12 de junho de 2026

Em depoimento, ex-funcionária da Odebrecht nega conhecer Palocci

 
Jornal GGN – Maria Lúcia Guimarães Tavares, ex-funcionária da Odebrecht, afirmou que não conhece o ex-ministro Antônio Palocci e seu assessor, Branislav Kontic. Maria Lúcia prestou depoimento como testemunha de acusação na ação penal que investiga Palocci, Marcelo Odebrecht e outros 13 pessoas, denunciados por corrupção e lavagem de dinheiro.
 
“Só vi na televisão. Mas nunca estive pessoalmente com ele. E nunca falei com ele”, disse a ex-funcionária da empreiteira ao ser questionada pela defesa de Palocci.
 
Maria Lúcia era responsável por controlar as planilhas sobre remessas de dinheiro para pessoas beneficiadas no esquema de corrupção entre Odebrecht e Petrobras, no Setor de Operações Estruturadas da empreiteira.

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Ela assinou acordo de delação premiada e voltou a afirmar que o único codinome das planilhas que ela sabia a quem se referia era o de Mônica Moura, esposa do publicitário João Santana. Maria Lúcia também disse que Mônica, apelidada de ‘Feira’, foi duas vezes à empresa para “pegar dinheiro”. Ontem, João Santana e Mônica Moura foram condenados a oito anos e quatro meses de prisão.
 
Ainda na tarde de hoje, prestarão depoimentos o senador cassado Delcídio do Amaral, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e o engenheiro Zwi Skornicki.
 
A denúncia do Ministério Público Federal afirma que Palocci e a Odebrecht teriam realizado um “permanente esquema de corrupção” entre os anos de 2006 a 2015. Os advogados de defesa do ex-ministro dizem que as acusaçõe são “vazias”. 
 

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6 Comentários
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  1. Schell

    3 de fevereiro de 2017 6:05 pm

    A denúncia contra o

    A denúncia contra o ex-ministro, mais uma vez, demonstra o vazio acusatório do mpf que, agora e aqui, só “logra” sucesso por ter, na ponta judiciária a figura do desMoronado que, em sua ânsia de vir a ser escolhido como o “robin” dos “robins” as acolhe mesmo sem qualquer fundamento jurídico, com o apoio midiático indispensável para a criminalização do partido dos trabalhadores como um todo. Houvesse efetivamente ministério público e justiça em nosso país e esse “circo” já teria guardado sua animalidade há muito tempo. País merreca é isso.

  2. Carla Antonia

    3 de fevereiro de 2017 7:18 pm

    Justiça brasileira

    Mas como é possível que um juiz acuse e sentencie ao mesmo tempo, e sem que haja um julgamento regular? O Moro condena os acusados (somente os ligados ao PT) à anos e anos de cadeia, em primeira instância e, apesar do que estabelece a Lei, esses condenados nem tem o direito de aguardar a segunda instância em liberdade.

    Que justiça é essa?

  3. Roberto Monteiro

    3 de fevereiro de 2017 7:44 pm

    Esta secretária nunca viu o Palocci

    mas o anarquista dito sério deste blog jura que sabe tudo sobre o Palocci. O anarquista deveria se apresentar ao maggi estragado de Curitiba e dar uma mãozinha ao herói da nação de pilantras e canalhas que virou este país.

  4. Alex Cardoso

    3 de fevereiro de 2017 11:24 pm

    Ótimo, isso significa que o
    Ótimo, isso significa que o Italiano nunca foi buscar o pixuleco pessoalmente com a secretária do Odebrecht. Pode parar a Lava-jato.

  5. Marcos Videira

    3 de fevereiro de 2017 11:43 pm

    Guerra de Eliminação

    Para os amarelos fascistas bastam os indícios, a suposta “convicção”, para criar a narrativa que justifique a prisão.

    Não se iludam: não existe Justiça e o objetivo é eliminar, destruir, matar os adversários políticos.

  6. Rui Ribeiro

    4 de fevereiro de 2017 4:37 am

    E o que o Sérgio Moron tem a ver com isso?

    Se ela desconhece Palocci, fodam-se os fatos, ela e Palocci. Eu não quero nem saber. E sai de rabeada, com seu manto de Batman, crente abafando que abalou porque abofelou o direito e mostrou seus músculos e expôs seus dentes, como um cão agressivo.

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