FHC e Geraldo Brindeiro (engavetador Geral da República de FHC):

      A esposa de Sérgio Moro, advogada dos tucanos e da Shell: Como ocorreram as queimas de arquivos na Shell.

      A esposa de Sérgio Mor, Rosãngela Quadros Moro, advogou para a Shell no caso do assassinato dos auditores da Shell, assassinados no Brasil (Zera Todd Staheli e Michelli Staheli vieram ao Brasil em 2002, para investigar as relações promíscuas de diretores da Shell com o sinistro genro de FHC, na ANP (o pagamento de dois bilhões de dólares em propinas, no BANESTADO, no Paraná) e foram brutalmente mortos, com armas brancas, facas e objetos contundentes. Só escapou da morte a filha do casal, uma menina de 13 anos, que trancou-se no banheiro da casa.

      A esposa de Carlos Fernandes Santos Lima e a lavagem

      A esposa de Carlos Fernandes Santos Lima, a Sra. Vera Lúcia Lima. (O Procurador é o braço direito de Sérgio Moro na blindagem de 300 políticos corruptos, nos dois escândalos de corrupção: BANESTADO e a sua derivada, Lava a Jato”, mais conhecida, no Paraná, como “bicho de goiaba”). Sra. Vera Lúcia Lima operou a Lavagem, no escândalo BANESTADO, e o peocurador ocultou provas da lavagem e quase foi preso na “Operação Macuco”, do Delegado Protógenes, e na Operação Cayman, do Delegado Vicente Chelotti, e na Operação Banqueiro, do Delegado Protógenes. Protógenes foi ameaçado e teve que pedir asilo em Genebra, para não ser morto.

      Entendam como Sérgio Moro e os procuradores do Paraná agiram desde 1997 ajudando na corrupção:

      Eles soltaram doleiros presos em 1997, 1999 e 2002. O office-boy dos Demo-Tucanos e da corja de ladrões das Privatarias de FHC, sr. Alberto Youssef e outros 70 doleiros presos na “Operação Macuco”, pelo Delegado José Castilho Neto. No Paraná, os juízes da Lava a Jato abafaram o Escândalo BANESTADO (o Banco do Estado do Paraná captou propinas bilionárias das multinaciknais, entre 1995 e 2002, para 300 políticos blindados no judiciário do Paraná).

       

      BIBLIOGRAFIA:

      1- “A outra história da Lava a Jato”, 2014, Paulo M Leite

      2- “FHC, Crise, decadência e corrupção”, 1999, H Fontana

      3- “A Pátria pede socorro” brigadeiro Ivan Frota, 1995

      4- “O BANESTADO e a Operação Lava a Jato, um feitiço do tempo, envolvem os mesmos juízes, os mesmos procuradores, os mesmos doleiros e os mesmos 300 políticos picaretas e vira latas blindados desde 1997, no judiciário do Paraná”,  Jandira Fegali, 2015

      5- “A História Secreta da Rede Globo”, Daniel Herz, 1978

      6- “O Mapa da Corrupção no Governo FHC – e a Blindagem da Teia de Proteção Judiciária”

      7- “Carta aberta ao maior vagabundo da nação: FHC”, Tribuna da Imprensa, 12/08/1998, tenente coronel Alcio Antunes (publicada uma página inteira no jornal revelando a história secreta de FHC: o falso exílio, a aposentadoria precoce, obtida com a ajuda do pai, General Leôjidas Cardoso. Como FHC foi cooptado pela DIA e pela Fundação Ford: ele recebeu hum milhão de dólares por ano, da CIA e da Ford, para comandar os Blackblocks, no Chile, entre 1970 e 1973, para ajudar a CIA a derrubar Allende, e na semana do golpe, FHC fugiu para os EUA, e lá viveu na vagabundagem.

      8- “Youtube: Roberto Requião (discurso no Senado, em 30/09/2015), lembra o caso BANESTADO, no Paraná, que envolve os mesmo doleiros, soltos por Sérgio Moro, os mesmos políticos e os mesmos procuradores da Lava a jato.

      9- “Quem pagou a conta”, Sebastião Nery: o livro bombástico revela a história secreta de FHC.

      10- “Youtube: Bill Clinton passa sermão em FHC, pela pesada corrupção e kavagem de dinheiro, no escândalo BANESTADO, que usou a agência BANESTADO de NY como pomte para fazer remessas ilegais de 125 bilhões de dólares, no propinoduto das Privatarias Tucanas, meio trilhão de reais foram remetisos ilegalmente, através do BANESTADO, no Paraná (agência Foz do Iguaçú), pelas contas CC-5, para a conta Tucano e conta CJ J&T, nas ilhas Cayman, Panamá (familiares de FHC, Paulo Henrique Cardoso (PHC, filho de FHC), Mário Covas, Sérgio Mota, Mendonça de Barros, Mendonça Filgo, Padilha, Kassab, José Chirico Serra, Daniel Dantas, Alexandre Bourgeois (genro corrupto de Serra), Aloísio Nunes, Geddel Vieira, Jereissatti, Caiado e outros 300 políticos megadelatados e blindados no Escândalo Banestado e na operação Lava Ratos, do Paraná.

       

  22. Matéria
    Curiosa estratégia pós moderna de misturar as coisas, daria um conto de ficção bem interessante. Faria Russell e Popper rir muito dos “encadeiamentos lógicos”. Mais uma alegoria aos absurdos do mundo líquido.

  23. “…a intenção do Principado

    “…a intenção do Principado foi valer-se do juiz para se precaver contra eventuais operações identificadas pela Lava Jato…”

    Não entendi: a homenagem vai impedir investigações posteriores? Como sabe?

  24. Depois do que disse o Rodrigo

    Depois do que disse o Rodrigo Tacla Duran desconfio que ele foi lá para usar os serviços de lavanderia.

    Aliás, desconfio não, tenho convicção. Pode recolher. 

  25. Justiça
    ESSA É A VERDADEIRA CARA DO NOSSO JUDICIÁRIO CORPORATIVISTA DESEMBARGADORES E JUÍZES .COM SEUS ALTOS SALÁRIOS E MORDOMIAS. AJUDANDO A CONTROLAR O POVÃO. PARA ATENDER OS INTERESSES DE EMPRESÁRIOS LADRÕES DO QUE PERTENCE AO POVO BRASILEIRO OS NOSSOS RECURSOS NATURAIS. SÃO TODOS FARINHA DO MESMO SACO. CANALHAS.

  26. Interarms ( Sam Cummings )……….governos

        A Interarms não opera mais desde o falecimento, em Monaco, do “herdeiro” de Zaharoff ,  Mr. Sam Cummings, tendo seus “negócios” ( contatos ) sendo espalhados por varias outras empresas, algumas com sede ainda em Monaco como a High Standard ( original do Texas ), aliás outro importante contribuinte da SBM e da Fundação Prince de Polignac foi um dos maiores intermediarios do comércio de armas da história ( não gosto palavra traficante pois é errada ) Adnam Khassoghi, que levou varios bilionários do Golfo a investirem no Principado.

         Já nos anos ’90 chegaram os russos, alguns via Suiça, mas todos mantendo a ponte “financeira” lavadeiristica mediterranea já famosa no mercado, mas ironicamente pouco conhecida sequer investigada que liga Monaco – Chipre, com extensões ( escalas ) com : Moscou, Londres, Bruxelas, Tel Aviv  – não passa mais por Zurique/Genebra.

         O problema é que neste nivel de negócios com armas não existe “traficante”, mas intermediarios sustenatdos por governos, praticamente “contratados” para resolver situações as quais governos não podem aparecer.

          Quanto ao Sr. Moro o deslumbramento tipico de classe média explica suas ações, é até normal em alguem que tem já por anos seu ego constantemente inflado se veja nestas situações, até acreditando que quem o leva não quer nada em troca, que o estão homenajeando, quando na realidade, pode ser até em parte, ele esteja sendo convidado apenas como uma personagem interessante, de momento – quase como folclórico ( tipo quando indios eram levados a festas na Europa e apresentados a reis ) exótico, ou para utilização futura.

  27. Moro em Monaco
    Acho que a mosca azul o mordeu, perdeu o foco do que faz.
    Lamentável e irreparável o estrago.

    • Permita-me

      Permita-me retificar:

      Ele nunca perdeu o foco, continua fazendo o mesmo. Entregando tudo, estuprando as leis, traindo seu povo.

      Portanto, não é lamentável nem irreparável o estrago: O que já nasceu estragado não tem como retornar a ser não estragado.

       

  28. inhaca

    A Toga, a honra, a ética e a decência são permeáveis e vulneráveis. Portanto, quanto mais se deixam arrastar e se enroscar em ambientes insalubres e repletos de imundícies, ainda que falseados de luxo e glamour, mais irão se contaminar, se sujar e exalar o fétido odor da prevaricação.

     

  29. Taí! Se Lula, em vez de

    Taí! Se Lula, em vez de cometer o crime de ser insistentemente assediado por Léo Pinheiro para que comprasse um apto no Guarujá tivesse desviado seu dinheiro para Mônaco, não tava preso. A propósito, nem precisa ser Mônaco. Aécio, como extratos bancários demonstram, tem conta em Liechtenstein e tá soltinho. Se bem que Aécio… lembra, né?

  30. #

    Indo a Mônaco receber essa infame homenagem, Moro endossa todo um sistema internacional de corrupção e lavagem de dinheiro.

    Mas os coxinhas estúpidos só se interessam por futebol, novelas e música lixo.

    Por isso ele continua sendo um “herói” por aqui.

    Alias, futebol, novelas e música lixo são produtos da Globo.

     

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