Dino determina inquérito da PF para investigar assassinato de Marielle Franco

Patricia Faermann
Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile, repórter de Política, Justiça e América Latina do GGN há 10 anos.
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Investigação está paralisada desde que Jair Bolsonaro assumiu o poder, em 2019. Após quase 5 anos, mortes seguem sem explicação

Foto: Midia Ninja

O ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018, no Rio de Janeiro.

A investigação ficou paralisada desde que Jair Bolsonaro assumiu o poder, em 2019. Após quase 5 anos, as mortes seguem sem explicação.

O ministro do governo Lula determinou a aceleração do caso e fez a PF instaurar um inquérito, que ficará sob o comando do delegado Guilherme de Paula Machado Catramby, no Setor de Inteligência Policial (SIP) da Superintendência da PF do Rio de Janeiro.

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Na última semana, o novo superintendente da PF do Rio, Leandro Almada, reuniu-se com o procurador-geral de Justiça do RJ, Luciano Mattos, e fecharam um acordo para uma investigação conjunta, entre a Polícia Federal e o Ministério Público.

O acordo contou com a presença do diretor-geral da PF, Andrei Passos, para que as investigações continuem no Rio de Janeiro e sejam ampliadas e aceleradas, sem precisar federalizar e mover o processo, mas com o apoio do governo federal.

“A fim de ampliar a colaboração federal com as investigações sobre a organização criminosa que perpetrou os homicídios de MARIELLE e ANDERSON, determinei a instauração de Inquérito na Polícia Federal”, escreveu o ministro da Justiça, em suas redes sociais.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile, repórter de Política, Justiça e América Latina do GGN há 10 anos.

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